Reavivados por Sua Palavra


1REIS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros

“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).

A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.

Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.

Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.

Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.

Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?

Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



Hebreus 10 by jquimelli
3 de junho de 2015, 1:00
Filed under: confiança em Deus, , salvação | Tags:

Comentário devocional:

O capítulo 10 de Hebreus nos convida a aceitar o sacrifício de Jesus em nosso favor e a nos achegarmos com fé à presença de Deus.

Os versos 1-10 nos lembram que os sacrifícios do santuário terrestre eram apenas sombras do verdadeiro sacrifício que Jesus ofereceu a Deus em obediência perfeita.

Os versos 11-14 nos lembram de que o ministério de Jesus é eficaz por causa de sua oferta perfeita. Por isso contrasta com o ministério dos sacerdotes terrenos que constantemente ofereciam sacrifícios que não podiam limpar a consciência.

Os versos 15-18 dizem que a promessa da nova aliança aboliu os sacrifícios, pois fornece o perdão perfeito e completo através do sacrifício de Jesus. Em vista disto, os versos 19-25 fornecem um convite empolgante para que nos aproximemos com confiança à própria presença de Deus, porque fomos lavados pelo sangue de Jesus.

Os versos 26-31 dizem que não existe nenhum outro sacrifício que possa ser apresentado para trazer perdão àqueles que rejeitam o sacrifício e o ministério de Jesus. Haverá apenas o julgamento para eles.

Então, os versos 31-39 convidam os leitores para se achegarem com fé à presença de Deus, apesar de perseguições e obstáculos provenientes do mundo em torno deles.

Essa é uma lição difícil de aprender. Nós sempre queremos trazer um presente, uma dádiva ou um sacrifício que possa nos tornar aceitáveis diante de Deus. O livro de Hebreus afirma que nenhum sacrifício humano é bom o suficiente para tornar-nos limpos. Nenhum sacrifício humano que venhamos a trazer pode nos tornar aceitáveis em Sua presença. 

Deus providenciou em Jesus o único sacrifício que realmente pode nos purificar e nos tornar aceitáveis perante Ele. “Deus se opõe aos orgulhosos, mas concede graça aos humildes” (1 Pedro 5:5).

Aceitemos, portanto, o sacrifício de Jesus e nos aproximemos de Deus “com confiança”, na “plena certeza” que a fé proporciona.

Felix H. Cortez
Andrews University Theological Seminary 
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/heb/10/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Hebreus 10
Comentário em áudio 



Gálatas 4 by jquimelli
16 de abril de 2015, 1:00
Filed under: confiança em Deus, salvação | Tags: , ,

Comentário devocional:

Tenho certeza que você já ouviu aquele velho ditado: “Se fizermos o nosso melhor, Deus fará o resto.” No entanto, esse ditado é tão absolutamente errado quanto comum quando se trata de salvação. Assim como os Gálatas, muitas vezes, perdemos de vista esse fato nas realidades do dia-a-dia da vida. Ficamos tão acostumados a confiar em nós mesmos para chegar a algum lugar neste mundo que às vezes agimos do mesmo modo espiritualmente. Numa última tentativa para mostrar aos gálatas a loucura dessa mentalidade, Paulo lembra-lhes que Abraão também falhou em confiar na promessa de Deus.

Depois de esperar 10 anos pela chegada do prometido, Abrão e Sara concluíram que Deus devia estar esperando que eles fizessem algo. Olhando para os costumes antigos de utilizar uma escrava como mãe de aluguel para uma esposa estéril, Abrão e Sara decidiram ter um filho através de sua serva egípcia, Hagar (Gn 16:1-6). O plano deles, no entanto, estava condenado ao fracasso desde o início. Em vez de resultar em uma bênção, esse plano causou nada mais do que tumulto e sofrimento. Quando a criança nasceu, o único elemento “milagroso” no nascimento de Ismael foi a disposição de Sara em compartilhar seu marido com outra mulher! Somente cerca de 15 anos depois Abraão finalmente percebeu que a promessa de salvação de Deus era algo que só Deus poderia efetuar – como o nascimento milagroso do filho Isaque através de sua esposa estéril Sara.

Olhando para trás é fácil e claro ver quão tola havia sido a tentativa de Abraão e Sara de tentar ajudar a promessa de Deus se cumprir. No entanto, quão frequentemente fazemos a mesma coisa? Em vez de esperar no Senhor para que Ele faça o que prometeu – seja em nossa própria vida ou na vida de familiares e amigos – ficamos impacientes e tentamos fazer com que as promessas se cumpram por nossos esforços resultando na maior confusão.

Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/gal/4/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Gálatas 4
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II Coríntios 10 by jquimelli
9 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo, confiança em Deus, influência | Tags: , ,

Comentário devocional:

As palavras “eu, Paulo” compõem uma introdução pessoal e contundente a este capítulo. Muitos estudantes desta epístola veem aqui uma notável mudança de tom quando Paulo volta a defender vigorosamente seu ministério. Ele começa com um apelo pessoal (v. 1), porque alguns membros de Corinto tinham insinuado haver uma diferença entre a sua apresentação pessoal tímida e o tom severo de suas cartas (vs. 1, 10). No entanto, ele insiste que suas ações (v. 11)  se harmonizam com sua autoridade.

“Embora vivamos como homens”, Paulo admoesta, “não lutamos segundo os padrões humanos” (v. 3 NVI). Em vez disso, o nosso poder vem de Deus (v. 4). Como cristãos, um dos nossos desafios é a tentação de recorrer à nossa própria força, em vez de nos voltarmos para Deus.

“Não quero que pareça que estou tentando amedrontá-los com as minhas cartas”, argumenta o pastor Paulo (v. 9). Sua vida se mostra em contraste gritante com relação aos seus adversários “que se recomendam a si mesmos” (v. 12 NVI). Em vez disso, diz Paulo, “não nos gloriaremos além do limite adequado”, porque fomos os primeiros a pregar em Corinto (vs. 13-14).

Em um artigo recente na revista Christianity Today, Andy Crouch observa que estamos a lidar com novos tipos de problemas com a mídia social. É cada vez mais comum nos preocuparmos em quantos “Curtir” ou comentários nossas postagens conseguem. Embora a sociedade ocidental se orgulhe de ser muito individualista, Crouch afirma que, de certa forma, estamos desenvolvendo um fenômeno da “cultura fama-vergonha”, que se torna “uma moeda poderosa de status” (The Return of Shame [O retorno da vergonha], março de 2015). Em muitos aspectos, o princípio que o pastor Paulo estabelece é muito útil a respeito de quanta “fama” temos buscado no mundo online. Não caiamos nesta armadilha. Em vez disso, usemos nossa atuação na mídia social para exaltar a Jesus Cristo e incentivar outras pessoas.

Michael Campbell
AIIAS
Filipinas
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/10/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: II Coríntios 10 
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Romanos 5 by jquimelli

Comentário devocional:

Paulo inicia assim: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5:1, 2 NVI). Que bênção estar em paz com Deus! Que bênção sermos justificados pela fé! Que bênção estarmos inteiramente convictos das promessas de Deus! Quando temos essa fé, temos confiança em nosso relacionamento com Deus, com base no que Jesus fez por nós. Ao experimentarmos essa fé, Deus a purifica através da tribulação, experiência e esperança (1Pe 1:7). Deus nos permite passar por este processo para fortalecer a nossa fé (vv 3-5).

Em seguida, Paulo descreve a morte de Cristo na cruz como a expiação pelos nossos pecados (vv 6-11). Esta é a segunda vez em Romanos que a morte e a redenção de Cristo pelo Seu sangue é explicitamente mencionada (ver Rm 3:24, 25). Por incrível que pareça, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós! Nós temos sido justificados pelo seu sangue e salvos da ira por meio dele. Não só fomos justificados e reconciliados por sua morte, mas Paulo também mostra que somos salvos pela Sua vida (v. 10). Em um capítulo posterior, Paulo vai nos dar uma compreensão mais profunda desta declaração. Sim, Jesus morreu para nos salvar do registro passado de nossos pecados, e também para nos dar o poder de viver a vida que Ele viveu na carne nesta terra.

Em seguida, Paulo descreve o efeito que Adão e Cristo tiveram sobre a humanidade. O primeiro Adão afetou negativamente toda a humanidade, condenando-a, mas o Segundo Adão o fez positivamente, redimindo-a (vv 12-21). Por causa do pecado de Adão, a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Assim, a morte passou a todos os homens, porque todos escolheram o mesmo caminho do pecado. Adão era uma figura daquele que haveria de vir (o segundo Adão). Quando Adão escolheu pecar fez com que todos nós tivéssemos uma natureza pecaminosa. O Segundo Adão também fez uma escolha que poderia afetar toda a humanidade se todos nós escolhêssemos aceitar a Sua morte na cruz.

Por causa do pecado de Adão, todos os seus descendentes receberam a condenação da morte e condenação eterna, porque escolheram pecar por causa da fraqueza da carne (veja Rm 8:3). No entanto, a morte de Cristo tornou possível a cada um de nós escolher o rico dom gratuito da justificação, para que possa ser verdadeiro a declaração: “onde aumentou o pecado, a graça aumentou muito mais.” (v 20 Clear Word).

Embora o pecado de Adão tenha exercido um efeito terrível sobre toda a humanidade, legando a cada um de nós uma natureza pecaminosa, a morte de Cristo tem o poder de libertar todo ser humano que escolher aceitar o Seu dom gratuito da graça. Que Salvador nós temos!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/5/
Traduzido/adaptado por: JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Romanos 5 
Comentários em áudio 



Atos 25 by jquimelli

Comentário devocional:

Este capítulo nos prepara para o próximo, quando Paulo fala a Festo, na sua primeira semana como governador. Paulo tinha sido mantido sob custódia por dois anos. Tendo Festo percebido que algo não estava certo na insistência dos judeus em querer que Paulo fosse julgado em Jerusalém, ele lhes disse que Paulo ficaria em Cesaréia, e se eles quisessem prestar queixa, eles poderiam vir até ele nesta cidade (v. 4, 5).

As acusações eram falsas, Festo percebeu isto e viu nelas o ódio veemente que os judeus tinham por Paulo. Mas tentou um acordo, perguntando a Paulo se ele estaria disposto a ser julgado pelo Sinédrio. Paulo sabia que esta seria sua sentença de morte, pois eles já haviam conspirado para matá-lo antes, quando ele estava em Jerusalém.

Então, como um cidadão romano, Paulo apelou para César. Se um cidadão romano sentisse que não estava recebendo justiça em um tribunal provincial, ele poderia apelar para que o próprio imperador ouvisse o seu caso. E Festo acatou o pedido de Paulo. Isso deve ter frustrado profundamente os inimigos de Paulo. Eles não conseguiam entender por que eles não conseguiam matar este homem. Eles falharam em Jerusalém e diante do governador anterior. Agora falharam novamente. Obviamente, Deus ainda tinha trabalho para Paulo fazer.

Quando o rei Agripa II – rei da Galiléia e da Pereia, veio apresentar seus respeitos ao novo governador, Festo lhe contou sobre o caso de Paulo.

Enviar Paulo a Roma não era tão simples: as acusações contra um cidadão romano tinham que ser acompanhadas de uma carta claramente escrita descrevendo as acusações, e Festo estava com dificuldades em acusar Paulo! Agripa tornou-se interessado em ouvir o próprio Paulo, que havia se tornado famoso por seus feitos em nome de Cristo e pelo ódio intenso que seus inimigos judeus nutriam contra ele.

Preste atenção nos contrastes! Entra em cena o rei, vestido de púrpura, e sua esposa Berenice, com toda a pompa de apresentação real e acompanhantes. Em seguida, vem Festo, vestido com a cor escarlate do governador, e a comitiva de comandantes da cidade seguem atrás dele, com suas armaduras reluzentes. Por último vem Paulo, um despretensioso seguidor de Cristo, algemado. Entretanto, toda a atenção estava dirigida para este último homem.

Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 25 
Comentário em áudio 



Atos 16 – Comentários selecionados by jquimelli
14 de fevereiro de 2015, 0:00
Filed under: confiança em Deus, louvor, missão, sofrimento | Tags: , , , ,

1 um discípuloTimóteo. Na pequena comunidade judaica de Listra, Paulo encontrou este jovem, que em parte era judeu e em parte, grego. Como seu pai, Timóteo havia sido criado como um grego e, assim, não tinha sido circuncidado. Sua mãe era judia. Bíblia de Genebra.

Uma vez que, 15 anos mais tarde, Paulo se dirige a Timóteo como a um jovem (ver 1Tm 4.12), este devia ser adolescente nesta ocasião. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

3 circuncidou-o. Por uma questão de prudência, a fim de que sua obra entre os judeus fosse mais eficaz. Foi diferente do caso de Tito (v. Gl 2.3), em que a circuncisão foi recusada pelo fato de alguns a exigirem como pré-requisito para a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

É provável que o próprio Paulo tenha realizado o rito. A princípio, este ato parece inconsistente com sua conduta em relação a Tito, a quem ele se recusou a circuncidar ( ver com. de Gl. 2:3) e com seu ensino geral sobre a circuncisão (ver com. de 1Co 7:18, 19; Gl 5:2-6). Mas há uma diferença evidente entre os casos de Tito e Timóteo. Tito era um grego, e circuncidá-lo equivaleria a ceder num princípio de que Paulo não desejava abrir mão. A origem mista de Timóteo fazia dele um judeu, pois o código rabínico afirmava que o filho de mãe judia era considerado judeu (Yebamoth, 45.b, ed. Soncino, Talmude, p. 297). Caso tanto seu pai quanto sua mãe fossem judeus fiéis, ele teria sido circuncidado no oitavo dia (Lv 12:3), mas as diferenças religiosas entre o casal impediram isso. … Caso [Timóteo] fosse incircunciso, isso se tornaria uma fonte de dificuldade para os judeus, os quais pensariam que um mau judeu não poderia ser um bom exemplo de cristão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 337, 338.

7 Espírito de Jesus. Assim como “Espírito Santo” era às vezes usado de maneira intercambiável com “Deus” (ver 5.3, 4), assim também aqui  “Espírito Santo” é usado de modo intercambiável com “Espírito de Jesus” [cf. v. 6]. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

10 procuramos. A primeira das várias passagens usando o pronome plural “nós” começa aqui, indicando que o autor estava com Paulo e Silas. Bíblia de Genebra. 

Lucas, o “médico amado” (Cl 4:14), estava a descrever os missionários na terceira pessoa (“ele”, “eles”). Agora ele adota a primeira pessoa, aparentemente indicando que ele havia se juntado à equipe missionária. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A conclusão é que Lucas está informando ao leitor o fato de ele ter-se unido ao grupo em Trôade. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

11 Samotrácia. Ilha no nordeste do mar Egeu. Era um lugar apropriado para os navios ficarem ancorados em vez de arriscarem uma viagem noturna. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

12 Filipos. Filipe II da Macedônia, o pai de Alexandre Magno, tinha estabelecido uma grande colônia grega aqui, e dado a ela o nome de Filipos. Os romanos a conquistaram em 167 a.C. e a fizeram parte da província da Macedônia. Bíblia de Genebra. 

Muitos legionários aposentados do exército romano se estabeleceram ali, mas poucos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

13 onde nos pareceu hacer um lugar de oração. De acordo com a lei judaica, pelo menos dez homens eram necessário para se formar uma sinagoga. Não havendo um lugar de oração, poderia ser estabelecido ao ar livre, preferivelmente perto de água. Bíblia de Genebra. 

mulheres que para ali tinham concorrido. Elas se reuniam para ler e estudar as Escrituras, e acolhiam bem a assistência de algum professor judeu que chegasse a visitá-las. Bíblia de Genebra. 

14 Lídia. Seu nome pode estar associado ao seu lugar de origem, o distrito helenístico da Lídia. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

da cidade de Tiatira. Tiatira era conhecida pela lã e pelo tingimento. Púrpura era um tingimento dispendioso. Bíblia de Genebra. 

temente a Deus. Lídia era uma gentia que, assim como Cornélio (ver 10.2), cria no Deus verdadeiro e seguia os ensinamentos morais das Escrituras. Não era, porém, uma convertida plena ao judaísmo. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

o Senhor lhes abriu o coração. Iluminação e persuasão divinas são necessárias para que o coração cego pelo pecado responsa ao evangelho (Jr 13.23; Jo 6.44, 65; Rm 9.16; 1Co 2.14). Bíblia de Genebra. 

16 espírito adivinhador. Lit. “um espírito de pitonisa”. O termo provavelmente se refere a uma serpente mística [Píton] que, segundo se acreditava, guardava o templo e o oráculo do deus grego Apolo, em Delfos. Bíblia de Genebra. 

O termo “píton” veio a ser aplicado às pessoas pelas quais o espírito de Píton supostamente falava. … Como essas pessoas falavam involuntariamente, o termo “ventríloquo” era empregado em referencia a elas. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Um fato considerado comum no primeiro século, que era dominado pela cosmovisão astrológica. Andrews Study Bible.

Fica clara a crença da população local de que a escrava possuía habilidades sobrenaturais. Sem dúvida, seus gritos frenéticos eram considerados oráculos e aceitos como tais. Seus donos se aproveitavam da suposta inspiração da jovem e a faziam dar respostas àqueles que a procuravam. CBASD, vol. 6, p. 345.

adivinhando. Do gr. manteuomai, “adivinhar”, “profetizar”. O termo só é usado aqui no NT. Na LXX, a palavra sempre é usada para se referir às palavras de profetas mentirosos (Dt 18:10; 1Sm 28:8; Ez 13:6; etc.). Neste caso, pode ser interpretada com o mesmo sentido: “fingir predizer o futuro”. CBASD, vol. 6, p. 345.

17 Deus Altíssimo. Um judeu entenderia que este seria Javé. um gentio aplicaria este nome a Zeus. Bíblia de Genebra. 

19 agarrando em Paulo e Silas. Porque Paulo e Silas eram ambos judeus e líderes do grupo missionário, eles foram presos. Seus companheiros eram gentios (Lucas, um gentio da Antioquia da Síria, e Timóteo, um meio gentio de Listra) e não foram acusados. Bíblia de Genebra. 

21 costumesnão é permitido. Se alguma religião deixasse de receber a aprovação de Roma, era considerada religio ilicita. O judaísmo tinha reconhecimento legal, mas o cristianismo, não. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

22 fosse açoitados [NVI]. Com varas [NKJV: beaten with rods, “batidos com varas”].  Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Paulo e Silas eram cidadãos romanos (v. 37) e deveriam ter ficado livres de tal tratamento. Mas, no clima de agitação, isto foi ignorado. Bíblia de Genebra. 

24 cárcere interiorno tronco. Não somente para segurança máxima, mas também para tortura. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

cárcere interior. Era comum que as prisões romanas tivessem uma seção externa e interna. Na primeira, ficava a sala da guarda, onde entravam luz e ar. Depois dela, se localizava o cárcere interior, onde a porta era fechada, deixando fora a luz e o ar. As condições dentro dessa cela eram horrendas, infligindo um castigo terrível sobre o prisioneiro. CBASD, vol. 6, p. 348.

tronco. Era uma estrutura de madeira com buracos nos quais a cabeça, os pés e as mãos do prisioneiro eram colocados, deixando-o numa posição de extremo desconforto. … No caso de Paulo e Silas, somente os pés foram presos e o restante do corpo ficou jogado no chão, uma posição dolorosa para homens tão castigados como os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 348.

27 para se matar. Se um preso fugisse, a vida do guarda era exigida no seu lugar. (v. 12, 19). Tirar a própria vida abreviaria a vergonha e a aflição. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

30 que devo fazer para ser salvo? O carcereiro tinha ouvido dizer que eram pregadores de um caminho da salvação (v. 17). Agora, com o terremoto e com a morte iminente, queria saber a respeito do caminho. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

31 creia no Senhor Jesus. Declaração concisa do caminho da salvação (ver 10.43). Bíblia de Estudo NVI Vida. 

33 batizado. Note a necessidade da crença (v. 31) antes do batismo. Comparar com 2:38. Andrews Study Bible.

34 alegrou-se muito. Sempre a consequência da conversão, independentemente das circunstâncias. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

37 romanos. Era ilegal açoitar um cidadão romano (cf. v. 38), ainda mais no caso de não ter havido processo. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Cidadãos romanos eram isentos de açoitamento e tortura. Se os cidadãos romanos fossem julgados numa corte romana, eles tinham o direito de apelar sua causa a César (25.11; 26.32). Bíblia de Genebra. 

Venham eles mesmos. Paulo e Silas não estavam querendo ser escoltados para fora para apaziguar um orgulho ferido, mas para publicamente demonstrar a sua inocência por amor à igreja de Filipos, pensando no futuro dela. Bíblia de Estudo NVI Vida. 




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