Reavivados por Sua Palavra


ATOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2018, 0:20
Filed under: adoração, humildade, idolatria, sofrimento, testemunho | Tags: , , ,
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
9 Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
12 Júpiter Mercúrio. Do gr. Zeus … Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo.  CBASD, vol. 6, p. 309.
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.


I Pedro 5 by Jeferson Quimelli
16 de junho de 2015, 1:00
Filed under: humildade, liderança | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo final da primeira epístola de Pedro, ele começa com conselhos claros para os administradores da igreja e líderes, usando como credencial sua experiência como testemunha ocular dos sofrimentos de Cristo (v.1). “Pastoreiem o rebanho de Deus que está aos seus cuidados…  com o desejo de servir”, ele exorta, “não ajam como dominadores dos que lhes foram confiados, mas como exemplos para o rebanho” (vs. 2, 3 NVI).

Às vezes hesitamos em destacar as recompensas de fazer o que é correto, mas Pedro não hesita em fazer isso, lembrando-nos que a coroa de glória que receberemos por cuidar dos que estão sob nossa influência nunca irá desaparecer (v. 4). Ele encoraja os membros mais jovens das congregações a submeterem-se aos de mais idade e com mais experiência, mas, em seguida, afirma, em essência: “todos vocês devem se submeter em humildade uns aos outros” (v.5).

“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês” (v.7 NVI). Muitos anos atrás, com três crianças disputando espaço no meu colo na igreja, a mulher atrás de mim rabiscou este versículo em um pedaço de papel e o passou para mim. Desde então, ele permanece como uma das minhas promessas favoritos das Escrituras.

Ao encerrar, mais uma vez Pedro lembra a seus ouvintes do tema do grande conflito – um adversário real chamado Satanás procura levar os crentes a abandonar a fé e dar as costas a Cristo Jesus. Esta é a mensagem que Pedro diria a você hoje: Resista! Permaneça firme! Seja vigilante!

“Paz a todos vocês que estão em Cristo” (v. 14 NVI). Amém!

Cindy Tutsch, DMin
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1pe/5/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Pedro 5 
Comentário em áudio 



I Coríntios 4 by Jeferson Quimelli
18 de março de 2015, 1:00
Filed under: Cartas de Paulo, equilíbrio, humildade, unidade | Tags: , ,

Comentário devocional:

Este capítulo nos fala  acerca da importância da humildade. O conhecimento que temos de Deus é limitado, como indicado pelo fato de que o apóstolo Paulo descreve o nosso papel como meros “encarregados dos mistérios de Deus” (4:1, NVI). Nossa responsabilidade é a de sermos fiéis (v. 2). 

Uma das coisas mais difíceis é não julgar uns aos outros. Como pastor, e agora como professor de pastores, aprendi que é importante perceber que, muitas vezes, há mais na história do que sabemos.

Eu nunca esquecerei uma pessoa que queria ser batizada. Quando me sentei com o marido e sua mulher em meu escritório, cada um deles sentou-se em extremos opostos da sala. Depois de alguns minutos, decidi perguntar-lhes acerca do casamento deles. Ele confessou que se sentia atraído por outras mulheres. Embora eu estivesse feliz por ele desejar ser batizado, disse-lhe que, primeiro, precisávamos conversar sobre esse problema. Ele reagiu e chegou ao ponto de dizer aos outros que um pastor “mesquinho” não estava querendo batizá-lo. Os membros da Igreja vieram me perguntar por que eu não queria batizá-lo, mas não seria ético partilhar com eles o que realmente estava acontecendo.

Nós raramente sabemos a história toda, e, portanto, devemos ter cuidado de não julgar os outros, mas deixar o julgamento nas mãos de Deus. “Portanto, não julguem nada antes da hora devida; esperem até que o Senhor venha. Ele trará à luz o que está oculto nas trevas e manifestará as intenções dos corações” (v. 5). O apóstolo Paulo nos lembra que em nossa própria história há mais do que imaginamos. 

Como cristãos, representamos a Cristo perante o mundo, e perante o universo. “Viemos a ser um espetáculo para o mundo, tanto diante de anjos como de homens” (v. 9, NVI). Nossa história é parte de uma história maior.

“Quando somos amaldiçoados, abençoamos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, respondemos amavelmente. Até agora nos tornamos a escória da terra, o lixo do mundo” (vs. 12,13). É notável que quando o mártir cristão, João Huss, pereceu nas chamas, séculos atrás, por recusar desistir da sua fé, ele disse aos seus acusadores: “Deus é minha testemunha que… a principal intenção de minha pregação e de todos os meus outros atos ou escritos foi apenas levar os homens a abandonarem o pecado. Esta é a verdade acerca do Evangelho que eu escrevi, ensinei e preguei… Eu estou disposto a morrer com alegria hoje”. Quando ele foi amarrado a um poste, e as chamas e a fumaça subiam, sua voz podia ser ouvida cantando: “Jesus, Filho do Deus vivo, tem misericórdia de mim”.

Michael W. Campbell, Ph.D.
Professor Assistente, Estudos Históricos / Teológicos
Instituto Adventista Internacional de Estudos Avançados
Filipinas




Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1co/4/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: I Coríntios 4 
Comentários em áudio 



Atos 14 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
12 de fevereiro de 2015, 0:00
Filed under: adoração, humildade, idolatria, sofrimento, testemunho | Tags: , , ,
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
 
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
 
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
 
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
 
Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
 
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
 
12 Júpiter […] Mercúrio. Do gr. Zeus […] Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
 
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
 
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo.  CBASD, vol. 6, p. 309.
 
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
 
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
 
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
 
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
 
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
 
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
 
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
 
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.


João 13 by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: humildade, sofrimento | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Neste capítulo, encerra-se o ministério público de Jesus. Os cristãos costumam chamar essa semana, entre o Domingo de Ramos e a Páscoa, de “Semana da Paixão”. O significado atual da palavra Paixão não corresponde ao original, que vem do latim passio, que significa “sofrimento”. Então esta é, na verdade, a “Semana do Sofrimento de Cristo”.

Jesus fez planos para celebrar o jantar de Páscoa com os seus discípulos em um quarto alugado. Parecia seguro o suficiente. Todos estavam presentes, mas faltava um servo para lavar os pés. Os discípulos convenientemente ignoraram a sujeira de seus pés calçados por sandálias abertas. O costume era reclinar-se em divãs ou almofadas em redor da mesa na qual se alimentava, com os pés no mesmo nível do corpo. Um servo deveria lavar os pés empoeirados de todos os convidados. Mas sem o servo, a sujeira foi ignorada por todos, exceto por Jesus.

Nesta noite, a mais crítica antes da crucificação de Jesus, como Jesus fez uso do tempo? Ele explicou uma lista de doutrinas? Falou sobre os eventos do final dos tempos? Não, Jesus lidou com a sujeira. Ele lhes lavou os pés.

As igrejas que praticam o lava-pés o chamam de “Cerimônia da Humildade”. No entanto, Jesus, o Rei, se tornou definitivamente um servo humilde e nos ordena que tratemos uns aos outros da mesma forma (Fp 2:5-8). Jesus lidou com a sujeira de Seus discípulos e, em seguida, os instrui a fazer o mesmo no relacionamento com os outros, concedendo um novo mandamento para que amassem uns aos outros com o mesmo amor que Ele havia demonstrado para com eles.

É preciso humildade para admitir que estamos sujos e precisamos ser lavados. É também necessário muito amor para perdoarmos repetidas vezes. Mas como chegaremos lá?

Talvez do mesmo modo que o autor João, que colocou a cabeça junto ao peito de Jesus, à mesa, ouvindo a cadência do Seu coração. Isto é o que transformou um “filho do trovão” (Mc 3:17) em “o discípulo amado” (Jo 19:26), aquele “a quem Jesus amava” (v. 23).

Você sabe realmente o que você é ser amado por Jesus? Que o seu coração também bata no mesmo ritmo do coração de Jesus.

Christopher Bullock, M.Div.
Pastor em Atlanta, Georgia.
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/13/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 13 
Comentário em áudio 



João 13 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
21 de janeiro de 2015, 0:00
Filed under: Amor de Deus, batismo, crescimento espiritual, humildade | Tags: , , ,

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus.Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Que já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra. 

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.



Lucas 14 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
29 de dezembro de 2014, 0:32
Filed under: Amor de Deus, cura, humildade, parábolas, sábado | Tags: , , , ,

1 ao entrar Elena casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.

1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores. Andrews Study Bible.

 2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.

3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra. 

7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.

11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.

exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.

12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”. CBASD, vol. 5, p. 890.

15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.

16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.

Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.

18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.

Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.

começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.

26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.

Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.

28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.

34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.



Lucas 9 – Comentários selecionados: by Jeferson Quimelli
24 de dezembro de 2014, 0:30
Filed under: evangelismo, humildade, Messias, milagres, oração, testemunho | Tags: ,

3 não levem nada. Nenhum excesso de bagagem que dificultasse a viagem, nem sequer as provisões usuais. Deviam depender das pessoas na casa de quem se hospedassem. Bíblia de Estudo NVI Vida.

nem alforje. Uma espécie de bolsa em que o viajante leva seus pertences e provisões de viagem. Bíblia de Genebra.

4 fiquem ali. Não deviam mudar de casa, procurando alojamentos melhores, mas usar uma única casa como centro de operações enquanto pregavam em determinada comunidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5 sacudi o pó dos vossos pés. Um ato simbólico praticado pelos judeus religiosos ao retornarem à Palestina, que aqui indica relações cortadas, responsabilidade cessada, e um apelo seríssimo ao arrependimento. Bíblia Shedd.

9 E se esforçava por vê-Lo. Literalmente, “procurava vê-Lo”. Era mais que um desejo, por parte de Herodes; ele realmente procurava uma oportunidade adequada para ter uma entrevista com Jesus sem, como ele pressentia, comprometer sua dignidade como rei …  No entanto, como Nicodemos (ver DTN, 168), Herodes entendia que seria humilhante a alguém de sua posição ir a Jesus abertamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 853.

O desejo de Herodes de ver a Jesus só se cumpriu no julgamento de Jesus (23.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

retirou-se para Betsaida, para descansar (Mc 6.31) e sair do território de Herodes. Esse ministérios de ensino e milagres (v. 11) só resultou em condenação (cf “Ai”, 10.13). Bíblia Shedd.

12-17 O milagre da multiplicação dos pães é o clímax do ministério de Jesus na Galileia. Bíblia Shedd.

18 orando à parte. Lucas salienta a oração de Cristo antes do Batismo, da escolha dos Doze, da confissão de Pedro, da transfiguração e da traição. Bíblia Shedd.

Quem as multidões dizem que Eu sou? O relato trazido pelos discípulos foi igual ao que chegou até Herodes (cf. v. 7, 8). Esse fato se deu ao norte, fora do território de Herodes, nos arredores de Cesareia de Filipe (v. Mt 16.13 e Mc 7.24; notas). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entre os v. 17 e 18 ocorre o que, algumas vezes, é descrito como a “grande omissão” de Lucas. Nestes versículos, Lucas omite tudo o que está registrado em Marcos 6:45 a 8:26; e João 6:25 a 7:1, isto é, Jesus caminhando sobre o lago, o sermão do Pão da Vida, as discussões com os fariseus, o retiro para a Fenícia, a cura do surdo-mudo, a alimentação das quatro mil pessoas e a cura do cego de Betsaida. Para equilibrar essa “grande omissão”, Lucas faz o que é chamado algumas vezes de a “grande inserção”, que consiste aqui dos eventos de Lucas 9:51 a 18:14. Quase nenhum deles ocorre nos outros evangelhos. CBASD, vol. 5, p. 853.

20 Cristo. É a tradução de  Mashiah, “o ungido’, termo que inicialmente se referiu ao Sumo Sacerdote (Lv 4.5, LXX) e depois ao rei (cf 1Sm 2.10, 35; Sl 2.2;Dn 9.25), interpretado pelos judeus como o Salvador vindouro, o Messias. Bíblia Shedd.

22 sofra. O primeiro aviso aos discípulos de que o Messias seria diferente do Messias conquistador que eles tinham esperado. Andrews Study Bible.

23 Os discípulos provenientes da Galileia sabiam o que significava a cruz, visto que na região deles centenas de homens tinham sido mortos por esse método de execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 a aparência do Seu rosto Se transfigurou. Literalmente, “a aparência de Seu rosto tornou-se diferente”. CBASD, vol. 5, p. 853.

30 Moisés e Elias. Os dois representavam a Lei e os Profetas do AT; ambos haviam testemunhado de Cristo (e. g., Dt 18:15; Is 9:6; Lc 24:27). Andrews Study Bible.

37-43 A sequência da transfiguração e depois a cura do jovem, ensinam a necessidade do serviço suceder ao culto. Apenas a permanência no monte do êxtase, sem tentar melhorar  a vida dos outros no vale, ou vice-versa, resultam na falta de poder. Bíblia Shedd.

38 único. Do gr monogenes (ver com. de Lc 7:12; 8:42; Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 854.

46, 47 o maior. Lucas contrasta o desejo dos discípulos de terem o melhor lugar com a preocupação de Jesus em favor dos outros. Bíblia de Genebra.

A grandeza no reino de Deus é o serviço humilde. Bíblia Shedd.

51 ao se completarem os dias. O ministério de Cristo rapidamente chegava ao final. A cruz estava, nesse momento, cerca de seis meses adiante. CBASD, vol. 5, p. 854.

assunto. Corresponde a “glorificado” em João (cf Jo 13.31), incluindo a paixão, a ressurreição e a ascensão. Bíblia Shedd.

ir para Jerusalém. Começa aqui a seção central de Lucas que conclui em 19.44 e concentra a atenção sobre o ensino de Jesus. Bíblia Shedd.

52 enviou mensageiros. Foram adiante para conseguir alojamento e sustento. Bíblia Shedd.

aldeia de samaritanos. A menor rota entre a Galileia e a Judeia passava através das montanhas da Samaria. … Com frequência, principalmente nas ocasiões de festas, quando multidões iam a Jerusalém, os judeus preferiam a rota mais longa através do vale do Jordão, para evitar contato com os samaritanos. No entanto, o próprio Jesus dedicou uma fatia do restante de Seu ministério à região de Samaria às quais os setenta foram enviados primeiro. CBASD, vol. 5, p. 855.

53 não O receberam. Eles recusaram a Jesus uma noite de hospedagem (DTN, 487). Havia um ódio atroz entre judeus e samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.

ia para Jerusalém. Passar por Samaria até a Judeia, como geralmente faziam os judeus da Galileia, com o objetivo de adorar a Deus em Jerusalém, indicava a inferioridade da religião samaritana e era, desta forma, tido como insulto pelos samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.

54 Tiago e João. Estes dois irmãos foram os mensageiros enviados adiante para fazer os arranjos (ver DTN, 487) e o áspero tratamento que receberam dos aldeãos feriu seu coração. CBASD, vol. 5, p. 855.

55 repreendeu (cf v. 50). Cristo demonstrou o amor que pregou (Mt 5.44). Bíblia Shedd.

O espírito de vingança não é de Cristo. Qualquer tentativa para coagir os que agem de modo diferente a nossas ideias é evidência do espírito de Satanás, não de Cristo (ver DTN, 487). O espírito de preconceito e intolerância religiosa é ofensivo aos olhos de Deus, especialmente quando manifestado por aqueles que professam amá-Lo e servi-Lo. CBASD, vol. 5, p. 855, 856.

62 olha para trás. Devoção absoluta e integral é essencial no verdadeiro discipulado. Aquele que deseja realizar um trabalho digno para Deus deve fazer sua tarefa de todo o coração, com atenção ininterrupta. O provérbio do v. 62 já era conhecido havia séculos em várias regiões do antigo oriente Médio. Hesíodo, um poeta grego do 8º século a.C. escreveu: “Aquele que deseja arar sulcos retos não deve olhar ao redor” (Os Trabakhos e os Dias, ii.60). CBASD, vol. 5, p. 857.



Ezequiel 32 by Jeferson Quimelli
29 de julho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, Egito, humildade | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O povo da Austrália costumava caçar baleias em busca de carne e óleo. Mas isto já não se faz mais. Hoje os turistas lotam barcos que percorrem o litoral a fim de observarem as baleias em sua migração.

Ocasionalmente, uma ou outra baleia inesperadamente encalha em uma das praias da costa. Multidões de cidadãos voluntariamente então se reúnem para mantê-la molhada e conduzi-la de volta ao mar. Se o esforço falhar, o fedor que se segue pode ser insuportável.

A imagem que domina a representação do Egito por Ezequiel (v. 2-16) é a do mau cheiro do cadáver de um grande animal, como uma baleia, exalando em terra firme.

O Egito já havia sido comparado por Ezequiel com uma grande árvore. Agora é comparado com um grande animal que morre e sua carne se espalha pelas montanhas e vales e seu sangue encharca a praia. Esse dia será tão triste que, figurativamente, a luz deixará de brilhar e os céus se escurecerão.

Como uma árvore, a função de uma nação é fornecer lugar para os ninhos das aves e abrigo para os animais. Agora que o Egito é como uma baleia morta, ela alimenta as aves de rapina e os animais, servindo aqueles que sempre deveria ter servido, mas de uma forma muito diferente.

Para todos os governantes de outros reinos a mensagem (v. 18-32) é de terror. A espada do Senhor irá conduzir o Egito e seus exércitos para a morada dos mortos. Exércitos de diversas nações também estão lá, trazendo ao Egito a consolação de que ela não está sozinha.

Esta descrição não está, de modo nenhum, ensinando que os mortos tem consciência. A linguagem aqui é a de uma alegoria, do mesmo modo que Abimeleque descreve em Juízes 9:7-21 árvores que falam. No entanto, a mensagem é clara. A morte é o grande nivelador. Ela não faz nenhuma distinção. Aqueles que exploram o próximo terão um triste fim. 

Evitemos o pecado da auto-exaltação. Vivamos sabiamente cada dia, sabendo que nossos dias nesta terra são limitados. Permanece só o que é feito para Deus, pelo Seu poder.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/32/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 32

Comentário em áudio



Ezequiel 28 by Jeferson Quimelli
25 de julho de 2014, 1:00
Filed under: adoração, humildade, pecado, profecias | Tags:

Comentário devocional:

Aqui Ezequiel anuncia a desgraça do príncipe de Tiro. A maior parte deste lamento faz sentido se aplicado ao real governante humano de Tiro. Entretanto, alguns detalhes não fazem sentido. Esteve o governante terreno, alguma vez, no Éden, enfeitado com jóias como um querubim cobridor? Na verdade não, mas na adoração que ocorria no templo de Tiro o príncipe terreno talvez assumisse esse papel. Esteve ele, alguma vez, no santo monte de Deus? Não literalmente. Mas os pagãos consideravam seus santuários como montanhas divinas. O príncipe humano de Tiro tinha sido perfeito no dia de sua criação? Certamente não, mas essa pode ter sido a sua pretensão, abrindo espaço para Ezequiel empregar tais declarações de ironia.

Uma coisa é certa, o fato do príncipe ter assumido o papel de uma divindade no culto da cidade indica que este governante representa muito mais do que somente a si mesmo. Vemos aqui representado em escala humana algo de dimensões cósmicas. Nós não queremos basear a doutrina da queda dos anjos celestes apenas neste capítulo, mas o que é dito aqui ilumina o assunto que é abordado em outros lugares da Bíblia.

A própria essência da queda no pecado é o fato da criatura pretender possuir as prerrogativas do Criador, seja essa criatura angelical ou humana. Nenhum de nós consegue escapar dessa tentação, por mais ridícula que essa pretensão seja. 

No entanto, aquele que é Deus não procurou a exaltação própria. Em vez disso, Ele “esvaziou-se a si mesmo, vindo a ser servo tornando-se semelhante aos homens. E, sendo encontrado em forma humana, humilhou-se a si mesmo e foi obediente até a morte, e morte de cruz!”(Filipenses 2:7, 8. NVI).

Ele é a nossa salvação e nosso modelo de ser.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/28/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 28 

Comentário em áudio 




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