Reavivados por Sua Palavra


Lucas 20 by Jobson Santos
30 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-20/

Comentário devocional:

Neste capítulo, homens de alta posição e conhecimento vêm até Jesus (vv 1, 27). Eles O observam, fazem-Lhe perguntas e ouvem o que Ele tem a dizer (vv 20-22, 27-33). Mas o seu objetivo não é aprender com Ele; eles querem enredá-lo em Suas respostas na frente de uma grande multidão. E não se envergonham de fazer isso.

Contudo, no final do dia, quais são os resultados? Eles são abençoados? Seus corações são tocados e transformados pelo incomparável amor do Salvador e por Suas respostas sábias e atenciosas? Não! Jesus disse: “Esses homens serão punidos com maior rigor!” (v 47 NVI).

Por quê? Porque sua motivação estava equivocada. Eles se aproximaram de Jesus, para encontrar alguma falha nEle, para condená-Lo. A motivação deles era a morte de Jesus! Ele representava uma ameaça ao estilo de vida deles; por isso Ele tinha que morrer.

Qual é o seu estilo de vida? Você pode continuar vivendo desse modo na presença de Jesus? Qual é a nossa motivação ao irmos até Ele, hoje, lermos a Sua Palavra e lhe fazermos perguntas? Queremos corrigir e envergonhar a Jesus? Ou com corações humildes desejamos ser mudados e clamamos: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador!”? (Lc 18:13 NVI).

Lynn Carpenter
Enfermeira Missionária aposentada
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1239
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/04
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados30-03-2018.mp3



LUCAS 20 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de março de 2018, 0:30
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“Então, Jesus lhes replicou: Pois nem Eu vos digo com que autoridade faço estas coisas” (v.8).


Ensinar e evangelizar eram as duas principais ocupações de Jesus. E doutrinar um povo cujas raízes estavam firmes em tradições não era tarefa fácil. Jesus era constantemente arguido pelos líderes judeus, que O tentavam com perguntas cheias de malícia. Mas a réplica de Cristo no versículo acima descreve a triste condição espiritual daqueles que não O conhecem: não Lhe reconhecem a voz.

Israel teve a oportunidade de ser neste mundo luz em meio às trevas espirituais. De promover o evangelho da salvação em Cristo, alcançando os quatro cantos deste planeta. Mas, sorrateiramente, deu as costas ao Senhor ao rejeitar os apelos do Espírito Santo, maltratando e ignorando os profetas, um após o outro. Uma religião orgulhosa e ritualística tomou o lugar da “religião pura e sem mácula” (Tg 1:27), tornando a maioria insensível à essência do verdadeiro evangelho do reino.

Como uma vinha bem plantada, Jerusalém tinha tudo para ser a capital da verdade. Entretanto, seus “lavradores” (v.9) se acharam no direito de agir conforme a vontade de seus obstinados corações. Como iriam dar ouvidos às mensagens proféticas se negavam a ouvi-las? Como reconheceriam a Jesus e aceitariam as Suas palavras se mantinham seus olhos cerrados na escuridão de sua dura cerviz? E ao ouvirem do destino final de sua apostasia, disseram: “Tal não aconteça!” (v.16).

Amados, a realidade de Israel infelizmente não ficou no passado. Temos hoje uma grande parcela do mundo afirmando ser cristã, enquanto faz de Cristo um “gênio da lâmpada”. Querendo apenas ouvir o que é agradável, faz da Bíblia um livro de autoajuda e não a Palavra de Deus. E quando é proferida alguma palavra de advertência, esta é considerada dura demais de ser ouvida, cauterizando ainda mais o coração e, em uma versão atualizada do que disseram os líderes judeus, a exclamação é: “Deus me livre!

Ser cristão não é ser um “pacote” de tradições, mas um depósito da verdade. Se fingir de justo (v.20) pode até enganar a homens, mas jamais poderá enganar Aquele que sonda os corações. Jesus ensinou “o caminho de Deus segundo a verdade” (v.21) e Ele mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). Jesus é a verdade (Jo 14:6). A Sua Palavra é a verdade (Jo 17:17). Porque é a respeito dEle que a Palavra testifica (Jo 5:39). Liberdade, portanto, não é viver conforme a minha própria vontade. Isso é escravidão. Liberdade é experimentar Jesus Cristo, a verdade que liberta! É apreciar a Sua Palavra tal qual ela é e aceitá-la como oráculo de Deus para minha vida.

Um dia, Jesus irá olhar para os lavradores infiéis de todos os tempos e terá de dizer: “Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25:41). E dizer “Tal não aconteça!”, ou “Deus me livre!”, de nada vai adiantar. Mas, “os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos” (v.35), ouvirão o terno convite de Jesus: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34). “Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição” (v.36).

Guardai-vos” (v.46), pois, de exercer justiça própria. Mas que nossa vida seja simplesmente a manifestação de quem foi salvo pela justiça de Cristo. Eis a verdade que liberta!

Bom dia, libertos pela verdade!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas20
#RPSP



LUCAS 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
30 de março de 2018, 0:30
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LUCAS 20 – A incredulidade é obstáculo ao reavivamento. A falta de fé é o grande empecilho para muitos alcançarem o elevado padrão que Cristo espera dos pecadores.
 
O capítulo em questão revela-nos importantes pontos que devem ser estudados com incessante oração:
 
• As autoridades eclesiásticas da igreja instituída por Deus questionaram a autoridade de Cristo, o enviado de Deus (vs. 1-8).
• O enviado de Deus intentou mostrar o quanto Seus críticos estão absurda e absolutamente equivocados. Sendo mestre em psicologia por conhecer como ninguém o ser humano, Jesus usou retoricamente a parábola dos lavradores maus (vs. 9-18).
• As autoridades judaicas, incomodadas com o contundente ensino de Jesus escancarando seus erros, intentaram matá-lO, como profetizado na parábola acima; porém, temendo ao povo, apenas O atacaram verbal e intelectualmente com respeito à questão de economia e política. Contudo, eles não contavam com a sabedoria excepcional de Cristo (vs. 19-26).
• Unindo-se aos fariseus no ataque ao Messias, os saduceus criaram uma questão complexa baseando-se na revelação jurídica sobre o levirato escrita em Deuteronômio 25:5, intentando mostrar falta de lógica na doutrina da ressurreição (vs. 27-40).
• Jesus utilizou da mesma arma dos Seus opositores para destruí-los: Fez uma pergunta (vs. 41-44); depois, os censurou, visando alertar o povo dos perigosos ensinos deles (vs. 45-47).
 
Observações:
 
No versículo 17 Jesus “confirmou a profecia citando Salmos 118:22. Os construtores judaicos tinham rejeitado a Cristo, a pedra. Eles não tinham lugar nos seus planos para ele. Mas Deus estava determinado que Ele teria o lugar de preeminência, fazendo dEle a principal pedra angular, uma pedra indispensável, e no lugar de maior honra” (William MacDonald).
 
Mais à frente, citando novamente as Escrituras Sagradas (Salmo 110), Jesus escancarou a incredulidade dos seus críticos.
 
• Quem não acredita na Palavra de Deus apega-se a qualquer crença esdrúxula.
 
Guilherme Miller, grande avivalista da doutrina do advento de Cristo, observou que, “as portas me tem sido abertas para proclamar a doutrina da segunda vinda de Cristo em quase todas as denominações… Em todos os lugares onde estive, os que mais prontamente receberam as verdades apresentadas são os mais piedosos, dedicados e ativos membros das igrejas, enquanto professores mundanos, fariseus, fanáticos, orgulhosos, arrogantes e egoístas zombam e ridicularizam a doutrina da segunda vinda de Cristo”.
 
Fora incredulidade! Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.


LUCAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
30 de março de 2018, 0:20
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Palavras: 665

Todos os acontecimentos de 20.1-21.36 ocorreram na terça-feira da Semana da Paixão – um longo dia de controvérsia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 estando Jesus a ensinar o povo no templo e a evangelizar. Jesus estava trazendo as boas novas de Deus e, ao mesmo tempo, seus inimigos estavam conspirando contra Ele. Bíblia de Genebra.

principais sacerdotesescribasanciãos. Parece ser uma delegação do Sinédrio. Bíblia de Genebra.

2 com que autoridade fazes estas coisas? Especialmente a purificação do templo (19.45ss), que era um desafio violento às autoridades judaicas. Só o Messias teria tal autoridade, mas é impossível reconhecer a autoridade divina, se não estivermos dispostos a nos submetermos a ela.Bíblia Shedd.

5-6 Notar que eles não estavam preocupados com a verdade, mas com as consequências de suas possíveis respostas. Bíblia de Genebra.

16 Tal não aconteça! Ou seja, “nem pense nisso!”. Esta forte exclamação foi proferida quando os fariseus reconheceram na parábola um retrato do próprio destino (ver PJ, 295). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 948.

O povo reconhece as implicações da parábola e rejeita a possibilidade de que Deus, o proprietário da vinha, os destruiria. Andrews Study Bible.

17 A pedra que os construtores rejeitaram. O Salmo 118 foi cantado ao se completarem os muros de Jerusalém em 444 a.C. O v 22 desse salmo citado aqui referia à volta de Israel à Palestina e seu restabelecimento como nação. Bíblia Shedd.

principal pedra. O judaísmo esperava uma renovação gloriosa do templo, nos dias do Messias. 1Pe 2.4-9 mostra que esta esperança se cumpriu na edificação espiritual do templo que é a Igreja, o Corpo de Cristo (cf Jo 2.19-22; Ef 2.20-22). Bíblia Shedd.

22 é lícito? Isto significa”está de acordo com a lei de Deus?” Bíblia de Genebra.

24 Jesus … tornou claro que há deveres próprios para com Deus, mas também deveres para com o estado. Bíblia de Genebra.

25 Dai. Gr apodote, “pagai de volta”. Não é somente lícito, mas também um dever. Bíblia Shedd.

27 saduceus. Lucas menciona os saduceus somente aqui. Nenhum dos escritos deles permaneceu, por isso só os conhecemos através de seus oponentes. Eles eram conservadores e aristocratas e contavam os sumos sacerdotes entre os de sua classe. Rejeitavam a tradição oral dos fariseus e não encontravam base para a doutrina da ressurreição no Pentateuco [cinco livros de Moisés, a Torá]. Bíblia de Genebra.

34-36 Os saduceus achavam que se houvesse uma vida após a morte, seria algo semelhante a uma repetição desta vida. Jesus nega isto. O casamento é uma parte essencial desta vida, mas não da vida futura; portanto, a pergunta dos saduceus era inválida. Bíblia de Genebra.

35 O casamento, como nós conhecemos, será substituído por algo melhor, o que ainda não sabemos. Andrews Study Bible.

34 filhos deste mundo. Lit “século”, significa aqueles que, como os saduceus materialistas, adotam este mundo como seu alvo e exemplo. Bíblia Shedd.

36 filhos da ressurreição. …indica simplesmente os que ressuscitaram dos mortos. Eles receberam vida novamente pelo mesmo poder que lhes dera vida a princípio. Todo seu ser foi reconstituído para a vida em um mundo novo. CBASD, vol. 5, p. 949.

37 no trecho referente à sarça (Êx 3.2). Antes da divisão em capítulos e versículos, as passagens nas Escrituras eram mencionadas por seu conteúdo. Bíblia de Genebra.

As divisões em capítulos foram feitas em 1244 d.C. e em versículos entre os séculos VI e X. Bíblia Shedd.

39 alguns dos escribas respondeste bem! Na sua grande maioria eram fariseus, os quais aceitavam a ressurreição (At 23.6-8), e portanto aprovaram a resposta de Jesus. Bíblia Shedd.

44 Na ordem patriarcal, o mais velho não podia honrar o mais novo assim. É uma referência à preexistência e deidade de Cristo, o Messias (cf Mt 22.41ss; Mc 12.35ssn). Sendo eterno, Ele é antes de Davi, como também de Abraão (cf Jo 8.58). Bíblia Shedd.

A inevitável resposta é que o Cristo [Messias] é mais do que somente um filho de Davi. Jesus, portanto, responde indiretamente à pergunta: “Com que autoridade fazes estas coisas?”. Andrews Study Bible.

45 Ouvindo-O todo o povo. Em outras palavras, enquanto os escribas e fariseus estavam ouvindo Jesus. CBASD, vol. 5, p. 949.




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