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– #RPSP – #primeiroDeus
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“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti Me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (v.2).
A esperança apresentada pelo profeta não consistia em uma experiência de livramento para Israel apenas, mas no maior livramento de todos os tempos para todas as nações da Terra. Na cidade de Belém, nasceria Aquele cuja primeira vinda dividiu o tempo em antes e depois de Cristo, e garantiu com sangue inocente a salvação de “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16). Sendo constantemente assaltados pelas nações inimigas, os filhos de Israel acabaram canalizando suas esperanças em uma mera libertação terrena. Aguardavam o Messias que destruísse de uma vez por todas o poderio estrangeiro e perderam o privilégio de participar das alegrias que somente a verdadeira esperança pode proporcionar.
Jesus veio primeira vez exatamente como descrito pelos profetas. Tudo em Sua vida revelava o íntegro e fiel testemunho das Escrituras e o caráter dAquele que O enviou. Em uma família pobre e temente ao Senhor, o menino Deus cresceu sentindo na pele as dificuldades deste mundo de pecado e adquirindo, um dia após o outro, a resistência espiritual que o estava forjando para assumir, de fato, o Seu ministério à humanidade. O Príncipe da Paz não veio para erguer a bandeira de um só país, mas para ser levantado como vergonha para os perversos e alegria para os redimidos. Por Sua morte ignominiosa, Ele Se tornou “a nossa paz” (v.5).
As fileiras do Senhor que hoje são ocupadas por muitos cuja visão não passa das coisas desta terra, logo serão preenchidas pelo “restante de Jacó”, que está “no meio de muitos povos” (v.8) e ao “restante de seus irmãos” que retornarão “aos filhos de Israel” (v.3). As ovelhas perdidas serão carregadas de volta, as dracmas serão encontradas e os pródigos voltarão. Esta é uma obra que já está sendo realizada e se apressa para o seu desfecho. O remanescente “estará no meio de muitos povos, como orvalho do Senhor” (v.7). A presença e influência peculiar do povo de Deus será uma bênção entre as nações, de modo que muitos que ainda se encontram em Babilônia, ao ver o santo procedimento do remanescente através da “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), atenderão ao último apelo: “Retirai-vos dela, povo Meu, para não serdes cúmplices em seus pecados e para não participardes dos seus flagelos” (Ap.18:4).
Sim, Jesus é paz, Jesus é amor, Jesus é vida. Mas Jesus também é justiça, e não permitirá que o mal atinja um limite acima do que Ele mesmo estabeleceu como medida final. Ele diz: “Com ira e furor, tomarei vingança sobre as nações que não Me obedeceram” (v.15). A obediência não é a causa da salvação, já que somos salvos pela graça mediante a fé (Ef.2:8). Contudo, ela se torna um resultado inevitável na vida de todos os que foram salvos por Jesus. E, por conseguinte, uma das características do remanescente dos últimos dias: “Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé em Jesus” (Ap.14:12).
Logo o nosso Salvador virá e a urgência com que pregamos não deve estar mais evidente em palavras do que em atitudes. Aquele “cujas origens são […] desde os dias da eternidade” (v.2) deseja realizar a obra necessária em nossa vida a fim de que muito em breve com Ele possamos habitar seguros. Não temos o que temer se descansarmos nAquele que quer nos apascentar “na força do Senhor” (v.4). Nesses dias difíceis, clamemos ao Senhor pelo poder do Consolador, para que sustentados em Suas mãos sejamos o que Ele nos criou para ser. Vigiemos e oremos!
Bom dia, restante de Jacó!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Miqueias5 #RPSP
Comentários em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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1 Ajunta-te … ó filha de tropas. Jerusalém é chamada a convocar seus exércitos em vista da aproximação do perigo. Ela é chamada de “filha de tropas”, provavelmente por causa da concentração de tropas reunidas ali. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1129.
Ferirão com a vara a face. Um dos piores insultos (ver 1Rs 22:24; Jó 16:10; Mt 26:67, 68). A profecia é messiânica e prediz o tratamento que Messias devia receber das mãos dos inimigos. CBASD, vol. 4, p. 1129.
2 Este que há de reinar é Jesus, o Messias. Miqueias predisse com precisão o local de nascimento de Jesus centenas de anos antes de Jesus nascer. … Apesar de eterno, Cristo entrou na história humana como homem, Jesus de Nazaré. Life Application Study Bible Kinsgway.
Belém-Efrata. Sobre o significado, ver Gn 35:19. Uma cidade que dista 8,5 km do sul de Jerusalém, a moderna Beit Lahm. A cidade era também chamada Efrata (Gn 35:19; cf. Rt 4:11) e de Belém-Judá, sem dúvida, para distingui-la de Belém, em Zebulom (Js 19:15, 16). Belém era a terra natal de Davi (1Sm 16:1, 4; cf. Lc 2:11). CBASD, vol. 4, p. 1129.
De ti me sairá. Os judeus reconheceram essa profecia como messiânica, e em resposta à pergunta de Herodes sobre onde o Messias havia nascido, eles citaram a passagem de Miqueias (Mt 2:3-6; cf. Jo. 7:42). CBASD, vol. 4, p. 1130.
Da eternidade. Miqueias apresenta a pré-existência daquele que devia nascer em Belém. As manifestações de Cristo alcançam a eternidade no passado. “No princípio, era o Verbo” (ver Jo 1:1-3). “Desde os dias da eternidade o Senhor Jesus Cristo era um com o Pai” (DTN, 19; cf. DTN, 530; Ev, 615). CBASD, vol. 4, p. 1130.
4 Ele se manterá. Como “o bom pastor”, o Messias permaneceria firme no cuidado e na defesa de suas ovelhas. CBASD, vol. 4, p. 1130.
Até os confins. O domínio do Messias seria universal (ver Sl 2:7, 8; 72:8; Lc 1:30-33). CBASD, vol. 4, p. 1130.
5 A nossa paz. O Messias não governaria em paz, mas Ele próprio é o autor e a fonte da paz (ver Jo 14:27; 16:33; Ef 2:13, 14). CBASD, vol. 4, p. 1130.
Este capítulo apresenta uma das mais claras profecias do Antigo Testamento da vinda de Cristo. A frase descritiva chave é “Ele será a sua paz” (v. 5, NVI). Em uma de suas palavras finais Ele disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.” (Jo 14:27). Por causa do primeiro advento de Cristo, temos a oportunidade de experimentar paz com Deus sem mais medo do juízo e sem mais conflito ou culpa. A paz de Cristo nos dá certeza mesmo embora a guerra continue. Quando da segunda vinda, todas as guerras e armas serão destruídas (v. 3-5). Life Application Study Bible Kinsgway.
Assíria. Já que a era messiânica está em discussão aqui, a Assíria, sem dúvida, representa as nações que se oporiam ao desenvolvimento do Israel restaurado (ver com. de Mq 4:11; ver a p. 17[CBASD, vol. 4]). CBASD, vol. 4, p. 1130.
Sete pastores. Os números dados aqui, “sete” e “oito”, embora indiquem uma cifra indefinida, mostram que Israel havia ajustado sua liderança contra a agressão estrangeira. CBASD, vol. 4, p. 1130.
6 Ninrode. Aqui empregado como sinônimo para Assíria. CBASD, vol. 4, p. 1130.
7 Como orvalho. De acordo com o plano de Deus para o antigo Israel, a vitória sobre a oposição do inimigo deveria ter sido seguida de intenso programa de evangelismo. Os filhos de Israel deveriam iluminar o mundo com o conhecimento de Deus (ver p. 13-17; cf. DTN, 27). CBASD, vol. 4, p. 1130.
8 Como um leão. Uma figura do poder conquistador. Era propósito de Deus que Seu povo fosse a “cabeça” e não a “cauda” (Dt 28:13). CBASD, vol. 4, p. 1130.
9 Serão eliminados. Completa vitória foi assegurada (ver Is 60:12). Esta deveria ter sido a sorte de Israel após o exílio; no entanto, o povo falhou e Deus vai cumprir esse plano de evangelismo mundial através do novo Israel (ver p. 21-23). CBASD, vol. 4, p. 1130, 1131.
10 Eliminarei. Os v. 10 e 11 descrevem a eliminação daqueles artefatos de guerra nos quais Israel havia confiado em vez de confiar no Senhor. Era proibido multiplicar cavalos (Dt 17:16; ver com. de 1Rs 4:26). CBASD, vol. 4, p. 1131.
11 As cidades. As fortalezas e as cidades fortificadas, como fontes de confiança humana, seriam removidas. CBASD, vol. 4, p. 1131.
12 Feitiçarias. Feitiçaria ou necromancia, ou consultar os mortos, era comum nos tempos antigos (ver Dn 1:20; 2:2). Os israelitas foram proibidos de praticar feitiçaria e adivinhação (Dt 18:9-12). CBASD, vol. 4, p. 1131.
13 Imagens. Do heb. Pesilim, de pasal, “cortar”, “talhar”. … Desde os primeiros tempos, Israel mostrou uma tendência para a idolatria. O segundo mandamento do decálogo proibia a fabricação e a adoração de um pesel. CBASD, vol. 4, p. 1131.
Colunas. Em todos os tempos, houve e há a tendência de se confiar em coisas materiais e seculares, em obras humanas em vez de se confiar no Deus que dá ao ser humano tudo que proporciona “satisfação” (1Tm 6:17, NVI). Na devoção idólatra às coisas feitas humanamente, as pessoas se esquecem daquele que é o Criador de todas as coisas (ver Dt 8:17-20). CBASD, vol. 4, p. 1131.
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Comentário Devocional
Logo após o início da Primeira Guerra Mundial, HG Wells publicou um livro, “A guerra que vai acabar com todas as guerras”. Esta frase se tornou uma das expressões mais comuns da época. Infelizmente, não somente aquela não foi a última guerra, mas parece que hoje vivemos em uma época de guerras sem fim. Muitos se reúnem para fazer guerra contra outros grupos de pessoas por motivos teológicos, políticos e financeiros.
Jesus disse: “Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim.”(Mat. 24:6 NVI).
Muitas vezes ouço pessoas dizerem que os terríveis conflitos em nosso mundo significam a que a vinda do Senhor será em breve. Mas Jesus diz que devemos ser pacientes porque o “fim ainda está por vir”. Ele está dizendo que o mundo estará envolvido em guerra até Ele retornar, e isso certamente parece ser o caso.
Ao longo de toda a história humana houve guerras. Mas Miquéias apresenta uma profecia extraordinária acerca de um tempo em que não haverá mais guerras. “Ele será juiz entre muitos povos e decidirá questões entre grandes nações distantes. Os povos transformarão as suas espadas em arados e as suas lanças em foices. Nunca mais as nações farão guerra, nem se prepararão novamente para batalhas.”(Mq 4:3, NTLH).
Que promessa maravilhosa! Oremos para que este dia chegue logo. Maranata! “Vem, Senhor Jesus!” (Ap 22:20 NVI).
Gordon Bietz
Ex-Reitor aposentado da Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mic/4 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1143
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/30/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Miquéias 4 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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“Mas, nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do SENHOR será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão os povos” (v.1).
A profecia de Miqueias a respeito dos “últimos dias” (v.1), destaca a missão do Israel espiritual de Deus como hospedeiro de todos os povos. Como na parábola do bom samaritano, o Senhor tem um povo peculiar pronto para receber “muitas nações” (v.2) e ensiná-las a andar “pelas Suas veredas” (v.2), sob o firme alicerce de Sua Palavra.
Antes que venha o juízo, Deus acrescentará ao Seu povo todos aqueles que, de coração, trocarão os instrumentos deste mundo pelos instrumentos divinos (v.3). A Bíblia será examinada com seriedade e humildade, e seu teor será tido como fonte suprema da vontade de Deus. Os mandamentos do Senhor estarão no coração (Dt 6:6) de um só povo que, à semelhança dos três amigos de Daniel, permanecerão fiéis ainda que em face da fornalha da aflição.
Os filhos de Israel deveriam ter sido um povo peculiar que despertasse as demais nações para o conhecimento do verdadeiro Deus, mas falharam em sua missão. Esperavam um Messias que os libertasse, mas em sua esperança egoísta, não reconheceram o Autor da salvação da humanidade: “Veio para o que era Seu, e os Seus não O receberam” (Jo 1:11). Após compreenderem que o seu chamado era para o alcance de todas as nações, os apóstolos iniciaram o ministério aos gentios, sendo perseguidos e até mortos pelos seus próprios patrícios. No entanto, nestes últimos dias, Deus levantou um povo que, como detentor de Suas verdades eternas, tem a missão de anunciar o evangelho a todos os povos, sem distinção.
A obra de Cristo como nosso Sumo Sacerdote está prestes a ser concluída. E a Sua grande luta tem sido para que o Seu povo não O adore apenas com os lábios, porque para estes, no Dia do “Senhor de toda a terra” (v.13), com o coração partido, Ele terá de dizer: “Nunca vos conheci” (Mt 7:23). Precisamos buscar o conhecimento de Jesus com o coração de uma criança (Mt 18:3): rápido para amar, rápido para perdoar e totalmente dependente. O conhecimento da Bíblia vai muito além de teoria. É muito mais que teologia. É seguir a voz que sai da boca de Deus.
Não há lugar para o assim diz o Senhor no coração orgulhoso. A arrogância do homem cria um bloqueio para as verdades da Palavra do SENHOR e sua mente torna-se privada de receber o “pleno conhecimento de Deus e de Jesus, nosso Senhor” (2Pe 1:2). As verdades de Deus são negligenciadas e o engano, facilmente admitido: “Satanás bem sabe que todos quantos ele pode levar a negligenciar a oração e o exame das Escrituras, serão vencidos por seus ataques” (EGW, O Grande Conflito, p. 524).
O plano de Deus é o de ajuntar a todos “como feixes na eira” (v.12). “Os pensamentos do SENHOR” (v.12) para nós, são “pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr 29:11). O segredo está em buscá-Lo de todo o nosso coração: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29:13). Não é tempo de levantar bandeiras religiosas, é tempo de levantar a bandeira ensanguentada do Príncipe Emanuel. Não é tempo de falar, é tempo de viver! Que sejamos testemunhas de Jesus “até aos confins da terra” (At 1:8), anunciando a preciosa promessa: “Eis que venho sem demora” (Ap 22:7).
Bom dia, “casa do Deus de Jacó” (v.2)!
Rosana Garcia Barros
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