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Comentário devocional:
Na visão de Zacarias 2, o Senhor deu a garantia de que seu plano para Jerusalém de ser o grande centro de Sua obra redentora para o mundo ainda era possível. As 70 semanas de anos proféticos dadas para os Judeus cumprirem os propósitos de Deus (ver Daniel 9:24.) tinha apenas começado. Zacarias proclamou o convite divino ao seu povo que havia sido espalhado para que saíssem de Babilônia e retornassem a Jerusalém.
Diversas denominações ensinam que essa visão e outras que Zacarias teve devem ser cumpridas pelos Judeus na Palestina. Eles ignoram as palavras pronunciadas por Cristo quando chorou sobre Jerusalém, “Ah! Se conheceras por ti mesma, ainda hoje, o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos”. Ignoram também as declarações de julgamento de Cristo, quando disse: “Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas e apedrejas os que te foram enviados! Quantas vezes quis eu reunir os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo das asas, e vós não o quisestes! Eis que a vossa casa vos ficará deserta” “Portanto, vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo que lhe produza os respectivos frutos” (ver Lucas 19:42; Mateus 23:37, 38, ARA; 21:43, ARA).
“Os propósitos do Senhor para o seu povo tem sido sempre os mesmos. Ele deseja conceder aos filhos dos homens as riquezas de uma herança eterna. O seu reino é um reino eterno. Quando aqueles que optam por tornarem-se súditos obedientes do Altíssimo forem finalmente salvos no reino da glória, o propósito de Deus para a humanidade terá sido cumprido” (Ellen White, Bible Commentary, vol. 4, p. 1.177).
Este capítulo contém profecias belíssimas. “Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR. Naquele dia, muitas nações se ajuntarão ao SENHOR e serão o meu povo; habitarei no meio de ti, e saberás que o SENHOR dos Exércitos é quem me enviou a ti” (Zac. 2:10, 11, ARA). Estes versos se cumpriram quando Jesus viveu em meio a humanidade. A vinda de muitas nações para o Senhor se deu quando os discípulos levaram o conhecimento de Cristo aos gentios e estes aceitaram o evangelho. Contudo, essas profecias gloriosas encontrarão realização completa na Nova Jerusalém de Deus, quando pessoas de muitas nações habitarão na presença de Jesus.
Tomemos a firme decisão de pertencermos ao reino de Cristo e de cumprirmos a missão de pregar o evangelho que o Senhor nos deixou. Amém.
David Manzano
Pastor aposentado
Estados Unidos
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Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/zec/2 ou https://www.revivalandreformation.org/?id=1159
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/10/16
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Zacarias 2 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho e habitarei no meio de ti, diz o SENHOR” (v.10).
Dando continuidade à mensagem da segunda visão, a terceira visão de Zacarias revela o resultado daquela. Derrotados “os chifres” (Zc 1:19), isto é, os inimigos de Israel, a vitória seria tão grande que a cidade não necessitaria de muros, mas o Senhor mesmo lhe seria por “muro de fogo em redor e… no meio dela, a Sua glória” (v.5). Mas o toque de rebate deveria ser respeitado. Os filhos do Seu povo precisavam obedecer a ordem de sair de Babilônia: “Fugi, agora, da terra do Norte, diz o SENHOR” (v.6). O chamado era sério e urgente.
Mediante tamanha urgência, deveria todo o povo sair imediatamente daquela terra de exílio e dirigir-se à terra da liberdade. E ai de quem tocasse “na menina do Seu olho” (v.8). A promessa de proteção era para Israel um bálsamo diante de todo o sofrimento que havia passado devido a opressão de povos inimigos. Mas Deus vai além das expectativas de um povo que esperava a glória de um reino terrestre. Um vislumbre do celeste lhes é concedido e, muito acima de uma cidade com fortalezas, Deus promete um lugar de paz, onde Ele estabelecerá a “Sua santa morada” (v.13).
“Eis que venho” (v.10) é a promessa dAquele que também prometeu urgência: “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7). E o que fazemos ainda perdendo tempo e colocando a nossa salvação em risco comungando com os pecados da atual Babilônia? Muitos há que pensam que apenas provar das “finas iguarias” (Dn 1:8) do príncipe deste mundo não lhes tirará o direito de comer “da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus” (Ap 2:7), e se iludem com uma religião de aparências enquanto nutrem a alma com pecados que estão a ponto de converterem-se em pecado contra o Espírito Santo (Mt 12:32).
“Eh! Salva-te” (v.7) é um clamor que chega até nós como um eco persistente de um Deus que não desiste de ninguém. Quando o justo Juiz levantar-Se “da Sua santa morada” (v.13), até o céu ficará em silêncio (Ap 8:1). A Sua justiça virá para destruir “os que destroem a terra” (Ap 11:18) e para salvar aqueles que “venceram por causa do sangue do Cordeiro e por causa da palavra do testemunho que deram e, mesmo em face da morte, não amaram a própria vida” (Ap 12:11).
O tempo de angústia que diante de nós está é descrito pelo profeta Daniel como um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn 12:1). O cumprimento das profecias nos mostram que este tempo já está começando. E qual tem sido a nossa atitude? Estamos de fato e de verdade preparados para enfrentar a grande e última fúria do Maligno? Como Daniel e seus amigos, a nossa fé tem sido fortalecida no sentido de negar com firmeza tudo aquilo que não faz parte da “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12:2)?
Amados, enquanto não compreendermos o verdadeiro sentido da ordem “Sede santos, porque Eu sou santo” (1Pe 1:16), continuaremos depositando a nossa confiança em nossos trapos de imundícia (Is 64:6). A santidade é concedida por Deus como porções diárias e, gradativamente, crescentes. Ela não faz com que você e eu deixemos de ser pecadores, mas nos habilita a andar no Espírito e fugir das obras da carne (Gl 5:16). Todo aquele que, todos os dias, queda-se aos pés de Jesus a invocar-Lhe o nome, que faz de Sua Palavra a bússola de sua vida, recebe do Céu a aprovação de Deus e a promessa da salvação.
Quer você morar na santa morada do Altíssimo? “Fugi, agora” (v.6), das práticas abomináveis deste mundo! “Canta e exulta” (v.10) ao Deus da tua salvação! Porque eis que Ele vem sem demora para buscar um povo peculiar, que não se curvou diante do deus deste século; que não se conformou com os “tempos difíceis” e que fugiu da companhia dos escarnecedores (2Tm 3:1-5). Um povo cujos princípios de vida não podem ser confundidos com a impiedade deste mundo. Um povo que “é gente sábia e inteligente” (Dt 4:6) e que se mantém fiel “ainda que caiam os céus” (Ellen G. White).
Siga as orientações de Jesus em Mateus 6:6. Hoje, entra no teu quarto e fechada a porta, rasgue o seu coração diante do Senhor (Jl 2:13) e faça disto uma prática constante e diária. Daniel venceu fazendo isto “três vezes por dia” (Dn 6:10). Quão pouco é diante de todo o tempo de graça que nos é ofertado! Hoje, decida “firmemente” (Dn 1:8) buscar ao Senhor enquanto pode achá-Lo e invocar-Lhe o nome “enquanto está perto” (Is 55:6). “Salva-te” (v.7)!
Bom dia, salvos pela graça maravilhosa de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
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