Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 18 by jquimelli
28 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-18/

Comentário devocional:

Alguma vez você já se perguntou: “Por que eu tenho que continuar pedindo a Deus a fim de que minhas orações sejam respondidas?” Como Jacó lutando com o anjo, nós nos preocupamos: “Devo persistir até eu prevalecer?” Jesus está dizendo que os persistentes apelos da viúva para o juiz injusto é um modelo para a nossa vida de oração?

Felizmente, Jesus fornece uma melhor interpretação: “E o Senhor continuou: Ouçam o que diz o juiz injusto” (v 6 NVI). Jesus está nos dizendo para contrastar, em vez de comparar, o juiz injusto com Deus. Deus se preocupa conosco. Todo o plano de salvação é o plano de Deus para nos resgatar do verdadeiro juiz injusto, Satanás. Jesus conclui: “Eu lhes digo: Ele [Deus] lhes fará justiça, e depressa” (Lucas 18:8a NVI). Jesus está nos dizendo para perseverarmos na oração, não implorar desesperadamente tentando chamar a atenção de Deus.

Jesus está nos chamando a perseverar na oração a fim de que não percamos a fé na promessa de Sua Segunda Vinda. Oração persistente e perseverante, oração que não desiste, é a única maneira de manter a nossa fé no breve retorno de Jesus.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor de Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1237
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/02
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados28-03-2018.mp3



LUCAS 18 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
28 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
28 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 18 – Vamos ler a Bíblia? Até quando preservaremos nossa indiferença?

• Lucas apresenta dois princípios que devem reger a oração segundo os ensinamentos de Jesus: “As duas parábolas de 18.1-14 se relacionam estreitamente. A oração deve ser tanto com perseverança (18.1-8) quanto com humildade (18.9-14)” (Hernandes Dias Lopes).

• Ainda precisamos aprender as antigas lições de Jesus sobre crianças (vs. 15-17). Primeiramente, o valor delas: “Há muitos pais, em geral, que relegam as crianças a um segundo plano, a exemplo do que fizeram os apóstolos, quando as crianças se aproximaram de Jesus. E as relegam a um segundo plano em todos os aspectos da vida, notadamente na orientação cristã”. Segundo, ser como elas: “Obviamente, Jesus não quis que os adultos se infantilizassem, mas que sua atitude para com Deus fosse de docilidade, simplicidade e confiança, como agem as crianças” (Érico Tadeu Xavier).

• Ir a Jesus sem segui-lO nos fará sair de Sua presença pior do que entramos (vs. 18-23). “É possível que o jovem rico e influente seja o único homem dos Evangelhos a colocar-se aos pés de Jesus e, depois, partir numa situação pior do que quando havia chegado… Apesar de ter buscado a Pessoa certa, de ter feito a pergunta certa e de ter recebido a resposta certa, tomou a decisão errada” (Warren Wiersbe).

• Após o episódio do jovem rico Jesus reitera o tema das riquezas (vs. 24-30). “Você sabia que Jesus falou mais a respeito de posses materiais, uso do tempo e talento que qualquer outro assunto? Você sabia que das 38 parábolas de Jesus, 19 dizem respeito à maneira como utilizarmos nosso dinheiro, propriedade, tempo e habilidades? Um versículo em cada cinco no Novo Testamento se relaciona em dar e receber. Você sabia que mais de 1.000 passagens bíblicas tratam de prosperidade pessoal e uso de bens? E ainda que há cerca de 1.560 versículos que tratam de contribuição e doação?… Por que tanta informação sobre dinheiro na Bíblia?… Na verdade, o dinheiro fala quem somos, fala de nossa motivação, revela nosso caráter, revela o que de fato é importante para nós” (Leandro Tarrataca).

• Jesus terminou falando de Seu sacrifício; depois curou a um pobre cego de Jericó (vs. 31-43).

Amigos, clamemos pela cura da cegueira espiritual! Precisamos, você não acha?– Heber Toth Armí.



LUCAS 18 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de março de 2018, 0:30
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“Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam noite e dia, embora pareça demorado em defendê-los?” (v.7).


O “dever de orar sempre e nunca esmorecer” (v.1), é retratado na parábola do juiz iníquo. Sem o temor do Senhor e sem respeito por “homem algum” (v.2), aquele juiz desempenhava a sua função no rigor de suas próprias vontades. Em sua estupidez e parcialidade, não fazia caso da viúva que insistentemente requeria a sua intervenção. Mas apesar de suas constantes negativas, aquela mulher provou que a sua perseverança era maior, conseguindo, enfim, o que por tanto tempo pleiteou.

Aquele juiz não pode ser jamais uma representação de Deus, e sim da corrupção humana. Se a insistência pode mover uma autoridade iníqua a atender ao pedido de uma desamparada, quanto mais o Pai não atenderá ao pedido dos Seus filhinhos que a Ele “clamam dia e noite” (v.7)! E embora pareça que demore, “depressa lhes fará justiça” (v.8). A oração, bem como o diligente exame das Escrituras, vivifica a alma e a fortalece na certeza de que o que não se pode ver agora certamente há de se materializar. E a pergunta tão oportuna em nossos dias é: “Contudo, quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na terra?” (v.8).

De acordo com Hebreus 11:1, “a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não veem”. Em suma: é crer para ver. É a plena confiança de que “vai cumprir-se tudo quanto está escrito” (v.31). Não podemos, porém, confundir fé com presunção. O contraste entre a oração do fariseu e a oração do publicano revela essa diferença. Confiar em si mesmo, por se considerar justo, desprezando os outros, é uma ofensa aos olhos de Deus e tem sido uma atitude mais comum do que possamos imaginar. Quantas vezes você e eu não olhamos para a miséria humana e pensamos, até de forma inconsciente, estar em mais privilegiada condição? Como o jovem rico, depositamos nossa confiança em uma vida financeira estável ou, à semelhança do fariseu, em obras religiosas, quando podemos estar tão cegos quanto o cego “à beira do caminho” (v.35).

Por vezes, Jesus advertiu Seus discípulos acerca do que iria Lhe suceder. E mais claro do que Ele descreveu em detalhes no capítulo de hoje, só desenhando. “Eles, porém, nada compreenderam… não percebiam o que Ele dizia” (v.34). A noção que tinham a respeito da salvação era toda baseada no regime das tradições e não na verdade imutável do amor incondicional de Deus. Mas em cada fariseu obstinado e em cada pecador transformado, as escamas dos olhos do grupo apostólico caíam, desvendando-lhes o mais sublime cenário: a vida de Jesus.

Um “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn 12:1) está no limiar de acontecer, e ouso dizer que já tem dado os seus primeiros sinais. E só estará pronto para enfrentá-lo aquele que, como Jacó, persistir em lutar em oração. Enquanto lutava com o próprio Senhor, clamava pelo perdão divino e reclamava a promessa de Deus de que tudo acabaria bem. Relatando este episódio, Ellen White escreveu:

Jacó prevaleceu porque foi perseverante e resoluto. Sua experiência testifica do poder da oração insistente. É agora que devemos aprender esta lição de oração que prevalece, de uma fé que não cede. As maiores vitórias da igreja de Cristo, ou do cristão em particular, não são as que são ganhas pelo talento ou educação, pela riqueza ou favor dos homens. São as vitórias ganhas na sala de audiência de Deus, quando uma fé cheia de ardor e agonia lança mão do braço forte da oração” (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 139).

Oremos amados! Oremos como nunca oramos antes! E como Jacó, clamemos: “Não Te deixarei ir, se me não abençoares” (Gn 32:26).

Bom dia, homens e mulheres de oração!

Desafio do dia: Compartilhe conosco um pedido especial de oração e escolha um pedido aqui dos comentários para orar por ele ao longo do dia. Vamos formar um exército de oração!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas18
#RPSP



LUCAS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
28 de março de 2018, 0:20
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palavras: 1566

1-8 Disse-lhes Jesus uma parábola. A data devia ser março de 31 d.C., pouco depois da ressurreição de Lázaro … e algumas semanas antes da última Páscoa. E o local devia ser alguma parte da Pereia. CBASD – Comentários Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 930.

Como 16.1-8, esta é uma parábola de contraste. Se um juiz que não teme a Deus (ou ao homem) pode ser levado a vingar uma viúva importuna, quanto mais o Justo Juiz do universo (cf Tg 4.12). No contexto, os crentes perseguidos são encorajados a orar confiantes em Deus, durante o intervalo que há entre a ascensão e a segunda vinda de Cristo. Bíblia Shedd.

 3 viúva. No AT representa (com os órfãos) os desamparados e destituídos de todos os recursos (Sl 68.5; Lm 1.1). Bíblia Shedd.

5 molestar-me. Literalmente, “dar-me um olho preto [roxo]” (Jesus conta a estória com humor). Andrews Study Bible.

7 Se mesmo um juiz injusto (v. 6) fará aquilo que é direito, quanto mais Deus? Bíblia de Genebra.

8 depressa. Isto é, no tempo de Deus (2Pe 3.8) e não segundo o nosso [Sem demora = com certeza, cf. Ap. 22:20]. Bíblia de Genebra.

9 Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos. Embora eles não sejam mencionados diretamente, fica claro que Jesus estava pensando nos fariseus. CBASD, vol. 5, p. 932.
por se considerarem justos. Isto é, segundo os próprios padrões de justiça, que os fariseus, de modo geral, colocavam em prática meticulosamente, ou pelo menos fingiam fazê-lo. O padrão farisaico de justiça consistia na observância estrita das leis de Moisés e da tradição rabínica. Em essência, era a justificação pelas obras. O conceito farisaico e legalista de justiça operava com base na premissa de que a salvação deve ser merecida por meio da observância de determinado padrão de conduta. Esses líderes davam pouca ou nenhuma atenção à devoção necessária a Deus e à transformação dos motivos e objetivos da vida do ser humano. os fariseus enfatizavam a letra da lei, ignorando seu espírito. CBASD, vol. 5, p. 932, 933.
 
desprezavam. Aqueles que se consideram modelos de virtude costumam olhar para as outras pessoas com desprezo. CBASD, vol. 5, p. 933.
10 Dois homens. Um deles se considerava santo e subiu com o propósito de se engrandecer diante de Deus e dos semelhantes. O outro olhava para si como um pecador e subiu para confessar suas faltas ao Senhor, clamar por misericórdia e obter perdão. CBASD, vol. 5, p. 933.
subiram ao templo. A palavra deve ser usada em referência à subida das regiões mais baixas da cidade até o monte Moriá [do templo]. CBASD, vol. 5, p. 933.
um, fariseu. Ser fariseu era o mais elevado ideal judaico de piedade na época. CBASD, vol. 5, p. 933.
outro, publicano. Em contrapartida, o publicano representava o nível mais baixo da escala social judaica. CBASD, vol. 5, p. 933.
11 de si para si mesmo. Ou seja, de maneira inaudível, talvez mexendo os lábios ou sussurrando. Aparentemente, o fariseu estava se dirigindo a si mesmo, não a Deus.
Ó Deus, graças Te dou. Sem dúvida, o que ele queria dizer seria: “Senhor, Tu deves ser grato por ter uma pessoa como eu entre aqueles que vêm Te adorar. Sou bem superior ao povo comum. … O povo comum ficava muito distante de seu exaltado padrão de justiça própria. CBASD, vol. 5, p. 933, 934.
nem ainda como este publicano. Quando os olhos do fariseu detectaram a presença daquele vigarista da sociedade, orou dizendo mais ou menos assim: “Senhor, é deste tipo que estou falando, aquele detestável cobrador de impostos. Alegro-me por não sr como ele.” CBASD, vol. 5, p. 934.
12 jejuo duas vezes por semana. O jejum não era ordenado na lei mosaica, a não ser o jejum do Dia da Expiação. Os fariseus, no entanto, também jejuavam nas segundas e nas quintas-feiras (v. 5.33; Mt 6.16; 9.14; Mc 2.18; At 27.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.
De acordo com a teologia dos fariseus, um crédito suficiente de atos supostamente meritórios cancelava a dívida de atos de maldade. CBASD, vol. 5, p. 934.

13 não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu. Olhar para cima era costume quando se fazia oração, mas este homem estava muito consciente de sua indignidade para fazer isto. Ele simplesmente pediu por misericórdia, reconhecendo o seu pecado. Bíblia de Genebra.

batia no peito. Literalmente, “continuava a bater no peito”. As ações do cobrador de impostos evidenciam a sinceridade de suas palavras e constituem uma expressão vívida de seu senso de indignidade. ele se sentia indigno até mesmo de orar. Mas a consciência de sua necessidade o impelia a fazê-lo. CBASD, vol. 5, p. 935.

tem misericórdia de mim (NVI). O publicano não defende suas boas obras, mas, sim, recorre à misericórdia de Deus para lhe perdoar os pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

pecador. A consciência da própria necessidade é a primeira condição para ser aceito por Deus, numa percepção de que, sem Sua misericórdia, estaríamos completamente perdidos (ver PJ, 158). Em contraste com o fariseu, sem dúvida, o publicano pensou em muitos vícios e sabia que já os praticara todos; pensou nas virtudes e reconheceu que não possuía nenhuma delas. Assim como o apóstolo Paulo, ele sabia que era pecador (ver 1Tm 1:15) e necessitava da graça divina. … O publicano fala como se não existissem outros pecadores e ele fosse o único. Assim como o fariseu, ele se coloca numa classe totalmente separada. Não era virtuoso como as outras pessoas; era um pecador. O fariseu se considerava muito acima dos “demais homens” (Lc 18:11); o publicano se considerava muito abaixo dos outros. CBASD, vol. 5, p. 935.
14 este desceu justificado para sua casa, e não aquele. Isto é, por Deus (Rm 1.17n; 5.1). O fariseu, justificando-se a si mesmo, rejeita a justiça gratuita de Deus (cf Rm 3.20). Bíblia Shedd.
O fariseu confiou nos seus próprios méritos, não tendo descoberto que nenhuma justiça humana é suficiente diante de um Deus que exige perfeição (Mt 5.48). O publicano confiou na graça de Deus e a encontrou. Bíblia de Genebra.
O publicano sabia que era pecador (ver v. 13) e essa percepção abria caminho para que Deus o declarasse “sem pecado” – um pecador justificado pela misericórdia divina. … Era a atitude dos dois homens em relação a sia próprios e ao Senhor que fazia a diferença. CBASD, vol. 5, p. 935.
exalta. O problema do orgulho em oposição à humildade está no centro do grande conflitoCBASD, vol. 5, p. 935.
Lucas 18:14 encerra a “grande inserção” de Lucas, nome às vezes dado ao trecho de Lucas 9:51-18:14 (ver com. de Lc 9:51), pelo fato de os outros evangelhos não registrarem a maior parte dos eventos e ensinos desta seção. CBASD, vol. 5, p. 935.
17 pequeninosdos tais é o reino de Deus. Receber o reino requer: 1) Humildade, 2) Confiança, 3) proximidade e 4) Uma relação pessoal, como a da criança, que revela maior receptividade diante do amor de Cristo. Bíblia Shedd.
18 homem de posição. Uma expressão geral para significar alguém da classe superior. Bíblia de Genebra.
19 Bom Mestre. Esta não era uma forma comum de tratamento no Judaísmo; era mera bajulação. O homem presumiu que seus feitos lhe assegurariam a vida eterna. Bíblia de Genebra.
Por que me chamas bom? Isto é, “sabes o que dizes? Só aquele que reconhece quem Eu sou, pode chamar-Me bom sem ser hipócrita”. Bíblia Shedd.
22 vende tudo. Este desafio revelou que aquele homem não tinha realmente entendido os mandamentos. Quando ele se defrontou com a escolha, tornou-se claro que seus bens vinham antes de Deus. Bíblia de Genebra.
Jesus viu que este governante precisava, literalmente, abandonar todas as suas posses para ser completamente comprometido com Deus (ver 3:10; 19:8-9). Andrews Study Bible.

26 quem então pode ser salvo? (NKJV). Os ricos eram considerados ser especialmente favorecidos por Deus. Se eles não pudessem ser salvos, quem poderia? Andrews Study Bible.

27 Os impossíveis do homem são possíveis para Deus. Deus, apenas, é capaz de salvar. Andrews Study Bible.
30 no presente. Os seguidores de Jesus não precisam esperar até que cheguem “ao céu” para começar a receber Suas bênçãos, porque algumas podem ser recebidas mesmo agora. Andrews Study Bible.
34 Eles, porém, nada compreenderam acerca destas coisas [sobre vv 31-33, os sofrimentos e morte próximos]. Lucas reflete mais do que os outros sinóticos sobre a completa falha dos discípulos em compreender as tristes verdades que Jesus procurava revelar a eles. O motivo era que a mente deles estava cheia de conceitos equivocados quanto à natureza do reino que Cristo viera fundar. Parece que eles não tiravam da cabeça [melhor: “não admitiam”] qualquer coisa que não estivesse de acordo com suas ideias pré-concebidas sobre o assunto (ver DTN, 547, 548). CBASD, vol. 5, p. 936.
35 Ao aproximar-se Jesus de Jericó, um homem cego. Lucas dá a entender que Jesus estava entrando em Jericó, enquanto Mateus e Marcos dizem que o incidente ocorreu quando eles saíam de Jericó (Mt 20.30; Mc 10.46). Parece ter havido duas “Jericós” que distavam aproximadamente em 1,5 km uma da outra; as ruínas da cidade do Antigo Testamento, conquistada por Josué (Js 6), e a cidade construída por Herodes, o Grande. O encontro pode ter acontecido quando Jesus estava deixando a cidade antiga e entrando na nova. Bíblia de Genebra.
Mateus relata que dois cegos foram curados (ver nota em Mt 20.30). É provável que, pelo fato de um deles tomar a palavra e se destacar, Marcos e Lucas não mencionam o outro. Bíblia de Estudo NVI Vida.
43 todo o povo. Lucas acrescenta algo que Mateus e Marcos não mencionam: a reação dos que testemunharam o milagre. em contraste com os líderes judeus, que costumavam atribuir o poder de Jesus ao diabo (ver com. de Mt 12.24), o povo comum, cuja percepção não fora cegada pelo preconceito, creditava a Deus o poder de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 936.



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