Reavivados por Sua Palavra


Marcos 10 by Jobson Santos
4 de março de 2018, 1:00
Filed under: Marcos
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-10/

Comentário devocional:

Neste capítulo, um jovem correu em direção a Jesus. Ele era muito rico e desejava a vida eterna. Mas antes de abordar a profundidade das necessidades desse homem, Jesus viu o seu coração e “o amou”. Ele tinha o seu maior bem em mente quando lhe disse: “Venda tudo o que tem e de o dinheiro aos pobres.” Jesus podia ver que as riquezas deste jovem acabariam por sufocar a “amizade” dele com o doador da vida.

Pedro não tinha prata nem ouro, mas o que ele tinha? O Espírito Santo! Pedro possuía intimidade com Deus. Ele finalmente percebeu que nada era mais importante do que sua amizade eterna com Cristo. Infelizmente, o jovem rico não aceitou trocar a sua riqueza pela habitação do Espírito Santo, o qual concede poder para a realização de milagres.

Se você deseja que milagres aconteçam em sua vida e na vida das pessoas ao seu redor, você não pode buscar apenas a prata e o ouro. Você não pode passar por cima dos outros com o objetivo de se tornar o maior no reino. Você não pode amar a Jesus apenas da boca para fora. Se agir dessa maneira, você também deixará a presença de Deus com tristeza.

O Senhor lhe ama e está lhe chamando para ser um amigo íntimo dEle. Não deixe que o “lixo” dessa vida faça com que você se afaste, “triste”, de Jesus.

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1213
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados04-03-2018.mp3


MARCOS 10 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
4 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
4 de março de 2018, 0:45
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MARCOS 10 – Arrependimento gera conversão, e, conversão leva ao discipulado. Ser discípulo de Cristo deve ser o alvo de cada pecador.

O capítulo em pauta continua o tema do discipulado. Jesus não quer meros crentes esquentadores de bancos no templo, não quer crentes inativos. Ao contrário, Ele quer seguidores que infiltrem os princípios do reino de Deus na cultura mundana.

Avance com oração:

1. Ao armar uma armadilha com o tema “divórcio” para que Jesus caísse nela, os fariseus foram surpreendidos pela resposta dEle (vs. 1-12):

a) O casamento é uma instituição divina, o divórcio uma instituição humana;
b) O divórcio não é princípio divino, foi permitido devido à dureza do coração pecaminoso;
c) O divórcio conspira contra os planos divinos para a felicidade humana. O plano de Deus para o casamento é que ele seja…

• …Heterossexual;
• …Monogâmico;
• …Monossomático;
• …Indissolúvel.

2. Jesus não apenas aceita as crianças que anseiam aproximar-se dEle, mas também as abençoa. Além disso, Jesus valeu-se delas para ensinar pecadores o caminho para entrada no reino de Deus (vs. 13-16).

3. Além de reformular o relacionamento conjugal, o tratamento com as crianças (filhos), o discipulado atinge a forma de lidar com os bens materiais (vs. 17-31).

• “O problema do homem rico não era a riqueza em si, mas o fato de não entender que somente Deus – e não a riqueza – era bom, e que o chamado radical de Deus para ser discípulo era para o seu bem. Apenas a confiança radical na bondade de Deus torna possível abandonar a riqueza e seguir a Jesus no caminho da cruz. Essa confiança absoluta na bondade de Deus, um pré-requisito para a entrada no reino, é impossível sem a ação da graça na vida da pessoa (10.24-27). E Deus fez o impossível na conversão, reorganizando radicalmente os valores da pessoa. Aos que deixaram tudo para segui-lo, como Pedro, Jesus promete recompensa – e perseguição (10.28-30)” (Christopher L. Church).

4. Discipulado passa pela humildade, não pela ambição. Como Jesus, Seus discípulos devem experimentar a cruz antes de entrar na glória (vs. 32-45).

5. O discurso de Jesus sobre discipulado começa e termina com cura de cegos. O último enxergava pela fé (vs. 46-52) – é o que Jesus espera de nós!

Permitamos ser curados da cegueira espiritual? – Heber Toth Armí.



MARCOS 10, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de março de 2018, 0:30
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“Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida em resgate por muitos” (v.45).


Segundo o Seu costume” (v.1), Cristo percorria toda aquela região ensinando as multidões. Seus ensinamentos e Suas respostas aos questionamentos do povo confrontavam tudo o que até então eles julgavam ser o correto. Interpretando as Escrituras conforme a rudeza de seus corações, os fariseus consideravam a réplica de Jesus uma afronta ao que defendiam como regras irrevogáveis.

Novamente, Cristo aponta as crianças como símbolo do reino dos céus. Indignado com a atitude dos discípulos, Ele os repreende e exalta os pequeninos como herdeiros de Seu reino eterno. Ao ver aquela cena dantes nunca vista, um jovem ficou estupefato e em atitude de humilhação, correu e ajoelhou-se perante Jesus. Ele nunca havia presenciado tamanho amor da parte de seus líderes religiosos. O gesto e as palavras de Cristo tocaram seu coração de uma forma que ele nunca havia sentido. Aquele jovem percebeu que a sua religião não era suficiente e que só Jesus teria a resposta à sua inquietação.

Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?” (v.17), foi a pergunta do jovem e tem sido a pergunta que tem atravessado séculos e gerações. Devido a nossa natureza egoísta é difícil conceber que a vida eterna é um “dom gratuito de Deus” (Rm 6:23). Ao dizer ao jovem: “Sabes os mandamentos” (v.19), era como se dissesse: “Você já sabe o que NÃO deve fazer, ou seja, não pratique o mal contra o teu próximo”. Confuso com a resposta tão comum ao que ele sempre havia sido ensinado, aquele jovem estava prestes a ser alvo do que a Bíblia só relata poucas vezes: “Jesus, fitando-o, o amou” (v.21). O penetrante olhar do Mestre atravessou-lhe o coração na certeza de que, agora sim, ele receberia a resposta que buscava. E assim o foi.

Quantos, como aquele jovem, não têm feito a mesma pergunta. Mas diante da resposta de Deus, recuam, porque, na verdade, não estão dispostos a renunciar aquilo que lhes impede de seguir verdadeiramente a Cristo. De um jovem maravilhado com o evangelho do reino, a um jovem contrariado com ele (v.22). É exatamente isto que tem acontecido em nosso meio. Vamos até Jesus, O adoramos, dizemos guardar os Seus mandamentos, mas quando o Seu amor denuncia aquilo que temos acariciado acima do “tesouro no Céu” (v.21), preferimos a tristeza de uma religião sem sentido.

Acostumados com a religião dos fariseus, até os discípulos tiveram dificuldade de compreender aquele diálogo. Ao estranharem as palavras de Jesus, o que ouviram em seguida foi mais difícil ainda: “Filhos, quão difícil é [para os que confiam nas riquezas] entrar no reino de Deus!” (v.24). E, como sempre, Pedro tomou a frente da palavra para afirmar a renúncia que ele e seus companheiros haviam feito para segui-Lo. E Jesus lhes confirmou o galardão com uma expressão que faz toda a diferença: “por amor a Mim e por amor do evangelho”. É o amor e não a obrigação que deve reger a nossa obediência a Deus e à Sua Palavra. O “dever de todo homem” (Ec 12:13), é temer a Deus e guardar os Seus mandamentos porque O amam e não a fim de alcançar mérito algum.

Porque Deus amou” (Jo 3:16), Ele deu o melhor do Céu para nos salvar. Devemos seguir-Lhe o exemplo. Dar antes de amar é salvação por obras. Mas amar para dar é reconhecimento e gratidão pelo que o Eterno já fez por nós. Percebem a diferença? Jesus jamais nos pedirá algo que esteja além de nosso alcance observar. A decisão daquele jovem só provou que a sua obediência não era resultado de amor, mas de presunção. A vida abnegada de Jesus já deveria ser para nós prova suficiente de que “o cumprimento da lei é o amor” (Rm 13:10). Não nos tornamos melhores do que ninguém quando guardamos os Seus mandamentos. Mas a gratidão de quem era cego e torna a ver deve mover a sua vida a seguir “Jesus estrada fora” (v.52).

Jesus está neste momento fitando-lhe com amor e dizendo ao seu coração: “Só uma coisa te falta” (v.21), e você sabe o que é. Não escolha se contrariar e entristecer-se, mas com o coração cheio de gratidão e movido pelo amor, como o cego de Jericó, decida seguir “Jesus pelo caminho” (v.52) até que Ele volte.

Feliz semana, movidos pelo amor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos10
#RPSP



MARCOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
4 de março de 2018, 0:20
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 2 aproximaram-se dEle para pô-Lo à prova. A pergunta dos fariseus era hostil. João Batista denunciara Herodes Antipas e Herodias pelo divórcio ilícito (v. 6.17, 18) e, por ter feito essa repreensão, foi lançado no cárcere e depois decapitado. Jesus, agora, estava dentro da jurisdição de Herodes, e os fariseus talvez tenham esperado que a resposta de Jesus levasse o tetrarca a prendê-Lo, assim como prendera João Batista. Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 O divórcio jamais contou com a aprovação de Deus, a não ser como o menor entre dois males. Bíblia Shedd.

11-12 O costume judeu dizia que somente o marido poderia dar início ao divórcio, porque o divórcio era parte das leis do direito de propriedade. Tribunais e autoridades não eram envolvidas. Contudo, somente aqui, em Marcos, encontramos uma referência a uma mulher ser capaz de dar início ao divórcio. Esta pode ser uma outra indicação de que a audiência de Marcos seja não judia, muito possivelmente romana. Na lei romana, a mulher também tinha a prerrogativa de se divorciar de seu marido. Andrews Study Bible.

15 como uma criança. O que se compara aqui são a abertura e a receptividade comuns às crianças. O Reino de Deus pode ser recebido somente como dádiva; não pode ser recebido mediante o esforço humano. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O ponto central do texto é que mesmo os pequenos podem ser discípulos de Jesus. Andrews Study Bible.

Jesus apresenta uma criança como modelo para os adultos. A confiança e a amorosa obediência de uma criança representam traços de caráter de grande valor no reino dos Céus. Jesus chama de “pequenas” as crianças que ainda não aprenderam do exemplo negativo dos adultos os pecados da dúvida e da desobediência. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 699.

17 que farei? O rico pensava da perspectiva de acumular atos de justiça para merecer a vida eterna, mas Jesus ensinava que era uma dádiva que deve ser recebida (cf. v. 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 a todas estas coisas eu tenho guardado. Um piedoso e fiel judeu observava todas as 613 leis como listadas nos cinco primeiros livros da Escritura, o Pentateuco. O apóstolo Paulo, que era um fariseu, disse que era inculpável pela observação destes requisitos legais, até ter encontrado a Jesus; então eles se tornaram como lixo em comparação com o dom da justiça que ele recebera de Jesus (Fl 3.4-11). Andrews Study Bible.

21 uma coisa te falta. O amor desse jovem pelas riquezas (v. 22) e a recusa dele em distribuí-las e seguir a Jesus mostram que ele quebrou o maior mandamento de todos: “Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o coração, de toda a tua alma e de toda a tua força” (Dt 6.5; cf Mt 22.37). Bíblia de Genebra.

Vá, venda tudo. O problema principal do jovem eram suas riquezas (cf. v. 22), e por isso Jesus lhe recomendou desfazer-se delas. … Ao doar as suas riquezas, o jovem teria eliminado o obstáculo que o impedia de confiar em Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 olhando ao redor. Um quadro vívido descrito por Marcos. Jesus deve ter olhado para os discípulos um após o outro para ver como reagiriam à decisão do jovem rico. CBASD, vol. 5, p. 699.

Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que tem riquezas. A dificuldade não é porque as riquezas sejam um mal em si mesmas e desqualifiquem aqueles que as possuem, mas é porque os ricos são tentados a depender de suas riquezas e podem ser incapazes de admitir que necessitam de Deus. Bíblia de Genebra.

25 camelo … fundo de uma agulha. Um excelente exemplo da linguagem proverbial e vívida de Jesus, aqui expressando a ideia de impossibilidade (v. 27). A sugestão de que havia um pequeno portão chamado de “fundo da agulha”, através do qual os camelos podiam passar sem carga, não tem apoio e minimiza a figura usada por Jesus. Bíblia de Genebra.

26 maravilhados. Os judeus olhavam para as riquezas ganhas honestamente como um sinal da aprovação de Deus. Se os ricos, que tem “todas” as vantagens que poderiam propiciar a seus corações agradarem a Deus, perecem, quem, então, poderia se salvar? Bíblia Shedd.

Os discípulos entenderam o significado do que Jesus disse. Ninguém pode ser salvo por boas obras. Bíblia de Genebra.

28 deixamos. O verbo gr está no aoristo, tipo de ação que revela uma decisão definitiva. Bíblia Shedd.

29 amor. Se a renúncia não for motivada por um grande amor  a Cristo e ao evangelho (necessário à sua divulgação) nada vale (1Co 13.1-3). Bíblia Shedd.

30 cêntuplo. A fraternidade produzida pelo evangelho tornará todos os cristãos em uma grande família (cf At 2.44-47; 4.32-35; Rm 16.13). Bíblia Shedd.

Jesus, tornando a levar à parte os doze, passou a revelar-lhes as coisas que Lhe deveriam vir. Os doze sabiam dos planos em andamento para tirar a vida do Mestre (ver com. de Lc 13:31; cf. Jo 11:7, 8), mas não acreditavam que, por fim, esses esforços teriam êxito (ver Lc 18:34). CBASD, vol. 5, p. 699.

37 direita … esquerda. É notável a ironia; quem acabou ocupando estas posições, na hora do triunfo de Cristo na cruz foram dois ladrões (15.27). Bíblia Shedd.

38 beber o cálice. Um símbolo do Antigo Testamento para expressar sofrimento e ira (Sl 75.8; Is 51.17-22; Jr 25.15; Ez 23.31-34). Bíblia de Genebra.

45 o Filho do Homem veio para … servir e dar a Sua vida em resgate por muitos. Versículo-chave de Marcos. Jesus veio a este mundo como servo … que sofreria e morreria por nossa redenção, como Isaías predisse com clareza (Is 52.13-53.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

muitos. Ver Is 53.12. Nos escritos do Qumran (Manuscritos do Mar Morto) este é um termo para todos os membros da comunidade. Bíblia de Genebra.

46 E foram para Jericó. A cidade do Jericó do NT estava situada a mais ou menos 1,6 km ao sul das ruínas da cidade de Jericó do AT. Herodes, o Grande, havia embelezado a cidade e tinha um palácio de inverno lá. CBASD, vol. 5, p. 700.

51 Mestre. Heb Rabboni, lit. meu grande ou ilustre (senhor, mestre). Nota textual Bíblia de Genebra.

Uma forma aumentada de “Rabi”, título comum para designar um mestre… Ressalta o reconhecimento e submissão à autoridade de Jesus. Bíblia de Genebra.

Este é o mesma terna expressão que Maria usou quando se dirigiu a Jesus após Sua ressurreição (Jo 20.16). Bartimeu reconheceu Jesus como mais do que um fazedor de milagres. Ele desejou um íntimo relacionamento com Ele. Andrews Study Bible.

que eu torne a ver. Literalmente “recuperar a minha visão”. O texto grego deixa claro que Bartimeu não nasceu cego, mas que se tornou um. CBASD, vol. 5, p. 701.




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