Reavivados por Sua Palavra


ATOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2018, 0:20
Filed under: adoração, humildade, idolatria, sofrimento, testemunho | Tags: , , ,
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
9 Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
12 Júpiter Mercúrio. Do gr. Zeus … Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo.  CBASD, vol. 6, p. 309.
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.


Atos 18 by Jeferson Quimelli

Comentários devocional:

Corinto era “o mercado da Grécia.” A cidade foi construída em uma estreita faixa de terra [o Istmo de Corinto, que liga a parte norte à parte sul do país, o Peloponeso] onde todos os navios do leste e do oeste poderiam vir e realizar comércio. Todos das terras do norte e do sul trafegavam pela Grécia e também por Corinto. Sendo rica e cosmopolita, a cidade atraiu todos os tipos de pessoas. Era uma colônia de Roma, e por isso muitos cidadãos tinham nomes latinos, como Áquila e Priscila, Cláudio e Justus. A corrupção e a imoralidade em Corinto rivalizavam com seu mercado e comércio. A divindade principal era Vênus ou Afrodite, a deusa da beleza e do sexo. Mil sacerdotisas, prostitutas do templo, exerciam o seu comércio nas ruas da cidade todas as noites.

Quando Paulo foi a Corinto ele pensou muito sobre a sua experiência em Atenas. Ele estava indo para uma cidade igualmente cosmopolita e pagã como Atenas, porém menos sofisticada e mais imoral. Ele tomou uma decisão: iria se concentrar na cruz. Pregando na sinagoga, “seus ouvintes não podiam deixar de compreender que ele amava com todo o coração o Salvador crucificado e ressurgido.” Os Coríntios viram “que sua mente estava centralizada em Cristo, que toda a sua vida estava unida a seu Senhor.” (Atos dos Apóstolos, pp.247, 248). A maioria dos judeus rejeitou a mensagem da cruz, assim Paulo virou-se para os gentios (v.6). Ele começou a dar estudos bíblicos na casa de um romano, crente em Deus, e “dos coríntios que o ouviam, muitos criam e eram batizados.” (vv.7, 8 NVI).

Mas a cidade era tão imoral, tão voltada para o mal, que Paulo temia pelo tipo de igreja que esses crentes edificariam. Ele considerou mudar-se para “pastos mais verdes.” Foi quando Jesus interveio em nome dos Coríntios. Ele assegurou a seu servo, numa visão de noite, que tudo ficaria bem, e que Paulo deveria manter a pregação do evangelho, porque “muita gente nesta cidade” (v. 10 NVI) iria responder a seus labores. Paulo continuou lá por um ano e meio (v.11). Então, “uma grande igreja se alistou sob a bandeira de Cristo” naquele lugar (Atos dos Apóstolos, p.252).

Aqueles que trabalham para Deus encontrarão grandes desafios. O inimigo é poderoso. No entanto, Deus é maior e mais poderoso e ama infinitamente. Ele é capaz de salvar  “de um extremo a outro.” 

Nunca desista de fazer a vontade de Deus. Com Ele, todas as coisas são, de fato, possíveis. Depois da decepção em Atenas, e da falta de maturidade espiritual que era a perspectiva em Corinto, Deus usou os coríntios e os seus problemas para inspirar Paulo para escrever algumas das instruções mais importantes em todo o Novo Testamento.

Ron E. M. Clouzet
Diretor de Evangelismo do Instituto NAD
Professor de Ministério e Seminário Teológico da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/18/
Traduzido por GASQ/JAQ
Texto bíblico: Atos 18 
Comentário em áudio 



Atos 17 by Jeferson Quimelli
15 de fevereiro de 2015, 1:00
Filed under: Bíblia, Evangelho, evangelismo, trabalho | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Tessalônica, Bereia e Atenas: três cidades gregas, três diferentes abordagens usadas para seu evangelismo.

Em Tessalônica, Paulo falou durante três semanas na sinagoga para os judeus e gregos tementes a Deus. Ele contou sua história de conversão, com foco na lei de Deus, e explicou o verdadeiro significado dos ritos e cerimônias vinculados ao Templo. Ele conectou tudo isso com o ministério e sacrifício do Messias. Alguns judeus acreditaram, mas o número dos gentios que acreditaram foi maior, incluindo algumas mulheres influentes da cidade. Alguns judeus que se recusaram a acreditar na pregação se irritaram com Paulo, um ex-membro do Sinédrio que estava virando seu mundo de cabeça para baixo em três semanas! Eles não só perderam a fidelidade de seus compatriotas que estavam se tornando cristãos, mas mais importante, perderam seus patrocinadores gentios! Eles criaram tantos problemas na cidade que Paulo e Silas tiveram que sair à noite para Bereia.

Em Bereia, quase 60 quilômetros a oeste, Deus lhes deu nova oportunidade. Aqui, Paulo passou pela mesma situação, exceto que os bereanos estudaram “diariamente” (v.11). Quando eu faço evangelismo público, vejo a grande vantagem de ser exposta a Palavra de Deus em todas as noites. O Espírito de Deus se move claramente para mudar os corações. Em contraste com Tessalônica, “muitos” dos bereanos acreditaram, e homens proeminentes também abraçaram o evangelho (v.12).

Mas o verdadeiro teste seria Atenas. Os “Anos Dourados” de Atenas – época de Platão e Sócrates, tinham acabado. Mas os atenienses consideravam-se intelectualmente superiores ao resto do país. Os epicuristas acreditavam no naturalismo (oportunidade) e não tinham um Deus pessoal. Os estoicos eram panteístas, para eles tudo era Deus. Além disso, Atenas tinha mais santuários de variados deuses que qualquer outra cidade, até mesmo um altar ao “DEUS DESCONHECIDO.” Paulo citou um de seus poetas antigos para apresentá-los ao Deus que eles não conheciam. Seiscentos anos antes uma terrível peste surgiu na cidade. Ovelhas foram trazidas, a ovelha que deitasse perto do altar de um deus, era sacrificada para este deus. Se uma ovelha não deitasse perto do altar de nenhum deus, eles construíam um altar ao “DEUS DESCONHECIDO”, e a ovelha era sacrificada para este Deus. Assim, Paulo apresenta-lhes ao Deus que eles não conheciam, Aquele que dá a vida e a respiração a todos, ressuscita os mortos, e julga todas as nações. Poucos ouvintes acreditaram, mas alguns O aceitaram, mesmo entre os mais influentes.

A abordagem de Paulo variava de acordo com o público. A história era a mesma, mas o ponto de partida era diferente. Poderíamos aprender com Paulo: procurar entender os outros, enquanto oramos para encontrar uma entrada para seus corações.

Ron E. M, Clouzet
Diretor de Evangelismo do Instituto NAD 
Professor de Ministério e Teologia no Seminário da Universidade Andrews



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/15/
Traduzido por GASQ/JAQ
Texto bíblico: Atos 17 
Comentário em áudio 



Atos 14 by Jobson Santos
12 de fevereiro de 2015, 1:10
Filed under: liderança | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Enquanto leio o livro de Atos, vejo muitos paralelos entre o início da igreja cristã e a igreja de Deus dos último dias. Em suas viagens de um lugar para outro, Paulo e Barnabé compartilharam a boa notícia acerca da ressurreição de Jesus e um grande número de judeus e gregos creram. Mas nem tudo foi um mar de rosas. A pregação da verdade despertou forte oposição por parte daqueles que não a aceitaram.

A mesma coisa aconteceu com o antigo Israel quando jornadeava em direção a Canaã. A “multidão mista” impediu o progresso em quase todas as etapas, promovendo o descontentamento e a luta pelo poder.

O avanço da mensagem do terceiro anjo, também enfrentou inúmeras oposições, mas em ambos os casos a verdade avançou e as igrejas cresceram. Milagres eram costumeiros tanto no começo da igreja primitiva como no período de surgimento da  Igreja Adventista do Sétimo Dia. Lemos alguns capítulos atrás a respeito do homem coxo que esmolava na porta do templo que se chamava “formosa” que passou a andar e entrou no templo, louvando a Deus depois de ser curado por Pedro e João (Atos 3:1-8). Havia outro homem coxo em Listra que também passou a andar depois que ele ouviu a pregação de Paulo e obedeceu quando este lhe disse “levante-se! Fique em pé!” (Atos 14:8-10, NVI).

O pioneiro adventista Hiram Edson também foi um homem de oração. Certa noite, quando solicitado pelo Espírito Santo para ir e curar seu vizinho doente, Hiran obedeceu e saiu. Com interesse na salvação do homem doente, ele fez o seu caminho até a cama, colocou a mão sobre a cabeça do vizinho e falou em alta voz: “O Senhor Jesus lhe concede a cura completa” O homem levantou da cama e passou a caminhar e louvar a Deus. Na noite seguinte, Edson colocou a sua família e o seu vizinho, agora restabelecido em sua saúde, na carroça e foram para a reunião evangelística adventista louvando a Deus. A caminhada de Hiran Edson com Deus o impeliu a compartilhar a sua fé com outros.

Jesus ia de cidade em cidade ensinando, pregando e curando as pessoas. Em seguida, retornava àqueles lugares a fim de fortalecer a fé dos novos crentes. Os apóstolos seguiram este exemplo. , ao perceberem que as pessoas precisavam de incentivo para permanecerem fiéis à fé. Indo de um lugar para outro, eles pregavam a “presente verdade” e estabeleciam grupos de crentes. Mais tarde, eles voltavam às cidades e lugares onde haviam estado a fim de fortalecer estes novos crentes e encorajá-los a serem fiéis não importa o que enfrentassem Para ajudá-los a terem um apoio mais presente, eles ordenavam anciãos em cada igreja. Deste modo as igrejas cresciam e o número de crentes aumentava.

Os pioneiros adventistas Tiago e Ellen White, Hiram Edson, J. N. Loughborough, Joseph Bates, John Andrews e outros, seguiram o mesmo padrão para o estabelecimento de grupos de crentes. Pouco tempo depois foi percebida a necessidade de ser estabelecida uma organização formal. Falaremos mais a respeito no próximo capítulo.

Anciãos foram estabelecidos por Paulo para tomarem conta das igrejas estabelecidas por ele na Ásia Menor. De modo semelhante, hoje, as igrejas necessitam de líderes locais, anciãos e pastores, a fim de cuidarem das necessidades espirituais dos membros. Tem você apoiado os líderes locais de sua igreja? Tem você colaborado com eles para o fortalecimento da fé dos seus irmãos em Cristo?

Alice Voorheis

Professora aposentada

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/14/

Traduzido/adaptado por JDS/JAQ

Texto bíblico: Atos 14
Comentários em áudio


Atos 14 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
12 de fevereiro de 2015, 0:00
Filed under: adoração, humildade, idolatria, sofrimento, testemunho | Tags: , , ,
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
 
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
 
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
 
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
 
Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
 
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
 
12 Júpiter […] Mercúrio. Do gr. Zeus […] Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
 
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
 
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo.  CBASD, vol. 6, p. 309.
 
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
 
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
 
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
 
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
 
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
 
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
 
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
 
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.


Cronologia da Vida de Paulo by Jeferson Quimelli
11 de fevereiro de 2015, 12:00
Filed under: Evangelho, evangelismo, testemunho, Trabalho de Deus | Tags: , , ,

À primeira vista, interpretamos as viagens de Paulo como viagens de períodos relativamente curtos, seguidos de períodos longos entre eles, à semelhança do que acontece com as viagens de nossos dias.

Entretanto, ao estudarmos a vida de Paulo, vemos que elas ocuparam mais de metade da sua vida, desde os 35/38 anos (após sua conversão, quando viajou para a Arábia) até os 67/68 anos, quando foi decapitado em Roma.

Não seria exagero dizer, então, que Paulo passou praticamente toda a sua vida como cristão em suas viagens missionárias.

Veja a seguinte cronologia aproximada da vida de Paulo, como proposta na Bíblia de Estudo NVI Vida:


               Nascimento em Tarso – em 5 d.C (6/10 d.C?)   *
12?         Viagem a Jerusalém, quando foi estudar com Gamaliel
35           Martírio de Estêvão (At 7.57-60) e conversão de Saulo (At 9.1-19)
35-38      Viagem à Arábia (Gl 1.17). Encaixa-se em At 9.23 durante os “muitos dias”
38           Viagem a Jerusalém, durante 15 dias (At 9.26-29; Gl 1.18,19)
38-43      Ministério na Síria e na Silícia (At 9.30; Gl 1.21)
43           Chegada a Antioquia da Síria (At 11.25, 26)
43/44      Visita a Jerusalém por causa da fome (At 11.27-30; 12.25; Gl 2.1-10?)    *
46-48      Primeira Viagem Missionária (At 13.2; 14.28)
48-49      Composição de GÁLATAS(?) em Antioquia da Síria
49-50      Conferência em Jerusalém (At 15.1-29; Gl 2.1-10?)   *
50-52      Segunda Viagem Missionária (At 15.40 – 18.23)
51/52      Aparecimento diante de Gálio (At 18.12-17)
51           Composição de 1 TESSALONICENSES em Corinto
51/52      Composição de 2 TESSALONICENSES e de GÁLATAS(?) em Corinto   *
52           Retorno à Jerusalém e à Antioquia da Síria (At 18.22)
53           Composição de GÁLATAS(?) em Antioquia da Síria   *
53-57      Terceira Viagem Missionária (At 18.23; 21.17)
53-55      Em Éfeso
55           Composição de 1Coríntios em Éfeso e de 2Coríntios na Macedônia
57           Composição de ROMANOS em Cencréia ou Corinto
57           Preso em Jerusalém (At 21.27 – 22.30)
57-59      Período de prisão em Cesaréia (At 23.23 – 23.62)
59           Viagem a Roma com naufrágio (At 27.1 – 28.16)
59-61/62 Primeiro período de prisão em Roma
60           Composição de EFÉSIOS, COLOSSENSES, FILEMON E  FILIPENSES em Roma
62           Libertação da prisão em Roma   **
62-67     Quarta Viagem Missionária (incluindo o ministério em Creta Tt 1.5)  **
63-65     Composição de 1TIMÓTEO e TITO na Macedônia
67/68     Segundo período de prisão em Roma
67/68     Composição de 2TIMÓTEO na prisão Mamertina (2Tm 4.6-8)
67/68     Julgamento e execução – 72/73 d.C.

* A interrogação se refere a suposição/incerteza de data ou evento
** Algumas fontes não consideram a libertação em Roma e a quarta viagem missionária



Marcos 4 by Jobson Santos
3 de dezembro de 2014, 1:00
Filed under: Evangelho | Tags: , , ,

Comentário devocional

Em Marcos 4 encontramos quatro parábolas. Elas ilustram um importante princípio do reino de Deus, que é o crescimento. 

Na parábola do semeador a semente que caiu em boa terra “deu fruto, que vingou e cresceu, produzindo a trinta, a sessenta e a cem por um” (versículo 8, ARA), mostrando que mesmo bons corações reagem de modo diferente à Palavra de Deus, produzindo menor ou maior fruto. 

A parábola da lâmpada inclui a seguinte observações: “Pois ao que tem se lhe dará…” (Verso 25). Esta é uma bênção à semente que se transforma em um semeador. 

Nas parábolas restantes, da semente e da semente de mostarda, o foco também está no crescimento. A semente que é espalhada cresce em estágios até que esteja madura. O reino de Deus é como uma pequena semente de mostarda que “uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças e deita grandes ramos, a ponto de as aves do céu poderem aninhar-se à sua sombra” (versículo 32). O amadurecimento da Palavra no coração do crente o transforma, cada vez mais, à semelhança do Eterno, para benefício daqueles que estão ao seu redor. 

Estes pensamentos se completam com o reconhecimento da grande necessidade de que aqueles que receberam a Palavra de Deus passem a ser também “trabalhadores para a Sua seara”, pois “a colheita é grande” (Mt 9:37-38). Há vários anos, eu perguntei ao líder da obra adventista no Peru o que a igreja estava fazendo com os novos convertidos. Eu sabia que não havia suficientes prédios de igrejas ou ministros para servi-los. “É simples”, disse ele. “Quando alguém é batizado, lhe pedimos para ir e encontrar outras vinte pessoas que precisam saber acerca do evangelho”. Isto é exatamente o que Jesus nos pediu para fazer. Ele afirmou “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo” (Mateus 24:14), e nos comissionou “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28:19). 

Decidamos ajudar o reino de Deus a crescer utilizando todas as oportunidades de compartilhar o evangelho com os outros. 

David Smith 
Pastor da Igreja da University Collegedale, 
Tennessee, EUA 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/4/
Traduzido por JDS/JAQ 
Texto bíblico: Marcos 4 
 Comentário em áudio



Mateus 10 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
11 de novembro de 2014, 0:09
Filed under: evangelismo, testemunho, Trabalho de Deus | Tags: ,

2 apóstolos. Esta é a única vez que Mateus chama os discípulos de “apóstolos”. A palavra significa “enviados” e, portanto, se ajusta ao contexto deste discurso. Andrews Study Bible.

4 Zelote. O fato de Jesus ter chamado um zelote (que apoiavam a violência que Jesus condenou no Sermão do Monte) e Mateus, o cobrador de impostos (a nêmesis [objeto de ira e vingança] dos zelotes), demonstra a graça e abertura de Jesus e Seu desejo de construir a comunidade cristã unificada. Andrews Study Bible.

5 rumo aos gentios. Ou, “o caminho dos gentios”, isto é, qualquer estrada que conduzisse a uma comunidade na qual predominassem gentios. Por exemplo, os doze não poderiam visitar nenhuma das cidades de Decápolis, onde a maior parte da população era gentílica. É provável que o motivo dessa restrição fosse que Jesus não quisesse fazer nada que suscitasse desnecessariamente o preconceito contra Ele enquanto houvesse oportunidade de trabalhar pelos judeus. Além disso, os próprios discípulos não estavam preparados para trabalhar pelos vizinhos gentios e o preconceito que compartilhavam com todos os judeus contra os gentios, sem dúvida, teria efetivamente frustrado seus esforços, ainda que de maneira involuntária. Essa proibição não foi feita aos setenta quando foram enviados cerca de um ano depois; pelo contrário, eles começaram sua obra entre os samaritanos (ver DTN, 488). Naquele tempo, a situação tinha mudado. O próprio Jesus, que fora rejeitado na Galiléia, trabalhou em favor dos samaritanos e gentios; além disso, instruiu os discípulos a fazerem o mesmo (ver Mt 28:19, 20; At 1:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 391.

samaritanos. Raça de sangue misto, resultante dos casamentos mistos entre os israelitas deixados para trás, quando o povo do Reino do Norte foi exilado, e os gentios trazidos para o país pelos assírios (2Rs 17.24). Havia acrimoniosa hostilidade entre os judeus e os samaritanos nos dias de Jesus (v. Jo 4.9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

9-11 Estes versículos ensinam o servo de Cristo a tomar uma atitude de fé com a obra missionária, aceitando as condições de vida que Cristo e a comunidade dos fiéis lhe ofereceram. Bíblia Shedd.

12 saúdam-na. A saudação dos judeus era shalom, “paz”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 sacudi o pó. Os judeus, sob o domínio romano, desenvolveram um costume de afastar, de maneira mais dramática e completa, qualquer contato com os não-judeus, considerando o próprio pó de seus pés imundo como a putrefação da morte. Bíblia Shedd.

… como ato ato simbólico quando saíssem daquele lugar ritualmente impuro. Aqui Jesus instrui Seus discípulos a fazerem o mesmo com as cidades e povoados judeus que recusassem recebê-los ou ouvir a sua mensagem. Andrews Study Bible.

16 prudentes como as serpentes. Devem ser capazes de enxergar através das astúcias dos ímpios, sem praticar eles mesmos esses ardis. Porém, há certos traços característicos da serpente que não devem imitar, assim como algumas características da ovelha. CBASD, vol. 5, p. 393.

19 não se preocupem quanto ao que dizer. Não deve ser usado por pregadores como desculpa para a falta de preparo dos sermões! V. Lc 21.14, 15. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 fugi. Jesus deixa claro neste verso que o martírio não deve ser buscado. Fuja da perseguição! Andrews Study Bible.

Não há virtude em sofrer perseguição como um meio de se obter mérito nos livros do Céu. CBASD, vol. 5, p. 394.

28 alma. Aqui Jesus está usando o termo “alma” significando “vida eterna”: Não tema aquele que pode lhe tirar da vida presente (corpo), mas tema Aquele que lhe pode tirar a vida eterna (alma). Andrews Study Bible.

32-36 O capítulo inteiro, e este trecho especialmente, projeta uma nota de urgência na mensagem de Cristo, mostrando que é exclusiva na sua situação e no seu propósito, e que é dogmática quanto ao caráter único e insubstituível da pessoa de Cristo. O cristianismo moderno, como tem sido superficial, está longe de arcar com as exigências desta mensagem. Bíblia Shedd.

34 não penseis. Jesus desfaz a opinião errônea que alguns dos discípulos aparentemente tinham de que a mensagem que levariam seria somente de paz. Eles não deviam se surpreender, no seu trabalho de casa em casa …, se surgissem diferenças como resultado de seu ministério. CBASD, vol. 5, p. 396.

não vim trazer paz. “Paz” no sentido de comodismo, ócio e ausência de lutas, Jesus não trará, enquanto o mundo não estiver em comunhão com Deus. Bíblia Shedd.

O evangelho às vezes provoca conflito por causa das profundas diferenças e desavenças que surgem entre aqueles que o aceitam e aqueles que não o aceitam. Andrews Study Bible.

38 toma a sua cruz. O criminoso romano carregava a sua cruz para o lugar de execução. O crente salvo por Cristo carrega consigo a mesma cruz: a renúncia de si mesmo para servir unicamente a Cristo, mesmo até à morte (Gl 2:20). Bíblia Shedd.

Tomar a cruz de Cristo e seguir após Ele significa sofrer sem reclamação ou arrependimento a censura de amigos e parentes e suportar a reprovação das pessoas com paciência e humildade. CBASD, vol. 5, p. 397.

42 der a beber. Talvez usado como ilustração do menor serviço que se pode fazer a alguém. Com certeza, era mínimo, mas muitas vezes, o mais importante e necessário nas terras bíblicas, onde a água sempre foi escassa. CBASD, vol. 5, p. 397.




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