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“… se lhes mudou de tristeza em alegria, e de luto em dia de festa…” (v. 22).
Chegou o dia. E o que esperavam os inimigos dos judeus, “sucedeu o contrário” (v. 1). Não somente suas expectativas foram frustradas, mas suas vidas foram ceifadas. Caíram como presas na maldade que eles mesmos intentavam fazer. O decreto que autorizava a destruição da descendência de Judá também autorizava o saque dos seus despojos. Já os judeus, derrotaram os seus inimigos e deles não se apossaram de nada, “porém no despojo não tocaram” (v. 10, 15 e 16). E isto foi bem enfatizado. Não há recompensa na desgraça dos inimigos, mas no livramento divino. Deus não tem prazer na morte do ímpio, mas em que ele se converta dos seus maus caminhos (Ezequiel 18:23). Contudo, o mau que finca raízes no coração precisa ser extirpado mais dia menos dia. O desejo dos inimigos era de fazer dos judeus o que bem quisessem, se apoderando de todos os seus tesouros. Os banquetes e a alegria dos judeus não foi pela morte de seus algozes, mas pelo descanso (v. 17, 18) que Deus lhes concedeu, pela conversão da “tristeza em alegria” (v. 22). A festa do Purim ainda hoje é comemorada na tradição judaica, “como costume” (v. 23). O que lhes foi pedido para ser lembrado e comemorado “geração após geração, por todas as famílias” (v. 28). Quando voltamos ao livro de Esdras e de Neemias, percebemos que nem todos os judeus voltaram logo para Jerusalém. Houveram os retardatários, que regressaram depois, além daqueles que estavam espalhados entre as províncias. Mas uma coisa era certa: todo o domínio da época era da Pérsia. Portanto, inclusive Jerusalém estava debaixo das ordens de Assuero. E se Jerusalém também fazia parte de seu domínio, o decreto de morte atingiria inclusive os moradores de lá. Percebem como Deus usou Ester e Mordecai para livrar TODO o Seu povo? E não somente os judeus, mas, como vimos ontem, “muitos, dos povos da terra, se fizeram judeus” (8:17).
A exposição dos cadáveres dos filhos de Hamã (v. 13) ilustra bem o resultado da perversidade: “Os pecados de alguns homens são notórios e levam a juízo, ao passo que os de outros só mais tarde se manifestam” (I Timóteo 5:24). O pecado é multifacetado, de forma que leve a nossa natureza a pender para alguma de suas facetas. No entanto, o fim é sempre o mesmo: desgraça e morte. A nossa reação com relação ao pecado é o que vai definir de que lado desejamos lutar. Se obstinados como Hamã e os inimigos dos filhos de Judá, ou como Ester, Mordecai e os judeus que confiaram em Deus e “ninguém podia resistir-lhes” (v. 2)? A nossa jornada cristã é desafiadora e é comparada a uma guerra. Senão, para que a armadura? (Vide Efésios 6:10-18). Deus nos oferece a Sua armadura TODOS os dias. E todos os dias Ele chama “aos de perto e aos de longe” (v. 20) para combater o bom combate (Vide II Timóteo 4:7).Não há festa quando um perverso desce à sepultura. Mas há grande festa quando um pecador se arrepende!
“Com palavras amáveis e sinceras” (v. 30), e eu também diria que com pressa, o Espírito Santo tem convidado a todos ao banquete do Rei. E qual tem sido a nossa resposta? E eu não me refiro à declarações verbais, mas à disposição em empunhar a espada do Espírito, (Vide Efésios 6:17) e da Palavra extrair o antídoto contra a maldade.
Aceite ao convite do Espírito Santo: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hebreus 3:15), e não desista do combate, pois é a única guerra em que o General desconhece a derrota. Com Cristo no comando, a vitória é garantida e o descanso é certo!
Bom dia, exército do SENHOR!
Desafio do dia: Separe roupas e calçados em bom estado de conservação e doe a quem precisa (v. 22).
*Leiam #Ester9
Rosana Garcia Barros
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