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HEBREUS 11 – Ao ser estudado, o livro de Hebreus deve avivar a nossa fé. Observe a sequência elaborada por Merrill F. Unger para entender a razão pela qual este livro tem essa função:
• A superioridade do Filho sobre os profetas e os anjos (1:1-2:18);
• A superioridade do Filho sobre Moisés e Josué (3:1-4:16);
• A superioridade do sacerdócio de Cristo (5:1-8:5);
• A superioridade da nova aliança sobre a antiga aliança (8:6-10:39);
• A superioridade da fé (11:1-13:25).
Tudo o que foi visto até o capítulo 10 de Hebreus deve estimular a fé do leitor, essa é a mensagem do capítulo 11. Ou seja, a fé do capítulo 11 não está isolada das doutrinas e ensinamentos dos capítulos 1-10. “O autor começa com uma definição de fé: ‘É a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem (11:1). Em seguida, relaciona exemplo do AT daquilo que essa fé torna possível (11:2)”, destaca Tesfaye Kassa; e, então, sintetiza:
1. A fé vê aquilo que outros não conseguem enxergar (vs. 3-4);
2. A fé permite que os fiéis…
• …andem com Deus (vs. 5-6);
• …antevejam perigo e destruição (v. 7);
• …obedeçam a Deus quando não conhecem o caminho (vs. 8-10);
• …recebam a promessa de Deus em situações impossíveis (vs. 11-12);
• …perseverem mesmo quando a promessa não se cumpre de imediato (vs. 13-16);
• …sacrifiquem a promessa (vs. 17-19);
• …reconheçam e transmitam a bênção de Deus (vs. 20-22);
• …corram riscos (v. 23);
• …recusem os prazeres deste mundo (vs. 24-28);
• …superem o medo e outras barreiras (vs. 29-31);
• …suportem muitas outras dificuldades (vs. 32-39).
Nem nós nem os crentes do Antigo Testamento tivemos o cumprimento pleno da promessa (vs. 39-40). O destino do fiel é o céu, a Pátria Superior/Melhor. Conquanto, não devemos desanimar-nos; devemos avançar como aqueles que viveram antes do cumprimento das promessas messiânicas.
E, temos maiores motivos para isso:
• Jesus cumpriu as promessas da primeira vinda, assumiu o ministério no Santuário Celestial e intercede em nosso favor;
• A Bíblia que temos está completa, muitos deles não tinham todo o Antigo Testamento e nenhum deles tinha o Novo Testamento;
• Temos os fiéis do passado como inventivo, o testemunho deles nos motiva a enfrentar as dificuldades sabendo, pela fé, que temos destino garantido.
Portanto, precisamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem” (v.1).
Falar de fé é um desafio devido a natureza particular deste dom. Por mais que tenha se tornado uma palavra de uso comum e uma expressão de motivação, a fé bíblica envolve não somente um estereótipo social, mas compromisso e ação. Conforme o versículo acima, “esta fé é o alicerce sólido que sustenta qualquer coisa que faça a vida digna de ser vivida” (Bíblia A Mensagem); é a esperança viva, é crer para ver. Fé não se explica, fé se experimenta. E foi com base em experiências que este capítulo foi composto. Experiências que comprovam a base da fé: confiança no poder de Deus.
Se fizermos uma pesquisa pública perguntando se as pessoas confiam em Deus, certamente, entre o público cristão, teremos um percentual de praticamente 100% de respostas positivas. No entanto, o estudo de Hebreus 11 nos fornece informações suficientes para concluirmos que nem todos que afirmam confiar em Deus, de fato confiam. Ter fé em Deus inclui confiança plena em Seus propósitos, mesmo que estes sejam contrários às expectativas pessoais e à opinião geral. O autor relata, por exemplo, a experiência de Noé, que, “sendo temente a Deus, aparelhou uma arca para a salvação de sua casa” (v.7), contrariando todo o mundo antediluviano, que o taxou de fanático e de louco. Abraão deixou a sua terra e a casa de seu pai para ir a um lugar que ele não conhecia. Sem falar no “disparate” de caminhar três dias até um monte para sacrificar o próprio filho. Atitudes que, aos olhos humanos, são difíceis de se conceber, mas que foram reais e impactaram a história deste mundo.
“De fato, sem fé é impossível agradar a Deus” (v.6). Porque a fé não é algo que se professa da boca para fora, mas que se consuma em atos de um verdadeiro adorador. “Pois, pela fé, os antigos obtiveram bom testemunho” (v.2). Suas vidas deixaram um legado de fé nas promessas eternas, “confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a terra” (v.13). Quantos, hoje, estão dispostos a abandonar suas aspirações pessoais e egoístas para se render à vontade de Deus? Quantos, “agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial” (v.16)? Quantos de nós teríamos a coragem de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, de permanecer em pé enquanto o mundo se prostra perante à falsa adoração? Ah, amados, fé não se trata de uma confissão de palavras, mas de atitudes.
Percebem que a obediência é o resultado da fé? Pela fé, Abel obedeceu. Pela fé, Enoque foi obediente. Pela fé, “fez Noé, consoante a tudo o que Deus lhe ordenara” (Gn 6:22). Pela fé, “Abraão, quando chamado, obedeceu” (v.8). Pela fé, Moisés obedeceu, permanecendo “firme como quem vê Aquele que é invisível” (v.27). Pela fé, Israel continuou marchando, atravessando “o mar Vermelho como por terra seca” (v.29). “Pela fé, Raabe, a meretriz, não foi destruída com os desobedientes, porque acolheu em paz aos espias” (v.31). Pela fé, homens e mulheres de Deus “dos quais o mundo não era digno” (v.38) “obtiveram bom testemunho por sua fé”, não obtendo, “contudo, a concretização da promessa” (v.39). Eles “morreram na fé” (v.13), aguardando “a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (v.10). Suas vidas manifestavam “estar procurando uma pátria” (v.14). “Por isso, Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (v.16).
Deus tem um lugar preparado para todos os “que O buscam” (v.6). A obediência é tão somente o resultado de uma vida impulsionada pela fé, “a fé que atua pelo amor” (Gl 5:6). Se eu amo ao Senhor, eu creio “que Ele existe” (v.6), e se eu O amo e creio em Sua existência, confio em Seus propósitos para minha vida e O obedeço. Compreendem? Os exemplos de fé do passado precisam ser vistos no presente a fim de que, ainda em nossa geração, alcancemos o glorioso futuro. “E o que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de” (v.32) tantos outros heróis da fé que não temeram entregar a própria vida pela confiança no Deus ao Qual serviam e em Suas promessas imutáveis.
Mas termino deixando registrado o supremo Exemplo, nas palavras do pastor Morris L. Venden:
“A obediência resulta somente pela fé porque Jesus é nosso poderoso exemplo. Ele viveu e efetuou Suas obras mediante o poder que Lhe vinha de cima (João 14:10), e não por algum poder inerente. Ele veio a este mundo não apenas para morrer por nós, para pagar a pena pelo pecado, mas também para mostrar-nos como viver dependendo de um Poder superior. Jesus levou uma vida de obediência exclusivamente pela fé e tornou-Se o maior argumento para provar-nos que somos convidados a viver como Ele o fez, em obediência pela fé” (Como Conhecer a Deus, p. 121).
Bom dia, obedientes pela fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Hebreus11 #RPSP
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-10-2/
O capítulo 10 de Hebreus nos convida a aceitar o sacrifício de Jesus em nosso favor e a nos achegarmos com fé à presença de Deus:
- Os sacrifícios do santuário terrestre eram apenas sombras do verdadeiro sacrifício que Jesus ofereceu a Deus em obediência perfeita.
- O ministério de Jesus é eficaz por causa de sua oferta perfeita. Por isso contrasta com o ministério dos sacerdotes terrenos que constantemente ofereciam sacrifícios que não podiam limpar a consciência.
- Não existe nenhum outro sacrifício que possa ser apresentado para trazer perdão àqueles que rejeitam o sacrifício e o ministério de Jesus. Haverá apenas o julgamento para eles.
Então, os versos 31-39 convidam os leitores para se achegarem com fé à presença de Deus, apesar de perseguições e obstáculos provenientes do mundo em torno deles.
Essa é uma lição difícil de aprender. Nós sempre queremos trazer um presente, uma dádiva ou um sacrifício que possa nos tornar aceitáveis diante de Deus. O livro de Hebreus afirma que nenhum sacrifício humano é bom o suficiente para tornar-nos limpos. Nenhum sacrifício humano que venhamos a trazer pode nos tornar aceitáveis em Sua presença. Deus providenciou em Jesus o único sacrifício que realmente pode nos purificar e nos tornar aceitáveis perante Ele. “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (1 Pedro 5:5).
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1389
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/03
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados26-08-2018.mp3
Áudio online [voz Valesca Conty]:
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HEBREUS 10 – Por meio de Cristo toda a humanidade deve saber que a entrada de acesso a Deus é franca. A reconciliação do pecador com o Criador é possível; porque, em Cristo, o Pai está ininterruptamente disponível a quem quiser.
Observe estes pontos do capítulo em pauta:
• Os sacrifícios oferecidos serviam como lembrança anual dos pecados acumulados do povo (vs. 1-4);
• Deus quer mais que um rito sacrifical de um animal irracional, quer uma entrega total e submissão em seguir a Jesus que, submeteu-Se à vontade do Pai oferecendo-Se como sacrifício pelos pecados da humanidade, tornando-nos aceitáveis aos olhos divinos quando éramos reprováveis (vs. 5-10);
• O perdão de pecados é um ato da graça, não de mérito de nossa parte. Contudo, custou um preço altíssimo para Cristo, que derramou Seu sangue. Portanto, “todo aquele que humilha o coração, confessando os pecados, encontrará misericórdia, graça e segurança” (Ellen G. White) (vs. 11-18).
A partir de 10:19, o livro de Hebreus tratará da parte prática da perseverança na piedade.
Quando cristãos estão trôpegos na caminhada rumo ao Céu, quando a fé parece desfalecer frente às dificuldades e quando a satisfação com a mornidão parece mais importante que a busca pela consagração, quatro coisas são imprescindíveis para auxiliar no reavivamento (vs. 19-39):
1. Entrar através do véu diretamente na presença do Deus que está no Céu;
2. Estimular uns aos outros a frequentar aos cultos congregacionais;
3. Lembrar que desistir de Cristo expõe o indivíduo ao julgamento divino;
4. Desenvolver diligentemente a genuína fé que gera obediência a Deus.
Ellen G. White declara:
• “Este é o grande Dia da Expiação, e nosso Advogado está diante do Pai, suplicando como nosso intercessor. Em vez de revestirmos de vestes de justiça própria, deveríamos estar diariamente nos humilhando diante de Deus, confessando nossos pecados e buscando o perdão das transgressões […]. A menos que adentremos o santuário do alto e nos unamos a Cristo na obra de operar nossa salvação com temor e tremor, seremos pesados na balança e achados em falta”.
• “Aqueles que não sentem a necessidade de procurar congregar-se com os santos, tendo a preciosa certeza de que o Senhor se encontrará com eles, mostram quão pouco valorizam a provisão que Deus fez para eles”.
Oremos: “Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
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“Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa” (v.36).
Já vimos que todo o sistema sacrifical representava o sacrifício de Cristo Jesus, que viria a este mundo e pagaria o preço dos nossos pecados “com uma única oferta” (v.14). Vocês entendem a magnitude do sacrifício do Salvador? Os anjos do Céu desejavam tomar o Seu lugar! Mas somente o sacrifício do Criador poderia dar fim ao abismo que O separava de Sua criatura. Criatura alguma tem o poder de remir pecados. Porque há “um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1Tm 2:5). Só pelo sangue de Cristo conseguimos ser envoltos pelo perdão de Deus! Só pelo sangue de Cristo há esperança e salvação! “Nessa vontade é que temos sido santificados, mediante a oferta do corpo de Jesus Cristo, uma vez por todas” (v.10).
Após a morte de Cristo, não fazia mais sentido algum todos aqueles rituais do santuário, pois todos eles apontavam para o verdadeiro e único sacrifício válido. Jesus veio e cumpriu com fidelidade todo o plano da redenção. Em Israel, havia uma regra áurea que definia a sua vitória, ou a sua ruína, caso fosse descumprida: a obediência a Deus. A Bíblia deixa bem claro que quando o povo seguia as orientações do Senhor prosperava, e, quando não, colhia resultados desastrosos. Entendam: Deus não castiga, mas Ele permite que soframos as consequências de nossas próprias escolhas, porque faz parte da liberdade que Ele mesmo nos concedeu. Porque tanto nos ama, nos deu o livre arbítrio.
No princípio do mundo, o mal já existia, pois se originou no coração de um anjo, que, ao se rebelar contra Deus, foi expulso do Céu com terça parte dos anjos (Ap 12:9). Deus precisava, portanto, colocar diante de nossos primeiros pais a escolha de obedecê-Lo ou não. Deus requer que O sigamos porque O amamos e não porque temos medo de ser por Ele castigados. A obediência a Deus, pois, é nada mais nada menos do que a colheita do amor que O devotamos. Obedecemos ao Senhor porque por Ele fomos salvos e confiamos em Seus propósitos! É em nosso coração que Ele deseja gravar a Sua santa, boa e justa lei: “Porei no seu coração as Minhas leis e sobre a sua mente as inscreverei” (v.16). É o mesmo que os pais fazem com seus filhos. Todo pai e toda mãe aconselha seus filhos e espera como retorno a obediência. Assim é o nosso Pai, o nosso Criador. Quem melhor do que Ele para saber como devemos andar? Antes mesmo de O conhecermos, Ele nos amou! Antes mesmo de existirmos, Ele nos escolheu!
“Pelo sangue de Jesus”, podemos “entrar no Santo dos Santos” (v.19) e nos aproximar de Deus “com sincero coração” (v.22). E após “lavado o corpo com água pura” (v.22), ou seja, mediante o batismo, devemos guardar “firme a confissão da esperança, sem vacilar, pois Quem fez a promessa é fiel” (v.23), considerando “também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (v.24), congregando e fazendo “admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (v.25). São conselhos que devemos ter em grande conta, visto a nossa condição como última igreja de Cristo. “Porque, ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (v.37) e “o Senhor julgará o Seu povo” (v.30).
Jesus, mediante o Seu “Espírito da graça” (v.29), ainda está batendo à porta de cada coração (Ap 3:20).
Abra a porta do teu coração e deixe entrar o Rei da glória! Você verá que nada neste mundo pode se comparar à beleza e à paz de um coração movido por Deus! Entrega toda a tua vida ao Senhor e Ele apagará o teu passado, conduzirá o teu presente e assegurará o teu futuro! “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão” (v.35).
Bom dia, justos que vivem pela fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Hebreus10 #RPSP
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424 palavras
1 Sombra. Uma sombra mostra apenas as linhas gerais do original. Assim, não se deve esperar completa semelhança entre a sombra e o objeto que a molda. A palavra é aqui contrastada com “imagem” (eikõn), que indica uma representação mais próxima (Ap 3:14). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 498.
5 Sacrifício e oferta. A afirmação de que Deus não desejava isso é referente ao oferecimento desses sacrifícios apenas como cumprimento de um ritual, sem a verdadeira devoção. Foi Cristo que instituiu o sistema sacrificial. Usado corretamente, era uma bênção ao adorador. Mas Deus não tinha prazer nos sacrifícios do adorador formal (Os 6:6). CBASD, vol. 7, p. 498.
14 Aperfeiçoou. O sacrifício único de Cristo realizou o que os sacrifícios contínuos dos sacerdotes não podiam realizar, pois estes não poderiam purificar a consciência. Quando o pecador aceita pela fé os benefícios desse único sacrifício, ele é aceito no Amado, sendo considerado perfeito, porque Cristo, o substituto, assume seu lugar (Rm 5:1). CBASD, vol. 7, p. 500.
22 Plena certeza. Aqueles que “se aproximam” devem fazê-lo com fé no poder de Cristo em purificar do pecado e conceder graça para viver acima do pecado. A dúvida e a incredulidade restringem a capacidade de se apropriar dos méritos do Salvador. CBASD, vol. 7, p. 502.
25 O Dia. A referência é ao dia de “juízo e fogo vingador” (v. 27), o dia em que “Aquele que vem virá” (v. 37). A expressão “vedes que o dia se aproxima” aponta para a antiga admoestação do Senhor, em resposta à indagação dos discípulos: “Dize-nos quando sucederão estas coisas e que sinal haverá da Tua vinda e da consumação do século” (Mt 24:3). A indagação e a resposta abrangem igualmente tanto a destruição de Jerusalém, no ano 70 d.C., quanto o fim do mundo. CBASD, vol. 7, p. 503.
26 Já não resta sacrifício. A lei mosaica prescrevia a morte, não sacrifícios, para os apóstatas obstinados (v. 28). Foi assim com Nadabe e Abiú (Lv 10:1-5), Coré, Datã, Abirão e seus 250 apoiadores (Nm 16:1-35). Sacrifícios por essas pessoas teriam sido inaceitáveis ao Senhor, pois tinham valor apenas como representação de corações arrependidos. CBASD, vol. 7, p. 504.
37 Aquele que vem. Ou seja, aquele que prometeu voltar (Jo 14:1-3). CBASD, vol. 7, p. 507.
Tardará. Do gr. chronizõ, “passar o tempo”, “atrasar”. As promessas de Deus podem parecer demoradas, mas, a seu tempo, se cumprirão. CBASD, vol. 7, p. 507.
39 Somos dos que. Diplomaticamente, o autor inclui todos os leitores no grupo que “viverá pela fé” (v. 38). A admoestação dos v. 23 a 36 sugere que alguns deles estavam em perigo de retornar “para a perdição”. Mas o escritor afasta o pensamento de que qualquer deles pudesse fazê-lo. CBASD, vol. 7, p. 507.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/hebreus/hb-capitulo-9-2/
O autor argumenta neste capítulo que Jesus proveu para nós a bênção do acesso direto a Deus, a mais cobiçada de todas as bênçãos.
Os leitores são lembrados de que no primeiro santuário e seus regulamentos de adoração, as pessoas não tinham acesso a Deus. Só uma pessoa podia entrar no Santo dos Santos, onde estava o trono de Deus, e apenas uma vez por ano. O problema era que os sacrifícios oferecidos naquele tabernáculo não podiam purificar a consciência do adorador.
Os versos 11-14 afirmam, porém, que Jesus entrou uma vez por todas no santuário celestial e ofereceu um sacrifício perfeito que purifica nossas consciências.
Eu amo a maneira como Hebreus 9:24 descreve o sacrifício e a ascensão de Jesus “para … se apresentar diante de Deus em nosso favor” (NVI). A expressão hebraica “se apresentar diante de Deus” significa pedir ajuda a Deus. A esperança era que ao estar diante de Deus o Seu rosto brilhasse com alegria (Nm 6:25). Isto é certamente o que aconteceu quando Jesus apareceu perante o Pai em nosso benefício.
Que o rosto de Deus brilhe sobre você hoje!
Felix H. Cortez
Universidade Andrews
Estados Unidos
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=1388
Comentário original completo: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Gisele Quimelli e Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr. Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/ReavivadosB/Reavivados26-08-2018.mp3
Áudio online [voz Valesca Conty]: