Reavivados por Sua Palavra


II Timóteo 1 by Jeferson Quimelli
17 de maio de 2015, 22:22
Filed under: amor, Cartas de Paulo, graça, poder de Deus, testemunho | Tags: , ,

Comentário devocional:

Esta é a última epístola do apóstolo Paulo, escrita enquanto estava na conhecida Prisão Mamertina de Roma, aguardando sua execução. Como você agiria em tal situação? Paulo responde no verso 3, dizendo: “Dou graças a Deus, a quem sirvo com a consciência limpa…” (NVI).

Faço uma pausa e me pergunto: se eu estivesse na mesma situação de Paulo, poderia dizer a mesma coisa? Louvo a Deus em todas as situações pelas quais passo, mesmo através de provações? Bem, eu não posso realmente saber porque não passei ainda por todas as provações que podem cruzar meu caminho – nem você. Passaremos por dificuldades até o dia em que dormiremos no pó ou veremos Jesus vindo nas nuvens. O que eu sei é que para as provas de hoje Deus já garantiu a você e a mim: “Minha graça é suficiente para você …” (2Co 12:9, NVI).

A graça de Deus é a chave para nos ajudar no presente e no que está por vir no futuro, independentemente das nossas circunstâncias. Alcançando-nos quando estamos no nosso ponto mais baixo, Seu poder fará o seu trabalho perfeito, transformando-nos à Sua imagem. Assim, Paulo podia dizer: “Por isso, por amor de Cristo, regozijo-me nas fraquezas, nos insultos, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias. Pois, quando sou fraco é que sou forte” (2Co 12:10, NVI).

O evangelho não produz fraqueza espiritual: “Pois Deus não nos deu espírito de covardia, mas de poder, de amor e de equilíbrio (v. 7, NVI). O rei Davi entendeu este conceito de “nada temer” quando ele escreveu Sl 27:1: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; de quem terei temor? O Senhor é o meu forte refúgio; de quem terei medo?” A resposta, claro, é: ninguém!

Deus nos chamou para sermos santos, permanecer fortes Nele. Ele nos deu todas as ferramentas e recursos que nos capacita ao poder, ao amor e a uma mente sã. Para descrever essa potência Paulo usa a palavra grega dunamis – da qual vem a palavra dinamite. Este poder explosivo deve ser unido com o amor – o amor de Deus. A combinação do poder divino e o amor devem ser guiados por uma mente – a mente de Cristo, tal como descrito em Filipenses 2.

Colocado em movimento desde os “tempos eternos” este triplo poder da graça – o poder e amor divino e a mente de Cristo -, é concedidos a nós através do Espírito Santo. É esse “pacote da graça” o responsável pela transformação de Paulo. Vejam que “não há limite para a utilidade e influência de alguém que consagre a sua vontade à vontade de Deus” (BC Vol 7 p. 331). Paulo descobriu esta verdade emocionante; Timóteo também. E nós? Descobrimos?

Jim Ayer
Vice-Presidente da Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/1/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: II Timóteo 1 
Comentários em áudio



I Tessalonicenses 2 by Jobson Santos
4 de maio de 2015, 0:25
Filed under: Cartas de Paulo | Tags: , , , ,
Comentário devocional:
Era amplamente conhecido no mundo antigo que dinheiro, sexo e poder são  grandes motivadores do comportamento humano. Muitos “pregadores de rua” do primeiro século vendiam suas idéias como uma forma de evitar trabalhar com as mãos. Outros descobriram que as mulheres eram atraídas por homens articulados e conhecidos publicamente. Outros ainda estavam obcecados com o poder que as grandes ideias exerciam sobre os outros. Mas se você está motivado pelo dinheiro, sexo ou poder, você não está motivado pelo desejo de agradar a Deus. E pode ser que você nem consiga reconhecer suas verdadeiras motivações.
Em 1 Tessalonicenses 2:1-12 temos um vislumbre da vida interior de Paulo e seus companheiros. Ministério genuíno significa deixar Deus testar a sua vida interior e motivações, falar o que você realmente acredita e procurar sempre agradar a Deus. Permitir que Deus teste a sua vida interior é a melhor maneira de desenvolver e manter a autenticidade espiritual (2:3-6). E essa autenticidade será testada não apenas por Deus, ela será testada pela vida. O sofrimento e a perseguição ajudam a separar o genuíno do falso. Se a motivação dos apóstolos fosse dinheiro, sexo ou poder, a difícil experiência deles em Filipos os teria feito desistir da missão (2: 1-2). Mas a autenticidade de suas motivações afetou tudo o que eles fizeram em prol dos tessalonicenses (2:7-12).
Paulo e os outros apóstolos eram pessoas reais. Eles poderiam ter ficado abatidos e até com raiva quando a mensagem pregada por eles foi rejeitada (1 Tessalonicenses 2:13-16), mas eles foram profundamente encorajados pela acolhida favorável dos tessalonicenses (1 Ts 2:17-20). Acima de tudo, eles permitiram que Deus testasse continuamente a sua autenticidade como apóstolos (2:3-6). Se a mensagem que eu prego não mudou a minha própria vida, será de pouca utilidade para aqueles a quem eu prego.
Jon Paulien
Universidade Loma Linda
Estados Unidos
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1th/2/
Traduzido por: JDS/JAQ/IB
Texto bíblico: I Tessalonicenses 2
Comentários em áudio


Mateus 23 by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: formalismo, Israel, liderança | Tags: ,

Comentário devocional:

No capítulo 23, Mateus continua a relatar o conflito entre os líderes religiosos e Jesus, iniciado com a Sua entrada triunfal. Aqui, porém, o foco está sobre o tema do poder.

Jesus inicia dizendo aos escribas e fariseus que eles estavam errados ao colocar fardos espirituais pesados sobre as pessoas, enquanto eles próprios não praticavam as suas ordenanças. E nem sequer ajudavam aqueles a quem oprimiam a cumprir estas obrigações (vv 3-4). Esses líderes apreciavam ser reconhecidos como “Rabi”, ou “mestres”,  uma pessoa de autoridade (vv 6-7), e amavam o prestígio associado ao seu ofício (v 5).

Este tema, poder e prestígio, é reiterada nos oito “lamentos” [ou “ais” (ARA)] (vv 13-30) que Cristo pronunciou sobre os escribas e fariseus. Ele os acusa de exercerem o poder fechando o reino dos céus para as pessoas e de serem guias cegos (vs 13,16). Por outro lado, Jesus diz a seus seguidores que ninguém deveria chamar a outro de “pai”, “mestre” ou guia, nem deveriam assim se autodenominar. Pelo contrário, o maior entre eles deveria se tornar um servo dos demais (vs 8-11).

Cristo nunca pretendeu que a religião se tornasse uma ferramenta de poder pessoal. Mas como os fariseus e os escribas daqueles dias, muitos hoje ainda tentam utilizar de sua suposta autoridade divina em apoio de seus objetivos pessoais. Alguns líderes da igreja oprimem membros a eles submissos. Alguns pais ameaçam os filhos em nome de Deus, ocasionando que eles tenham uma relação negativa com Deus e com a Igreja.

Assim como a figueira, aqueles que usam a religião como um instrumento para promover e construir poder religioso ou pessoal tem a aparência de espiritualidade, mas não demonstram os frutos do serviço de auto-sacrifício e amor piedoso, como apresentados por Cristo. “O maior dentre vós será vosso servo.” (v. 11 ARA). 

Stephen Bauer, Ph.D.
Professor de Teologia e Ética
Universidade Adventista do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/23/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Mateus 23 
Comentário em áudio 




%d blogueiros gostam disto: