Reavivados por Sua Palavra


Marcos 9 by Jobson Santos
3 de março de 2018, 1:00
Filed under: Marcos
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-9/  

 

Comentário devocional:

Descendo as encostas da montanha, onde Pedro, Tiago e João tinham recebido o retrato de uma “mini Segunda Vinda”, Jesus descobriu um pai muito perturbado. Este homem buscava uma demonstração do poder de Deus, em benefício de seu filho possuído pelo demônio.

Jesus procurou chamar o pai em um relacionamento eterno com a Divindade: “Se você pode crer, todas as coisas são possíveis ao que crê” (Mc 9:23 NKJV). A resposta do pai foi imediata, ao ele gritar: “Senhor, eu creio. Ajuda a minha incredulidade!” (Mc 9:24 NKJV).

Esta é a oração perfeita! É a que brota de um coração sincero, quebrado, e desesperado. Esta é a oração que você e eu devemos fazer. Muitas vezes nos achegamos a Deus buscando bênçãos e não relacionamento. Deus está nos convidando a entrar em um relacionamento experimental com Ele e a partir deste relacionamento virá o poder. Deus está procurando um povo a quem Ele possa confiar o grande poder da Chuva Serôdia. E não vai concedê-lo a alguém que não esteja totalmente entregue a Ele. Você está?

Não importa que dificuldades estejam ocorrendo em sua vida neste exato momento, clame a Deus, busque-O de todo o seu coração, submeta a Ele todos os aspectos de sua vida, e Ele responderá a você com o poder.

Jim Ayer
Vice-Presidente Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1212   
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados03-03-2018.mp3  

 



MARCOS 9 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de março de 2018, 0:56
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LUCAS 24 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
3 de março de 2018, 0:55
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MARCOS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
3 de março de 2018, 0:45
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MARCOS 9 – Ser discípulo do Messias é a essência do cristianismo bíblico. Observe:

1. A transfiguração de Jesus foi um antegozo do reino de Deus vindo com poder. Sua aparência completamente transformada permitiu que os três discípulos tivessem o privilégio de um lampejo de Sua glória (vs. 1-8). O discipulado cristão é uma experiência na presença da glória divina que resulta em transformação humana.

2. O exorcismo eficiente diante de um exorcismo impotente dos discípulos de Cristo ensina-nos preciosas lições, porém, parece que a lição principal é que a paciência de Jesus com a lentidão espiritual dos Seus servos tem limites; é preciso tempo com Deus antes de obter vitória sobre o mundo espiritual da maldade, e isso é um assunto importante e urgente (vs. 14-29).

3. Muitas coisas que os discípulos veem o Messias fazendo e falando geram questionamentos, indagações e até discussões devido a incompreensões (vs. 9-13, 30-34). Contudo, Jesus trabalha a mente e o comportamento de Seus discípulos:

a) Pensando que o reino de Deus envolvia poder e status, os discípulos precisam aprender que a humildade e submissão a Deus e a Cristo conduzem ao caminho para o reino celestial (vs. 33-37).

b) Pensando em exclusividade e orgulho por seguirem a Jesus os discípulos precisavam aprender tolerância e amor para com aqueles que fazem a obra de Cristo mas pertence a um grupo diferente (vs. 38-41).

c) Pensando que não importa aos outros as próprias atitudes, os discípulos de Jesus devem conhecer as consequências por fazer tropeçar em vez de encorajar as pessoas a seguirem a Cristo. É melhor ser bênção que pedra de tropeço (vs. 42-48).

d) Os discípulos de Cristo devem pensar em ser sal na sociedade. Ter sal em si mesmo é um apelo a viver conforme o ideal de Cristo; isso significa ser um exemplo vivo aos moribundos do pecado (vs. 49-50).

O capítulo apresenta discussões entre os discípulos, mas Jesus encerra mostrando que discussões e rivalidades ameaçam o caráter do cristianismo. Viver em paz e harmonia entre si é como o sal para temperar a sociedade insípida.

Desavenças, divisões, mania de grandeza e ambições roubam a credibilidade do evangelho na sociedade. Entretanto, um grupo de crentes unidos é um poderoso testemunho em favor de Cristo. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
3 de março de 2018, 0:30
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“Ao que lhe respondeu Jesus: Se podes! Tudo é possível ao que crê” (v.23).


O privilégio que foi dado aos discípulos e a todos os que tiveram a oportunidade de andar lado a lado com Jesus ultrapassa qualquer possibilidade de tentar compreender ou descrever. Aquele que, no princípio, pela palavra, criou todas as coisas. Aquele que andava com nossos primeiros pais no Éden a cada viração do dia. Aquele que estabeleceu os astros e as constelações. Ele mesmo Se fez carne e habitou neste mundo escuro, tornando-se Um de nós. Como profetizou Isaías a Seu respeito, nele não havia “aparência nem formosura” (Is 53:2), mas todos eram atraídos a Ele, como se, inevitavelmente, não conseguissem desviar-se de Sua presença. Por mais que O seguissem a fim de confrontá-Lo, até os líderes judeus sentiam seus corações arderem a cada novo discurso do Maravilhoso Conselheiro. Muitos podiam até não aceitá-Lo, mas era impossível ir até Jesus e sair da mesma forma.

De uma maneira especial, “alguns” (v.1) dos discípulos foram testemunhas oculares de momentos especiais com o Mestre. O incomparável privilégio de conviver com o Messias prometido, por alguns instantes, transformou-se em gloriosa aparição não mais do humilde Servo, mas do “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Ap 19:16). “Pedro, Tiago e João” (v.2) testemunharam uma sublime cena, como uma confirmação da preciosa promessa da vitória final, quando os salvos vivos e os que hão de ser ressuscitados estarão para sempre na companhia de Jesus. Elias e Moisés representam estas duas classes de justos que, muito em breve, avistarão o seu Resgatador.

Descendo do “alto monte” (v.2), de volta à realidade cruel, viram que o inimigo manifestava a sua fúria maltratando aqueles que Jesus viera salvar. Com profunda angústia de alma aquele pai não sabia mais o que fazer. “Desde a infância” (v.21), seu filho era vítima de possessão demoníaca. Ouvindo dos milagres de Jesus, imagino aquele homem saindo de sua casa com muita dificuldade, tendo que lidar com um jovem descontrolado e violento. Chegando ao local indicado, porém, não encontrou Jesus, mas somente alguns dos Seus discípulos, que não conseguiram ajudá-lo. Seu coração, que já havia sido tão maltratado pelos anos a fio de tentativas frustradas, mais uma vez se encheu de incredulidade. No entanto, a libertação que julgara ser apenas para o seu filho chegou ao seu encontro. Aquele pedido desacreditado logo se transformou num clamor regado por lágrimas: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!” (v.24).

E enquanto aquele homem extraía de seu coração um pedido verdadeiramente humilde, os discípulos alimentavam os seus corações com o desejo de um lugar de honra no reino de Cristo. A Bíblia não diz o nome da criança que Jesus tomou “nos braços” (v.36), mas foi ela que Jesus apresentou como um símbolo dos salvos de todos os tempos. Como nosso intercessor no santuário celestial, a Sua maior luta tem sido para que não O louvemos apenas com os lábios, porque para estes, quando voltar, com o coração partido, terá de dizer: “Nunca vos conheci” (Mt 7:23). O louvor de um coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sente por alguém é maldito e não tem valor algum diante de Deus. Precisamos, diariamente, buscar o coração de uma criança. Precisamos buscar um coração puro, rápido para amar, pronto para perdoar.

Assim como um dia Jesus disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos” (Mt 19:14), aproxima-se o grande Dia em que Ele dirá: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt 25:34). Não será diferente, pois subirá ao Seu encontro todo aquele que aceitou tornar-se como criança. Não sejamos, pois, motivo de tropeço para os nossos semelhantes, nem conservemos um coração presunçoso, pois o Rei que trocou o Seu trono de glória para tornar-Se Servo, dará as boas-vindas aos Seus servos bons e fiéis. Mesmo que lhe falte fé, abra o seu coração ao Autor e Consumador da fé. Creia nAquele que, por você, tudo suportou, “e serás salvo(a), tu e tua casa” (At 16:31).

Bom dia, crianças do Senhor Jesus!

DEZ DIAS DE ORAÇÃO, 10° dia: Oremos para permanecermos firmes com nossa família até a volta de Jesus.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos9
#RPSP



MARCOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
3 de março de 2018, 0:20
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alguns há que, de maneira nenhuma, passarão pela morte. A ligação entre  as duas seções da narrativa [a cruz e a transfiguração] parece excluir a possibilidade de que Jesus aqui tenha se referido a qualquer coisa, a não ser a transfiguração, que foi uma demonstração em miniatura do reino da glória. Sem dúvida, Pedro entendeu assim (ver 2Pe 1:16-18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 159.

Cf Mt 16.28n; Lc 9.27n. É possível que Marcos estivesse ligando esta profecia, a respeito da vinda do reino, com o acontecimento da transfiguração. Bíblia Shedd.

É mais provável que a referência seja ao texto que segue que descreve a transfiguração. Andrews Study Bible.

transfigurado. Uma transformação de Jesus em uma figura divina, fora deste mundo. Andrews Study Bible.

sobremodo brancas. Roupas brancas denotam status celestial (Mc 6.5) ou pureza e dignidade (Ap 3:4, 18). Andrews Study Bible.

tabernáculos (NKJV). No gr. “tendas”. Pedro poderia estar pensando na Festa dos Tabernáculos, quando os judeus habitavam uma vez por ano em barracas por uma semana (Lv 23:39-43). Mas ele podia estar se referindo a Êx 29:42, que fala de Deus se encontrando e se comunicando com Seu povo através do tabernáculo (ver tb Êx  40:34-35). Andrews Study Bible.

Seja como for, parecia muito desejoso de ver naquele instante o cumprimento da glória prometida, antes dos sofrimentos que Jesus declarara necessários. Bíblia de Estudo NVI Vida.

a Ele ouvi. Baseado no significado forte de Dt 18.15, deve-se entender como”ouvi e obedecei”. Bíblia Shedd.

10 perguntando o que significaria “ressuscitar dos mortos” (NVI). Como judeus, conheciam bem a doutrina da ressurreição; o que os deixava perplexos era a ressurreição do Filho do Homem, porque a teologia deles não comportava um Messias que sofresse e morresse. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não entenderam como Jesus ia ressurgir antes da ressurreição geral dos justos. Bíblia Shedd.

… os discípulos ficaram impressionados com a declaração de Cristo de que ressuscitaria dos mortos. No entanto, eles não podiam compreender a ideia de um Messias sofredor. Ainda estavam cegos pelo conceito popular do Messias como poderoso conquistador (ver com. de Lc 4:19). CBASD, vol. 5, p. 691.

A teologia judaica não previa um Messias sofredor, muito menos um que iria morrer. Não havia lugar para um Filho do Homem ressuscitado. Andrews Study Bible.

12 restaurará. A obra de restauração do culto a Deus foi realizada por Elias principalmente no monte Carmelo. João Batista, como Elias, veio reiniciar uma total restauração, obra essa que Jesus veio consumar. Bíblia Shedd.

14 os escribas discutiam com eles. Ou seja, eles os interrogavam, como o contexto deixa claro. A atitude dos escribas era hostil. … Nesta ocasião, eles procuravam expor Jesus e os discípulos como impostores, explorando o fato de que ali estava um demônio diante do qual os discípulos era impotentes (cf. DTN, 427). CBASD, vol. 5, p. 691.

15 toda a multidão, ao ver Jesus, tomada de surpresa. A razão da surpresa com a aproximação de Jesus, possivelmente, seja melhor explicada como a reação da multidão diante dos traços de glória que sem dúvida permaneceram na face dos que testemunharam a transfiguração (cf. Êx 34:29-35; DTN, 427). CBASD, vol. 5, p. 691.

16 Ele interpelou os escribas. Os escribas podem ter ficado em silêncio ao Jesus se aproximar. Sem dúvida, o clima tendo que prevalecia e que era derivado da própria presença dos escribas tornou evidente que eles estiveram ridicularizando os nove discípulos. … Uma vez que eles foram silenciados e contrariados por Jesus quando se esforçaram por desacreditá-Lo anteriormente, os escribas se retiraram do debate. CBASD, vol. 5, p. 691.

19 Ó geração incrédula. Isto é, “sem fé” ou “descrente. … Não é provável que Jesus Se referisse ao pai do menino possuído pelo demônio quando disse estas palavras, pois a fé do pai não era o único obstáculo no caminho da cura de seu filho. Uma vez que os próprios discípulos, principalmente , estavam em falta (ver com. de Mc 9:29), pode ser que o Salvador os tivesse em mente. Mas Ele não desejava censurá-los em público, portanto, não faria deles o objeto imediato de Suas observações. No entanto, se os discípulos estavam “descrentes”, quanto mais a multidão? CBASD, vol. 5, p. 692.

29 Esta casta. Os escribas tinham atribuído o desamparo dos nove discípulos a um suposto poder superior daquele demônio, afirmando que a autoridade de Jesus estava limitada a demônios menos poderosos (cf. DTN, 427). O verdadeiro problema, porém, não estava no poder do demônio, mas na impotência espiritual dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 693.

senão por meio de oração. Cristo não se referia á oração feita em relação à expulsão de demônios. Ele não estava falando da oração momentânea, mas de uma vida impulsionada pela oração. Durante a transfiguração, os nove discípulos [que ficaram] haviam dado lugar a desânimos e queixas pessoais, com espírito de ciúmes devido ao favor mostrado a seus companheiros ausentes (Pedro, Tiago e João; ver DTN, 431). A condição mental e espiritual deles tornou impossível que Deus operasse por seu intermédio. CBASD, vol. 5, p. 693.

e jejum. A evidência textual favorece a omissão … desta palavra, entre colchetes na ARA. CBASD, vol. 5, p. 693.

32 Eles, contudo, não compreendiam. Apesar de tudo que Jesus tinha dito, em linguagem simples …, os discípulos ainda não compreendiam… A principal razão pela qual não conseguiam entender é que eles não queriam aceitar ser necessário que o Messias sofresse e morresse… Essa ideia era um desafio às suas opiniões preconcebidas sobre o Messias… Eles esperavam que, afinal, Cristo reinaria como um príncipe temporal e não estavam dispostos a abandonar as expectativas entusiásticas da honra que eles esperavam compartilhar com Ele quando o tempo chegasse. CBASD, vol. 5, p. 694.

temiam interrogá-Lo. Cientes de que compartilhavam do ponto de vista havia pouco apresentado por Pedro e de que, se falassem naquele momento, seria apenas para expressar os mesmos pensamentos …, permaneceram em silêncio. De acordo com Mateus 17:23, eles estavam “muito tristes” (NTLH), isto é, “muito angustiados”. CBASD, vol. 5, p. 694.

35 Se alguém quer ser o primeiro. Aqui, Jesus chega ao centro do problema, cada um dos doze desejava ser o “primeiro” no reino. Todos esperavam que o Senhor assumisse o poder … Esqueceram-se de que a verdadeira grandeza consiste na renúncia ao poder como um objetivo de vida. … O reino dos céus é essencialmente uma questão de prestar serviço a Deus e aos semelhantes, não de receber isso deles. … O maior é aquele que ama mais a Deus e aos semelhantes e que melhor os serve. CBASD, vol. 5, p. 694.

38 vimos um homem. O fato de o incidente aqui referido envolver apenas João e Tiago sugere a possibilidade de que tenha ocorrido durante a terceira viagem pela Galileia, quando os dois irmãos haviam saído juntos. CBASD, vol. 5, p. 694.

o qual não nos segue. Não se tratava de um dos discípulos regulares, reconhecidos por Jesus. CBASD, vol. 5, p. 694.

não era um dos nossos (NVI). Parece que o homem tinha fé em Cristo sem, porém, fazer parte do grupo exclusivo dos Doze. Mesmo assim, agia em nome de Jesus e conseguira fazer o que os discípulos, pelo menos numa ocasião, não haviam conseguido (cf. v. 14-18, 28). Bíblia de Estudo NVI Vida.

e nós lhe proibimos. Ou, “nós o impedimos”. … Na ocasião aqui relatada, eles justificaram sua conduta com base na preocupação deles com a honra de seu Mestre; na realidade, a preocupação com sua própria honra havia motivado a ação (ver DTN, 437). Eles repreenderam o homem por fazer o que eles julgavam ter o direito exclusivo de fazer. … Eles eram zelosos no cumprimento das ordens que lhes foram dadas, mas não tinham o direito de dar ordens aos outros. É a maldade que leva líderes religiosos a pensar que é seu dever coagir outros ao padrão de conduta e crença que eles entendem como o correto. CBASD, vol. 5, p. 695.

39 não lho proibais. Isto é, deixem de impedi-lo. Não temos o direito de forçar a s pessoas a estar de acordo com as nossas ideias e opiniões, ou a seguir os nossos métodos de trabalho. CBASD, vol. 5, p. 695.

A visão de discipulado de Jesus era mais ampla e inclusiva do que a estreita e sectária de Seus discípulos. Porque o outro exorcista não fazia parte do círculo mais íntimo dos discípulos de Jesus não significava que ele não era apoiador e discípulo. O discipulado inclui todos que com professam a Jesus com fé. Andrews Study Bible.

40 não é contra nós. Se o homem que Tiago e João repreenderam fora encontrado fazendo o mesmo trabalho que Jesus fazia, e realizava isso em nome de Jesus, era porque Deus trabalhava com e por meio dele. CBASD, vol. 5, p. 695.

41 porque sois de Cristo. … dar um copo de água em nome de Cristo é dá-lo “porque sois de Cristo”. … O caráter da ação é determinado pelo motivo que a determina. CBASD, vol. 5, p. 398, 695.

43 corte-a (NVI). Como no exemplo da pedra de moinho, Jesus não está sendo literal aqui. Andrews Study Bible.

44, 46 Não lhes morre o verme. A evidência textual apoia … a omissão dos vs. 44 e 46, como tendo sido inseridos em repetição ao v. 48. CBASD, vol. 5, p. 695.

Estes vv não constam nos melhores manuscritos. Bíblia Shedd.

48 verme. Do gr. skolex, “larva” ou “verme”. A ilustração de “o verme não morrer não é uma indicação de uma alma que não pode ser aniquilada, mas é símbolo da corrupção que não pode ser removida” (H. D. A. Major, T. W. Manson, e C. J. Wright, The Mission ant the Message of Jesus, p. 123). No v. 43, “vida” é mostrada em contraste com “o fogo que nunca se apaga”. Em muitas passagens das Escrituras, “vida eterna” se contrasta com a “morte” (ver Rm 6:23). em João 3:16, o contraste é entre “vida eterna” e “perecer”. É óbvio que Jesus pretendia, aqui, o mesmo contraste. “O fogo que nunca se apaga” (ARC) está paralelo a “seu verme não morre” (NVI), sendo uma expressão equivalente. Contudo, parece incoerente que as larvas continuassem seu trabalho na presença do fogo. Mas não há nada na palavra skolex, “verme”, que, mesmo remotamente, justifique a explicação que compara o “verme” à “alma” (ver com. de Is 66.24), abordagem defendida por muitos comentaristas, ao refletir sua própria compreensão sobre o estado da morte. CBASD, vol. 5, p. 695, 696.

50 sal. Utilizado tanto para preservar alimentos quanto para dar sabor. … Ter o “sal” ou o sabor do evangelho é um chamado a viver em paz (e aceitar todos os demais discípulos, como ilustrado nos vv. 39-42). Andrews Study Bible.

O sal é agente de preservação… O fogo pode ser considerado como agente purificador ou como símbolo do juízo final (ver com. de Mt 3:10). … Ser “salgado com fogo”, provavelmente, signifique que “cada um” passará pelo fogo da aflição e da purificação nesta vida (ver com. de Jó 23:10) ou pelo fogo do último dia. O fogo removerá as impurezas da vida presente ou destruirá a própria vida no último dia. O sal preservará o que é bom (ver com. de Mt 9:50). CBASD, vol. 5, p. 696.

Pois todas as pessoas serão purificadas pelo fogo, assim como os sacrifícios são purificados pelo sal (NTLH. ARC: cada sacrifício). No ritual do antigo santuário, o sal era adicionado a todos os sacrifício (ver com. de Lv 2:13). Seu uso significava que somente a justiça de Cristo pode tornar a oferta aceitável a Deus (cf. DTN, 439). CBASD, vol. 5, p. 696.

50 Tende sal em vós mesmos. Se os discípulos tivessem o “sal da aliança” (Lv 2:13), este reprimiria as tendências impróprias que os levaram a discutir sobre quem seria o maior no reino dos Cpeus. CBASD, vol. 5, p. 696.

paz. Um clímax apropriado para o discurso, uma admoestação para reprimir outro argumento sobre o assunto e uma advertência contra a inveja e o espírito de rivalidade. CBASD, vol. 5, p. 691.




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