Reavivados por Sua Palavra


SALMO 56 – #RPSP – COMENTÁRIO ROSANA BARROS by Ivan Barros
26 de dezembro de 2016, 0:30
Filed under: Sem categoria

“No dia em que eu Te invocar, baterão em retirada os meus inimigos; bem sei isto: que Deus é por mim” (v. 9).

No ano em que eu comecei a estudar a Bíblia e conhecer a igreja, eu tinha doze anos de idade. Aquele foi o pior ano escolar da minha vida. Eu fui severamente perseguida por colegas de turma que não me davam descanso. E a minha rotina era me esconder no banheiro da escola durante todo o recreio. Como eu não revidava aos insultos, fui perseguida o ano todo. Mas este episódio de minha vida me rendeu preciosas lições. Primeiro, eu sentia uma paz inexplicável pelo fato de não revidar, pelo contrário, elas me pediam ajuda nos trabalhos escolares e eu tinha toda a boa vontade em ajudar. Segundo, que todas as vezes que alguém me fere, lembro daquela experiência e de como Deus me ajudou. E, por último, e não menos importante, que aquelas colegas me pediram perdão no final do ano e eu não guardei rancor de nenhuma delas. Então, quando me recordo deste período de minha vida peço que o SENHOR me dê aquele coração de criança, sem rancor e cheio de perdão para oferecer.

Nós vivemos em um mundo hostil, onde cada vez mais a maldade se agiganta e o amor se esfria. Davi também encontrou muita opressão em sua época. Enquanto fugia de um inimigo, acabava encontrando outros pelo caminho. Nas mãos do rei dos filisteus, passou por um grande apuro, aos olhos humanos, impossível de se escapar. E ele mesmo pensou: – Estou perdido! (Vide II Samuel 21:12). Foi uma experiência tão marcante, que um Salmo só não seria o suficiente para expressar-se. Por isso, para a mesma situação, Davi compôs dois Salmos, o 34 e o 56. Aquele, um louvor à bondade de Deus, este, um louvor pelo conforto que Deus dá mesmo na perseguição.

Sabem, meus irmãos, lidar com pessoas que nos oprimem, nos ofendem e nos agridem é muito difícil e a nossa única saída é clamar pelo socorro divino: “Tem misericórdia de mim, ó Deus” (v. 1). Porque, quantas vezes a nossa natureza humana não deseja se manifestar e agir conforme os rudimentos deste mundo! Quantas vezes o desejo do nosso eu ferido não é de falar ou fazer algo que retribua o mal que recebemos na mesma moeda! Mas, pela graça de Deus, não vivemos mais para nós mesmos. E, confiantes no Deus Todo-Poderoso O qual servimos, com segura convicção podemos dizer: “Que me pode fazer o homem?” (v. 11). Pois quando um servo de Deus curva-se diante da Sua majestade e pede por socorro, meus amados, não fica um inimigo para contar a história (v. 9).

O apóstolo Paulo afirmou: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos 8:31). Davi assegurou: “Que me pode fazer um mortal?” (v. 4). Que, como eles, estejamos sempre seguros em dizer, com convicção e ousadia: “Em me vindo o temor, hei de confiar em Ti” (v. 3). Lembre-se de que a perseguição é temporária, mas a forma como lidamos com ela definirá o nosso destino eterno.

Bom dia, vitoriosos em Deus!

Desafio do dia: Se puder, coloque uma foto sua de quando era criança em um porta-retrato em lugar estratégico, para que sempre que você passar por ela possa lembrar de pedir a Deus para lhe conceder um coração de uma criança (Vide Mateus 18:3).

*Leiam #Salmo56

Rosana Garcia Barros


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