Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
4 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 15 – Jonh Knox observou e declarou: “Os amigos de Deus vão e vêm são e salvos”. Podemos acrescentar que inimigos dos amigos de Deus sofrerão grandes consequências. Tal inimizade surgiu desde Gênesis 3:15, passou por Gênesis 4 e chega até nossos dias.

Moabe surgiu da união incestuosa de Ló com uma de suas filhas (Gênesis 19:30-38). Embora fossem parentes de Israel, a inimizade era declarada contra o povo de Deus (Números 25, 31; Deuteronômio 23:3).

Inimigos do povo de Deus declaram inimizade contra o próprio Deus. No fim dos tempos tal inimizade seria bem nítida como se vê em Apocalipse 12, 13 e 14. Contudo, Deus está no controle de tudo. A profecia de Isaías 15 evidencia a soberania divina sobre os poderes da oposição, opressão e destruição.

Ter amizade com Deus suscita inimizade com os o inimigos de Deus; contudo, vale muito mais a pena ser amigo de Deus do que não ser. Veja isso bem claramente na profecia em pauta:

• Cidades fortes que se opõem ao Autor da vida se tornam cidades destruídas. Ar e Quir revelam que não vale a pena dar rédeas soltas aos pecados (v. 1);
• Grandes religiões, intensos rituais e buscas perseverantes a deuses falsos é perder tempo; pior ainda, espiritualidade fraudulenta atrai a ira do Deus verdadeiro e a situação torna-se intensamente desesperadora (vs. 2-3);
• Os que causam terror aos servos de Deus serão assombrados com terror a tal ponto de entrar em pânico. A lei de semeadura é colher muito mais do que se planta. É importante saber qual o tipo de semente se está plantando, pois geralmente a colheita é farta. É sábio aprender a lição com os que erram (v. 4);
• Mesmo que o povo inimigo colha as terríveis consequências de suas atitudes cruéis, aqueles que têm coração regido por Cristo não devem se alegrar com a desgraça deles. Isaías se compadeceu, apiedou-se e clamou pelos aflitos (vs. 5-9).

Os juízos de Deus antes do fechamento da porta da graça são recheados de graça visando o arrependimento. Caso não houver sinal de reconhecimento de pecados, os juízos iniciais resultarão num juízo final. Isso está nítido no capítulo em pauta e na profecia das sete trombetas dos capítulos 8 a 11 de Apocalipse.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 15 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
4 de junho de 2017, 0:30
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“O meu coração clama por causa de Moabe…” (v. 5).


As profecias de Isaías têm mostrado um alto teor de justiça. Deus não deixaria sem punição os algozes de Seu povo. A Sua voz não foi levada em consideração por aquelas nações. De forma desmedida e terrível, permitiram ser guiados por suas iniquidades e idolatria. O profeta chega a condoer-se grandemente pela provável visão que teve a respeito da destruição de Moabe. Porém, mais terrível do que a destruição material de uma nação é a destruição espiritual.

As aparentes atitudes (v. 2 e 3) nada valiam se não fossem acompanhadas de arrependimento genuíno. Os moabitas entrariam em estado de calamidade e seu choro seria ouvido de longe. Mas seus corações permaneceriam endurecidos e rejeitariam a oportunidade de agir diferente. A “bacia de lavar” de Deus (Salmo 108:9) seria transformada em águas de “pura assolação” (v. 6).

Hoje, o mundo clama por paz e por justiça. E com razão. A realidade mundial é de pobreza e violência extremas. Quando pensamos que já vimos de tudo, membros de nossa família humana cometem atrocidades ainda piores. A maldade tem sido tão divulgada que as pessoas assistem aos “plantões” policiais enquanto comem suas refeições; que o derramamento do sangue alheio já não causa mais compaixão; que a televisão tem sido um verdadeiro “matadouro público”; e o direito à vida como o célebre e primordial direito fundamental, banalizado. Cumprem-se, então, às palavras de Jesus ao se referir aos últimos dias desta Terra: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mateus 24:12). Louvado seja Deus por esse “QUASE”!

Você e eu precisamos fazer parte do restante que clama ao SENHOR com todo o coração e não apenas da boca para fora. Do restante que conserva o amor e a compaixão em sua vida. Que não se alegra com a aflição dos inimigos, mas que ora por eles (v. 5), seguindo a ordem do Mestre: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem” (Mateus 5:44). Eis o caminho da perfeição (Mateus 5:48)! Eis o caminho da paz e da justiça eternas! Quando o assim diz o SENHOR é trocado pelo “grito de desespero” (v. 5), o resultado são “leões” (v. 9) que trazem ainda mais dor e sofrimento. Escolha, hoje, confiar em Deus e em Seus propósitos, e, certamente, não estarás entre o “QUASE TODOS”, mas entre “os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap. 17:14), com Cristo!

Bom dia, herdeiros do Reino de paz!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías15
#RPSP



ISAÍAS 14 – Comentário Pr Derek Morris by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2017, 11:38
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A REVELAÇÃO DIVINA DO GRANDE CONFLITO
A maioria das pessoas está dolorosamente consciente do fato de que algo está terrivelmente errado no planeta Terra.
A Bíblia revela a grande controvérsia entre o bem e o mal. Em Isaías 14, o profeta expõe as razões pelas quais Lucifier se rebelou contra Deus. Apocalipse 12 registra a guerra no céu.
O que essas profecias têm a ver conosco hoje?
Devemos lembrar sempre que estamos em uma zona de guerra. Nossa única força é encontrada em nosso Redentor e Forte Libertador. Ele nos oferece a Sua proteção sobrenatural como um presente a ser recebido pela fé (ver Efésios 6: 10-17).
Mas também devemos lembrar que a rebelião de Satanás está condenada ao fracasso. Ele e todos os que se juntarem a ele em rebelião contra Deus serão ao final destruídos quando o fogo do céu, vindo de Deus, os devorar.
Até que chegue aquele dia, temos a certeza de que podemos vencer Satanás pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do nosso testemunho. (Apocalipse 12:11)
Nosso Redentor, que nos ama e morreu para nos salvar, também é nosso Forte Libertador e Protetor. Aleluia!

Pr Derek Morris
Ministerial Mundial da IASD

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14



ISAÍAS 14 by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Este capítulo continua a profecia do cap. 13 a respeito da queda de Babilônia. A ênfase deste poema está na fidelidade de Deus e no cumprimento de Sua promessa de dar descanso ao Seu povo. De acordo com os versos 1-3 quando fosse liberto do cativeiro, o povo de Israel zombaria de seu opressor.

Isaías 14 pode ser visto como uma canção da vitória de Deus sobre o mal. O Senhor prometeu dar descanso ao Seu povo destruindo o rei da Babilônia (v. 4-6). Ele próprio entra na batalha para alcançar Seus propósitos. Então a terra exulta em cânticos (v.7).

Os traços de caráter do rei da Babilônia são tão similares aos de Satanás que é legítima uma identificação entre os dois (v. 12-14). Orgulho e egoísmo foram demonstrados por Satanás no Céu e duplicados na terra de forma notável pelo monarca babilônico.

A Assíria e a Filístia seguiram os passos de Satanás. A causa da verdade enfrentou muito inimigos ao longo dos séculos. Mas os dias dos que se opõem a Deus estão contados (v. 15).

Agora mesmo você pode estar sofrendo sob opressão e injustiça (v. 32). Não desista! Deus promete lhe erguer e libertar. Confie nEle e experimente vitórias espirituais hoje.

Pr Diego Stingelin
Curitiba, Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/14, https://www.revivalandreformation.org/?id=939 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/14/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/10
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 14 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 14 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
3 de junho de 2017, 0:55
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ISAÍAS 14 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de junho de 2017, 0:45
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ISAÍAS 14 – Cada nação tem sua versão da guerra em que se envolveu; assim como duas pessoas que brigam tem cada um a sua versão. Porém, ao abrir a cortina da história, Deus revela coisas impossíveis de enxergar com olhos naturais.

Observe atentamente cada frase deste capítulo com oração. Merril F. Unger assim o esboça:

• A profecia da restauração de Israel prevê a queda de Babilônia (vs. 1-3);
• O cântico de triunfo de Israel sobre o último rei de Babilônia (vs. 4-11);
• Satanás é tratado como inspirador do último rei de Babilônia (vs. 12-17);
• A futura destruição do satânico sistema mundial (vs. 18-27);
• Oráculo sobre a Filístia (vs. 28-32).

Por trás das guerras há um conflito maior. Desde a entrada do pecado no mundo há um grande conflito nos bastidores das decisões e ações humanas. Isso não inocenta o pecador, mas o responsabiliza mais ainda. Pois, das forças sobre-humanas, quem está nos moldando e regendo?

Satanás estava por trás da serpente no Jardim do Éden e de Herodes (Gênesis 3:1-5, 14-15; Apocalipse 12:1-10). Estava influenciando o príncipe de Tiro (Ezequiel 28:12-19). Como também estava no caso de Babilônia (Isaías 14). Por outro lado, Deus também está agindo na vida de alguns indivíduos e nações, como se vê claramente em Isaías 13.

As origens de Babilônia revelam uma motivação errada. A Torre de Babel tinha o propósito de alcançar o céu, assim como o rei da Babilônia ambicionava o poder mundial. Nos versos 13 e 14, o profeta revela cinco verbos no futuro, em destaque para o “EU”, mesclando as intenções do rei babilônico e as satânicas.

• A ambição, orgulho, arrogância e vaidade caracterizam o diabo.

Em Apocalipse 12 e 13 percebe-se Satanás usando nações, reis e poderes eclesiásticos como instrumentos em sua investida final contra o remanescente fiel. Porém, a revelação de Isaías 14 vai além de apresentar Satanás, ela mostra a ação e vitória de Deus e Seu povo.

Deus preza e protege o pequeno grupo de fieis neste mundo em decadência econômica, política e religiosa. “Por trás do quebra-cabeças de conspirações políticas e militares entre antigos e modernos países do mundo, Satanás está em ação para enganar, degradar e destruir. Mas o plano de Deus finalmente prevalecerá” (Roy Gane).

Vivamos esperançosos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 14 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
3 de junho de 2017, 0:30
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“Que se responderá, pois aos mensageiros dos gentios? Que o SENHOR fundou a Sião, e nela encontram refúgio os aflitos do Seu povo” (v. 32).


O prenúncio da queda de Babilônia proclamado pela segunda voz angélica resume bem este capítulo: “Caiu, caiu a grande Babilônia que tem dado a beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição” (Apocalipse 14:8). De igual forma, o profeta Isaías declara a queda do opressor: “Como cessou o opressor! Como acabou a tirania!” (v. 4).

Mas, de repente, o contexto se volta para alguém que prefigurou a maldade e que deu origem à servidão do pecado: “Como caíste do céu, ó estrela da manhã, filho da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações!” (v. 12). De “filho da alva” a príncipe das trevas, Satanás tem tecido seu engano, desde que despovoou terça parte dos anjos do Céu, até os confins deste mundo. Mas o seu reinado maligno está chegando ao fim. Os cativos que o inimigo não deixa ir para casa (v. 17), estão prestes a contemplar a justiça que o SENHOR dos Exércitos determinou (v. 27).

A realidade de que existe um conflito cósmico que teve início no Céu e se instalou na Terra tem sido ignorada, enquanto Satanás tece a sua teia de engano e entretece cada vez mais os corações que não temem a Deus. Porém, o tempo de sua destruição está determinado (v. 24), assim como do pecado e de todos aqueles que se recusarem a abandoná-lo (Mateus 25:41). E é por saber “que pouco tempo lhe resta” (Ap. 12:12), que ele está irado contra um pequeno povo que insiste em permanecer fiel aos mandamentos de Deus e ao testemunho de Jesus (Ap. 12:17). A Bíblia é muito clara, amados. Resta um grupo de crentes que, pela graça de Cristo, manterá uma fé firme e atuante nas Escrituras e na Sua eterna validade, que fugirá de Babilônia e de tudo o que se assemelhe às suas práticas e que jamais trocará a verdade pelo engano.

O nosso preparo precisa ser diário. Nossas orações, constantes. Nossa comunhão, íntima. O conhecimento de Deus, progressivo. Sigamos as orientações deixadas por Pedro: “Sede sóbrios e VIGILANTES. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (I Pedro 5:8). O grande conflito é real. Satanás é real. Precisamos ter isto em consideração a cada instante de nossa vida. Só consegue escapar do perigo quem está atento aos sinais e toma as devidas precauções. Sejamos, pois, vigilantes, mediante uma vida de oração fervorosa e de minucioso estudo da Bíblia.

Oremos: Santo Deus, que façamos parte do povo que erguerá no Teu grande Dia, o triunfante hino da vitória! Que em breve possam encontrar “refúgio os aflitos do Seu povo” (v. 32)!

Feliz sábado, povo de Deus!

Desafio do dia: Busque neste sábado, praticar a solidariedade. Quem mora próximo a regiões atingidas por calamidades, continue sendo um agente da esperança. Mobilize seus amigos, vizinhos e familiares a ajudar as vítimas com doações de alimentos, agasalhos e produtos de higiene pessoal.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Isaías14
#RPSP



ISAÍAS 13 by Jeferson Quimelli
2 de junho de 2017, 1:00
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Comentário devocional:

Enquanto os doze primeiros capítulos de Isaías apresentam o desagrado de Deus com Seu povo, os 11 próximos capítulos (13 a 23) apresentam o juízo contra as nações vizinhas que historicamente se posicionaram contra a Sua vontade. O objetivo principal dessas mensagens é transmitir ao povo de Deus a mensagem de esperança de que seus inimigos receberão de Deus o castigo que merecem.

Ao falar contra a Babilônia, no capítulo 13, Isaías apresenta simbolicamente o destino de todas as potências que se opõem ao reino de Deus. Desde a torre em Babel (Gn 11), até a meretriz do Apocalipse (Ap 17, 18), Babilônia tem lutado contra os fundamentos do governo de Deus, opondo-se à vontade divina e perseguindo Seu povo, aparentemente impune.

Isaías retrata a Deus não como um expectador passivo, mas como um general em batalha, pessoalmente envolvido e interessado em Seu povo. Ele se importa conosco, com nosso bem-estar e destino. Seu maior interesse é salvar-nos para a eternidade. Confie em Seu General, Ele não vai descansar enquanto não trouxer de volta a paz e harmonia ao universo!

Jeferson Antônio Quimelli
Professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa
Paraná, Brasil

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/13, https://www.revivalandreformation.org/?id=938 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/13/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/09
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 13 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/



ISAÍAS 13 – COMENTÁRIO PR. EVANDRO FÁVERO by Maria Eduarda
2 de junho de 2017, 0:45
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