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“Manifestarei a Minha glória entre as nações, e todas as nações verão o Meu juízo, que Eu tiver executado, e a Minha mão, que sobre elas tiver descarregado” (v.21).
A manifestação da ira de Deus contra Gogue declara o tamanho do Seu zelo por Seu nome e amor por Seu povo. Uma promessa foi feita e Ele a cumprirá de forma “sete” (v. 9, 12 e 14), ou seja, de forma perfeita e definitiva.
Representando todas as nações inimigas do povo de Deus de todos os tempos, como vimos ontem, Gogue e Magogue receberão uma “viagem” só de ida ao “lugar de sepultura” (v.11). Perante “todo o povo da terra” (v.13), as forças de Gogue serão reduzidas a nada “para limpar a terra” (v.12) da escravidão do pecado que há tanto tem manifestado os seus terríveis resultados.
A derradeira fúria do inimigo para com a humanidade caminha para um trágico clímax onde a fé de cada um será provada, ainda com maior intensidade, do que o foi com os cristãos de Roma perante o Coliseu e com os cristãos da Idade Média perante a inquisição. Pois que o profeta Daniel descreveu um “tempo de angústia, qual nunca houve” (Dn 12:1). Acusados como hereges e fundamentalistas, “os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap 14:12), experimentarão os reveses de uma perseguição sem precedentes.
Semelhante ao período que Jesus enfrentou a separação do Pai, grande angústia aguarda o povo de Deus e como Jesus o fez, repetirão as palavras do salmista Davi: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” (Sl 22:1; Mt 27:46). Porém, o Espírito Santo que “não agirá para sempre no homem” (Gn 6:3), será derramado (v.29) sobre cada coração que por Ele clamou e por Ele desejou ser preenchido. O Senhor os tornará “a ajuntar para voltarem à sua terra” (v.28) e lá estará para sempre com eles.
O juízo final acontecerá quer o mundo acredite, quer não. E nenhum dos salvos poderá declarar: “Por causa da minha justiça é que o SENHOR me trouxe a esta terra para a possuir” (Dt. 9:4), mas, com o coração compungido de gratidão, clamarão “em grande voz, dizendo: “Ao nosso Deus, que Se assenta no trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação” (Ap 7:10).
O Senhor fez uma aliança eterna com Abraão, Isaque e Jacó, e, por Sua fidelidade a cumprirá. Pois que “nem uma só promessa caiu de todas as boas palavras que falou de vós o SENHOR, vosso Deus; todas vos sobrevieram, nem uma delas falhou” (Js 23:14). Jesus mesmo prometeu: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap 22:12). Muito em breve, Ele virá buscar um povo que, andando no Espírito, abandonou “as obras da carne” (Gl 5:19) e manifestou na vida “o fruto do Espírito” (Gl 5:22).
Que possamos orar, a cada dia, como Davi orou: “Ó Deus, salva-me, pelo Teu nome, e faze-me justiça, pelo Teu poder” (Sl 54:1). E aguardar, andando no Espírito Santo, a bendita e gloriosa promessa!
Bom dia, povo do advento!
Jornada espiritual “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, 14° dia: “Converse com o Senhor sobre sua experiência cristã e o quanto necessita de crescimento espiritual para ser selado pelo Espírito Santo. Escreva no seu caderno de oração às suas conclusões” (Manassés Queiroz, Chuva Serôdia. Chegou a hora!, pág. 83).
Rosana Garcia Barros
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