Reavivados por Sua Palavra


ATOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
8 de maio de 2018, 0:20
Filed under: adoração, humildade, idolatria, sofrimento, testemunho | Tags: , , ,
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
9 Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
12 Júpiter Mercúrio. Do gr. Zeus … Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo.  CBASD, vol. 6, p. 309.
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.


ATOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de maio de 2018, 0:20
Filed under: cuidado de Deus, libertação, testemunho | Tags: , , ,

740 palavras

1 Por aquele tempo. O evento narrado neste capítulo não deve ter ocorrido muito antes da morte de Herodes Agripa I. Como ele morreu em 44 d.C, os eventos da primeira parte deste capítulo podem datar do ano anterior ou dos primeiros meses de 44 d.C. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 272.

O rei . Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, neto de Herodes, o Grande, e da princesa hasmoneia Mariane, irmão de Herodias, mencionada na história de João Batista. CBASD, vol. 6, p. 272.

Maltratar. Isto é, “ferir” ou “afligir”, como Agripa estava ansioso para ser considerado um judeu devoto, era fácil para os judeus incitá-lo a atacar os cristãos. Assim começou a perseguição da igreja, “pilhando as casas e os bens dos crentes”. CBASD, vol. 6, p. 273.

2 Fazendo passar […] a Tiago. Se o apóstolo fosse culpado de blasfêmia ou heresia, o Sinédrio o teria sentenciado à morte por apedrejamento. Como no caso de João batista, a decapitação de Tiago mostra que sua morte foi decretada por um governante civil, que usava métodos romanos de punição. Não há como saber por que Herodes escolheu Tiago como sua primeira vítima. No entanto, enquanto pregava o evangelho, é possível que tenha continuado a ocupar a posição proeminente que compartilhava com Pedro e João. Talvez uma de suas características fosse uma veemência natural, pois era chamado de filho do trovão (Mc 3:17). CBASD, vol. 6, p. 273.

3 Prosseguiu, prendendo. Literalmente, “acrescentou a tomar”. Ele prendeu Pedro e Tiago. Esta é uma tradução literal de uma expressão comum do hebraico. CBASD, vol. 6, p. 273.

Também a Pedro. Por ser uma figura de destaque entre os doze, Pedro era um alvo lógico do ataque de Herodes. CBASD, vol. 6, p. 273.

5 Pedro […] estava guardado. Isto sugere vários dias de prisão. CBASD, vol. 6, p. 274.

Uma luz iluminou. Assim como “a glória do Senhor brilhou ao redor” dos pastores, a presença do anjo levou glória celestial à prisão escura. CBASD, vol. 6, p. 274.

9 Não sabendo. Para Pedro, a situação parecia muito semelhante ao transe e à visão registrados em Atos 10. Ele deve ter pensado que acordaria acorrentado aos dois soldados, assim como antes acordara e percebera que tivera uma visão no eirado da casa, enquanto orava. CBASD, vol. 6, p. 274.

12. Considerando. Ou; “entendendo” “compreendendo”. A princípio, Pedro ficou “como quem sonha”, em relação ao livramento, mas depois conseguiu compreender a verdade maravilhosa e foi capaz de partir para a ação. CBASD, vol. 6, p. 275.

14 Tão alegre. Não foi por falta de fé, mas por pura alegria que Rode não abriu a porta. Ela compartilhava da ansiedade dos irmãos pelo apóstolo e participara das orações em seu favor. O desejo de contar a boa-nova a levou a perder o equilíbrio de ação. CBASD, vol. 6, p. 276.

16 Ficaram atônitos. Seria difícil encontrar uma expressão melhor da dificuldade, inclusive de pessoas boas, de crer que suas orações foram respondidas com tal rapidez. Quando Pedro apareceu diante dos fiéis, mal conseguiam admitir que era ele mesmo que estava ali. Todavia, Jesus dera plena garantia a Seus seguidores de que suas orações de fé seriam atendidas (Jo 14:13, 14). CBASD, vol. 6, p. 276.

17 Tiago. Trata-se, sem dúvida, do Tiago que presidiu o concílio em Jerusalém sobre a circuncisão e que apresentou seu parecer sobre o assunto (At 15:13). De alguma forma,

ele era o ancião líder da igreja em Jerusalém, e era natural que Pedro quisesse informá-lo

de sua libertação. Este pode ser o Tiago filho de Alfeu, ou o Tiago irmão do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 276.

19 Fossem justiçadas. Literalmente, “para que fossem levados embora”, isto é, para execução. CBASD, vol. 6, p. 277.

20 Havia séria divergência. Ou, estava exasperado”, “estava num estado de espírito hostil”, sugerindo raiva. CBASD, vol. 6, p. 278.

22 Voz de um deus. Provavelmente no sentido de adoração pagã ao imperador, não de um ser celestial. CBASD, vol. 6, p. 278.

23 Um anjo do Senhor o feriu. No v. 7, um anjo toca Pedro para despertá-lo e salvá-lo. Aqui, o toque.do anjo fere Herodes, para destruí-lo. A ferida por um agente divino costuma significar grave juízo. CBASD, vol. 6, p. 278.

25 Cumprida a sua missão. Ou, “ministério”, “diaconato”, “ministração”. A palavra grega é a mesma traduzida por “socorro” em Atos 11:29. Barnabé e Saulo cumpriram a missão que os levara a ser enviados à igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 281.

Levando também consigo a João. A escolha se explica, parcialmente, pela ligação entre João e Barnabé (Cl 4:10), mas também mostra João se envolvendo no ministério aos gentios. Ao que tudo indica, ele morava numa casa em Jerusalém até essa ocasião. CBASD, vol. 6, p. 281.

 

Compilação: Tatiana W



Tiago 5 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg

1 Atendei, agora. A dura repreensão no cap. 4:13 se dirige àqueles que buscam riquezas sem considerar o plano de Deus para sua vida. Tiago reprova aqueles que alcançaram seu objetivo material e enriqueceram. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 586.

3 Testemunho. Essa ferrugem que indica que as posses não foram usadas será uma evidência clara contra os “ricos” no dia do juízo. O dinheiro que possuíam foi acumulado com egoísmo, quando poderia ter sido usado no serviço de Deus e para o próximo. A destruição de seus tesouros prevê sua condenação iminente. Homens do AT tinham o costume de deixar seu dinheiro num lugar secreto que consideravam seguro (Is 45:3), pois não havia bancos para se depositarem fundos particulares. CBASD, vol. 7, p. 587.

5 Vivido regaladamente. Do gr. truphaõ, “ter uma vida tranquila e luxuosa”. As riquezas acumuladas à custa do pobre são gastas na busca do prazer. CBASD, vol. 7, p. 588.

Resistência. Do gr. antitassõ, “opor-sé”, “oferecer resistência”. O testemunho desses justos “condenados” e maltratados se levantará em terrível condenação de todos os opressores no dia do juízo. Os justos oprimidos não podem resistir à tirania dos ricos nesta vida, e terão justiça somente quando Deus Se levantar para vingar a causa deles. Então, lhes será feita justiça: eles serão recompensados, e os opressores ímpios, destruídos (v. 3 , 5). CBASD, vol. 7, p. 588.


Uns dos outros. Depois de exortar seus leitores a serem pacientes para suportar as injustiças dos ricos opressores (v. 7), o apóstolo os exorta a serem pacientes uns com os outros. Cristãos que enfrentam com destemor as mais severas injustiças às vezes se tornam impacientes com problemas menores dentro da igreja. Os cristãos precisam do encorajamento de seus irmãos de fé ao enfrentarem aflições. CBASD, vol. 7, p. 589.


11 Perseveram. A fidelidade constante em meio aos problemas (Tg 1:3) revela lealdade completa a Deus e se torna um requisito para a vida eterna (Mt 10:22; 24:13). Quando os membros da igreja passam por dificuldades, podem reclamar as mesmas bem-aventuranças. CBASD, vol. 7, p. 590.


12 Sim sim. Quando as palavras de uma pessoa se provam verdadeiras por meio de seus atos, ela não terá a necessidade de reforçá-las com um juramento.  CBASD, vol. 7, p. 590.


15 Oração da fé. A falta de fé é um obstáculo para a cura (Mc 6:5), assim como para a salvação (Ef 2:8). A pessoa que possui fé confia na sabedoria e no amor de Deus e busca se identificar com Seu desígnio e cumpri-lo. Por isso, a oração da fé é a oferecida pela pessoa que se destaca por sua fé. CBASD, vol. 7, p. 591.

16 Confessai. O primeiro requisito da fé sincera na oração é a consciência limpa. As faltas cometidas em segredo devem ser confessadas a Deus. Pecados que envolvam outras pessoas devem ser confessados também aos que sofreram dano. Uma consciência culpada é uma barreira à fidelidade completa a Deus e um entrave à oração. CBASD, vol. 7, p. 592.

19 Meus irmãos, se algum. Tiago conclui sua epístola de advertência e instrução, demonstrando seu interesse solícito pela salvação de cada um dos leitores. A nota dominante da epístola de Tiago é a preocupação com o bem-estar eterno de seus amados irmãos. CBASD, vol. 7, p. 593.


20 Cobrirá. Do gr. kalu-ptõ, “cobrir”, “velar” (SI 32:1; IPe 4:8). Quando a pessoa se converte, é como se seus pecados fossem lançados “nas profundezas do mar” (Mq 7:19). Tiago conclui sua majestosa exortação a seus irmãos de fé com a tônica do NT: o resgate do ser humano de seus pecados e sua restauração à estatura plena de Jesus Cristo. CBASD, vol. 7, p. 594.



II Timóteo 1 by jquimelli
17 de maio de 2015, 22:22
Filed under: amor, Cartas de Paulo, graça, poder de Deus, testemunho | Tags: , ,

Comentário devocional:

Esta é a última epístola do apóstolo Paulo, escrita enquanto estava na conhecida Prisão Mamertina de Roma, aguardando sua execução. Como você agiria em tal situação? Paulo responde no verso 3, dizendo: “Dou graças a Deus, a quem sirvo com a consciência limpa…” (NVI).

Faço uma pausa e me pergunto: se eu estivesse na mesma situação de Paulo, poderia dizer a mesma coisa? Louvo a Deus em todas as situações pelas quais passo, mesmo através de provações? Bem, eu não posso realmente saber porque não passei ainda por todas as provações que podem cruzar meu caminho – nem você. Passaremos por dificuldades até o dia em que dormiremos no pó ou veremos Jesus vindo nas nuvens. O que eu sei é que para as provas de hoje Deus já garantiu a você e a mim: “Minha graça é suficiente para você …” (2Co 12:9, NVI).

A graça de Deus é a chave para nos ajudar no presente e no que está por vir no futuro, independentemente das nossas circunstâncias. Alcançando-nos quando estamos no nosso ponto mais baixo, Seu poder fará o seu trabalho perfeito, transformando-nos à Sua imagem. Assim, Paulo podia dizer: “Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte” (2Co 12:10, NVI).

O evangelho não produz fraqueza espiritual: “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio (v. 7, NVI). O rei Davi entendeu este conceito de “nada temer” quando ele escreveu Sl 27:1: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?” A resposta, claro, é: ninguém!

Deus nos chamou para sermos santos, permanecer fortes Nele. Ele nos deu todas as ferramentas e recursos que nos capacita ao poder, ao amor e a uma mente sã. Para descrever essa potência Paulo usa a palavra grega dunamis – da qual vem a palavra dinamite. Este poder explosivo deve ser unido com o amor – o amor de Deus. A combinação do poder divino e o amor devem ser guiados por uma mente – a mente de Cristo, tal como descrito em Filipenses 2.

Colocado em movimento desde os “tempos eternos” este triplo poder da graça – o poder e amor divino e a mente de Cristo -, é concedidos a nós através do Espírito Santo. É esse “pacote da graça” o responsável pela transformação de Paulo. Vejam que “não há limite para a utilidade e influência de alguém que consagre a sua vontade à vontade de Deus” (BC Vol 7 p. 331). Paulo descobriu esta verdade emocionante; Timóteo também. E nós? Descobrimos?

Jim Ayer
Vice-Presidente da Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/1/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: II Timóteo 1 
Comentários em áudio



I Timóteo 6 by jquimelli
16 de maio de 2015, 1:00
Filed under: dinheiro, relacionamento, testemunho | Tags: ,

Comentário devocional:

A maioria de nós não vive em uma sociedade de senhores e escravos. Então como podemos aplicar o conselho dos versos 1-5? Bem, nós vivemos em uma sociedade de empregador e empregado, de professor e aluno, de ricos e pobres, de marido e mulher, pais e filhos. Como posso me relacionar com meu empregador ou com quem trabalha para mim, assim como todas as outras pessoas com quem estou em contato diariamente? Um cristão não deve ser hostil a um empregador ou supervisor ou membro da família, mas sim, provar que vive como Jesus, mesmo através dos aborrecimentos da vida diária.

Os versos 6-10 podem ser a antítese do “evangelho da prosperidade.” Nós todos conhecemos as palavras, “o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males” (v. 10, NVI). Aceitemos esta verdade e aprendamos a gerenciar nossa renda de acordo com ela. Coloquemos Deus em primeiro lugar em nossas vidas, busquemos o Seu conselho e direção e todas as coisas ocorrerão de acordo com a Sua santa vontade.

Nos versos 11-16, Paulo se dirige diretamente a Timóteo, e faríamos bem em aplicar a nossas vidas: “Você, porém, homem de Deus” (v. 11). “Homem de Deus”, que título! Quem merece tal nome? “Mas tu, ó mulher de Deus.” “Tu, ó Juventude de Deus” – “fuja de tudo isso [cobiça] e busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão … até a manifestação de nosso Senhor Jesus Cristo” (vs 11, 14, NVI). Este é o objetivo do Senhor para cada um de nós. Esta é em grande parte a nossa maneira de testemunhar ao mundo.

Lembro-me de visitar uma pessoa que trabalhava em um escritório onde Mable, uma de nossos membros da igreja também trabalhava. A pessoa disse: “Mable é a melhor cristã que eu já conheci.” As circunstâncias da vida de Mable tornavam difícil para ela estar presente todos os sábados. Apesar de irregular em sua presença aos cultos, ela mostrava Cristo brilhando de dentro para fora, influenciando aqueles com quem ela trabalhava, assim como seu marido incrédulo.

Ser fiel a Cristo e Sua doutrina é a mensagem desta carta a Timóteo, e o tema de Reavivamento e Reforma.

Como o meu amor por Jesus cresceu nestes últimos dois anos? Pode o Mundo ver Jesus em mim?

David Manzano
Pastor aposentado
Collegedale, TN USA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ti/6/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: I Timóteo 6 
Comentários em áudio 



O uso do véu, corte e pintura do cabelo – 1Co 11:3-15 by jquimelli
25 de março de 2015, 21:17
Filed under: bom senso, discernimento, imoralidade, testemunho | Tags: , , ,

Na cidade de Corinto, uma mulher que cortasse o cabelo ou deixasse de usar o véu estava dizendo perante a sociedade que não mais estava sob a responsabilidade do marido, pai ou irmão mais velho e que, dali em diante, se tornara uma prostituta. Assim, para que as irmãs não fossem confundidas com as prostitutas e o testemunho delas se tornasse uma pedra de tropeço para a pregação do evangelho, Paulo pediu a elas que acatassem àquele costume da cidade de Corinto. Seria horrível para a igreja cristã se as irmãs fossem rotuladas por aquela cultura como sendo prostitutas. Já nos dias do Antigo Testamento, uma mulher prostitua foi identificada por encobrir o rosto com um véu (Gênesis 38:15). Percebeu o fator cultural?

O mesmo se dava em relação aos homens: em Corinto, todo aquele que deixasse o cabelo crescer era considerado homossexual. Já na época de Jesus (e do Antigo Testamento), o homem usava cabelo comprido normalmente. Era em Corinto que havia tal preconceito.

Assim, podemos ver que o assunto da calça comprida e do corte de cabelo não são princípios, mas questões culturais. Há na Bíblia costumes, que podem variar com o tempo por que foram dados apenas para um povo, de forma local. Existem também princípios, que são eternos, por terem sido transmitidos a todos e não a um povo específico. Nisto se enquadra o Sábado como dia de adoração e culto. Sendo que esse mandamento consta no Decálogo e que foi ordenado a todas as pessoas, não apenas para os judeus (ver Gênesis 2:1-3, Isaías 56:1-7, Marcos 2:28, etc.), deve ser observado para sempre em memorial ao Deus Criador. É importante diferenciarmos na Bíblia um PRINCÍPIO de um COSTUME.

Infelizmente, muitos se apegam a um costume cultural e deixam de lado um princípio universal e moral como o Sábado do Criador.

É lícito e correto o cristão se vestir decentemente e com modéstia (1 Timóteo 2:9), pois inclusive em nosso modo de vestir podemos refletir o caráter de Jesus. Porém, isto não significa que devamos ser desleixados com nossa aparência ou com o corpo, pois isso desagrada a Deus. Aqui podemos tratar do pintar o cabelo. Se a pessoa o faz por uma necessidade, para corrigir um problema ocasionado pelo pecado (Deus não criou o ser humano para envelhecer) qual o problema nisto? O errado seria pintar o cabelo com cores chamativas, que não levam a atenção dos outros para Deus.

Sendo que o corpo é o “templo do Espírito Santo” (1 Coríntios 3:16-17, 6:19-20) e o cabelo faz parte dele, também deve ser cuidado. Entretanto, tal questão (de cortar ou não o cabelo) deve ser analisada por cada um, individualmente, respeitando a opinião daqueles que pensam diferente. Também nesse tipo de atitude nosso cristianismo é manifesto.

Leandro Quadros

http://novotempo.com/namiradaverdade/calca-comprida-corte-e-pintura-do-cabelo-deut-225-e-1-cor-113-15/



Romanos 14 – Comentários Pr. Heber by jquimelli
12 de março de 2015, 22:37
Filed under: testemunho, unidade, Vida Cristã

Se queremos reavivamento e reforma espirituais mesmo em nossa vida individual, familiar e eclesiástica, precisamos começar a interessar-nos por teologia e corrigir nossos conceitos equivocados. Atitudes erradas (práticas) no cristianismo surgem de posturas erradas em relação a Deus (teologia).

Cuidado com religião “pode-e-não-pode”. Pode comer carne sacrificada a ídolos vendida no mercado e/ou praticar festas judaicas?

Sobre estes pontos havia liberais e conservadores. Sempre existiram tolerantes e intolerantes, que julgam seu ponto de vista como melhor, criticando aqueles dos quais divergem. Entretanto, o cristão não se ocupa “com acusações mútuas e destrutivas […]. O cristão autêntico fará tudo para não prejudicar um irmão a favor de quem Cristo morreu” (Siegfried Schwantes).

Note que…

1. O cristão, movido pelo amor, deve tratar com cortesia, gentileza e bondade os de opiniões fortes, mas fracos na fé (v. 1);

2. Ninguém deve impor sua opinião sobre a convicção de ninguém, nem criticar aquele que desconhece o que você conhece; deixe com Deus os casos indefinidos biblicamente (vs. 2-4);

3. Em questões secundárias, de meras opiniões, deixe Deus ser Senhor; Ele nos liberta “das pequenas tiranias de cada um” (vs. 5-9, AM);

4. Não critique outros por terem opiniões divergentes sobre assuntos periféricos. “Além do mais, o que você vai ganhar ao criticar um irmão? E quando você é intolerante com uma irmã? Preciso dizer que isso faz você parecer um todo – ou algo pior”. Cada um cuide da própria vida (vs. 10-12);

5. Antes de criticar, saiba que o cristianismo verdadeiro revela amor e mostra o valor elevado do reino de Deus. “Não comam, não façam ou falem nada que interfira na livre troca de amor cristão” (vs. 13-23).

A questão principal não é dias sagrados e comidas, mas relacionamento. “Recebam de braços abertos…”. “Não atropelem…”. “Tratem-nos com gentileza” (v. 1). “Parem de preocupar indevidamente com os outros” (v. 12). “Assim estaremos empregando nosso esforço na boa convivência fraterna” (v. 19).

“Nosso viver é um excelente reflexo do valor real de nossa teologia” (Larry Hurtado). “Muito mais importante que comida e bebida é justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Schwantes).

Filipe Schaff propôs:

• Em questões fundamentais, unidade.
• Em questões secundárias, liberdade.
• Em todas as demais questões, caridade.

Tome medidas cristãs em cada situação! – Heber Toth Armí.

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