Reavivados por Sua Palavra


1REIS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros

“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).

A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.

Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.

Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.

Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.

Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?

Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de maio de 2018, 0:20
Filed under: adoração, humildade, idolatria, sofrimento, testemunho | Tags: , , ,
1 Falaram de tal modo. Eles falaram em diversas ocasiões. Em algumas delas, não só judeus, mas também gentios pareciam estar presentes. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 306.
Grande multidão. Assim como na pregação em Antioquia da Síria (At 11:21,24), houve êxito na pregação do evangelho em Icônio. CBASD, vol. 6, p. 306.
3 Muito tempo. Provavelmente, meses. Como os novos crentes eram muitos, era necessária uma longa permanência para confirmá-los na fé. CBASD, vol. 6, p. 306.
6 Sabendo-o. Sem dúvida, havia pessoas do lado dos apóstolos com contato suficiente com o grupo de oposição, a ponto de saberem do plano. CBASD, vol. 6, p. 307.
9 Fixando nele os olhos. A fé do coxo resplandeceu em sua face, e Paulo reconheceu nele alguém pronto a ser curado e se tornar um sinal para o povo de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
Possuía fé. Este é um pré-requisito para o milagre. CBASD, vol. 6, p. 308.
12 Júpiter Mercúrio. Do gr. Zeus … Hermes, ou seja Zeus, chefe de todos os deuses, e seu filho Hermes, arauto e mensageiro dos deuses, patrono da eloquência. No panteão romano, os equivalentes a esses deuses eram Júpiter e Mercúrio, nomes usados pela versão ARA. A adoração a Zeus e Hermes parecia bem popular na região de Listra. CBASD, vol. 6, p. 308.
13 Sacrificar. O sacrifício devia consistir de cortar a garganta de bois e derramar parte do sangue sobre o altar. CBASD, vol. 6, p. 309.
14 Rasgando as suas vestes. Entre os judeus, esta era uma expressão de horror, sobretudo como protesto contra a blasfêmia (Mt 26:65). Paulo e Barnabé perceberam que era isso que os habitantes pagãos de Listra estavam prestes a fazer em ignorância. Não se sabe até que ponto a população compreendeu este ato, mas seu caráter drástico deve ter chamado a atenção e detido o povo.  CBASD, vol. 6, p. 309.
15 E vos anunciamos. Para os idólatras, a mensagem que exaltava o Deus vivo em lugar de ídolos devia ser, de fato, uma ótima notícia, especialmente considerando que Jesus Cristo Se fez Deus encarnado, o Salvador da humanidade. CBASD, vol. 6, p. 309.
18 Com dificuldade que impediram. Tamanha era a avidez do povo em reatar o ato de adoração. Sem dúvida, alguns dos que foram impedidos deixaram as “coisas vãs” e passaram a servir o Deus vivo. De todo modo, Paulo trabalhou em Listra o suficiente para que uma igreja fosse fundada ali. A judia Loide, junto com a filha Eunice e o neto Timóteo estiveram entre os primeiros conversos (2Tm 1:5). CBASD, vol. 6, p. 310.
19 Instigando as multidões. A mudança súbita de atitude por parte do povo de Listra lembra a transformação da multidão em Jerusalém, das hosanas para o clamor “Seja crucificado!” (Mt 21:9; 27:22). Não é difícil compreender essas ondas de emoção no caso de pessoas supersticiosas, como os licaônicos, tradicionalmente vistos como não confiáveis. CBASD, vol. 6, p. 310.
Apedrejando a Paulo. A forma de punição característica dos judeus, nesse caso ajudados pelos habitantes pagãos de Listra. Este é o único episódio registrado da vida de Paulo em que sofreu esse tipo de ataque (2 Cor 11:25). CBASD, vol. 6, p. 310.
20 Levantou-se. A recuperação da consciência de Paulo, a demonstração imediata de vigor e a ousadia ao entrar de novo na cidade podem ter sido consideradas um milagre. O fato de um apedrejado por uma multidão irada, considerado morto, reviver e sair andando como se nada houvesse acontecido era uma evidência ainda mais clara do poder de Deus do que a cura do coxo. CBASD, vol. 6, p. 311.
22 Fortalecendo. A ação de Paulo aqui está em harmonia com a ordem de Jesus a Pedro: “Tu,pois, quando te converteres, fortalece os teus irmãos” (Lc 22:32). Paulo podia fazer isso por meio de advertências e exortações extraídas das próprias tribulações e dos livramentos que recebera. CBASD, vol. 6, p. 311.
26 Que haviam já cumprido. Paulo e Barnabé haviam sido enviados pela igreja em Antioquia para a realização de uma tarefa específica: a evangelização dos gentios. Então podiam retornar para sua congregação com a alegria de uma missão cumprida. Embora tivessem apenas iniciado a obra de pregar aos gentios, o que realizaram fora bem feito. CBASD, vol. 6, p. 313.
28 Não pouco tempo. Naturalmente, Paulo se sentia mais atraído por Antioquia do que por Jerusalém, pois foi ali que os gentios formaram uma igreja pela primeira vez, e essa era a igreja que o enviara como missionário. Durante este período, com certeza, os dois apóstolos continuaram a atrair muitos conversos gentios, além dos que já haviam sido conquistados. CBASD, vol. 6, p. 313.


II CRÔNICAS 22 – #RPSP – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
3 de agosto de 2016, 0:30
Filed under: adoração, amor, paternidade

“Fez o que era mau perante o SENHOR, como os da casa de Acabe… para a sua perdição” (v. 4).

Sobre o contraste entre o justo e o perverso, Salomão escreveu: “O filho sábio alegra a seu pai, mas o filho insensato é a tristeza de sua mãe” (Provérbios 10:1). Mas o que dizer de Acazias? Foi “o filho mais moço” (v. 1) de Jeorão, e único a escapar da morte dentre seus irmãos. E seu braço direito de governo foi sua mãe. Isto seria uma bênção, se sua mãe não fosse adoradora de Baal: “porque sua mãe era quem o aconselhava a proceder iniquamente” (v. 3). Filha de Acabe com Jezabel, Atalia trouxe para Judá todos os costumes pagãos instituídos por seus pais em Israel. Não temia ao SENHOR, era cruel e sua perversidade influenciou tanto o reinado de seu marido Jeorão, quanto o reinado de seu filho Acazias. E Acazias tornou-se um rei tão mal quanto seu pai porque também se deixou instigar pelas maldades de sua mãe. Isto nos traz um questionamento interessante, e, ao mesmo tempo, um tanto polêmico:

Qual deve ser o limite de obediência de um filho para com os pais?

Quando observamos o texto base de hoje, no versículo quatro, podemos perceber uma resposta indireta a esta indagação: a conjugação do verbo fazer está na terceira pessoa do singular: ele “fez”. Ele quem? Acazias. E o final do verso relata o resultado de sua ação: “a SUA perdição”. Isto é, o que ele mesmo FEZ foi a causa de SUA própria desgraça.

Ao escrever com o próprio dedo o quinto mandamento do Decálogo, Deus não disse: Façam tudo o que seus pais lhes mandarem fazer. E sim: “Honra teu pai e tua mãe” (Êxodo 20:12). Honrar alguém denota um profundo sentimento de respeito e consideração, levando em conta os aspectos socialmente aceitáveis e virtuosos. O que nos leva à conclusão de que honra não tem a ver com subserviência. Honrar não é se rebaixar a ponto de fazer coisas que possam denegrir a sua imagem ou macular o seu caráter.

Sabemos que os pais são (ou pelo menos deveriam ser) as pessoas que mais querem bem a seus filhos. No entanto, desde os primórdios percebemos que existem casos em que a influência dos pais torna-se mais um atentado do que um benefício. Este foi o caso de Acazias. Sua mãe lhe foi uma pedra de tropeço, mas ele já tinha idade suficiente para escolher entre o certo e o errado (v. 2). Recebeu a forte influência materna, mas também pôde ver os resultados terríveis causados pelo afastamento do SENHOR. A Bíblia não diz que Atalia fez o que era mau e seu filho recebeu a sua culpa, mas ele escolheu fazer e isso para a sua própria perdição. Porque está escrito: “A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai, a iniquidade do filho; a justiça do justo ficará sobre ele, e a perversidade do perverso cairá sobre este” (Ezequiel 18:20).

Atalia teve uma grande participação na degradação do caráter de seu filho? Sim, e como teve. Mas a escolha em permanecer no erro foi dele e as consequências de seus erros recaíram sobre ele tão-somente. Tanto, que veremos do capítulo seguinte em diante o cuidado de Deus para com o filho de Acazias.

Meus queridos, o amor materno que não percebemos em Atalia, podemos perceber na atitude de Jeosabeate (ou Jeoseba), que ocultou Joás, correndo risco de morte, e cuidou dele como se fosse sua própria mãe. Aqui também podemos perceber claramente que há sim diferença entre o justo e o perverso. E não é a toa que Salomão escreveu sobre isto em mais da metade do livro de Provérbios. Eis aí uma história baseada em fatos reais:

Atalia: idólatra, assassina, orgulhosa, perversa, invejosa e ambiciosa.

Jeoseba: serva do SENHOR, corajosa, temente a Deus, bondosa, amável e altruísta.

Atenção senhoras mães (e aqui eu também me incluo): Nossos filhos um dia irão crescer e se tornar adultos (e pode até ser que os seus já sejam). É certo que eles irão tomar as próprias decisões e seguir seu próprio caminho. Mas qual tem sido a sua e a minha influência neste sentido? Eles responderão por si mesmos, mas nós teremos que responder não somente por nós, mas por eles também, pois eles são “herança do SENHOR” (Salmo 127:3). Iremos comparecer perante o SENHOR do Universo como Atalias, ou como Jeosebas?

Oxalá que esta seja a nossa história real: “Todos os teus filhos serão ensinados do SENHOR; e será grande a paz de teus filhos” (Isaías 54:13). Oremos por nossos filhos, mas também sejamos praticantes da Palavra. Não há influência maior do que o exemplo.

Bom dia, justos do SENHOR e Jeosebas atuais!

*Leiam #2Crônicas22

Rosana Garcia Barros



I CRÔNICAS 26 – #RPSP – Comentário Rosana Barros  by Ivan Barros
9 de julho de 2016, 0:30
Filed under: adoração

“Para cada porta deitaram sortes para designar os deveres tanto dos pequenos como dos grandes, segundo as suas famílias” (v. 13).
Os porteiros, os guardas “dos tesouros das coisas consagradas” (v. 20), os oficiais e juízes “em todo serviço do SENHOR e interesses do rei” (v. 30), foram separados por Deus, cada qual, “segundo as suas famílias” (v. 13). Ontem vimos acerca dos cantores e como estes, separados por família, receberam de Deus um privilégio dado a anjos. Hoje, continuamos percebendo o cuidado e zelo do SENHOR pela Sua Casa. Todos os servidores do templo possuíam suas atribuições, mas todos juntos trabalhavam no mesmo objetivo de adoração ao Deus de Israel. Observem que Deus não tem o cuidado e o zelo referentes apenas à manutenção de Sua Casa e ao culto ao Seu nome, mas também deixa evidente o seu cuidado e zelo pela instituição que Ele mesmo deu início lá no Éden: à família. O SENHOR não chamava somente um membro da família para servir em Sua Casa, mas designava a FAMÍLIA para o ministério sagrado. 
Vejam o que escreveu a escritora norte-americana Ellen White: “A primeira obra dos cristãos é manter a unidade da família. Quanto mais intimamente forem unidos os membros da família em sua obra no lar, tanto maior será a influência que pais, mães, filhos e filhas exercerão fora dele” (Fundamentos do Lar Cristão, p. 20).

Indubitavelmente, famílias que entendem este princípio, possuem uma eficácia na obra de salvação que supera multidões de sermões. Deus tem uma obra especial a ser realizada em cada lar. Não se pode mensurar o poder dado por Deus em uma família que se coloca nas mãos do Oleiro. O desejo do SENHOR é de derramar sobre cada família a Sua bênção (v. 5), a coragem (v. 6), a capacidade e a saúde (v. 8 ) e a prudência (v. 14). Para tanto, precisamos, a cada dia, nos colocar a Seu serviço. Deus deseja fazer de cada lar uma extensão de Sua Casa. Desde a porta (Vide Deuteronômio 6:9), o nosso lar deve ser lugar de adoração ao SENHOR. Tudo quanto temos deve ser dedicado ao SENHOR (v. 28). Todos os nossos “negócios externos” devem revelar o caráter de Cristo. 

Aceite hoje o desafio de fazer de sua casa um lugar de adoração, um lar de esperança, e tenha absoluta certeza de uma coisa: DEUS ABENÇOARÁ O TEU LAR!

Bom dia, lares de esperança!
*Leiam #1Crônicas26
Rosana Garcia Barros



I CRÔNICAS 16 – Comentário Rosana Barros by Ivan Barros
29 de junho de 2016, 0:30
Filed under: adoração, alegria, gratidão

“Rendei graças ao SENHOR, porque Ele é bom; porque a Sua misericórdia dura para sempre” (v. 34).

A “arca da Aliança do SENHOR” (v. 37) chegou ao lugar designado. Tudo estava pronto e todos devidamente orientados a assumirem suas funções eclesiásticas. Davi “abençoou o povo em nome do SENHOR” (v. 2) e repartiu igualmente para homens e mulheres “um bolo de pão, um bom pedaço de carne e passas” (v. 3). Os cantores levitas iniciaram o louvor com alaúdes, harpas, címbalos e trombetas (v. 5, 6). Você consegue imaginar um momento desses como algo sem graça? Meus irmãos, eram verdadeiras celebrações, com alimento compartilhado e hinos alegres ao SENHOR, celebrando a Sua bondade e misericórdia! Este salmo dentro do livro de Crônicas, contém estrofes de pelo menos três salmos: 105, 96 e 106. Davi engrandeceu a alegria daqueles que, de coração, buscam o SENHOR (v. 10). A gratidão promove esta alegria, como também promove a confiança, a paz e a busca por tudo aquilo que alegre o coração de Deus! É através da gratidão que podemos perceber com clareza o cuidado e a proteção divina (v. 22); a grandeza do SENHOR (v. 25); que O louvamos e O adoramos “na beleza da Sua santidade” (v. 29); que aceitamos o governo de Deus (v. 31) e a Sua justiça (v. 33); reconhecemos a Sua bondade e misericórdia (v. 34); que só em Deus há salvação (v. 35); e que Ele é Deus “desde a eternidade até a eternidade” (v. 36).

A gratidão é o resultado da soma de entrega + fé! Quando entregamos nossa vida nas mãos do SENHOR, crendo em Sua salvação, produziremos, consequentemente, ações de graças. Todo o nosso ser será uma oferta pacífica diante de Deus! Davi também enfatiza em seu cântico de gratidão, o SENHOR como Criador de todas as coisas. Os deuses das outras nações não passavam de ídolos, ou seja, de falsários diante do SENHOR que fez os céus (v. 26). Foi Ele que “firmou o mundo” (v. 30) e que comanda céus, terra (v. 31), mar, campos e tudo que neles há (v. 32). Davi tinha noção que era perante o Deus vivo, Criador e Mantenedor de tudo, que estava a adorar. Por isso, designou a ministração contínua (v. 37), as ofertas contínuas (v. 40) e os louvores contínuos (v. 41), “segundo tudo o que está escrito na Lei que o SENHOR ordenara a Israel” (v. 40). Aqueles foram momentos de extrema alegria e de ligação com o Alto. O povo foi fortalecido e reanimado pela alegria do SENHOR (Neemias 8:10). Estar na presença de Deus não tem a ver com motivação egoísta, mas com gratidão movida por um coração que entendeu que precisa buscar o Seu poder perpetuamente (v. 11). “Então, se retirou todo o povo, cada um para sua casa” (v. 43) fortalecido no SENHOR, na certeza de que a Sua bênção o acompanhava. O segredo de se manter o coração agradecido está na palavra “continuamente”. O povo deveria ir para casa e PERMANECER adorando ao SENHOR. Render graças a Deus não se resume a uma situação, a uma oração, ou a um cântico. Render graças a Deus é a expressão de toda uma vida, em resposta Àquele que a tornará eterna!

Somos chamados nominalmente para fazer parte do coro celeste, porque a misericórdia do SENHOR dura para sempre (v. 41). Que como Davi, possamos escolher render graças ao SENHOR continuamente, e sermos abençoadores do nosso lar (v. 43) e de todos ao nosso redor!

Bom dia! “Rendei graças ao SENHOR”! (v. 08)

*Leiam #1Crônicas16

Rosana Garcia Barros



Apocalipse 22 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O puro rio da vida nunca cessa de fornecer bênçãos do trono de Deus (v. 1). Aonde Nancy e eu vivemos atualmente, temos uma maravilhosa água doce de poço. Eu só posso imaginar como será a água do céu, fluindo através da árvore da vida que produz doze frutos (v. 2). Sempre conversamos sobre que frutos serão esses. Tentamos definir os doze melhores frutos que mais gostamos. Eu incluiria o durian, minha esposa não. [NT: O durian é uma fruta originária da Malásia e Indonésia, de aparência que lembra um pouco a jaca, de tamanho menor, que tem um cheiro tão forte que em alguns lugares de Cingapura proíbem que seja comida em público.] Ficamos imaginando quais sabores estarão representados na Árvore da Vida.

Jesus nos lembra de Sua autoridade como o Alfa e o Ômega (v. 13), significando que Ele é eterno e o que Ele diz é fiel e verdadeiro. Ele faz questão que entendamos a nossa relação de salvação com Ele e total dependência de Sua graça em nossas vidas. Enquanto aguardamos a “bem-aventurada esperança” Ele nos adverte a não mudarmos nada em Suas mensagens.

Uma advertência urgente soa ao longo deste último capítulo da Bíblia – Jesus apela à nossos corações três vezes (vs. 7, 12, 20), nos dizendo que Ele está voltando logo – em breve! Adoremo-Lo de todo o coração, bebamos livremente da água da vida (v. 17) cheia de graça, e recebamos as bênçãos prometidas para a obediência. Aceitemos as promessas proféticas do Apocalipse.

Na última página do livro “O Grande Conflito” é nos dito de forma majestosa:  “O grande conflito terminou. Pecado a pecadores não mais existem. O Universo inteiro está purificado. Uma única palpitação de harmonioso júbilo vibra por toda a vasta criação. DAquele que tudo criou emanam vida, luz a alegria por todos os domínios do espaço infinito. Desde o minúsculo átomo até ao maior dos mundos, todas as coisas, animadas a inanimadas, em sua serena beleza e perfeito gozo, declaram que Deus é amor.”

Ao lermos palavras tão sublimes somos levados a dizer: “Vem, Senhor Jesus!” (v. 20 ARA). Levantemo-nos, brilhemos e juntos proclamemos ao mundo que “Jesus está voltando!” 
[NT: No original: “Arise! Shine!” and proclaim, “Jesus is coming!”, tema da 60ª Conferência Geral da IASD que se iniciou na quinta-feira, dia 02/07, em San Antonio, Texas].

Ted N C Wilson
Presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/22/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 22 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 20 by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2015, 1:30
Filed under: adoração, cura, ressurreição | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Este é o único lugar na Bíblia que menciona um período de mil anos após a Segunda Vinda. A Segunda Vinda deixou este planeta totalmente devastado e inabitável. O “poço sem fundo” (KJV) ou “abismo” (NVI) (v. 3) descreve este mundo devolvido a seu estado pré criação sem forma, vazio, escuro e desértico. Satanás será confinado neste planeta em ruínas, sem nada para fazer durante mil anos!

Seus pensamentos durante este tempo serão aqueles de um homem condenado no corredor da morte enquanto contempla a tragédia de sua existência desperdiçada. É como se Deus estivesse dizendo a ele: “Você queria brincar de Deus, então vá em frente! Mostre que você pode transformar este monte de cinzas em um paraíso! Eu fiz isso em seis dias, mas vou dar-lhe todo o tempo que quiser – mil anos, na verdade.” Certamente,  ao final desse período, nem mesmo seus anjos vão acreditar  nele.

O início e o fim dos mil anos são marcados por duas ressurreições: a dos salvos e a dos perdidos. Os salvos ascendem ao céu na vinda de Cristo para reinar com Ele (v. 4-6). Este será um tempo de cura. Imagine como será encontrar pessoas desaparecidas que você esperava  ver lá, e descobrir algumas que você não imaginava encontrar lá. Mas Deus enxugará as nossas lágrimas ao abrir os livros de julgamento, permitindo-nos ver e entender por que Ele julgou assim.

A segunda ressurreição ocorre por ocasião da descida da Nova Jerusalém à Terra. Quando os perdidos voltam à vida (embora eles ainda sejam chamados de “os mortos” v. 5), Satanás os incita a atacar a cidade (vs 7-8). Mas não conseguem prosseguir quando se veem face a face com o divino Juiz em toda a Sua glória. Mais uma vez os livros são abertos e eles têm a oportunidade de ver onde erraram. Quando o drama da salvação é apresentado na “tela de vídeo” dos céus, eles reconhecem como justas as decisões de Deus. Neste ponto, “todo joelho se dobrará [a Jesus] … e toda língua confessará a Deus” (Rm 14:11 ARA).

Quando até o próprio Satanás reconhecer publicamente que Deus é justo e todos os Seus caminhos são corretos, fogo descerá do céu para devorá-los totalmente (v. 9). Isso não durará muito, mas será definitivo – a segunda morte.

Sabendo que Deus é misericordioso e justo, tomemos a decisão de servi-lo a amá-Lo de todo o coração. Permitamos que Jesus seja o rei da nossa vida  hoje, para que possamos adorá-lo no futuro na Nova Jerusalém.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/20/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 20 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 19 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de “aleluias” brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como “o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso” (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque “chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou” (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que “foi-lhe dado linho fino, … os atos justos dos santos” (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.

A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20). 

Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de “Fiel e Verdadeiro” (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, “em Sua cabeça há … um nome que só ELe conhece, e ninguém mais” (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.

Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 19 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 18 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, “chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!” (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz “em uma hora”, como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: “Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.

Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de “meu povo”. Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.

Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.

A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/18/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Apocalipse 18 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 15 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

No início de Apocalipse 15, João vê “sete anjos com as sete últimas pragas”, com as quais “se completa a ira de Deus” (v. 1). As sete pragas são a expressão definitiva e completa do juízo divino contra as forças do mal, juízo que culmina com a segunda vinda de Jesus. Este capítulo marca o fim da provação, após a qual “o vinho da ira de Deus” será derramado sem misericórdia sobre os ímpios (ver 14:10).

As pessoas sempre se esforçaram para entender o conceito da ira de Deus. Incapazes de negar o ensino bíblico de um Deus que responde com ira ao mal, alguns tentam redefini-la como sendo mera consequência natural ou, no máximo, a retirada da mão protetora de Deus. Mas não podemos esquecer as expressões muito claras que indicam que Sua ira é o Seu ato divino de justo julgamento sobre o mal e os seus autores. Os juízos de Deus são muito reais e devidamente justificados.

Por esta razão, no verso 2 o foco se move momentaneamente para aqueles que acabarão por ser vitoriosos sobre a besta, sua imagem e sua marca. Eles cantam uma canção reconhecendo a justeza dos julgamentos de Deus nas últimas pragas: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos” (v. 3). Afinal de contas, nós não deveríamos esperar que um Deus santo respondesse com justiça à terrível natureza destrutiva do mal?

Tenha em mente, contudo, que a mão que dirige o derramamento das pragas foi primeiro pregada a uma cruz por esses mesmos pecados que agora estão sendo julgados e punidos. No Calvário foi demonstrado que o Deus que é totalmente justo, também é totalmente misericordioso. Neste último ato de justiça, ninguém poderia levantar um ponto de interrogação sobre sua misericórdia. 

A segunda estrofe da canção diz: “Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiças se tornaram manifestos” (v. 4). 

Tanto justiça quanto misericórdia trazem glória ao Seu nome; ambas são exibidas igualmente em Seus atos de justiça; ambas O revelam como santo. A justiça e a misericórdia estão perfeitamente integradas em Sua natureza divina.

Unamo-nos, salvos de todas as nações, a adorar perante Ele.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 15 
Comentário adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/




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