Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 14 by jquimelli
24 de março de 2018, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-13/

Comentário devocional:

Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres para a saúde e integridade. Se o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus?

A verdade de que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações que dão vida. Podemos, por outro lado, descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.

Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar o poder de cura de Jesus para outros.

Douglas Jacobs, D.Min.
Professor do Ministério e Homilética
School of Religion, Southern Adventist University

 

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1233
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/12/29
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados24-03-2018.mp3



LUCAS 14 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
24 de março de 2018, 0:55
Filed under: Sem categoria



LUCAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by jquimelli
24 de março de 2018, 0:45
Filed under: Sem categoria

LUCAS 14 – Na existência do cristão, muitas coisas precisam ser consideradas. Muitos que se dizem fieis (crentes) o são apenas na teoria; na prática, não passam de pagãos disfarçados de cristãos.

Religião, para muitos, é mera ilusão. O engano, muitas vezes, fala mais alto do que a verdade. E, Jesus não quer ninguém iludido, por isso proferiu os ensinamentos desse capítulo:

1. Religiosos egoístas enxergam a Bíblia como lhes convém; os conceitos pré-formados servem para condenar aqueles que agem de forma altruísta diante do que é certo. É mais fácil curar um homem hidrópico do que religiosos míopes (vs. 1-6).

• Note que, para muitos, a santidade do sábado ainda não está clara.
• Existem, atualmente, pessoas que distorcem ou rejeitam o dia sagrado instituído por Deus.
• Muitos preferem ser cegos espirituais.

2. Egoístas e orgulhosos precisam aprender a submissão total ao Deus que oferece gratuitamente a salvação. Não é melhor ser o melhor, estar à frente, nos primeiros lugares; é melhor ser humilde. Não é melhor servir àqueles que retribuirão, mas àqueles que nada têm para recompensar (vs. 7-14).

3. O cristão que não dá prioridade às coisas celestiais revela que Deus não é tão importante quanto professa crer (vs. 15-24).

• Alguém disse que as piores desculpas são as verdadeiras.
• Apesar dos materialistas, negociadores e hedonistas desinteressados de Deus, Cristo manterá Sua grande festa universal. Somos seus convidados; como responderemos?
• Nossas desculpas são indesculpáveis diante do Soberano Juiz do Universo!

4. Após tais advertências, Jesus ensinou sobre o verdadeiro discipulado. Veja os princípios (vs. 25-35):

a) Ninguém deve ocupar o lugar mais importante de nossa vida, a não ser Jesus;
b) Nem a nossa vida deve ser considerada, se quisermos seguir verdadeiramente a Jesus;
c) Tomar a cruz antecede ao ato de seguir a Jesus (tomar a cruz significa morrer para o eu);
d) É preciso avaliar o preço do discipulado a fim de decidir a favor ou contra Cristo;
e) Quem não renuncia tudo quanto tem não pode ser discípulo de Cristo;
f) Sem assimilação na vida do que foi dito anteriormente, o discipulado é uma ilusão tanto quanto sal que não salga.

Hipocrisia é ser pagão parecendo ser cristão. Ser plenamente cristão é o que interessa realmente para Cristo.

Viveremos intensamente o discipulado? – Heber Toth Armí.



LUCAS 14 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Pois todo o que se exalta será humilhado; e o que se humilha será exaltado” (v.11).


Em qualquer lugar que Jesus fosse, era observado. Suas ações eram tão diferentes das atitudes dos líderes judeus que era praticamente impossível vê-Lo e não ser atraído a Ele. Mas o sábado era o dia em que Seus passos eram minuciosamente observados. Não curava a fim de afrontar os rabinos judeus, mas de ensinar-lhes o verdadeiro sentido da guarda do sétimo dia. O sábado deve ser o ápice do amor a Deus e ao próximo. Não é um dia de severidade e legalismo, mas de bênção e restauração.

Interessante observar como o mundo cristão enfatiza a bênção do casamento ilustrando o primeiro casal do Éden antes do pecado. Ali, Deus celebrou a primeira união entre um homem e uma mulher, e até hoje o casamento é considerado uma instituição estabelecida por Deus. Contudo, que dificuldade é fazer o homem lembrar-se da segunda instituição criada por Deus antes do pecado: o descanso semanal no sétimo dia. É tão difícil, que é o único mandamento do Decálogo em que o Senhor inicia dizendo: “Lembra-te” (Êx 20:8). Ele não precisou dizer: “Lembra-te de honrar teu pai e tua mãe” (Apesar de que hoje em dia deveria ser lembrado mesmo!), nem disse: “Lembra-te de não matar”. Mas Ele disse: Lembra-te do sábado porque é um dia santo. Eu o separei para que você descanse em Mim assim como Eu lhe dei o exemplo após os seis dias da criação do mundo.

Quando Jesus perguntou aos fariseus: “É ou não é lícito curar no sábado?” (v.3), era como se dissesse: Lembrem-se que o sábado é um dia de celebração e não de condenação; que é um dia altruísta e não egoísta (v.5). Jesus não transgrediu o quarto mandamento da Lei de Deus, pois Ele não pecou, já que o pecado “é a transgressão da Lei” (1Jo 3:4). Assim como o Pai descansou no sétimo dia a fim de nos dar exemplo, Jesus também nos deixou exemplo de como este dia santo deve ser um dia dedicado a Deus e a fazer o bem aos nossos semelhantes. Os líderes religiosos haviam transformado este dia em um fardo que nem eles mesmos conseguiam carregar.

Provavelmente, todo o contexto deste capítulo se deu num dia de sábado. E ainda naquele banquete, Jesus reparou “como os convidados escolhiam os primeiros lugares” (v.7). Ou seja, cada um desejava honra maior do que o outro, numa disputa insensata de prestígio pessoal. Estavam diante do Verbo (Jo 1:1), diante dAquele que fez o sábado por causa do homem (Mc 2:27), para que desfrutasse de um dia especial com o seu Criador. No entanto, o que lhes ocupava a mente era a exaltação própria. Enquanto roubavam para si a glória do Senhor, acusavam Jesus de ser um transgressor. Que insanidade!

Meus irmãos, corremos o sério risco de estarmos agindo da mesma forma sem nem nos darmos conta. De pensarmos que em breve estaremos comendo “pão no reino de Deus” (v.15), quando estamos rejeitando hoje o convite do Senhor do reino. Defendemos a guarda do sábado com unhas e dentes, vamos à igreja, vestimos nossa melhor roupa, realizamos um culto impecável e voltamos para casa para dormir (afinal, o sábado é um dia de descanso!), ou oferecemos almoços fartos, ou participamos de longas reuniões que nos fazem chegar ao final do sábado esgotados e precisando de um novo repouso.

De fato, temos vivido, na essência, as bênçãos sabáticas? Temos realmente seguido o exemplo do Senhor do sábado? Enquanto os fariseus observavam quem estava vestido adequadamente para o sábado, se havia a presença de alguém importante do povo, se havia algum “pecador” desobedecendo às suas tradições sabáticas, se o comportamento inadequado do irmão seria levado à comissão, Jesus observava se havia alguém que precisasse de cura, se algum coração afligido pela culpa necessitava de perdão, se a incoerência de alguns precisava ser advertida com brandura, se corações resistentes precisavam ser chamados novamente. Este foi o exemplo que Ele nos deixou. O sábado é um dia de renúncia do eu. É, portanto, a nossa oportunidade de vencer o egoísmo e de aprender de Cristo, para que iniciemos cada nova semana com um coração manso e humilde (Mt 11:29).

Um sábado polido de rituais não impressiona o coração de Deus, mas ao que se humilha indo à Sua presença mesmo que não faça parte da “lista de convidados” para os banquetes desta terra, encontra o olhar do amor, a mão da cura e o convite para o banquete original. Será o sábado como Jesus observou que servirá de sinal profético e prova final para o povo de Deus. E “bem-aventurado” (v.14) serás “se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs” (Is 58:13). Então, “a tua recompensa… tu a receberás na ressurreição dos justos” (v.14).

Feliz sábado, humildes de espírito!

Desafio do dia: Separe um momento de especial comunhão com o seu Criador e peça que o Espírito Santo te use neste dia como instrumento de salvação na vida de alguém.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas14
#RPSP



LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
24 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

Palavras: 677

1 ao entrar Elena casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.

1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores.Andrews Study Bible.

2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.

3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra.

7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.

11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.

exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.

12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”.CBASD, vol. 5, p. 890.

15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.

16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.

Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.

18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.

Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.

começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.

26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.

Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.

28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.

34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.




%d blogueiros gostam disto: