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“Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (v.27).
A profecia aos “Montes de Israel” (v.1), referindo-se a toda a terra de Israel, compreende uma promessa de restauração e de justiça. O período do exílio babilônico foi aproveitado pelos povos vizinhos como tempo de vingança. E, tomados de ódio e de inveja, transformaram as terras da nação santa em lugares de escárnio e de opróbrio.
Diante da triste realidade de um povo que, dando as costas ao Senhor, se contaminou com as imundícies dos povos pagãos, os juízos que lhe sobrevieram foram o resultado do que realizou “segundo os seus caminhos e segundo os seus feitos” (v.19). No entanto, o que estava em jogo naquele momento não mais era o sofrimento de Israel e nem a maldade dos povos vizinhos, mas a profanação do santo nome de Deus (v.21).
A fim de vindicar a santidade do Seu grande nome (v.23), Deus restauraria a sorte do Seu povo e traria à luz o que havia sido lançado em trevas. Em Apocalipse dezenove, João teve a seguinte visão de Jesus: “Os Seus olhos são chama de fogo; na Sua cabeça há muitos diademas; tem um nome escrito que ninguém conhece, senão Ele mesmo” (Ap 19:12). Apesar do mistério que envolve o Seu nome, o verso seguinte nos revela que “Está vestido com um manto tinto de sangue, e o Seu nome se chama o Verbo de Deus” (Ap 19:13).
O mesmo João que teve esta visão, escreveu no início de seu evangelho: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (Jo 1:1). A palavra verbo denota ação, movimento. Jesus veio ao mundo e Sua vida não foi apenas um discurso, mas cumprimento da vontade do Pai. Então, quando retornamos para o texto do capítulo de hoje, algo fica muito claro: foi exatamente por discursar uma religiosidade que não vivia, que Israel profanou o nome de Deus perante as demais nações (v.32).
O mandamento que diz: “Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o Seu nome em vão” (Êx 20:7), não tem a ver simplesmente com palavras, mas, principalmente, com atitudes. Ao praticar os mesmos pecados das nações pagãs e envolver-se nas mesmas práticas, Israel blasfemou contra Deus e vituperou a santidade do Seu nome.
O mau testemunho, portanto, é a mais “eficiente” transgressão do terceiro mandamento do Decálogo. Para Deus, não há desculpas para aquele que profana o Seu nome publicamente e ainda declara servi-Lo. Honrar o nome do Senhor não é deixar de ser um pecador, mas permitir que, todos os dias, Ele realize em nós a obra gratuita que só Ele é capaz de realizar: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (v.26).
Então, como resultado deste reavivamento espiritual, surge a reforma: “Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (v.27). Está você disposto a viver para santificar o nome do Senhor? Permita, hoje, que Ele inicie esta obra em sua vida, e faça parte do Seu “rebanho de santos” (v.38).
Bom dia, santos do Altíssimo!
Jornada espiritual “Chuva Serôdia. Chegou a hora!“, 11° dia: “Faça uma lista de pessoas que você deseja que o Espírito Santo restaure a vida e ore diariamente por elas. Em seguida, envie uma mensagem ou faça uma ligação telefônica para dizer que você orou” (Chuva Serôdia. Chegou a hora, p. 70).
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Ezequiel36
#RPSP
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1 Comentário so far
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Deus seja louvado.
Comentário por Domingos de Jesus 26 de outubro de 2017 @ 5:29Obrigado pela dica da oração pelo Espírito Santo as pessoas. Já fiz a minha lista. Seguirei conforme instruído.
Infelizmente, não tenho feito estudo do Capítulo diário no Chuva Serôdia, por que ele não chegou ainda a Angola.
Mais em tudo seja o Senhor louvado por tudo.