Reavivados por Sua Palavra


ATOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de maio de 2018, 0:20
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740 palavras

1 Por aquele tempo. O evento narrado neste capítulo não deve ter ocorrido muito antes da morte de Herodes Agripa I. Como ele morreu em 44 d.C, os eventos da primeira parte deste capítulo podem datar do ano anterior ou dos primeiros meses de 44 d.C. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 272.

O rei . Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, neto de Herodes, o Grande, e da princesa hasmoneia Mariane, irmão de Herodias, mencionada na história de João Batista. CBASD, vol. 6, p. 272.

Maltratar. Isto é, “ferir” ou “afligir”, como Agripa estava ansioso para ser considerado um judeu devoto, era fácil para os judeus incitá-lo a atacar os cristãos. Assim começou a perseguição da igreja, “pilhando as casas e os bens dos crentes”. CBASD, vol. 6, p. 273.

2 Fazendo passar […] a Tiago. Se o apóstolo fosse culpado de blasfêmia ou heresia, o Sinédrio o teria sentenciado à morte por apedrejamento. Como no caso de João batista, a decapitação de Tiago mostra que sua morte foi decretada por um governante civil, que usava métodos romanos de punição. Não há como saber por que Herodes escolheu Tiago como sua primeira vítima. No entanto, enquanto pregava o evangelho, é possível que tenha continuado a ocupar a posição proeminente que compartilhava com Pedro e João. Talvez uma de suas características fosse uma veemência natural, pois era chamado de filho do trovão (Mc 3:17). CBASD, vol. 6, p. 273.

3 Prosseguiu, prendendo. Literalmente, “acrescentou a tomar”. Ele prendeu Pedro e Tiago. Esta é uma tradução literal de uma expressão comum do hebraico. CBASD, vol. 6, p. 273.

Também a Pedro. Por ser uma figura de destaque entre os doze, Pedro era um alvo lógico do ataque de Herodes. CBASD, vol. 6, p. 273.

5 Pedro […] estava guardado. Isto sugere vários dias de prisão. CBASD, vol. 6, p. 274.

Uma luz iluminou. Assim como “a glória do Senhor brilhou ao redor” dos pastores, a presença do anjo levou glória celestial à prisão escura. CBASD, vol. 6, p. 274.

9 Não sabendo. Para Pedro, a situação parecia muito semelhante ao transe e à visão registrados em Atos 10. Ele deve ter pensado que acordaria acorrentado aos dois soldados, assim como antes acordara e percebera que tivera uma visão no eirado da casa, enquanto orava. CBASD, vol. 6, p. 274.

12. Considerando. Ou; “entendendo” “compreendendo”. A princípio, Pedro ficou “como quem sonha”, em relação ao livramento, mas depois conseguiu compreender a verdade maravilhosa e foi capaz de partir para a ação. CBASD, vol. 6, p. 275.

14 Tão alegre. Não foi por falta de fé, mas por pura alegria que Rode não abriu a porta. Ela compartilhava da ansiedade dos irmãos pelo apóstolo e participara das orações em seu favor. O desejo de contar a boa-nova a levou a perder o equilíbrio de ação. CBASD, vol. 6, p. 276.

16 Ficaram atônitos. Seria difícil encontrar uma expressão melhor da dificuldade, inclusive de pessoas boas, de crer que suas orações foram respondidas com tal rapidez. Quando Pedro apareceu diante dos fiéis, mal conseguiam admitir que era ele mesmo que estava ali. Todavia, Jesus dera plena garantia a Seus seguidores de que suas orações de fé seriam atendidas (Jo 14:13, 14). CBASD, vol. 6, p. 276.

17 Tiago. Trata-se, sem dúvida, do Tiago que presidiu o concílio em Jerusalém sobre a circuncisão e que apresentou seu parecer sobre o assunto (At 15:13). De alguma forma,

ele era o ancião líder da igreja em Jerusalém, e era natural que Pedro quisesse informá-lo

de sua libertação. Este pode ser o Tiago filho de Alfeu, ou o Tiago irmão do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 276.

19 Fossem justiçadas. Literalmente, “para que fossem levados embora”, isto é, para execução. CBASD, vol. 6, p. 277.

20 Havia séria divergência. Ou, estava exasperado”, “estava num estado de espírito hostil”, sugerindo raiva. CBASD, vol. 6, p. 278.

22 Voz de um deus. Provavelmente no sentido de adoração pagã ao imperador, não de um ser celestial. CBASD, vol. 6, p. 278.

23 Um anjo do Senhor o feriu. No v. 7, um anjo toca Pedro para despertá-lo e salvá-lo. Aqui, o toque.do anjo fere Herodes, para destruí-lo. A ferida por um agente divino costuma significar grave juízo. CBASD, vol. 6, p. 278.

25 Cumprida a sua missão. Ou, “ministério”, “diaconato”, “ministração”. A palavra grega é a mesma traduzida por “socorro” em Atos 11:29. Barnabé e Saulo cumpriram a missão que os levara a ser enviados à igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 281.

Levando também consigo a João. A escolha se explica, parcialmente, pela ligação entre João e Barnabé (Cl 4:10), mas também mostra João se envolvendo no ministério aos gentios. Ao que tudo indica, ele morava numa casa em Jerusalém até essa ocasião. CBASD, vol. 6, p. 281.

 

Compilação: Tatiana W



Atos 12 – Comentários selecionados by jquimelli
10 de fevereiro de 2015, 0:00
Filed under: cuidado de Deus, libertação, testemunho | Tags: , , ,

1 Por aquele tempo. O evento narrado neste capítulo não deve ter ocorrido muito antes da morte de Herodes Agripa I. Como ele morreu em 44 d.C, os eventos da primeira parte deste capítulo podem datar do ano anterior ou dos primeiros meses de 44 d.C. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 272.

O rei . Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, neto de Herodes, o Grande, e da princesa hasmoneia Mariane, irmão de Herodias, mencionada na história de João Batista. CBASD, vol. 6, p. 272.

Maltratar. Isto é, “ferir” ou “afligir”, como Agripa estava ansioso para ser considerado um judeu devoto, era fácil para os judeus incitá-lo a atacar os cristãos. Assim começou a perseguição da igreja, “pilhando as casas e os bens dos crentes”. CBASD, vol. 6, p. 273.

2 Fazendo passar […] a Tiago. Se o apóstolo fosse culpado de blasfêmia ou heresia, o Sinédrio o teria sentenciado à morte por apedrejamento. Como no caso de João batista, a decapitação de Tiago mostra que sua morte foi decretada por um governante civil, que usava métodos romanos de punição. Não há como saber por que Herodes escolheu Tiago como sua primeira vítima. No entanto, enquanto pregava o evangelho, é possível que tenha continuado a ocupar a posição proeminente que compartilhava com Pedro e João. Talvez uma de suas características fosse uma veemência natural, pois era chamado de filho do trovão (Mc 3:17). CBASD, vol. 6, p. 273.

3 Prosseguiu, prendendo. Literalmente, “acrescentou a tomar”. Ele prendeu Pedro e Tiago. Esta é uma tradução literal de uma expressão comum do hebraico. CBASD, vol. 6, p. 273.

Também a Pedro. Por ser uma figura de destaque entre os doze, Pedro era um alvo lógico do ataque de Herodes. CBASD, vol. 6, p. 273.

5 Pedro […] estava guardado. Isto sugere vários dias de prisão. CBASD, vol. 6, p. 274.

Uma luz iluminou. Assim como “a glória do Senhor brilhou ao redor” dos pastores, a presença do anjo levou glória celestial à prisão escura. CBASD, vol. 6, p. 274.

9 Não sabendo. Para Pedro, a situação parecia muito semelhante ao transe e à visão registrados em Atos 10. Ele deve ter pensado que acordaria acorrentado aos dois soldados, assim como antes acordara e percebera que tivera uma visão no eirado da casa, enquanto orava. CBASD, vol. 6, p. 274.

12. Considerando. Ou; “entendendo” “compreendendo”. A princípio, Pedro ficou “como quem sonha”, em relação ao livramento, mas depois conseguiu compreender a verdade maravilhosa e foi capaz de partir para a ação. CBASD, vol. 6, p. 275.

14 Tão alegre. Não foi por falta de fé, mas por pura alegria que Rode não abriu a porta. Ela compartilhava da ansiedade dos irmãos pelo apóstolo e participara das orações em seu favor. O desejo de contar a boa-nova a levou a perder o equilíbrio de ação. CBASD, vol. 6, p. 276.

16 Ficaram atônitos. Seria difícil encontrar uma expressão melhor da dificuldade, inclusive de pessoas boas, de crer que suas orações foram respondidas com tal rapidez. Quando Pedro apareceu diante dos fiéis, mal conseguiam admitir que era ele mesmo que estava ali. Todavia, Jesus dera plena garantia a Seus seguidores de que suas orações de fé seriam atendidas (Jo 14:13, 14). CBASD, vol. 6, p. 276.

17 Tiago. Trata-se, sem dúvida, do Tiago que presidiu o concílio em Jerusalém sobre a circuncisão e que apresentou seu parecer sobre o assunto (At 15:13). De alguma forma,

ele era o ancião líder da igreja em Jerusalém, e era natural que Pedro quisesse informá-lo

de sua libertação. Este pode ser o Tiago filho de Alfeu, ou o Tiago irmão do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 276.

19 Fossem justiçadas. Literalmente, “para que fossem levados embora”, isto é, para execução. CBASD, vol. 6, p. 277.

20 Havia séria divergência. Ou, estava exasperado”, “estava num estado de espírito hostil”, sugerindo raiva. CBASD, vol. 6, p. 278.

22 Voz de um deus. Provavelmente no sentido de adoração pagã ao imperador, não de um ser celestial. CBASD, vol. 6, p. 278.

23 Um anjo do Senhor o feriu. No v. 7, um anjo toca Pedro para despertá-lo e salvá-lo. Aqui, o toque.do anjo fere Herodes, para destruí-lo. A ferida por um agente divino costuma significar grave juízo. CBASD, vol. 6, p. 278.

25 Cumprida a sua missão. Ou, “ministério”, “diaconato”, “ministração”. A palavra grega é a mesma traduzida por “socorro” em Atos 11:29. Barnabé e Saulo cumpriram a missão que os levara a ser enviados à igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 281.

Levando também consigo a João. A escolha se explica, parcialmente, pela ligação entre João e Barnabé (Cl 4:10), mas também mostra João se envolvendo no ministério aos gentios. Ao que tudo indica, ele morava numa casa em Jerusalém até essa ocasião. CBASD, vol. 6, p. 281.

 

Compilação: Tatiana W



Isaías 37 by Jobson Santos
2 de abril de 2014, 0:03
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Comentário devocional:
Após receber aquela mensagem cheia de insultos do rei Senaqueribe apresentada pelo seu porta-voz Rabsaqué, pode-se imaginar a angústia na corte de Jerusalém. De fato, o rei Ezequias rasgou suas vestes e se cobriu de saco. No entanto, ao invés de tentar reunir seu exército ou buscar ajuda nos homens sábios do mundo, ele buscou a Deus.
Mais uma vez Rabsaqué procurou assustar Ezequias através de uma carta blasfema (verso 14). Entretanto essas táticas de pressão fizeram o rei Ezequias apegar-se ainda com mais força ao Senhor. Esta deve ser uma lição para nós hoje, quando confrontados com alguma dificuldade, grande ou pequena.
Eu amo a oração de Ezequias e a maneira tão significativa como ele começa sua oração: “Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, cujo trono está entre os querubins, só tu és Deus sobre todos os reinos da terra. Tu fizeste os céus e a terra” (v. 16 NVI). Ao mencionar que Deus habita entre esses dois querubins, Ezequias está lembrando a Deus que Ele é um Deus de misericórdia. Ele também está reconhecendo que Deus não é apenas um grande Deus, mas o único Deus e Ele é o governante de todos os reinos da terra, assim como o criador do mundo. Assim, não seria grande coisa para ele lidar com o Rei Senaqueribe e seu exército assírio.
A oração de Ezequias continua: “Ouça Senhor, abra os olhos. Vês o que eles estão dizendo contra Ti? É verdade, eles já destruíram muitas nações. Mas essas nações confiavam em deuses de madeira e pedra. Não és como esses deuses. Ouve a minha oração e livra-nos de tal forma que todas essas nações (tanto a Assíria quanto as nações que destruíram) possam ver que Tu és o único Deus verdadeiro e o único Deus que pode nos livrar.” (Minha paráfrase dos versos 16-20).
Como poderia Deus não responder a tal pedido? O Salmo 50:15 nos diz: “Clame a mim no dia da angústia; eu o livrarei, e você me honrará” (NVI). E foi exatamente isso o que Deus fez, Ele libertou Jerusalém. Em Isaías 36:36, vemos que o Anjo do Senhor, sozinho, destruiu 185.000 soldados do exército assírio. O rei Senaqueribe voltou para casa envergonhado e,  não muito tempo depois, foi morto pelos próprios filhos (v. 38).
Quando confrontados por dificuldades ou desafios insuperáveis, a oração deve ser sempre a nossa primeira linha de defesa. Assim como o rei Ezequias apresentou aquela carta ameaçadora diante do Senhor, nós também devemos apresentar nossas cargas (grandes e pequenas) diante do Senhor e reivindicar Suas promessas.
“Exponde continuamente ao Senhor vossas necessidades, alegrias, pesares, cuidados e temores. Não O podeis sobrecarregar; não O podeis fatigar. Aquele que conta os cabelos de vossa cabeça, não é indiferente as necessidades de Seus filhos. … Levai-Lhe tudo quanto vos causa perplexidade. Coisa alguma é demasiado grande para Ele, pois sustém os mundos e rege o Universo. Nada do que de algum modo se relacione com a nossa paz é tão insignificante que o não observe. Não há em nossa vida nenhum capítulo demasiado obscuro para que o possa ler; perplexidade alguma por demais intrincada para que a possa resolver.” Caminho a Cristo, p. 100.
= => Convite: Aproveite e apresente a Deus o seu pedido ou agradecimento no site www.euoro.com.br.
Melodious Echo Mason
EUA

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/37/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico:  http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-37/


II Crônicas 20 by jquimelli
8 de maio de 2013, 0:00
Filed under: confiança em Deus | Tags: ,


Comentário devocional:

Depois que Josafá “diminuiu” as exigências da Palavra de Deus a fim de atender a seus propósitos mundanos, Deus retirou Sua proteção providencial de Judá. Como resultado, os moabitas, amonitas, e meunitas subiram para lutar contra Judá. Josafá percebeu que não tinha nenhuma chance de resistir a eles e voltou-se para o Senhor em busca de ajuda. Na presença de todo o povo e de seus líderes ele humildemente abriu seu coração a Deus em oração franca e sincera dizendo: “Não sabemos o que fazer, mas os nossos olhos se voltam para Ti” (v 12 NVI). 

 Imediatamente, o Senhor respondeu através do Seu profeta Jaaziel, dizendo: “Não tenham medo nem fiquem desanimados … pois a batalha não é de vocês, mas de Deus” (v. 15 NVI) Por isso, saiam, encarem o inimigo frente a frente, mas não lutem porque “o Senhor estará com vocês “(v. 17 NVI). 

Josafá respondeu exortando o povo: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (v. 20). E foi isso que eles fizeram. Então, enquanto eles cantavam louvores, Deus cumpriu Sua promessa de livrá-los. Sem dúvida alguma eles foram salvos pela fé nas promessas de Deus. 

Da mesma forma somos salvos pela fé nas palavras de Deus e em Suas promessas. O fundamento das igrejas protestantes é a salvação pela fé. De igual modo o fundamento da Igreja Adventista do Sétimo Dia é a fé em tudo o que Deus revelou através de Seus profetas. Continuemos a estudar seus escritos inspirados, aceitá-los pela fé, e obedecê-los de todo o coração. Somente desta forma o reavivamento e a reforma acontecerão em nossa vida pessoal e na vida corporativa da Igreja.  

Fixe seus olhos em Cristo e em Sua palavra hoje!

 

Fernando Canale

Universidade Andrews

Trad JAQ/JDS


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Texto bíblicoII Crônicas 20

FonteBlog da Bíblia




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