Reavivados por Sua Palavra


AMÓS 8 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
14 de dezembro de 2017, 0:55
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AMÓS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
14 de dezembro de 2017, 0:45
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AMÓS 8 – A rejeição a Deus é o motivo da ausência de inúmeras bênçãos. Como Deus quer abençoar, alerta-nos dos perigos de afastar-se dEle.

• Pecados afastam-nos das bênçãos!

“O terrível pecado de Israel atraiu grave acusação. As festividades e o sábado irritavam os empresários iníquos, pois esses dias provocavam uma calmaria nos seus negócios desonestos, [vs. 4-5], e abrandavam a opressão dos pobres [v. 6] (cf. Is 1.13-17; Lv 19.35-36; Dt 25.13-16). O juízo detalhado pela ‘glória de Jacó’, [v. 7], abarcava luto, [vs. 8-10], e fome da palavra do Senhor, [vs. 11-14]. A idolatria e o orgulho extinguiram a luz que Deus dispensou pela sua palavra” (Merrill F. Unger).

• Angústia e aflição surgem automaticamente quando nosso coração indisciplinadamente se inclina para a direção contrária à revelação de Deus e Seus princípios de felicidade.
• O estilo de vida em harmonia com o materialismo, hedonismo e o humanismo certamente estará em desarmonia com a vontade de Deus, e isso resulta em caos, conflitos e agonias.

“Dã e Berseba eram santuários pagãos nos limites setentrional e meridional da terra [v. 14]. As divindades padroeiras desses centros idólatras seriam impotentes para ajudar na iminente calamidade” revelada na visão do “cesto de frutos maduros. O cesto de frutos perecíveis da terra simbolizava a iminência do fim de Israel [vs. 1-3]” (Unger).

• Aqueles que vivem esplêndida e regaladamente distante do Senhor, futuramente perceberão que tomaram a pior decisão quando tinham diante de si a melhor opção.
• As religiões falsas, as formalidades religiosas e as espiritualidades genéricas se revelarão sem efeito algum diante do acerto de contas com o Juiz do Universo.
• Quando a vida moral se encontra em franco estado de putrefação certamente está à beira da autodestruição.
• A existência aparentemente segura, rica e aprazível que deixa Deus em segundo plano, ou sem espaço na nossa agenda, se deparará com as terríveis consequências das escolhas sem importância.
• O arrependimento ignorado no presente pode gerar, no futuro, um arrependimento por não ter se arrependido quando o tempo de graça era oferecido.
• Rejeição ou negligência à Palavra de Deus no presente poderá extinguir-se no futuro, correndo sério risco de ser demasiado tarde.
• A fome por Deus deve ser saciada hoje, para não morrer de fome no dia do juízo final.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



AMÓS 8, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
14 de dezembro de 2017, 0:30
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Eis que vêm dias, diz o SENHOR Deus, em que enviarei fome sobre a terra, não de pão, nem sede de água, mas de ouvir as palavras do SENHOR” (v.11).


Este capítulo descreve um dos momentos mais tristes não somente na história de Israel, mas do mundo. Escolhendo endurecer o coração aos apelos divinos, Israel assinou a própria sentença: “Chegou o fim para o Meu povo de Israel” (v.2). Se não tinham amor pelo Senhor, que dirá pelos seus semelhantes! Destruíam “os miseráveis da terra” (v.4) e exploravam os pobres e necessitados (v.6). “Guardavam” o sábado já pensando no que iriam fazer de errado após as horas sabáticas (v.5). E para quem pensa que se tratava de um povo bárbaro e sem escrúpulos, era um povo religioso e aparentemente abençoado.

Confiantes em sua religião e no conforto de um tempo de bonança, abandonaram a essência da Palavra de Deus apegando-se aos seus rituais como se isso fosse suficiente para aplacar a justiça divina. Porém, “jurou o SENHOR pela glória de Jacó: Eu não Me esquecerei de todas as suas obras, para sempre!” (v.7). As obras que julgavam ser um meio de escape para os seus pecados, não foram levadas em conta pelo Senhor, que já havia advertido por intermédio do contemporâneo de Amós: “De que Me serve a Mim a multidão de vossos sacrifícios?” (Is 1:11)

Amados, Deus não levará para o Céu um povo que se orgulha de sua religião, mas um povo que fez do seu coração morada do Espírito Santo. A “religião pura e sem mácula” (Tg 1:27) não tem valor diante de Deus quando vivida como um troféu de santidade, mas é naturalmente praticada por todo aquele que compreende que tipo de oferta Deus espera que Lhe façamos: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (Pv 23:26). Mas é só isso que o Senhor nos pede? Para o desespero dos legalistas, é só isso. Mas preste atenção na segunda parte do verso: “e os teus olhos se agradem dos meus caminhos“. Percebem o resultado da entrega genuína do coração a Deus? A obediência será agradável. Os caminhos de Deus tornar-se-ão um prazer: “Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl 1:2).

Eis que vêm dias” (v.11), e não estão distantes, em que haverá no coração do homem uma busca desesperada por Deus e por Sua Palavra. Tempo em que, os “que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem” (Ez 9:4) na Terra, estarão selados pelo Senhor, mas aqueles que ignoraram os avisos de Deus e aqueles que viviam uma religião hipócrita sentirão a plenitude do vazio que não permitiram que o Eterno preenchesse (Ec 3:11). Sem a instrução do Espírito Santo, a Bíblia lhes será por livro impossível de se compreender e, mesmo correndo “por toda parte, procurando a palavra do SENHOR… não a acharão” (v.12).

Estamos vivendo no período mais solene da história deste mundo. O destino das imensas multidões da Terra está prestes a decidir-se. Nosso próprio bem-estar futuro, e também a salvação de outras almas, dependem do caminho que ora seguimos. Necessitamos ser guiados pelo Espírito da verdade. Todo seguidor de Cristo deve fervorosamente indagar: ‘Senhor, que queres que eu faça?’ Necessitamos humilhar-nos perante o Senhor, com jejum e oração, e meditar muito em Sua Palavra, especialmente nas cenas do juízo. Cumpre-nos buscar agora uma experiência profunda e viva nas coisas de Deus. Não temos um momento a perder” (Ellen G. White, O Grande Conflito, p. 606, 607).

Continuemos sendo reavivados pela Palavra de Deus enquanto há tempo!

Bom dia, reavivados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Amós8
#RPSP



AMÓS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de dezembro de 2017, 0:20
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1. Frutos de verão. Do heb. qayits, os primeiros frutos maduros, especialmente os figos. O propósito desta visão era mostrar que o povo estava maduro para o julgamento e que a tolerância de Deus havia chegado ao fim. A longanimidade divina resultará apenas na continuidade do pecado de Israel. Essa figura representa adequadamente o dia do juízo para Israel. Em vez de um cesto de frutos, a LXX diz: “uma gaiola de pássaros”. Isso apresenta o pensamento de que Israel seria levado em cativeiro como uma ave apanhada em armadilha ou cesto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 1082.

2. Passarei por ele. Ver com. de Am 7:8. Nada mais pode ser feito por uma safra no tempo da colheita. A safra será tratada de acordo com os frutos que produziu. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Israel estava pronto para ser levado para o cativeiro semelhante a um pássaro preso numa gaiola ou num cesto. Nada mais poderia ser feito pela safra inteira de frutas porque já era tempo da colheita (v.2). O tratamento a ser dado aos frutos será de acordo com o tipo de fruto produzido. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

3. Silêncio! Uma indicação da apatia ou da mudez que acompanha o sofrimento severo e inevitável, sofrimento profundo demais para ser expresso em palavras. O luto da terra, aqui descrito em referência primária a Israel depois do cativeiro assírio, era uma demonstração em pequena escala dos efeitos da quarta das sete últimas pragas (ver GC, 628). CBASD, vol. 4, p. 1082.

O povo será entregue aos inimigos de guerra. Haverá cadáveres por toda a terra de Israel e as canções que trouxeram prazer ao perverso serão transformadas em lamentações (v.3). As riquezas não serão de nenhuma valia àqueles que oprimiram os outros e eles perceberão que a sua vida de pecado trouxe juízos divinos sobre eles. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

5. Festa da Lua Nova. O primeiro dia do mês (1Sm 20:5, 24, 27; ver vol. 2, p. 85, 86) era dedicado ao serviço religioso e, aparentemente, era o dia em que todos os negócios eram suspensos (ver com. de Nm 28:11; 2Rs 4:23). Este é um exemplo de observância formal das instituições sagradas, sem o verdadeiro espírito de devoção. Em seu egoísmo, esses apóstatas regateavam o tempo que seu formalismo religioso exigia deles Esse tipo de culto se torna uma maldição em vez bênção. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Muitas pessoas da terra de Israel ficavam ansiosos para que a festa religiosa da Lua Nova ou o sábado passassem, mostrando que observavam estes dias apenas formalmente, sem o verdadeiro espírito de devoção. Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

Para abrirmos. Literalmente, “abrir”, com o propósito de vender. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Efa. Ver vol. 1, p. 144, 145, Ao pesar mercadoria com balanças enganosas, o comerciante recebia mais dinheiro do que deveria. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Eles estavam ansiosos para enriquecer através da falsidade e do engano (v.5). Ao comprarem o pobre por uma moeda de prata e o necessitado por um par de sapatos novos, mostravam que negavam a justiça aos pobres a fim de obterem até mesmo pequenos benefícios para si mesmos (v.6). Deepati Vara Prasad, em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/20/.

6. O refugo. Em tempos de escassez, o “refugo” que normalmente servia para alimentar animais, poderia ser vendido para consumo humano. CBASD, vol. 4, p. 1082.

9. Farei que o sol. O dia do Senhor é apresentado, com freqüência, acompanhado de cataclismos no mundo natural (ver Is 13:10; Jl 3:15; etc.; cf. Am 5:20). CBASD, vol. 4, p. 1083.

10. Converterei as vossas festas. Ver Lm 5:15; Os 2:11; Am 5.16, 17; 8:3. CBASD, vol. 4, p. 1082.

Pano de saco. Este era um símbolo de luto (1Rs 20:31; Is 15:3; Jl 1:8, 13), como também a raspagem da cabeça (Jó 1:20; Is 3:24; 15:2). CBASD, vol. 4, p. 1083.

Por filho único. O luto pelo único filho representa, de modo especial, uma profunda I tristeza (ver Jr 6:26; Zc 12:10). CBASD, vol. 4, p. 1083.

11. Enviarei fome. O profeta aponta diretamente para um tempo em que, devido à contínua desobediência, seria tarde demais para os israelitas buscarem a Palavra de Deus em uma tentativa de evitar os juízos divinos. Sofrimentos profundos, às vezes, estimulam as pessoas a se refugiarem nas Sagradas Escrituras. Infelizmente esse sofrimento vem, com freqüência, tarde demais para produzir um efeito benéfico. Isso não ocorre porque o amor de Deus é retirado do pecador, mas porque o pecador se torna tão endurecido em suas iniquidades a ponto de desejar apenas fugir das conseqüências de suas transgressões e não abandonar os caminhos ímpios. Assim, ele “entristece” o Espírito Santo para além de toda esperança de verdadeiro arrependimento e reforma de caráter (ver Gn 6:3, 5, 6; ver com. de ISm 28:6). No “Dia do Senhor”, um pouco antes do segundo advento de Cristo, essa experiência do antigo Israel se repetirá. Impenitentes do mundo todo, sofrendo, sob as sete últimas pragas, buscarão escapar da calamidade por todos os meios, até mesmo se voltando para a Palavra de Deus, cujo estudo e obediência foram rejeitados no passado (ver GC, 629). CBASD, vol. 4, p. 1083.

12. Andarão. Do heb. nua, “tropeçar”, cambalear”, ou “mover-se de modo instável”. CBASD, vol. 4, p. 1083.

13. As virgens formosas e os jovens. As condições mencionadas nos v. 11 e 12 são tão severas que afetarão até mesmo os que estão no pleno desabrochar da energia da juventude. CBASD, vol. 4, p. 1083.

Viver o culto. Literalmente, “modo”, aqui significando um modo de adorar ou um sistema religioso (ver At 9:2; 19:9, 23). CBASD, vol. 4, p. 1083.



AMÓS 8 – COMENTÁRIO PR EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
14 de dezembro de 2017, 0:15
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AMÓS 7 by Jeferson Quimelli
13 de dezembro de 2017, 1:00
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Comentário Devocional

Este capítulo apresenta três das cinco visões de Amós a respeito dos juízos que cairiam sobre Israel (vv. 1-9) e seu confronto com Amazias, o sacerdote de Betel (vv. 10-17).

O primeiro juízo, a fome (v.1), mostra que o juízo é inevitável, porém vem misturado com a misericórdia de Deus. Os insetos comeram apenas o último crescimento da grama, que é de pouco valor em comparação com o primeiro.

A próxima visão, o julgamento pelo fogo (v.4) mostra que Deus tem muitas maneiras de humilhar uma nação pecadora. Mais uma vez, o profeta intercedeu em favor dos pecadores, ao reconhecer que Israel havia se tornado mais humilde diante dos castigos anteriores. Então, devido a intercessão profética, o Senhor postergou os Seus juízos.

A terceira visão, do fio de prumo (v.7), nos lembra que Israel era como uma parede forte que o próprio Deus havia construído. Mas ela não estava à altura de Suas expectativas. A punição seria certa.

Apesar da intercessão de Amós em favor de Israel, o povo não só continuou em pecado como perseguiu o profeta. Amazias, o sacerdote-chefe da adoração do bezerro em Betel, queixou-se ao rei Jeroboão sobre o profeta, sem mencionar a sua oração de intercessão por eles. Note-se que os que mais fingem ter santidade são geralmente os piores inimigos de quem está realmente santificado.

Amós apresentou as profecias que Deus lhe designara, visando o arrependimento do povo (vv. 14,15). Ele era um profeta, não por profissão ou modo de ganhar a vida, mas foi chamado para honrar a Deus, servir as pessoas, e fazer o bem.

Deepati Vara Prasad
Watchman Publishing House, India

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/amo/7 e https://www.revivalandreformation.org/?id=1132
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/09/19/
Equipe de tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Amós 7 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



AMÓS 7 – COMENTÁRIOS PARA REFLEXÃO by Jeferson Quimelli
13 de dezembro de 2017, 0:57
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7: 10 Amazias era o sacerdote em Betel, representando a religião oficial de Israel. Ele não estava preocupado em ouvir a mensagem de Deus; Ele só estava preocupado com sua própria posição. Manter sua posição era mais importante do que ouvir a verdade. Não deixe seu desejo de prestígio, autoridade ou dinheiro mantê-lo ligado a um emprego ou posição que você deve deixar. Não deixe que nada entre você e obedeça a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

7:14, 15 Sem nenhuma preparação, ou educação especial, Amós obedeceu ao chamado de Deus para “Vá, profetize ao meu povo Israel”. A obediência é a prova de um servo fiel de Deus. Você está obedecendo o chamado de Deus para você? Life Application Study Bible Kingsway.

 



AMÓS 7 – COMENTÁRIO PR ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
13 de dezembro de 2017, 0:55
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AMÓS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
13 de dezembro de 2017, 0:45
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Alguém escreveu que “Amós temia tanto a Deus que não receava mais ninguém. Ele proclamou uma mensagem muito avançada para seu tempo. Entre os males que Amós denunciou estão exatamente os mesmos de nossa época”.
Moisés Carneiro destaca as principais características de Amós. Ele era…
• …humilde, não escondia sua origem;
• …sábio, usava linguagem ao alcance do povo;
• …sagaz, prendia a atenção do povo por julgar primeiro os seus inimigos;
• …destemido, não lisonjeava, mas falava a verdade;
• …fiel, “Assim diz o Senhor” era sua mensagem.
O juízo iminente de Deus a um povo impenitente viria em forma de gafanhotos (v. 1-3) e de fogo que causaria seca (v. 4-6); contudo, a intercessão do profeta pelo povo infiel resultou na retirada da punição divina.
Então, após adiar o castigo, Deus, graciosamente, mostrou outra visão ao profeta, a do prumo; onde ficou evidente que o povo de Deus estava fora do prumo, deficiente moralmente. Assim, Deus revelou a Amós que estendera demasiadamente Sua misericórdia, agora a justiça exigia punição (vs. 7-9).
Amazias, o pomposo conselheiro espiritual de Jeroboão (rei do povo de Israel), deturpou as palavras de Amós e o difamou ao rei. Amazias, então, proibiu ao profeta de pregar e sugeriu deixar Betel (vs. 10-13).
“Amazias recebia um gordo salário pelas funções como capelão real […]. Amós não era pregador assalariado. Pregava por conta própria, sacrificando-se para falar a verdade, nua e crua, dizendo que a profissão de fé no SENHOR, sem vida moral e sem compaixão para os pobres, é uma revoltante nulidade” (Dionísio Pape).
Infelizmente Amazias, um “fraco conformista religioso aconselhou a Amós a fugir para Judá. [Felizmente] a resposta de Amós mostrou sua magnífica estatura espiritual naquela decadente era sincretista [vs. 14-17]. Havia pelo menos uma alma valente para resistir à vaga de iniquidade e cômodo conformismo” (Merrill F. Unger).
Precisamos…
• …Aceitar os mensageiros de Deus;
• …Reconhecer nossa real situação;
• …Correr a Deus para encontrar solução;
• …Ser transformados e moldados pela Palavra de Deus.
Dionísio Pape exclamou: “Quão presunçoso aquele que pensa que uma profissão de fé, algumas assistência aos cultos, alguma contribuição ocasional aos cofres sacros compensam a falta de pureza moral, de honestidade, e de compaixão!”.
“Senhor, temos dificuldades para enxergar nossa pobreza espiritual, ajuda-nos, por favor. Transforma-nos!” – Heber Toth Armí.


AMÓS 7, Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
13 de dezembro de 2017, 0:30
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“Respondeu Amós e disse a Amazias: Eu não sou profeta, nem discípulo de profeta…” (v.14).


A declaração de Amós revela porque Deus o chamou. Diferente dos príncipes e sacerdotes que tinham prazer em usar de sua autoridade para ganho próprio, Amós não aceitou o título de profeta, mas colocou-se na posição de servo. Acusado injustamente como conspirador, foi envolvido numa trama que visava calar-lhe a voz. Mas confiante nAquele que o elegeu (v.15), não só permaneceu em Israel, como também prosseguiu em profetizar em nome do Senhor.

O profeta que Israel rejeitou foi aquele que intercedeu por seu povo, clamando pelo perdão divino: “Deus, perdoa, rogo-Te” (v.2). Mas o prumo (v.8) de Deus no meio de Israel seria a prova de que um juízo inevitável estava por vir. O perdão de Deus foi recusado e a retidão abandonada. Certamente, a nação sofreu os danos que ela mesma causou.

O “salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), mas Deus faz de tudo para que cada ser humano (objeto de Sua mais terna afeição) não receba a recompensa que merece. Há dois tipos de arrependimento na Bíblia: o humano e o divino. O Senhor jamais estabece os Seus juízos de forma premeditada ou tirana. Ele simplesmente é onisciente e conhece o fim desde o princípio. O Seu arrependimento não significa “voltar atrás”, mas “uma expressão que se refere à dor do amor divino ocasionada pela pecaminosidade do ser humano… Deus, em harmonia com Sua imutabilidade, assume uma mudança de posição em resposta a uma mudança ocorrida na criação… O pecado enche o coração divino de profunda dor e piedade. Desperta todo o insondável oceano de simpatia pelos pecadores da qual o amor infinito é capaz. Contudo, Deus Se move também para uma retribuição judicial” (Comentário Bíblico Adventista, v. 1, p. 239).

A porta da graça ainda está aberta. Ainda está à nossa disposição a oportunidade de nos arrependermos e crermos no único e verdadeiro Deus, que não muda e que não Se arrepende como o homem (1Sm 15:29). A imutabilidade da bondade divina é o motivo pelo qual não somos destruídos em nossos pecados e o motivo pelo qual somos levados ao arrependimento. “Ora, pois, ouve a palavra do SENHOR” (v.16), hoje! Não deixe para ouvi-la quando proferir a sentença final, pois será tarde demais.

… escolhei, hoje, a quem sirvais” (Js 24:15).

Bom dia, servos do Deus Altíssimo!

Desafio do dia: Eleja um amigo secreto de oração. Ore por ele, todos os dias. Na véspera de Natal, diga que orou por ele e, se possível, o presenteie com algo que faça lembrá-lo da importância da oração.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Amós7
#RPSP

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