Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 2, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (v.14).


O cântico da “multidão da milícia celestial” (v.13) foi a única vez em que o Céu se abriu para revelar a sua santa melodia. Diante de simples pastores, as mais perfeitas vozes entoaram o mais sublime louvor. A partir daquele momento, aqueles homens perceberam que o mundo já não seria mais o mesmo. Aquele acontecimento dividiria o tempo deste mundo em antes e depois de Cristo. E após contemplarem o Menino, conforme a palavra do mensageiro celeste, eles não puderam se calar, e “divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito do menino” (v.17). O semblante deles era tão cheio de alegria e de convicção, que “todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores” (v.18).

A mãe do Salvador, contudo, “guardava todas estas palavras, meditando-as no coração” (v.19). Maria ainda não compreendia totalmente que Aquela “Criança envolta em faixas e deitada em manjedoura” (v.12) não era apenas um frágil Bebê, mas “a redenção de Jerusalém” (v.38) e de “todo aquele que nEle crê” (Jo 3:16). Havia, porém, “um homem chamado Simeão; homem justo e piedoso que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25). Foi-lhe revelado pelo Espírito que ele não morreria antes de contemplar o Messias prometido. Por longos anos, Simeão aguardou a preciosa promessa. Mas, enfim, chegara o grande dia. As suas idas ao templo sempre eram cheias de expectativa, mas aquele dia foi diferente. Imagino a alegria indescritível que movia seus apressados passos em direção ao lugar onde tomaria nos braços o Senhor da glória.

O grande diferencial que fez com que aquele homem reconhecesse naquela Criança a salvação, e não os sacerdotes que oficiariam a cerimônia de apresentação de Jesus no templo, foi a atuação do Espírito Santo em sua vida. A Bíblia não deixa dúvida com relação a isto, nas três sentenças seguintes:

  1. e o Espírito Santo estava sobre ele” (v.25);
  2. Revelara-lhe o Espírito Santo” (v.26);
  3. Movido pelo Espírito” (v.27).

A presença atuante do Espírito Santo promove discernimento espiritual. O que era apenas uma ideia torna-se tão concreto quanto tocar e ver. Na história de Jó, por exemplo, a Bíblia diz que ele era um “homem íntegro, reto, temente a Deus e que se desviava do mal” (Jó 1:1), mas foi apenas após a sua trajetória de terríveis provações que, diante da manifestação de Deus, ele declarou: “Eu Te conhecia apenas de ouvir, mas agora os meus olhos Te veem” (Jó 42:5).

Assim como o foi com Jó e com Simeão, o Espírito Santo deseja nos revelar a salvação que há em Cristo Jesus de forma palpável e visível. Vivendo nos últimos dias deste mundo de pecado, há a possibilidade de muitos de nós não passarmos “pela morte antes de ver o Cristo do Senhor” (v.26). Mas os nossos olhos só contemplarão a Sua salvação se, aqui, estivermos prontos para recebê-la. Porque assim como profetizou Simeão a respeito da primeira vinda de Jesus, de que estaria “destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos” (v.34), assim o será também em Sua segunda vinda. Muitos O receberão com o gozo de quem já O aguardava, outros, porém, se lamentarão perante Aquele que, manifestando “os pensamentos de muitos corações” (v.35), revelará as suas más intenções.

A vida de outro personagem citada neste capítulo e sua prática constante complementa a nossa real necessidade atual. A profetisa Ana, que aguardara o cumprimento da profecia, também reconheceu naquela Criança a redenção de seu povo. Sua expectativa por aquele momento era tão grande que ela “não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações” (v.37). Oh, quanto necessitamos muito mais exercer tal prática! É tempo de colocarmos em prática Joel 2:12-13 para que façamos parte do povo “que o Senhor chama” (Jl 2:32). Precisamos experimentar dia e noite a intimidade com Deus através da comunhão diária. O Espírito Santo geme por isso, “com gemidos inexprimíveis” (Rm 8:26).

Houve profunda angústia e desespero quando José e Maria perderam a Jesus de vista. Mas quando “O acharam no templo” (v.46), que tamanho alívio lhes sobreveio imediatamente. Que não percamos o nosso Salvador de vista sequer um instante, e, muito em breve, O veremos face a face.

Bom dia, movidos pelo Espírito Santo, Deus vos abençoe ricamente neste dia!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas2
#RPSP



LUCAS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria
 1 Naqueles dias. Isto é, 6-5 a.C. Augusto reinou de 24 a.C. – 14 d.C. Bíblia Shedd.

César Augusto. Otaviano, que adotou o título de Augusto, era sobrinho-neto de Júlio César, que foi assassinado em 44 a.C. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 765.

recenseamento. Usado para serviço militar e cobrança de impostos. Os judeus, no entanto, estavam isentos do serviço militar romano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Judéia. A designação greco-romana da parte sul da Palestina, abrangida anteriormente pelo reino de Judá. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Belém. Uns 10 km ao sul de Jerusalém. Davi nasceu ali, cerca de 1.000 anos antes. Bíblia Shedd.

não havia lugar. É possível que a grande maioria dos judeus residentes na Palestina naquela época fosse descendente de Judá, Benjamim ou Levi. Por isso, as acomodações por toda a Judeia estavam lotadas. CBASD, vol. 5, p. 767.

viviam nos campos. Considerando todas as evidências a respeito da época do nascimento de Cristo, parece que situar o nascimento no outono [a primavera, no hemisfério sul] preencheria melhor o padrão cronológico do contexto. … Foi só no 4º século da era cristã que o dia 25 de dezembro passou a ser observado como aniversário de Cristo. Segundo o calendário juliano, esta era a data do solstício de inverno, quando o Sol se volta em direção ao norte. Nas regiões pagãs, essa época era marcada pelas celebrações festivas, conhecidas pelos romanos como a Saturnália, realizadas em honra a várias divindades solares. Na igreja ocidental é que o nascimento de Cristo foi primeiramente associado ao feriado pagão. CBASD, vol. 5, p. 767.

anjo. O anjo é um mensageiro: No Novo Testamento, um “anjo” é comumente um mensageiro sobrenatural de Deus. Bíblia de Genebra.

glória. Do gr. doxa, neste versículo, essencialmente “esplendor”. CBASD, vol. 5, p. 768.

11 vos nasceu … o Salvador. O verdadeiro sentido do Natal é alcançado quando: 1) Jesus torna-se meu Salvador pessoal; 2) Cristo (heb Messias, “ungido”, Mc 1.1n) é meu Rei; e 3) É meu Senhor, o que quer dizer que Ele, Jesus, exerce todo o domínio sobre mim (cf Rm 10.9). Bíblia Shedd.

13 da milícia celestial. “Milícia” é um termo militar e é significativo que um exército anuncie a paz (v. 14). A “paz” é paz com Deus, uma paz que Cristo traria. Bíblia de Genebra.

14 Esse breve hino é chamado Gloria in excelsis Deo, as primeiras palavras da tradução Vulgata latina. Os anjos reconheciam a glória e majestade de Deus, rendendo-Lhe louvores, nas alturasBíblia de Estudo NVI Vida.

22 Passados os dias da purificação deles [após 40 dias.] … levaram-no a Jerusalém. A ida ao templo ocorreu antes da visita dos magos, porque, depois disso, José e Maria não se atreveriam a visitar Jerusalém. CBASD, vol. 5, p. 770.

Jesus foi circundado no oitavo dia, como prescrevia a lei (Gn 17.12;cf Gl 4.4-5). A necessidade de purificação surge pelo fato de a mãe ser cerimonialmente impura, por sete dias, depois do nascimento de um menino. Por outros trinta e três dias ela devia guardar-se de tocar coisas santas (estes períodos eram dobrados, quando nascia uma filha, Lv 12.1-5). Bíblia de Genebra.

apresentá-Lo ao Senhor. Os primogênitos dos seres humanos e dos animais deviam ser dedicados ao Senhor (cf. v. 23; Êx 12.12,13. Os animais eram sacrificados, mas os seres humanos deviam servir a Deus durante a vida inteira. Os levitas na verdade serviam em lugar de todos os primogênitos masculinos de Israel (v. Num 3.11-13; 8.17, 18). Bíblia de Estudo NVI Vida.

24 sacrifício. Seu motivo era a remoção da penalidade da morte que jazia sobre todo primogênito (Êx 12 e 13). Cristo, na Sua morte, tomou sobre Si esta penalidade (cf Is 53.6; 2Co 5.21), tornando-Se assim “primogênito entre muitos irmãos” (Rm 8.29).

um par de rolas. Jesus foi criado numa família pobre (Lv 12.8). Bíblia Shedd.

A mãe, … devia ofertar um cordeiro mais uma pomba ou uma rola. Se fosse pobre, sua oferta seria duas pombas ou rolas (Lv 12.6-8). Maria ofereceu a oferta do pobre. Bíblia de Genebra.

25 a consolação. Isto é, a vinda do Messias, que traria a salvação. Bíblia Shedd.

28-30 despedir em paz. Todo aquele que tem uma fé viva e real em Cristo pode morrer em paz (cf 1Jo 1.1 com Gn 15.15). Bíblia Shedd.

29-32 louvou a Deus. Esse hino de Simeão passou a chamar-se Nunc dimittis, as primeiras palavras da Vulgata latina, com o significado: “Agora despede”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 a Tua salvação. Esta frase significa que a criança traria a salvação de Deus à humanidade. Bíblia de Genebra.

31,32 todos os povos … luz para revelação aos gentios. Promete que todo o mundo terá oportunidade de conhecer o evangelho (Mt 24.14; Mc 13.10;cf Ap 7.9). Bíblia Shedd.

Lucas, sendo ele mesmo gentio, tomou o cuidado de ressaltar a verdade de que a salvação era oferecida aos gentios (v. 32) e não somente aos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 ruína. Gr ptosis, lit “desmoronamento da casa”. Bíblia Shedd.

35 espada. A figura da espada significa que tudo isto não será sem custo para Maria, quando ela vir seu Filho rejeitado e crucificado. Bíblia de Genebra.

A frase mostra que Maria – e não somente Jesus – sofreria angústia profunda. Trata-se da primeira referência nesse evangelho ao sofrimento e morte de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

manifestem os pensamentos. Diante do Cristo revelado, uma secreta opinião neutra é impossível. Bíblia Shedd.

39 voltaram para a Galileia. Lucas não menciona a visita dos magos em Belém, nem a jornada ao Egito (Mt 2.1-13). Bíblia Shedd.

42 doze anos. Idade em que o jovem judeu se tornava “filho da lei” e começava a cumprir suas exigências relacionadas com as festas, os jejuns, etc. Bíblia Shedd.

46-48 Na educação judaica dava-se ênfase à discussão de problemas e isso talvez esteja atrás da referência à “Sua inteligência” e às “Suas respostas” (v. 47). Bíblia de Genebra.

49 estar na casa de Meu Pai. Já aos doze anos, Jesus tinha consciência de um relacionamento especial com o Pai Celestial. Os judeus não falavam deste modo, mas diziam “nosso Pai” ou acrescentavam “nos céus”, ou expressões equivalentes. Bíblia de Genebra.

52 crescia. Esta descrição afirma a perfeita humanidade de Jesus. Bíblia Shedd.

Embora Jesus fosse Deus, não há sinal de que possuísse todo o conhecimento e sabedoria desde o começo. Parece ter-se desenvolvido como qualquer outro menino. Bíblia de Estudo NVI Vida.

 

Publicado originalmente em https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/17/



Lucas 1 by Jobson Santos
11 de março de 2018, 1:00
Filed under: Lucas
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-1/

Comentário devocional:

A luz da glória de Deus é vista na face de Jesus Cristo. Nos dias da eternidade, o Senhor Jesus era um com o Pai. Ele era a imagem de Deus. Foi para manifestar essa glória que Ele veio ao mundo. Mas essa revelação do Pai não foi dada apenas para os Seus filhos desta terra; nosso pequeno mundo é o livro texto do universo.

Deus deu Seu Filho unigênito para se tornar um com a família humana; e Ele conservará para sempre a Sua natureza humana. Através do sacrifício de Cristo, o governo de Deus é justificado. O Onipotente é confirmado como o Deus do amor. E como resultado desse amor que se auto-sacrifica, os habitantes da terra e do céu tornam-se apegados ao Criador com laços de união indissolúveis. O nosso pequeno mundo, a única mancha escura em todo o universo perfeito de Deus, será um dia honrado acima de todos os outros mundos.

Os propósitos de Deus não conhecem nenhuma pressa ou tardança, exatamente como ocorre com as estrelas do céu em seus vastos circuitos. A Providência havia dirigido o movimento das nações, e quando a plenitude do tempo chegou, Deus enviou Seu Filho.

Jack Blanco, autor de The Clear Word
Com ideias de O Desejado de Todas as Nações, p. 19-37

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1220  
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados11-03-2018.mp3

 



LUCAS 1– COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
11 de março de 2018, 0:56
Filed under: Sem categoria


LUCAS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
11 de março de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

LUCAS 1 – Está na introdução deste evangelho a mais antiga explanação da interdependência dos evangelhos. Mateus escreveu aos judeus; Marcos, aos romanos. E, Lucas, ao excelentíssmo Teófilo.

Lucas era médico e colega missionário do apóstolo Paulo (Colossenses 4:14). Seu evangelho é o primeiro volume sobre a magnífica obra do Espírito Santo no mundo. O segundo volume está separado pelo evangelho escrito por João – é livro de Atos.

Lucas é pesquisador, tornando-se assim, “o historiador do Novo Testamento”. Ele “menciona corretamente muitos dados históricos”. Ele “tem um dos melhores níveis de cultura literária do Novo Testamento. Seu grego é bonito”. Além disso, “sua fidelidade aos originais e as tradições faz com que sua obra tenha expressões que são traduções diretas do aramaico ou transcrições fieis de suas fontes. Lucas trabalha com a fidelidade de um historiador honesto e cuidadoso”. Consequentemente, o alvo de seu livro “vem expresso no prólogo (1.1-4): dar certeza das verdades ensinadas” (Álvaro César Pestana).

Após o prólogo, temos os seguintes pontos:

• Detalhes do nascimento do precursor de Cristo; João Batista quebra o jejum e o silêncio de séculos inexistentes do dom de profecia. João nasceu de um casal estéril, ministrou no espírito e poder ousado de Elias (vs. 5-25; cf. I Reis 21:20; II Reis 1:8; Ml 4:5-6).

• Detalhes do nascimento do Messias, o qual sendo divino se tornaria humano por intermédio do Espírito Santo agindo em Maria. Os eventos são sobrenaturais, mas não deixam de ser reais. São coisas incríveis que aconteceram, mas são literais – Lucas, como médico e historiador fidedigno os garante. Era cumprimento de profecias antigas (vs. 26-45; cf. Mateus 1:18-25; Gênesis 12:2-3; Isaías 7:14; 9:67).

• Detalhes do cântico de Maria, o Magnificat. A ode de louvor da jovenzinha está repleta de citações da Bíblia Hebraica. Ela age como as mulheres do Antigo Testamento; por exemplo: Ana, quando esteve feliz pelo privilégio que Deus lhe concedera (vs. 46-56; cf. I Samuel 2:1-10).

• Detalhes do nascimento de João Batista e a alegria profética do sacerdote Zacarias após ter ficado mudo devido a sua leve incredulidade (vs. 57-80).

A incredulidade não compensa. A realidade envolve o nível espiritual, sem o qual deixa de ser plenamente realidade. O Doutor Lucas pesquisa e escreve acuradamente aos “excelentíssimos” que creem… (v. 2-3). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 1, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“E irá adiante do Senhor no espírito e poder de Elias, para converter o coração dos pais aos filhos, converter os desobedientes à prudência dos justos e habilitar para o Senhor um povo preparado” (v.17).


Apesar da identidade desconhecida do destinatário Teófilo, certamente, o evangelho segundo Lucas foi escrito com “acurada investigação” (v.3), apresentando detalhes e relatos que não encontramos nos demais evangelhos. Iniciando com um minucioso relato acerca do prenúncio do nascimento de João Batista, bem como do nascimento de Jesus, o autor reforça a íntima ligação entre os dois acontecimentos. Não obstante, também relata a expressão de profunda gratidão por parte de Maria e de Zacarias, em forma de cânticos espirituais.

A biografia dos pais de João Batista explica o porquê foram escolhidos por Deus para tão sublime missão: “Ambos eram justos diante de Deus, vivendo irrepreensivelmente em todos os preceitos e mandamentos do Senhor” (v.6). Sobre eles pesava a tremenda responsabilidade de instruir o profeta que prepararia o coração do povo para receber o Messias que há tanto aguardavam. Mas, embora Zacarias tivesse orado pela bênção de um filho, sua idade avançada, bem como de Isabel, já havia amortecido o seu desejo. E impedido de falar, devido a sua incredulidade, em silêncio, contemplou o milagre crescer no ventre de sua idosa mulher.

No entanto, milagre maior aconteceu seis meses depois, quando o mesmo anjo Gabriel anunciou a Maria que seu ventre seria o primeiro abrigo do “Filho do Altíssimo” (v.32). A disposição de Maria em aceitar a palavra do anjo e o seu cântico de gratidão revela que Deus a conduziu para aquele momento. Ela cumpriria com louvor a missão para a qual foi designada.

João significa “Deus é misericordioso”. E a missão de sua vida seria transmitir esta verdade ao povo. Cumprindo a profecia de Malaquias, o profeta foi uma voz que repercutiu com o fim de habilitar para Deus um povo apercebido para a primeira vinda de Jesus. De igual forma, todos nós nascemos para um propósito específico diante de Deus. Com o sublime privilégio de fazer parte do derradeiro exército de salvação de Deus, sobre nós repousa a responsabilidade de preparar um povo para as bodas do Cordeiro. Assim como João ia “adiante do Senhor no espírito e poder de Elias” (v.17), o mesmo poder está, agora, à nossa disposição. De igual forma, fomos chamados “para alumiar os que jazem em trevas” (v.79), e a menos que encaremos esta missão com a seriedade que lhe é devida e com a mesma submissão manifestada por João Batista, ao invés de apressar, postergaremos o retorno do nosso Senhor.

Eis o objetivo principal da pregação do evangelho: “para dar ao Seu povo conhecimento da salvação, no redimi-lo dos seus pecados” (v.77). O conhecimento de Deus e da salvação que há em Cristo Jesus deve ser o foco de todo aquele se arrepende e deve ser a força de nossa pregação. Pois que Cristo mesmo afirmou em oração: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo 17:3). Prossiga em conhecer a Deus através de Sua Palavra e este conhecimento, com certeza, se manifestará em sua vida como poder atuante do Espírito Santo na vida de outros. “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt 24:14).

Feliz semana, povo remanescente!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas1
#RPSP



LUCAS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

adoração, Espírito Santo, Evangelho, Benedictus, João Batista, Lucas, Magnificat, Maria Continue lendo



O EVANGELHO DE LUCAS by Jeferson Quimelli
10 de março de 2018, 21:00
Filed under: Sem categoria

Autor
O consenso antigo e unânime da tradição cristã aponta Lucas como o autor do evangelho que leva seu nome. … Tertuliano (c. 160 – c. 220 d.C.) mencionou Paulo como o “iluminador” de Lucas, isto é, aquele que o encorajou e lhe forneceu grande parte da informação contida nos seus escritos. … Não há evidência que aponte a qualquer outro autor, a não ser Lucas. … O contexto de Colossenses 4:11 a 14 parece indicar que Lucas não era judeu, mas gentio, porque ele não é alistado entre os homens da circuncisão, mas com outros que eram conhecidos como gentios. … Eusébio [História Eclesiástica iii. 4.6] descreve Lucas como “antioquiano por raça e médico por profissão”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 727.

Data
Provavelmente [Lucas] escreveu seu evangelho entre os anos de 64 e 70 d.C. Pouco depois, também escreveu o livro de Atos. Bíblia Shedd.

Estudiosos conservadores geralmente datam o evangelho de Lucas não muito depois de 63 d.C, pelas seguintes razões: O livro, aparentemente, foi escrito antes de Atos (ver At 1:1). O final abrupto de Atos geralmente é considerado uma evidência que este livro foi escrito durante a época do aprisionamento de Paulo em Roma, em aproximadamente 61-63 d.C., possivelmente logo depois de sua chegada naquela cidade. A explicação mais simples para o fim abrupto é que Lucas não escreveu mais porque, na época, não havia mais nada a dizer. É improvável que o julgamento, libertação, nova detenção, condenação e execução de aulo teriam sido omitidos do registro de Atos se esses eventos já tivessem ocorrido na época da composição do livro. CBASD, vol. 5, p. 728.

Análise
O grande tema do Evangelho de Lucas é: Jesus Cristo é o Salvador Divino. … no primeiro anúncio público que Jesus fez referente á Sua missão, ensinou explicitamente que Ele é o Salvador divino de quem falam as Escrituras do Antigo Testamento (4.17-21). … As palavras de Jesus, em 19.10, “o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido”, cristalizam a maravilhosa mensagem do evangelho de Lucas. Bíblia Shedd.

Lucas e Atos podem ser considerados como os volumes 1 e 2 de uma obra que apropriadamente poderia ser intitulada “A origem e o desenvolvimento inicial do cristianismo”. CBASD, vol. 5, p. 727.

A história da vida de Jesus na terra é o primeiro volume de uma obra de dois volumes. O segundo volume, Atos dos Apóstolos, continua a impressionante história ao contar a continuação da obra de Jesus pelos Seus seguidores nos anos após Sua ascensão. Andrews Study Bible.

Mateus apresenta Jesus como o grande Mestre, o intérprete da verdade divina. Marcos O apresenta como o Homem de ação e enfatiza Seus milagres como manifestação do poder divino atestando Sua Messianidade. Lucas mostra Jesus em íntimo contato com as necessidades das pessoas, enfatizando o aspecto humano de Sua natureza, e O apresenta como o amigo da humanidade. João apresenta Jesus como o Filho do Deus. CBASD, vol. 5, p. 728.

 

Publicado originalmente em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/16/



AMANHÃ COMEÇAREMOS A LER LUCAS! by Jeferson Quimelli
10 de março de 2018, 19:14
Filed under: Sem categoria

Graças a Deus por este privilégio maravilhoso!



Marcos 16 by Jobson Santos
10 de março de 2018, 1:00
Filed under: Marcos, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-16/   

Comentário devocional:

Neste capítulo, lemos que muito cedo no domingo de manhã algumas mulheres vieram para terminar sua tarefa de cuidar do corpo de Jesus. O que elas encontraram foi um anjo que lhes disse gentilmente: “Ele ressuscitou! Não está aqui” (Marcos 16: 6, NVI). Quando o anjo de Deus desceu do céu com a mensagem: “Filho de Deus, o teu Pai te chama!”, o Diabo, seus demônios e os soldados romanos não puderam mantê-lo no túmulo. Jesus é a Ressurreição e a Vida. N’Ele está ancorada nossa esperança, a nossa vida eterna.

Amigo, essa mensagem é para você e para mim. Não importa o que você fez no passado, o que importa é a sua escolha hoje! Pedro escolheu a Jesus e tornou-se uma força poderosa para o bem. A mesma vitória está a sua disposição! Ouça estas palavras: “Colaborando a vontade do homem com a de Deus, ela se torna onipotente. Tudo que deve ser feito a Seu mando pode ser cumprido por Seu poder. Todas as Suas ordens são promessas habilitadoras” (Parábolas de Jesus, p. 176).

Entregue a sua vontade a Deus e Ele habitará em você. Quando Deus habita em alguém, o capacita a realizar tudo o que Ele pede. Unido a Deus você se tornará um vencedor e você tem a promessa de se assentar com Ele, como um co-regente, em Seu trono, quando Ele voltar pela segunda vez (Apocalipse 3:21).

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1219
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados10-03-2018.mp3