Reavivados por Sua Palavra


Marcos 15 by Jobson Santos
9 de março de 2018, 1:00
Filed under: Marcos, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-15/ 

Comentario Devocional:

Quando Cristo viu mulheres e crianças chorando, Ele se emocionou com piedade. Seus pensamentos se moveram para a destruição de Jerusalém que em breve haveria de ocorrer pelos romanos e também para a destruição final que ocorrerá no fim do mundo. À medida que os cravos traspassavam Suas mãos e pés, Cristo não lançou maldições sobre os seus executores, mas disse: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que estão fazendo”.

Com o peso dos pecados do mundo tendo sido colocados sobre Jesus, a retirada do semblante divino de Seu Pai, perfurou o coração do Salvador com uma tristeza que nunca poderá ser totalmente compreendida. Ele temia que a separação de Seu Pai fosse eterna. A última agonia de Cristo foi repentinamente encoberta por uma escuridão espessa.

O silêncio caiu no Calvário e uma sensação de terror encheu a todos. Então a escuridão ao redor da cruz foi suspensa, e em tons claros, como de trombeta, que pareciam ressoar através da criação, Jesus bradou: “Está consumado! Pai, nas Tuas mãos, entrego o Meu espírito” (João 19:30; Lucas 23:46). Uma luz rodeou a cruz, e a face do Salvador brilhava com uma glória como o sol. Cristo triunfou!

Jack Blanco, autor de The Clear Word
Com ideias de O Desejado de Todas as Nações, p. 524-535


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1218
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados09-03-2018.mp3  

 



MARCOS 15 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
9 de março de 2018, 0:45
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MARCOS 15 – Diferentemente de Mateus que foi escrito aos judeus, o evangelho escrito por Marcos visa dar oportunidade aos romanos de saberem com Quem eles lidaram e oferecer-lhes a possibilidade de salvação.

Marcos, o evangelista dos romanos, dá “um retrato de Jesus como o poderoso Filho de Deus, cuja Palavra é Lei nos reinos natural e sobrenatural. O paradoxo é que esse forte Filho de Deus é servo do homem, Salvador e resgatador (Mc 10.45)” (Merril F. Unger).

Observe estes pontos:

1. Marcos revela o erro cometido pelos judeus que acabou envolvendo os romanos, os quais agiam baseando-se apenas em informações dos líderes judeus para crucificar Jesus (vs. 1-15).

Para evangelizar os romanos, Marcos oferece um contraste entre eles e os líderes judeus: “É incrível que um pagão [Pilatos] estivesse tentando salvar Jesus, enquanto os líderes religiosos, supostamente guardiões da fé, quisessem a Sua morte. É incrível que Jesus fosse chamado Rei dos judeus por um pagão e pelos seus soldados, enquanto Seu próprio povo, que há muito professava esperar por Ele, gritasse: Crucifica-O! É incrível que Pilatos tenha oferecido libertar Jesus, o doador da Vida, e a multidão quisesse Barrabás, um assassino” (William Johnsson).

2. Marcos revela quem era aquele que os romanos conduziram à morte; a base escriturística (v. 28) para entender o Servo sofredor apresentado por Marcos está em Isaías 53 (vs. 26-37).

Aquele que fez tantas coisas, mas agora, neste capítulo, “jaz impotente, crucificado entre criminosos, exposto ao sol e ao vento, às moscas e formigas” (Johnsson) é o Filho de Deus (v. 34); Sua morte teve impacto no Céu e na Terra (vs. 37-41).

3. Jesus morreu na sexta-feira antes da Páscoa Judaica. No sábado, permaneceu morto concedendo tempo à reflexão (vs. 42-47).

“Cristo na cruz desperta duas perguntas: O quê? e Quem?” Consequentemente perguntaremos: “Qual o significado da cruz?” A resposta da teologia de Marcos é: “A cruz não foi um erro judicial. Não foi um incidente infeliz na vida de um homem bom. Foi a revelação final do amor de Deus aos pecadores… Escolhendo a morte na cruz para derrotar o pecado, Cristo desafiou a morte e derrotou Satanás. Por meio dEle, a vida eterna se tornou possível” (Johnsson).

Portanto, reflita nisso! Não podemos ficar indiferentes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2018, 0:30
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“Mas Jesus, dando um grande brado, expirou” (v.37).


Quando lemos uma notícia acerca de algum acontecimento, por mais que as palavras sejam o mais fiel possível aos fatos, nunca poderão ter mais impacto do que as imagens. E mais impactante ainda do que ver as imagens, é ser testemunha ocular. Perante Pilatos foi colocado um Homem cujo aspecto denunciava a Sua inocência. Enquanto os líderes judeus procuravam acusá-Lo de todas as maneiras possíveis, o governador romano era atraído a olhar para o Réu cujo semblante calmo e sereno não manifestava medo ou qualquer intenção de contrargumentar as falsas acusações. Era um típico julgamento forjado e Pilatos sabia disso (v.10).

Certamente, Pilatos já tinha ouvido falar de Jesus, pois Sua fama havia alcançado toda a circunscrição romana. Contudo, estar diante dEle foi uma experiência que ele jamais esqueceria. Assim como as demais autoridades romanas, mais do que o desprezo pelo povo judeu, era o desprezo de Pilatos pelos seus líderes religiosos. Ele não estava preocupado em agradar aqueles líderes que ele considerava a pior estirpe do povo, mas em “contentar a multidão” (v.15). Pilatos percebeu que se a condenação não viesse por suas mãos, a multidão mesmo o faria.

Sabendo o que lhe custaria o sacrifício de Cristo, Satanás incitou cada acusador e cada agressor da pior maneira possível. Entregue aos soldados, o Filho de Deus passou por momentos de tortura e humilhação. Aquele que desfrutava da adoração dos anjos no palácio do Céu, Se entregou à agressão humana no palácio cativeiro. Praticamente sem forças, foi obrigado a carregar o Seu instrumento de morte. E perante a turba enfurecida que acompanhava o desfile da morte, a Sua resposta era a sabedoria do silêncio. Caído pelo desgaste físico e emocional, um homem foi obrigado a carregar a Sua cruz.

Do lugar celeste ao “Lugar da Caveira” (v.22). De Rei dos reis a “Rei dos Judeus” (v.26). Da companhia dos santos anjos à companhia de “malfeitores” (v.28). O mais assombroso contraste podia ser visto na cruz. Mas “os que iam passando” (v.29), bem como “os principais sacerdotes com os escribas” (v.31), escarnecendo de Jesus, foram as testemunhas oculares mais estúpidas de toda a história. Testemunhas que jamais poderiam relatar os acontecimentos daquele fatídico dia com a precisão, a veracidade e a riqueza de detalhes contidos nos evangelhos. Em nossas mãos temos o privilégio de, pelo poder do Espírito Santo, sermos atraídos a Cristo através de Sua Palavra e de entender o Calvário melhor do que os que lá estavam.

Pela primeira e única vez em toda a eternidade, Jesus sentiu a separação do Pai. Aquele que é Um com Deus, clamava não por causa da dor física, mas da dor da separação. Ele carregou sobre Si os pecados de toda a humanidade e o Seu brado final “Está consumado” (Jo 19:30) fez estremecer toda a hoste maligna. A maior missão de todos os tempos foi cumprida para que o maior dos eventos que este mundo já testemunhou pudesse acontecer.

Hoje, somos testemunhas oculares dos últimos momentos deste planeta caótico. Mas a decisão de sermos testemunhas fiéis é minha e é sua. Atravessando séculos de indiferença e tempos de descaso e até de tentativas frustradas de destruí-la, a Bíblia chegou até a nossa geração com o fim de não apenas relatar acontecimentos passados, mas de abrir os nossos olhos para um futuro bem próximo. Pois assim como o brado da cruz, Cristo está prestes a novamente declarar: “Feito está!” (Ap 16:17). Você está pronto(a) para este momento? O Grande Dia de Jesus se aproxima, quando “todo olho O verá” (Ap 1:7) e haverá apenas dois grupos de testemunhas: o de Apocalipse 6:15-16 e o de Apocalipse 12:17. De que grupo de testemunhas você está se preparando para fazer parte?

Bom dia, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos15
#RPSP



MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
9 de março de 2018, 0:20
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1. Conselho. O Sinédrio. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Um, chamado Barrabás. O grego indica que ele tinha outro nome. Alguns manuscritos de Mt 27.16ss revelam que esse nome era “Jesus”. A omissão do nome “Jesus”explica-se pela reverência à Cristo. Bíblia Shedd.

tumulto mencionado em Marcos não é documentado em outras fontes, mas, ao que parece, foi bem conhecido na Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.

15. Querendo contentar a multidão. Era mais do que um simples desejo de Pilatos; ele estava ansioso de agradar o povo, se possível, para que as descontroladas paixões da turba não desencadeassem uma revolta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 719.

21. Simão. Possivelmente Simão é o Níger (“negro”), o mesmo de Cirene (norte da África) de At 13:1. Bíblia Shedd.

23. mirra. Especiaria do deserto da Arábia, que, misturada ao vinho, era usada para aliviar a dor. Bíblia de Estudo Andrews.

24. crucificaram. O mais extremo método de execução dos romanos, reservado para os piores criminosos, como os revolucionários. A vítima era açoitada com um chicote feito de tiras de couro, em cujas extremidades prendiam pedaços de ossos e de chumbo. O condenado tinha de carregar uma viga da própria cruz, que pesava de 14 a 18 quilos. A vergonha (que incluía ser pendurado nu na cruz) era enorme, e a dor física, excruciante. Pesados pregos de ferro perfuravam o punho e os ossos do tornozelo. Era difícil respirar, o coração tinha problemas para bombear o sangue e, muitas vezes, a vítima tinha febre. A morte vinha lentamente, demorando, às vezes, de dois a três dias. Bíblia de Estudo Andrews.

25. hora terceira. Nove da manhã. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Acusação. O motivo oficial da morte de Jesus foi Ele se ter feito Messias, i.e., segundo os judeus era pretendente o trono da Judeia. Bíblia Shedd.

31. Salvou os outros. Naquele momento, não pôde salvar-se porque não queria desistir de Sua missão expiatória que abriria uma fonte de salvação para os pecadores (Zc 13:1; Mc 10:45; Rm 5:8). Bíblia Shedd.

33. hora sexta …. hora nona. Meio-dia e três da tarde. Bíblia de Estudo Andrews.

34. Eloí… Citado de Sl 22.1 no aramaico. Ainda que sej paradoxal, reconhecemos que Jesus se identificou com nossos pecados (cf 2Co 5.21; Gl 3.13), de modo que Cristo sofreu, por nós, a inevitável separação entre Deus e o pecado. Bíblia Shedd.

35. Elias. Tradicionalmente, o judeu pedia socorro a Elias porque ele foi levado à presença de Deus. Bíblia Shedd.

37. Grande brado. De Jo 19.30, sabemos que Jesus bradou uma palavra (assim é, no grego) “consumado”. Foi o grito de triunfo. Bíblia Shedd.

38. Véu do santuário. Era o véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (cf b 6:19; 9:3; 20.20). Bíblia Shedd.

39. Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. Este é o ápice da narrativa de Marcos. Pela primeira vez no evangelho, alguém – além de Jesus – e ainda mais um gentio – o identificou corretamente como o Filho de Deus, conforme anunciado aos leitores desde o início (1:1). Bíblia de Estudo Andrews.

40. Salomé. Uma comparação com Mateus 27:56 indica que Salomé era, possivelmente, a mãe de Tiago e João, filhos de Zebedeu. CBASD, vol. 5, p. 720.

42. dia da preparação. Sexta-feira era o dia ordenado por Deus para o povo se preparar para o sábado (ver Êx. 16:22-26). Bíblia de Estudo Andrews.

43. É possível que as informações sobre o processo que abriram contra Jesus, no Sinédrio, chegaram até Marcos por intermédio de José.

44. Admirou-se. Normalmente, demorava muito mais para morrer. Bíblia Shedd.

47. Observaram. No texto grego, isto significa que as mulheres observavam atentamente o sepultamento de Jesus, fazendo planos para embalsamar Seu corpo depois que as horas sagradas do sábado tivessem passado (ver Lc 23:55-24:1). CBASD, vol. 5, p. 72o.




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