Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 16 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
10 de março de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



MARCOS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
10 de março de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MARCOS 16 – Este capítulo conclui a ousada mensagem de Marcos, e deixa os romanos e nós diante de uma importante decisão.

O capítulo contém os seguintes pontos, conforme destaca o Comentário Bíblico Adventista:

1. Um anjo anuncia a ressurreição de Cristo a três mulheres (vs. 1-8);
2. O próprio Cristo Se apresenta:
• a Maria Madalena (vs. 9-11);
• a dois outros no caminho para o campo (vs. 12-13);
• aos apóstolos (v. 14).
3. Os apóstolos são enviados a pregar o evangelho (v. 15-18).
4. Cristo ascende ao Céu (vs. 19-20).

Nesta passagem, é evidente “o poder de um forte amor a Cristo. Encontramos uma poderosa ilustração disso na conduta de Maria Madalena, da outra Maria e de Salomé, conforme este registro feito por Marcos. Ele nos revela que elas ‘compraram aromas’ e que ‘muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do sol, foram ao túmulo’

“Com toda a razão, podemos crer que era preciso muita coragem para alguém fazer aquilo. Visitar um sepulcro, na penumbra do alvorecer, nos países do Oriente submeteria à provação a maioria das mulheres, sob quaisquer circunstâncias. Porém, visitar o sepulcro de alguém que fora executado como um malfeitor qualquer e levantar-se bem cedo, a fim de honrar a alguém que a nação delas havia desprezado – isso de fato, era uma notável ousadia…

“Por qual motivo vemos tão pouco desse fortíssimo amor por Jesus, entre os crentes de hoje? Por que tão raramente nos deparamos com santos que enfrentarão qualquer perigo, que passarão pelo fogo e pela água, por amor a Cristo? Só há uma resposta. É por causa da debilidade da fé e do baixo senso de obrigação para com Cristo, que prevalece tão largamente entre nós” (J. C. Ryle).

Importante considerar estas verdades:

• A ressurreição de Cristo nos dá certeza que a morte já não tem a última palavra. Só Jesus a tem.
• O Filho de Deus veio a este mundo, onde foi crucificado, morto e ressuscitado. Agora Ele está vivo intercedendo pelos pecadores no Céu. Se nossa vida não for impactada por isso, o que a impactará?
• O temor dos desafios por seguir e servir a Cristo deve ser menor que nosso amor e fervor por Ele.

Decida-se por Cristo que Se entregou por Ti! Reaviva-te! – Heber Toth Armí.

Compartilhe conosco como a forte mensagem de Marcos alcançou teu coração nestes 16 dias:



MARCOS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
10 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“E disse-lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (v.15).


O medo tem sido um dos piores vilões de todos os tempos. Ainda no Éden, após a queda, foi um dos primeiros sentimentos manifestados por Adão e sua mulher. Ele nos limita a circunstâncias que não apresentem riscos, aprisionando-nos a uma suposta “zona de conforto”. Como nossos primeiros pais, o medo nos faz procurar o primeiro esconderijo disponível para tentar fugir do que não temos coragem de enfrentar. “Surpreendidas e atemorizadas” (v.5), “Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé” (v.1), ouviram as palavras do anjo. Apesar da tentativa de abrandar-lhes o coração e da mensagem sobremodo solene que receberam, “de medo, nada disseram a ninguém” (v.8).

O que Maria Madalena não esperava era que o próprio Cristo ressuscitado lhe apareceria, dando-lhe Ele mesmo a missão de anunciar as boas-novas aos Seus companheiros que “estavam tristes e choravam” (v.10). O fato dos discípulos não terem acreditado não mudou o fato de que ela viu Jesus, falou com ele e anunciou o que Ele a ordenou. Bem como os dois discípulos que, anunciando a aparição de Cristo, os demais também “não [lhes] deram crédito” (v.13). A pregação do evangelho não está condicionada à aceitação dos ouvintes. Quer aceitem ou não, quer acreditem quer não, a mensagem continuará sendo sempre a mesma. E o passo a passo de Jesus para alcançar o coração do homem é bem parecido com o relato do capítulo de hoje.

Deus tem usado instrumentos diversos em Sua obra de salvação. Alguns mais ousados, outros mais comedidos. Alguns mais eloquentes, outros mais simples. Alguns que falam, outros cujas atitudes falam mais do que palavras. E quando estes instrumentos ainda não são suficientes, devido “a incredulidade e dureza de coração” (v.14) de seus ouvintes, Jesus mesmo Se encarrega de manifestar-Se. Mas é interessante notar que, indo ao encontro de Seus discípulos, Ele primeiro lhes censura e, logo após, lhes dá uma ordem. Ninguém que tenha um encontro real com Jesus pode permanecer do mesmo jeito. É necessário haver uma mudança. A cada pessoa que O encontra, Ele diz: “Necessário vos é nascer de novo” (Jo 3:7), “Vai e não peques mais” (Jo 8:11). Então, o milagre que começa no coração se evidencia na vida e torna-se impossível não compartilhá-lo.

Ainda que o mundo não acredite numa só palavra do que pregamos. Ainda que até mesmo nos ignore. Jesus está nos confirmando, hoje, que a Ele pertence a palavra final. Quantas vezes temos permitido que o medo nos domine, que as circunstâncias nos apavorem, que pessoas endurecidas nos intimidem, perdendo assim o privilégio da plena segurança que há em Cristo Jesus. Se Ele nos diz: “Ide” (v.15), tudo o que aparecer como situação desfavorável, Ele prometeu transformar em “sinais [que] hão de acompanhar aqueles que creem” (v.17).

Aquele que está assentado “à destra de Deus” (v.19), é o mesmo que prometeu estar conosco “todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). Você crê nisto? Então, não temas!

Feliz sábado, pregadores da justiça!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos16
#RPSP



MARCOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
10 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1 Passado o sábado. Após o pô do sol do sábado. Bíblia de Estudo Andrews.

para irem embalsamá-Lo.Na verdade, os judeus não praticavam o embalsamamento. A unção era semelhante à prática de levar flores a uma sepultura no mundo ocidental moderno, ou seja, um sinal de amor e respeito. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Pedro. Apenas Marcos se refere a Pedro aqui [na ressurreição]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 721.

Jesus restaura aquele discípulo que caiu em estado de desânimo, após tê-Lo negado. Bíblia Shedd.

9-20. Este trecho não consta em alguns dos melhores manuscritos da antiguidade. Há, também, indicações de que não foi escrito por Marcos. … Apesar disso, ainda não é decisiva a hipótese da não inspiração [divina] do trecho. O motivo, por outro lado, é claro: dar uma conclusão adequada ao evangelho que talvez tivesse sido mutilada e perdida, com o passar do tempo. Bíblia Shedd.

Existe um debate considerável entre os eruditos para saber se estes versículos faziam parte do original do evangelho de Marcos. Há evidências plausíveis para ambos os lados da questão. Portanto, deve-se ter cautela ao elaborar qualquer ensino específico [p. ex: batismo, exorcismo, línguas, invulnerabilidade, curas] com base somente nesta passagem. Porém, podemos usar este valioso resumo, uma vez que ele é confirmado por outras passagens das Escrituras. Bíblia de Estudo Andrews.

11. Não acreditaram. Este registro da incredulidade dos discípulos, mesmo em face dos testemunhos que afirmavam a ressurreição de Cristo, constitui uma forte evidência em favor da precisão e confiabilidade do relato histórico da ressurreição, inclusive nos seus mínimos detalhes. CBASD, vol. 5, p. 722.

14. Quando estavam à mesa. Parece que os discípulos transformaram em sua habitação temporária o aposento superior em que tinham participado juntos da Última Ceia. CBASD, vol. 5, p. 722.

15. Ide. … estes versículos [15 a 18] são, provavelmente, um breve relato de parte das amplas instruções que Jesus deu a cerca de 500 pessoas reunidas em uma montanha da Galileia. CBASD, vol. 5, p. 722.

16. Será salvo. Aqui se apresentam dois requisitos para os que aceitam os ensinos do evangelho: fé em Jesus e batismo. O primeiro é a aceitação íntima da salvação proporcionada pela morte vicária do Redentor do mundo; o segundo é a demonstração externa de uma mudança interior da vida (ver com. de Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 722.

17. Estes sinais. Isto é. as demonstrações sobrenaturais e miraculosas do poder divino (ver p. 204, 205). No entanto, mesmo que os milagres sejam valiosos, não é impossível falsificá-los ou fazer circular notícias de supostos milagres. Estas notícias tendem a confundir o incauto e atrair o incrédulo. Em realidade, os milagres não constituem a evidência mais poderosa de que seja genuína a manifestação do evangelho (CTN, 406, 799). Deve-se lembrar que Jesus Se recusou a realizar milagres como sinais. CBASD, vol. 5, p. 723.

Novas línguas. Este dom … foi concedido quando se tornou necessário (ver com. de 1Co 14). CBASD, vol. 5, p. 723.

18 Pegarão em serpentesalguma coisa mortífera beberem. Cf At 28.3-6. Falta exemplo de alguém beber veneno e sobreviver no NT. Bíblia Shedd.

19. Depois de lhes ter falado. Esta frase de transição sugere que a ascensão ocorreu imediatamente após a comissão dos v. 15 a 18. Contudo, não parece ter sido o caso. É mais provável que aqui se faça referência a um intervalo mais prolongado. CBASD, vol. 5, p. 723.

À destra. A posição de honra e autoridade. CBASD, vol. 5, p. 723.

Trata-se, não da posição de Seu corpo, mas da majestade do Seu império (Calvino, cf. Sl 110.1; Mc 14.62). Bíblia Shedd.

20. Eles, tendo partido. Somente em Marcos se descreve, ousadamente, os triunfos do evangelho realizados pelo Espírito Santo mediante os apóstolos, durante os primeiros anos após a ascensão de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 723.

Pregaram em toda a parte. Esta foi e continua sendo a missão dos seguidores  de Cristo (ver Mc 16:15). CBASD, vol. 5, p. 723.

Cooperando com eles. Na providência de Deus,  o poder divino sempre se unirá ao esforço humano. CBASD, vol. 5, p. 723.



Marcos 15 by Jobson Santos
9 de março de 2018, 1:00
Filed under: Marcos, Sem categoria
Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-15/ 

Comentario Devocional:

Quando Cristo viu mulheres e crianças chorando, Ele se emocionou com piedade. Seus pensamentos se moveram para a destruição de Jerusalém que em breve haveria de ocorrer pelos romanos e também para a destruição final que ocorrerá no fim do mundo. À medida que os cravos traspassavam Suas mãos e pés, Cristo não lançou maldições sobre os seus executores, mas disse: “Pai, perdoa-lhes, porque eles não sabem o que estão fazendo”.

Com o peso dos pecados do mundo tendo sido colocados sobre Jesus, a retirada do semblante divino de Seu Pai, perfurou o coração do Salvador com uma tristeza que nunca poderá ser totalmente compreendida. Ele temia que a separação de Seu Pai fosse eterna. A última agonia de Cristo foi repentinamente encoberta por uma escuridão espessa.

O silêncio caiu no Calvário e uma sensação de terror encheu a todos. Então a escuridão ao redor da cruz foi suspensa, e em tons claros, como de trombeta, que pareciam ressoar através da criação, Jesus bradou: “Está consumado! Pai, nas Tuas mãos, entrego o Meu espírito” (João 19:30; Lucas 23:46). Uma luz rodeou a cruz, e a face do Salvador brilhava com uma glória como o sol. Cristo triunfou!

Jack Blanco, autor de The Clear Word
Com ideias de O Desejado de Todas as Nações, p. 524-535


Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1218
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados09-03-2018.mp3  

 



MARCOS 15 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
9 de março de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



MARCOS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
9 de março de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

MARCOS 15 – Diferentemente de Mateus que foi escrito aos judeus, o evangelho escrito por Marcos visa dar oportunidade aos romanos de saberem com Quem eles lidaram e oferecer-lhes a possibilidade de salvação.

Marcos, o evangelista dos romanos, dá “um retrato de Jesus como o poderoso Filho de Deus, cuja Palavra é Lei nos reinos natural e sobrenatural. O paradoxo é que esse forte Filho de Deus é servo do homem, Salvador e resgatador (Mc 10.45)” (Merril F. Unger).

Observe estes pontos:

1. Marcos revela o erro cometido pelos judeus que acabou envolvendo os romanos, os quais agiam baseando-se apenas em informações dos líderes judeus para crucificar Jesus (vs. 1-15).

Para evangelizar os romanos, Marcos oferece um contraste entre eles e os líderes judeus: “É incrível que um pagão [Pilatos] estivesse tentando salvar Jesus, enquanto os líderes religiosos, supostamente guardiões da fé, quisessem a Sua morte. É incrível que Jesus fosse chamado Rei dos judeus por um pagão e pelos seus soldados, enquanto Seu próprio povo, que há muito professava esperar por Ele, gritasse: Crucifica-O! É incrível que Pilatos tenha oferecido libertar Jesus, o doador da Vida, e a multidão quisesse Barrabás, um assassino” (William Johnsson).

2. Marcos revela quem era aquele que os romanos conduziram à morte; a base escriturística (v. 28) para entender o Servo sofredor apresentado por Marcos está em Isaías 53 (vs. 26-37).

Aquele que fez tantas coisas, mas agora, neste capítulo, “jaz impotente, crucificado entre criminosos, exposto ao sol e ao vento, às moscas e formigas” (Johnsson) é o Filho de Deus (v. 34); Sua morte teve impacto no Céu e na Terra (vs. 37-41).

3. Jesus morreu na sexta-feira antes da Páscoa Judaica. No sábado, permaneceu morto concedendo tempo à reflexão (vs. 42-47).

“Cristo na cruz desperta duas perguntas: O quê? e Quem?” Consequentemente perguntaremos: “Qual o significado da cruz?” A resposta da teologia de Marcos é: “A cruz não foi um erro judicial. Não foi um incidente infeliz na vida de um homem bom. Foi a revelação final do amor de Deus aos pecadores… Escolhendo a morte na cruz para derrotar o pecado, Cristo desafiou a morte e derrotou Satanás. Por meio dEle, a vida eterna se tornou possível” (Johnsson).

Portanto, reflita nisso! Não podemos ficar indiferentes! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
9 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Mas Jesus, dando um grande brado, expirou” (v.37).


Quando lemos uma notícia acerca de algum acontecimento, por mais que as palavras sejam o mais fiel possível aos fatos, nunca poderão ter mais impacto do que as imagens. E mais impactante ainda do que ver as imagens, é ser testemunha ocular. Perante Pilatos foi colocado um Homem cujo aspecto denunciava a Sua inocência. Enquanto os líderes judeus procuravam acusá-Lo de todas as maneiras possíveis, o governador romano era atraído a olhar para o Réu cujo semblante calmo e sereno não manifestava medo ou qualquer intenção de contrargumentar as falsas acusações. Era um típico julgamento forjado e Pilatos sabia disso (v.10).

Certamente, Pilatos já tinha ouvido falar de Jesus, pois Sua fama havia alcançado toda a circunscrição romana. Contudo, estar diante dEle foi uma experiência que ele jamais esqueceria. Assim como as demais autoridades romanas, mais do que o desprezo pelo povo judeu, era o desprezo de Pilatos pelos seus líderes religiosos. Ele não estava preocupado em agradar aqueles líderes que ele considerava a pior estirpe do povo, mas em “contentar a multidão” (v.15). Pilatos percebeu que se a condenação não viesse por suas mãos, a multidão mesmo o faria.

Sabendo o que lhe custaria o sacrifício de Cristo, Satanás incitou cada acusador e cada agressor da pior maneira possível. Entregue aos soldados, o Filho de Deus passou por momentos de tortura e humilhação. Aquele que desfrutava da adoração dos anjos no palácio do Céu, Se entregou à agressão humana no palácio cativeiro. Praticamente sem forças, foi obrigado a carregar o Seu instrumento de morte. E perante a turba enfurecida que acompanhava o desfile da morte, a Sua resposta era a sabedoria do silêncio. Caído pelo desgaste físico e emocional, um homem foi obrigado a carregar a Sua cruz.

Do lugar celeste ao “Lugar da Caveira” (v.22). De Rei dos reis a “Rei dos Judeus” (v.26). Da companhia dos santos anjos à companhia de “malfeitores” (v.28). O mais assombroso contraste podia ser visto na cruz. Mas “os que iam passando” (v.29), bem como “os principais sacerdotes com os escribas” (v.31), escarnecendo de Jesus, foram as testemunhas oculares mais estúpidas de toda a história. Testemunhas que jamais poderiam relatar os acontecimentos daquele fatídico dia com a precisão, a veracidade e a riqueza de detalhes contidos nos evangelhos. Em nossas mãos temos o privilégio de, pelo poder do Espírito Santo, sermos atraídos a Cristo através de Sua Palavra e de entender o Calvário melhor do que os que lá estavam.

Pela primeira e única vez em toda a eternidade, Jesus sentiu a separação do Pai. Aquele que é Um com Deus, clamava não por causa da dor física, mas da dor da separação. Ele carregou sobre Si os pecados de toda a humanidade e o Seu brado final “Está consumado” (Jo 19:30) fez estremecer toda a hoste maligna. A maior missão de todos os tempos foi cumprida para que o maior dos eventos que este mundo já testemunhou pudesse acontecer.

Hoje, somos testemunhas oculares dos últimos momentos deste planeta caótico. Mas a decisão de sermos testemunhas fiéis é minha e é sua. Atravessando séculos de indiferença e tempos de descaso e até de tentativas frustradas de destruí-la, a Bíblia chegou até a nossa geração com o fim de não apenas relatar acontecimentos passados, mas de abrir os nossos olhos para um futuro bem próximo. Pois assim como o brado da cruz, Cristo está prestes a novamente declarar: “Feito está!” (Ap 16:17). Você está pronto(a) para este momento? O Grande Dia de Jesus se aproxima, quando “todo olho O verá” (Ap 1:7) e haverá apenas dois grupos de testemunhas: o de Apocalipse 6:15-16 e o de Apocalipse 12:17. De que grupo de testemunhas você está se preparando para fazer parte?

Bom dia, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Marcos15
#RPSP



MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
9 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

1. Conselho. O Sinédrio. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Um, chamado Barrabás. O grego indica que ele tinha outro nome. Alguns manuscritos de Mt 27.16ss revelam que esse nome era “Jesus”. A omissão do nome “Jesus”explica-se pela reverência à Cristo. Bíblia Shedd.

tumulto mencionado em Marcos não é documentado em outras fontes, mas, ao que parece, foi bem conhecido na Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.

15. Querendo contentar a multidão. Era mais do que um simples desejo de Pilatos; ele estava ansioso de agradar o povo, se possível, para que as descontroladas paixões da turba não desencadeassem uma revolta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 719.

21. Simão. Possivelmente Simão é o Níger (“negro”), o mesmo de Cirene (norte da África) de At 13:1. Bíblia Shedd.

23. mirra. Especiaria do deserto da Arábia, que, misturada ao vinho, era usada para aliviar a dor. Bíblia de Estudo Andrews.

24. crucificaram. O mais extremo método de execução dos romanos, reservado para os piores criminosos, como os revolucionários. A vítima era açoitada com um chicote feito de tiras de couro, em cujas extremidades prendiam pedaços de ossos e de chumbo. O condenado tinha de carregar uma viga da própria cruz, que pesava de 14 a 18 quilos. A vergonha (que incluía ser pendurado nu na cruz) era enorme, e a dor física, excruciante. Pesados pregos de ferro perfuravam o punho e os ossos do tornozelo. Era difícil respirar, o coração tinha problemas para bombear o sangue e, muitas vezes, a vítima tinha febre. A morte vinha lentamente, demorando, às vezes, de dois a três dias. Bíblia de Estudo Andrews.

25. hora terceira. Nove da manhã. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Acusação. O motivo oficial da morte de Jesus foi Ele se ter feito Messias, i.e., segundo os judeus era pretendente o trono da Judeia. Bíblia Shedd.

31. Salvou os outros. Naquele momento, não pôde salvar-se porque não queria desistir de Sua missão expiatória que abriria uma fonte de salvação para os pecadores (Zc 13:1; Mc 10:45; Rm 5:8). Bíblia Shedd.

33. hora sexta …. hora nona. Meio-dia e três da tarde. Bíblia de Estudo Andrews.

34. Eloí… Citado de Sl 22.1 no aramaico. Ainda que sej paradoxal, reconhecemos que Jesus se identificou com nossos pecados (cf 2Co 5.21; Gl 3.13), de modo que Cristo sofreu, por nós, a inevitável separação entre Deus e o pecado. Bíblia Shedd.

35. Elias. Tradicionalmente, o judeu pedia socorro a Elias porque ele foi levado à presença de Deus. Bíblia Shedd.

37. Grande brado. De Jo 19.30, sabemos que Jesus bradou uma palavra (assim é, no grego) “consumado”. Foi o grito de triunfo. Bíblia Shedd.

38. Véu do santuário. Era o véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (cf b 6:19; 9:3; 20.20). Bíblia Shedd.

39. Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. Este é o ápice da narrativa de Marcos. Pela primeira vez no evangelho, alguém – além de Jesus – e ainda mais um gentio – o identificou corretamente como o Filho de Deus, conforme anunciado aos leitores desde o início (1:1). Bíblia de Estudo Andrews.

40. Salomé. Uma comparação com Mateus 27:56 indica que Salomé era, possivelmente, a mãe de Tiago e João, filhos de Zebedeu. CBASD, vol. 5, p. 720.

42. dia da preparação. Sexta-feira era o dia ordenado por Deus para o povo se preparar para o sábado (ver Êx. 16:22-26). Bíblia de Estudo Andrews.

43. É possível que as informações sobre o processo que abriram contra Jesus, no Sinédrio, chegaram até Marcos por intermédio de José.

44. Admirou-se. Normalmente, demorava muito mais para morrer. Bíblia Shedd.

47. Observaram. No texto grego, isto significa que as mulheres observavam atentamente o sepultamento de Jesus, fazendo planos para embalsamar Seu corpo depois que as horas sagradas do sábado tivessem passado (ver Lc 23:55-24:1). CBASD, vol. 5, p. 72o.



MARCOS 14 by Jeferson Quimelli
8 de março de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/marcos/mc-capitulo-14/

Comentário devocional:

No Getsêmani, o quase insuportável peso do pecado tornou-se tão pesado que Jesus não conseguia enxergar vida além da morte no Calvário. Que pensamentos terríveis devem ter passado por Sua mente! Como: “O pecado é tão ofensivo a meu Pai a ponto de Nos separar para sempre?” Sua alma estremece diante de tal pensamento. Nunca, desde os tempos eternos, a Divindade havia experimentado um momento de separação entre Eles, até este instante.

Pai, “Afasta de mim este cálice” (v. 36); Pai, “Afasta de mim este cálice” (v. 39). Qual cálice? O cálice da separação do Pai. Você consegue, em sua imaginação, ouvir as palavras que saem de Sua trêmula boca? “Pai, por favor, eu estou com muito medo. Não posso suportar o pensamento de estar separado de Ti para sempre. Mas eu amo a humanidade, minha família terrena, de tal maneira que estou disposto a desistir de ser Deus, se necessário, a fim de salvá-los. Eu escolhi correr o risco da morte eterna a perder um só ser humano. Pai, “Que a Tua vontade seja feita!”

Você já descobriu o quão incrivelmente especial você é para Deus, a ponto de fazer tão profundo sacrifício em teu benefício?

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1217
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados08-03-2018.mp3