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ISAÍAS 23 – O significado do nome do profeta Isaías dá o tom de suas mensagens de julgamento. Isaías significa “Salvação de YHWH” ou “YHWH salva”.
Portanto, quando uma profecia de Isaías é interpretada indicando frieza, dureza e indiferença de Deus para com qualquer nação do mundo, pode ser que esteja desfocada, distante de sua proposta verdadeira.
Para uma interpretação correta da mensagem divina através de Isaías é importante observar seu desenvolvimento e objetivo. Disto isto, avance na leitura deste comentário com a Bíblia aberta no capítulo em questão. Observe os seguintes pontos:
1. Deus alerta por meio de Seu profeta aos mercadores que o comércio e os negócios findarão em Tiro – é uma advertência mais do que uma ameaça, um meio de despertar os pecadores de suas desgraças pela rejeição da graça e submissão ao pecado (vs. 1-7).
2. Deus disciplinará por meio dos exércitos babilônicos mais uma vez após a disciplina operada pela Assíria visando a destruição dos bens materiais dos habitantes de Tiro, mas não o povo (vs. 8-18).
3. Deus fará com que a cidade de Tiro seja esquecida por 70 anos visando reavivar seus moradores espiritualmente, querendo despertar-lhes para o abandono dos pecados e para a aceitação do perdão (vs. 15-17).
4. Deus faz o máximo e consegue o mínimo, mas não deixa de fazer tudo para salvar pelo menos um pouco – embora Sua intenção seja salvar cada habitante de todas as nações em todas as eras (v. 18).
O Comentário Bíblico Africano observa: “Da mesma forma que fez com Jerusalém, Deus demonstrará misericórdia a Tiro ao final de setenta anos (23:15,17; Jr 25:11; Dn 9:1-2). Apesar da gravidade e persistência do pecado, o Senhor permanece misericordioso. É possível que desta vez o termo ‘meretriz’ não se refira a um comportamento pecaminoso, mas ao comércio de Tiro com várias cidades. É por isso que o Senhor se alegra ao prever que a riqueza dessa cidade será utilizada para demonstrar a glória de Deus (23.18)”.
Deus tinha um plano positivo para Tiro, assim como tem maravilhosos planos para o Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, e todos os outros países que não falam português.
Deus quer te salvar. Deus quer salvar teus familiares, amigos e país! – Heber Toth Armí.
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“O SENHOR dos Exércitos formou este desígnio para denegrir a soberba de toda beleza e envilecer os mais nobres da terra” (v. 9).
Tiro e Sidom eram as principais cidades da Fenícia e ali se encontravam grandes portos marítimos de onde eram comercializados diversos produtos com outras nações. Os fenícios tinham muito orgulho de seu próspero comércio, ostentando muitas riquezas. Mas o seu império estava prestes a ruir e seus navios às vésperas de realizar a última viagem. Fazendo referência à “terra dos caldeus” (v. 13), ou seja, Babilônia, o profeta relata um dos juízos que sobreviria à Fenícia por meio desta nação. Um período de setenta anos também foi relatado: “Não é possível especificar quando os 70 anos começaram nem quando terminaram. Alguns creem que o período corresponda aos 70 anos do cativeiro judaico em Babilônia” (Comentário Adventista, vol. 4, p. 196). Uma coisa é certa: O juízo aconteceu e conforme o desígnio do SENHOR, o soberbo império foi aviltado.
Quando, em maio de 1911, o famoso “Titanic” foi lançado ao mar como a mais inovadora, luxuosa e segura embarcação que já haviam construído, ninguém poderia imaginar que ao subir naquela grande e imponente construção estavam a bordo de um navio que não encontraria “ancoradouro” (v. 1). O supostamente “inafundável” não completaria nem a sua primeira viagem. Algumas curiosidades me chamaram atenção neste episódio:
- O capitão da embarcação havia marcado um treinamento de emergência para os passageiros, mas este foi cancelado. Se tivesse acontecido, muitas vidas teriam sido poupadas;
- A maioria dos botes salva-vidas não estavam com a sua capacidade total preenchida e o navio tinha capacidade de levar praticamente o triplo de botes, mas só levava 20. Ou seja, a maioria das pessoas ou mesmo todas poderiam ter sido salvas;
- A embarcação manteve a sua velocidade máxima mesmo sabendo que estava numa região de icebergs;
- Se houvesse recebido o sinal de que aquele iceberg estava à frente 30 segundos antes, o navio não teria afundado;
Amados, na embarcação de nossa vida só existe espaço para um capitão: Jesus Cristo, ou Satanás. Assim como o “Titanic”, o inimigo das almas promete fazer de nossa vida uma embarcação luxuosa, supostamente segura e repleta de atrativos. Entretanto, como passageiros de uma viagem fatal, seus adeptos navegam para no fim perceber que não há um porto os esperando. Não há “ancoradouro” (v. 1).
Porém, sendo Cristo o Capitão de nossa vida, podemos nos valer de todos os “procedimentos de segurança” que Ele nos deixou em Sua Palavra para que não venhamos a naufragar. Não há possibilidade de superlotação quando Cristo está no comando. Os Seus desígnios são perfeitos e Ele não permite que Seus filhos sejam colocados em situação de perigo que não possam suportar. Ele nos deixou escrito todas as advertências que precisamos saber para que alcancemos o único porto seguro. Continue estudando a Bíblia, ela é o seu Guia de instruções para que faças uma “viagem” segura mesmo em meio aos “icebergs” do mar da vida. Permita que Jesus lhe conduza e certamente encontrarás o “ancoradouro” da eternidade!
Bom dia, embarcações de Cristo!
Desafio do dia: Louve ao SENHOR e medite neste louvor! Entregue cada atividade de seu dia nas mãos do Capitão Jesus Cristo!
https://www.youtube.com/watch?v=bJB8RBVxV6k
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías23
#RPSP
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Comentário devocional:
Isaías é um artista pintor que com palavras cria belos quadros mentais. Neste capítulo, o primeiro quadro é o do Vale da Visão (v. 1), em que ele retrata o que acontecerá com Jerusalém. Ele descreve as pessoas no topo de suas casas, assustadas porque as ruas da cidade estavam cheias de barulho por conta daqueles que haviam sido feridos na batalha (v. 2).
Isaías se sente terrivelmente mal a respeito deste desastre a ponto de chorar amargamente (v. 4). Segundo Isaías, este “dia de alvoroço, de atropelamento e confusão” vem “da parte do Senhor” (v. 5).
Joel profetizou sobre outro vale: “pois o dia do Senhor está próximo, no vale da decisão” (Joel 3:14 NVI). Ele se refere à Segunda Vinda de Cristo, quando os santos estarão em segurança, pois o Senhor é seu refúgio (Joel 3:16).
Querido Deus,
Isaías nos convida a refletirmos sobre o tempo do fim e nós Te agradecemos por isso. Impressiona-nos com a importância de darmos a Ti o primeiro lugar em nossas vidas. Amém.
Koot Van Wick
Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/22, https://www.revivalandreformation.org/?id=947 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/22/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/18
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 22 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ISAÍAS 22 – Pessoas crentes ou descrentes tendem a agir contrário à vontade de Deus. O ideal divino é ignorado para viver padrões inferiores de vida. O povo de Deus tem muito a crescer, entretanto, é mais fácil retroceder, regredir.
John MacArthur, comentando este capítulo, declara: “Que tens agora…? O profeta censurou o povo por celebrar cultos entusiásticos, quando, ao contrário, eles deveriam estar em profundo arrependimento por causa de seus pecados”.
O capítulo em análise “diz respeito a Judá e Jerusalém. Ele contém dois discursos de julgamento, uma sentença contra o ‘Vale da Visão’ (22:1-14) e uma mensagem dirigida ao oficial real Sebna (22:15-25). O Senhor denunciou o povo pela reação inadequada à crise. Em vez de confiar naquele que fundou a Cidade de Davi, o povo se apoiou nos próprios esforços, o que incluía a fortificação dos muros da cidade e a construção de um novo sistema hídrico. Recusando o convite do Senhor ao arrependimento, as pessoas festejavam, abandonando, de maneira fatal, toda esperança de livramento, subentendendo assim que o Senhor não estava no controle do destino da cidade. Para tais pessoas, o julgamento era inevitável… A falta de dedicação do povo ao Senhor foi resumida por Sebna, um oficial real que manifestou orgulho incomum ao construir para si um túmulo grandioso” (Robert B. Chisholm).
Aplicações:
1. Confiar em tudo, exceto em Deus, significa não estar nenhum pouco seguro diante das incertezas da vida.
2. Se não fugir para Deus, qualquer tentativa de fuga se demonstrará um fracasso catastrófico.
3. Quem enxerga o futuro sob as revelações divinas não se envolve em festas, quando há necessidade de arrependimento.
4. Quando a situação espiritual é precária as festanças deveriam ser substituídas por tristeza e choro causados pelo arrependimento dos pecados.
5. Gracejos e indolências diante de crises que devem despertar a espiritualidade é um tipo de alegria falsa; pois, à parte da vontade de Deus não há felicidade verdadeira.
6. O orgulho, arrogância e prepotência roubam a consciência e a sabedoria até das pessoas importantes na sociedade, as decisões resultam em desgraça mortal.
7. Alegria, euforia e entusiasmo por um livramento do Senhor não substitui o arrependimento que Ele espera após Seu ato de graça.
Conscientizemo-nos, arrependamo-nos e consagremo-nos para que haja reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.
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“Mas o SENHOR dos Exércitos Se declara aos meus ouvidos, dizendo: Certamente, esta maldade não será perdoada, até que morrais, diz o Senhor, o SENHOR dos Exércitos” (v. 14).
A situação do povo de Jerusalém era de completo descaso com Deus e com a missão que Ele havia lhe confiado. O profeta sentiu-se tão desolado com aquela situação, que preferiu ficar sozinho e chorar amargamente (v. 4). A atitude de Isaías indica que o que viria pela frente seria terrível e somente mediante genuíno arrependimento poderia haver livramento. Entretanto, o povo ao invés de “chorar, prantear, rapar a cabeça e cingir o cilício” (v. 12), era “só gozo e alegria”, comendo e bebendo, e dizendo: “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (v. 13). Não cogitaram “de olhar para cima” (v. 11).
As muitas brechas nos muros fizeram com que muitas casas fossem demolidas para que o material fosse usado “para fortalecer os muros” (v. 10). Um reservatório de água também foi construído (v. 11). Mas, apesar de todo o trabalho, o principal não foi feito: “olhar para cima”. Os muitos afazeres os fizeram esquecer do SENHOR e acomodar-se em sua zona de conforto. Tudo era motivo de festa. E o pior: pensavam que isso era o melhor. Em tempo de contrição e profundo exame de consciência, havia festas e banquetes. Em tempo de choro, havia risos. Em tempo de súplicas, havia indiferença.
Uma vez ao ano, o sumo sacerdote entrava no terceiro compartimento do santuário, o lugar Santíssimo. Era o dia da expiação, “Yon Kippur”. Nesse dia, aquele que não afligisse a alma, ou seja, que não buscasse se arrepender, que não OLHASSE PARA CIMA a fim de obter perdão e purificação, seria destruído (Levítico 23:26-32). Sabemos que hoje temos o nosso Sumo Sacerdote, Jesus Cristo, intercedendo por nós no lugar Santíssimo do santuário celestial. Deveríamos, pois, considerar de pequena importância o tempo solene em que vivemos? Será que não estamos repetindo o mesmo procedimento dos habitantes de Jerusalém?
Existem muitas brechas hoje no meio do povo de Deus. E muitas casas têm sido destruídas por pensar que podem fechar as brechas por conta própria. Não é a nossa mão de obra o principal “material” para consertar o que necessita de reparos, mas a nossa dependência de Deus. O grande “Arquiteto e Edificador” (Hebreus 11:10) só espera a nossa aprovação para que possa realizar a maior obra de nossas vidas. Ele deseja nos dar a chave que abre e ninguém fecha e que fecha e ninguém abre (v. 22). A não ser que morramos para o nosso “eu” e para este mundo, a nossa “maldade não será perdoada” (v. 14).
Jesus disse: “Quem quiser, pois, salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a vida por causa de Mim e do evangelho salvá-la-á. Que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Marcos 8:35-36).
É tempo de santa convocação! É tempo de se preparar para a “fornalha de fogo” que se aproxima e permitir que Deus remova de nós toda escória do pecado, porque “o restante de Jacó estará entre as nações, no meio de muitos povos” (Miquéias 5:8) e o que os diferenciará dos demais será o testemunho de um viver santificado e burilado em Cristo. Em nome de Jesus, precisamos de uma real conversão e atender, “AGORA mesmo…”, às palavras do SENHOR: “… Convertei-vos a Mim de todo o vosso coração; isso com jejuns, com choro e com pranto. Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal” (Joel 2:12-13).
Bom dia, povo do SENHOR!
Desafio do dia: Faça um propósito de encontro com Deus nas madrugadas. Se seguirmos o exemplo de Jesus, certamente, com Ele seremos mais que vencedores!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus
#Isaías22
#RPSP
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Comentário devocional:
No capítulo anterior, o Senhor falou por intermédio de Isaías (v.6) sobre pessoas fugindo do rei da Assíria quando de sua invasão do Egito, na época governado pelos etíopes. Assim, de fato, houve deportações em massa tanto de egípcios quanto de etíopes. Quando os assírios tomaram Samaria também deportaram israelitas. Esta é a razão porque Isaías questionava no capítulo anterior a busca das pessoas por segurança e por um lugar seguro.
Em Isaías 21, na visão contra Edom [Dumá e Seir são oásis e cidades de Edom] Isaías ouve alguém gritando: “Guarda, quanto ainda falta para acabar a noite?” A questão real aqui é: Quanto tempo teremos ainda que esperar pela Volta de Jesus? O vigia responde que a manhã está chegando e também a noite, o que significa que o fato esperado ainda não está no horizonte imediato, mas certamente acontecerá (vv. 11-12).
Em sua última visão, contra a Arábia (vv. 13-15), Isaías exorta os habitantes de Temá para cuidar dos refugiados que fugiram da guerra. Oremos para que o Senhor nos ajude, em nome de Jesus,a fazer tudo que estiver ao nosso alcance para ajudar os refugiados e migrantes de guerra onde estiverem, em especial onde vivemos.
Koot Van Wick
Coreia do Sul
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/21, https://www.revivalandreformation.org/?id=946 e http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/21/
Tradução anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2014/03/17
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Isaías 21 NVI
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana do programa Crede em Seus Profetas: https://credeemseusprofetas.org/
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ISAÍAS 21 – A revelação é progressiva. Assim que Deus revela, a mensagem vai ampliando. Quanto mais estudarmos a totalidade da Bíblia, mais amplo será nosso conhecimento.
O capítulo em análise é um complemento dos capítulos 13 e 14. O profeta Daniel e o historiador Heródoto registram o cumprimento dessas profecias que tratam da queda do megalomaníaco Império babilônico.
Babilônia (vs. 1-10) e seus aliados: Duma e Arábia (vs. 11-17) estão contemplados na mensagem de juízo de Deus. Daí aprendemos:
• Após revelar Deus revelar Seus planos, Sua ação é imediata, rápida e impossível interceptá-la. Como os tufões do Sul e as tempestades varrem repentinamente, assim seria varrida Babilônia resultando em sua queda fatal. O poder babilônico descrito no Apocalipse também não impedirá a varredura de Deus no mundo (ver Apocalipse 17 e 18).
• Os poderes do mundo atuam porque os poderes do Céu lhes dão permissão. Elão e a Média foram instrumentos de Deus na destruição do Império Babilônico; deste modo também os reis da terra se unirão para provocar a derrota da Babilônia mundial no tempo do fim.
• Da festa, bebedeiras e diversões, o pecado leva ao terror numa só noite (Daniel 5). Somente será preservado por Deus aquele que for fiel como Daniel.
• Vários textos de Apocalipse são baseados nos textos apocalípticos de Isaías. O mesmo anúncio da queda de Babilônia literal é ouvido na queda da Babilônia escatológica (Apocalipse 14:8; 18:2-4).
• O juízo contra os inimigos de Deus e opressores de Seu povo é a esperança de libertação dos fieis que confiam na promessa divina. O desespero e destruição de uns é a esperança e salvação de outros.
• A idolatria aponta para a proliferação da religião falsa, além de revelar a quantidade de deuses inválidos diante da ação do verdadeiro Deus Todo-poderoso.
• Os árabes (vs. 13-17) estão sob atento olhar de Deus; os mulçumanos deveriam humilhar-se e reconhecer a soberania do Deus da Bíblia se quiserem verdadeira salvação.
Deus quer salvar os perdidos, mas não poderá fazê-lo por aqueles que não querem salvar-se. Deus instou os babilônicos a vigiarem: Em vez de festejarem deveriam aprontar-se para a batalha. Dumá e Arábia também receberam graça (tempo e aviso), mas preferiram a desgraça.
E quanto a nós, que faremos das solenes mensagens de Deus? – Heber Toth Armí.