Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 6 by jquimelli
16 de março de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-6/

Comentário devocional:

Quais foram os resultados das sessões de oração de Jesus no deserto? “O poder do Senhor estava com ele para curar os doentes” (Lucas 5:17).

Através da oração Ele conseguia poder para atender solicitamente a todos – tanto às multidões como a cada um, individualmente – sob a tensão dos constantes olhares dos espiões que sempre estavam prontos a criticá-Lo, ao menor pretexto.

Na oração, nós também temos acesso ao mesmo poder para fazer o bem que estava disponível a Jesus. Peça a Deus, ao ler as histórias das multidões que seguiam a Jesus e dos conflitos que se abatiam sobre Ele em todos os lugares, para dar-lhe o poder de curar seus conflitos pessoais e o poder de lidar com as tensões que você enfrenta a cada dia.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1225
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados16-03-2018.mp3



LUCAS 6 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
16 de março de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



LUCAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
16 de março de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria
LUCAS 6 – Muitos ensinamentos são proclamados por Jesus neste capítulo. Prepare teu coração com oração a fim de que estudes e vivas os propósitos divinos para você.
 
Preste atenção:
 
1. A guarda do sábado é bíblica e saudável, mas é possível guardar esse dia sagrado de forma doentia. Guardar o sábado não significa ser legalista, entretanto é possível ser legalista guardando o sábado. Jesus anseia libertar aos legalistas de suas formalidades sabáticas a fim de que possuam um relacionamento genuíno com Ele de submissão, pois Ele é o Senhor do sábado (vs. 1-5).
 
2. As intenções de Jesus nunca visavam cancelar a Lei (Mateus 5:17). Ele nunca transgrediu nenhum dos mandamentos (João 15:10). Como Senhor do sábado, Jesus ensinou como guardá-lo corretamente praticando o bem e libertando sofredores; contudo, os críticos se colocavam acima do Senhor do sábado e, cheios de furor, O acusavam (vs. 6-11). Sem relacionamento com Cristo, eles são cegos guiando cegos (vs. 39-42).
 
3. Jesus chama doze discípulos para treiná-los a fim de propagarem a verdade de forma correta; depois, liberta e cura diversos enfermos, para demonstrar Seu poder ligado a Sua pregação. Certamente, a Palavra divina chama, liberta e restaura (vs. 12-19).
 
4. Após apresentar a bem-aventurança (vs. 20-23) Jesus fala dos ais aos que rejeitarem o reino (vs. 24-26).
 
5. O reino de Deus não é desorganizado, há uma legislação e os súditos devem viver regidos pelo padrão máximo desse reino: O amor transcendental. Pois, haverá um juízo e cada caso será devidamente analisado (vs. 27-38).
 
6. Jesus deseja transformar-nos mais do que informar-nos. Ele quer mudança interior mais do que mudança externa. Lá no íntimo de cada indivíduo, o evangelho deve surtir efeito. Para fazer-nos refletir, Jesus usou duas ilustrações (vs. 43-45):
 
• Os frutos são indicativos do tipo de cada árvore. Os frutos são nosso comportamento, eles revelam de fato quem somos: súditos do reino de Deus ou do diabo.
• As palavras que proferimos revelam nosso interior: Se somos hipócritas ou íntegros.
 
7. O que faz a diferença é o tipo de fundamento. Onde fundamentamos nossa existência faz total diferença. Hipocrisia ou integridade depende de nosso nível de fidelidade ao Deus verdadeiro (vs. 46-49).
 
Em fim, de quem você é súdito, do pecado ou de Jesus?
 
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.


LUCAS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
16 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“O discípulo não está acima do seu Mestre; todo aquele, porém, que for bem instruído será como o seu Mestre” (v.40).


Cada passo de Jesus era seguido por multidões sedentas de cura e de libertação, mas também era criteriosamente observado pelos zelosos líderes judeus. Suas exigências quanto à observância do quarto mandamento da Lei de Deus (Êx 20:8-11) eram sobremodo absurdas e não tinham comunhão alguma com as palavras “escritas pelo dedo de Deus” (Êx 31:18). Perante o “Senhor do sábado” (v.5), condenavam o debulhar de espigas e a cura de um homem sofredor, enquanto transgrediam em seus corações o sexto mandamento da Lei: “Não matarás” (Êx 20:13; Mt 5:22).

Após uma vigília orando e clamando ao Pai por sabedoria, Jesus escolheu doze homens dentre aqueles que já O seguiam. Àquele grupo especial foi dado o privilégio de acompanhar de perto todo o Seu ministério terrestre. Foram testemunhas de incontáveis milagres e de um poder jamais visto. Mas creio que as lições mais importantes foram aquelas em que o olhar do Salvador lhes constrangia o íntimo. A versão de Lucas das bem-aventuranças, apesar de mais curta, acrescenta ao sermão da montanha um contraste digno de reflexão. Vejamos:

  1. Bem-aventurados vós, os pobres…” (v.20). “Mas ai de vós, os ricos!” (v.24);
  2. Bem-aventurados vós, os que agora tendes fome…” (v.21). “Ai de vós, os que estais agora fartos!” (v.25);
  3. Bem-aventurados vós, os que agora chorais…” (v.21). “Ai de vós, os que agora rides!” (v.25);
  4. Bem-aventurados sois quando os homens vos odiarem e quando vos expulsarem da sua companhia, vos injuriarem e rejeitarem o vosso nome como indigno, por causa do Filho do Homem” (v.22). “Ai de vós, quando todos vos louvarem!” (v. 26).

E as palavras que se seguem fazem parte de um dos discursos mais difíceis de Cristo. Na verdade, um dos mais fáceis de compreender, mas o mais difícil de praticar. Amar os inimigos, proferir palavras de bênção e orar por aqueles que nos caluniam, preferir humilhar-se a revidar, fazer o bem a quem não merece, emprestar sem esperar receber de volta, não julgar, não condenar, estar sempre pronto a perdoar, faz parte da “listinha” das ações recorrentes de uma vida transformada em Cristo Jesus. Estudando a vida de Jesus, concluímos que todas essas ações foram por Ele praticadas. A Sua vida foi o perfeito cumprimento de Seus ensinamentos, o exemplo que todo discípulo é convidado a imitar.

Aquele que “é benigno até para com os ingratos e maus” (v.35), nos chama a sermos Seus imitadores: “Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai” (v.36). Em um mundo onde, “por se multiplicar a iniquidade”, o amor de quase todos está se esfriando (Mt 24:12), somos chamados para, como bem-aventurados, fazer a diferença na vida das pessoas. Jesus está fazendo a mesma pergunta, hoje: “Por que Me chamais Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando?” (v.46). “Isto vos mando: que vos ameis uns aos outros” (Jo 15:17). Portanto, ouvir e praticar a Palavra de Deus edifica a nossa vida sobre a Rocha, que é Cristo, nos torna bem-aventurados e semelhantes a Jesus. Eis o “bom tesouro do coração” (v.45).

Bom dia, bem-aventurados!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas6
#RPSP



LUCAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
16 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 sábado. A principal fonte de controvérsia entre Jesus e os fariseus prendia-se ao uso correto do sábado. Eles o cercavam de regulamentos opressivos com o objetivo de evitar que o sábado fosse quebrado. Jesus não defendia tanto a ideia de que os regulamentos deviam ser relaxados, mas insiste que eles entendiam mal o significado do sábado – que era um dia em que as boas obras deviam ser feitas. Bíblia de Genebra.

3 Davi. Nem Deus nem os fariseus condenavam Davi por esta transgressão. Davi foi orientado a agir assim, a fim de preservar sua vida para servir ao Senhor. Bíblia Shedd.

5 Senhor do sábado. Jesus reconhece o sábado como uma instituição vigente e declara Sua autoridade para interpretar como deve ser guardado. Ele quer dizer que Ele é Quem instituiu o sábado na criação (Gn 2:1-3; Êx 20.8-11). Andrews Study Bible.

6 em outro sábado. Parece que os três autores sinóticos [Mt, Mc e Lc] agruparam determinados episódios de conflito entre Jesus e os líderes judeus em ordem temática, não cronológica, para enfatizar a crescente oposição dos escribas e fariseus para com Jesus e Sua obra. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 819.

mão direita. Apenas Lucas, com a visão profissional de um médico, observa esse detalhe. … A palavra grega traduzida neste versículo como “mão” pode também incluir o braço, e assim é utilizada pelos autores gregos. CBASD, vol. 5, p. 819.

8 venha para o meio. Para que não houvesse dúvidas a respeito da cura. Bíblia de Estudo NVI Vida.

9 é lícito? Aqueles que, hoje, afirmam que Jesus não considerou a lei de Deus, em outras palavras, que por preceito e exemplo Ele se afastou das reivindicações do quarto mandamento, unem-se aos escribas e fariseus e compartilham do espírito deles. No final de Sua vida terrestre, Jesus afirmou que guardara todos os mandamentos de Seu Pai (ver Jo 15:10). CBASD, vol. 5, p. 820.

Jesus propõe uma escolha entre fazer o bem e fazer o mal no dia de sábado, e não entre fazer o bem e fazer nada. Ele considera a falta de fazer o bem como um mal em si mesmo. Bíblia de Genebra.

Aquele que se recusa em fazer o bem, faz o mal. Andrews Study Bible.

Os escribas e fariseus matavam, no íntimo. … Talvez Jesus tivesse esse quadro em mente quando falou sobre destruir a vida, e procurou dirigir-lhes a atenção ao fato de que a malícia os tornava verdadeiros transgressores do sábado. CBASD, vol. 5, p. 821.

O dia do Senhor é consagrado por meio da prática de boas ações em favor dos outros. Bíblia Shedd.

11 ficaram furiosos. Porque não conseguiam resistir ao raciocínio de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 orar. Para o Filho de Deus, a oração era perfeita comunhão. Bíblia Shedd.

13 chamou Seus discípulos. Entre os que vinham escutar a Jesus, havia um grupo que o seguia regularmente e se dedicava aos Seus ensinos. Havia ao todo pelo menos 72 homens, considerando que esse foi o número enviado numa campanha evangelística (10.1, 17). Posteriormente, 120 crentes esperavam e adoravam em Jerusalém após a ascensão (Atos 1.15). Dentre esses discípulos, Jesus escolheu 12 nessa ocasião para serem Seus apóstolos, que significa “enviados com uma missão especial”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Bartolomeu. “Filho de Tolmai = Ptolomeu”, era, provavelmente, outro nome de Natanael (cf Jo 1.45). Bíblia Shedd.

16 Judas Iscariotes, que se tornou traidor. Nesta época, Judas não era um traidor de fato, apenas potencialmente. Quando foi escolhido, não manifestou tendência à traição. ele não percebeu que determinados traços de caráter, errados e latentes, caso acalentados, o levariam ao vergonhoso clímax de sua vida. CBASD, vol. 5, p. 822.

17 Planura. Este sermão parece ser distinto do Sermão da Montanha (Mt 5.1-7.29), ainda que os paralelos sejam muitos. Bíblia Shedd.

20 olhando Ele para os Seus discípulos. Este sermão mostra para toda a multidão de discípulos (v. 17) o que significa viver como discípulo. Andrews Study Bible.

Bem-aventurados. Este termo implica mais do que “afortunado” ou “feliz”; é um termo religioso e significa “os que desfrutam do favor de Deus”.Bíblia de Genebra.

22-23 Uma bênção para o perseguido é muito inesperada. E não é para o sofrimento em geral que a bênção é prometida, mas só para o sofrimento que é por “causa do Filho do Homem”. Bíblia de Genebra.

22 quando vos expulsarem. …uma referência à excomunhão da sinagoga (ver Jo 9:22, 34; 12:42; 16:2). … A excomunhão poderia ser permanente, envolvendo a exclusão plena do judaísmo para sempre, ou temporária. … A excomunhão indicava contaminação religiosa e social, ou impureza. CBASD, vol. 5, p. 823.

rejeitarem o vosso nome. Essa rejeição se refere à circulação de calúnias (ver 1Pe 4:14). CBASD, vol. 5, p. 823.

24 ai. Gr Ouaí, sinal de dor ou desagrado, é o contrário de “bem-aventurança” (21-23). A riqueza, a fartura, o prazer e o louvor do mundo material (cf 1Jo 2.15-17) só poderão recompensar com desventura aqueles que O buscam (Tg 5.1-6). Bíblia Shedd.

ricos. Deus pode abençoar uma pessoa com riqueza, mas esta deve ser gasta para ajudar aqueles em necessidade (Lc 1.50-53; 6:30; 12:21, 33; Pv 28:11; Is 58:1-10; At 2:44-45). Aqueles que se orgulham de sua riqueza espiritual também são os alvos deste lamento (p. ex., Lc 18:10-14). Andrews Study Bible.

Aqueles que não tem consciência de sua pobreza espiritual, mas confiam nos seus próprios recursos, colherão desastre no fim. O termo “ai” frequentemente representa um oráculo profético de ruína (p. ex., Ez 34.2).Bíblia de Genebra.

O pouco valor que Jesus dava às coisas materiais (ver com. de Mt 5:3) alienava as afeições da classe social que considerava a riqueza e o prestígio como os principais objetivos da vida (ver Mt 6:1-6; etc.), embora o Salvador buscasse levar a salvação a todas as classes sociais, tanto rico como pobres. Na verdade, comparativamente poucas pessoas da classe rica se tornaram amigas de Jesus, sendo que Nicodemos e José de Arimateia são notáveis exceções. Jesus estava preocupado em levar as pessoas a entesourar no Céu e não na terra (ver Mt 6:33, 34; Lc 12:13-33), a fim de que o coração delas estivesse mais intimamente ligado a Deus. Em muitos casos, a riqueza provou ser uma insuperável barreira ao Espírito (ver Mc 10:23, 25; Lc 18:24, 25). CBASD, vol. 5, p. 823.

27-28 amai os vosso inimigos. Revela o radical princípio subjacente ao reino de Deus – amor sacrifical mesmo para aqueles que aparentemente mais indignos deste amor. Andrews Study Bible.

31 assim fazei-o vós. Jesus é o primeiro a dar a “Regra de Ouro” desta forma positiva. Bíblia de Genebra.

Este versículo áureo ensina que a base de todas as relações sociais deve ser o amor genuíno (Gl 5.14; 1Pe 1.22). Bíblia Shedd.

35 emprestai, sem esperar nenhuma paga. A tradução da KJV está baseada na Vulgata, que interpreta: “por este motivo, não espere nada”. Em consonância com a Vulgata, a Igreja Católica proibiu, durante séculos, o empréstimo de dinheiro a juros e, como resultado, os judeus se tornaram os grandes credores e banqueiros da Europa. O contexto de Lucas 6:30 a 35 deixa claro que Cristo não Se refere, aqui, a juros sobre empréstimos, mas ao grande princípio de que os cristãos deveriam ser doadores (v. 30), tratar aos outros com equidade (v. 31), fazer o bem (v. 31, 35) e amar aos outros (v. 32) – sem calcular com antecedência a probabilidade de obter de volta a mesma quantia ou além dela. Os cristãos devem ajudar mesmo em casos aparentemente sem esperança. CBASD, vol. 5, p. 824.

vosso galardão. Nossa motivação não é ter uma vida melhor a fim de adquirir determinadas recompensas, embora elas tenham seu lugar, mas viver corretamente em reconhecimento de que, por si só, isso é uma vida melhor. Um cristão encontra satisfação total em viver em harmonia com os grandes princípios eternos do reino celestial. CBASD, vol. 5, p. 825.

37 Não julgueis. No sentido de censurar com o propósito de destruir a reputação e levar ao desprezo o caráter de outrem. Bíblia Shedd.

…o que Ele adverte aqui é a hipocrisia dos que condenam outros por aquilo de que eles mesmos são culpados (vs 41-42)  e o fracasso em demonstrar misericórdia. Bíblia de Genebra.

39 Não cairão ambos no barranco? Preferivelmente, “poço”. CBASD, vol. 5, p. 825.

40 O discípulo não está acima do seu mestre. Isto é, o aprendiz não está acima do professor. Esta frase é semelhante ao provérbio em que a corrente de água não se eleva acima do nível de sua nascente. … Ou seja, aqueles que posam como professores devem ter clara visão dos assuntos sobre os quais se propõem a instruir. A menos que ajam assim, atingirão um baixo padrão. CBASD, vol. 5, p. 825, 826.

42 Hipócrita. Literalmente, um ator representando alguém que não é. Andrews Study Bible.

43 Não há árvore boa que dê mau fruto. Jesus frisa a necessidade da conversão. Sem o novo nascimento pelo Espírito, o caráter não pode produzir uma vida agradável a Deus, nem pode conduzir outras a Ele (Jo 15.5, 16). Bíblia Shedd.

46-49 Chamar Jesus de “Senhor” é dizer que Ele deve ser obedecido.Bíblia de Genebra.




%d blogueiros gostam disto: