Reavivados por Sua Palavra


ATOS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
6 de maio de 2018, 0:20
Filed under: cuidado de Deus, libertação, testemunho | Tags: , , ,

740 palavras

1 Por aquele tempo. O evento narrado neste capítulo não deve ter ocorrido muito antes da morte de Herodes Agripa I. Como ele morreu em 44 d.C, os eventos da primeira parte deste capítulo podem datar do ano anterior ou dos primeiros meses de 44 d.C. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 272.

O rei . Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, neto de Herodes, o Grande, e da princesa hasmoneia Mariane, irmão de Herodias, mencionada na história de João Batista. CBASD, vol. 6, p. 272.

Maltratar. Isto é, “ferir” ou “afligir”, como Agripa estava ansioso para ser considerado um judeu devoto, era fácil para os judeus incitá-lo a atacar os cristãos. Assim começou a perseguição da igreja, “pilhando as casas e os bens dos crentes”. CBASD, vol. 6, p. 273.

2 Fazendo passar […] a Tiago. Se o apóstolo fosse culpado de blasfêmia ou heresia, o Sinédrio o teria sentenciado à morte por apedrejamento. Como no caso de João batista, a decapitação de Tiago mostra que sua morte foi decretada por um governante civil, que usava métodos romanos de punição. Não há como saber por que Herodes escolheu Tiago como sua primeira vítima. No entanto, enquanto pregava o evangelho, é possível que tenha continuado a ocupar a posição proeminente que compartilhava com Pedro e João. Talvez uma de suas características fosse uma veemência natural, pois era chamado de filho do trovão (Mc 3:17). CBASD, vol. 6, p. 273.

3 Prosseguiu, prendendo. Literalmente, “acrescentou a tomar”. Ele prendeu Pedro e Tiago. Esta é uma tradução literal de uma expressão comum do hebraico. CBASD, vol. 6, p. 273.

Também a Pedro. Por ser uma figura de destaque entre os doze, Pedro era um alvo lógico do ataque de Herodes. CBASD, vol. 6, p. 273.

5 Pedro […] estava guardado. Isto sugere vários dias de prisão. CBASD, vol. 6, p. 274.

Uma luz iluminou. Assim como “a glória do Senhor brilhou ao redor” dos pastores, a presença do anjo levou glória celestial à prisão escura. CBASD, vol. 6, p. 274.

9 Não sabendo. Para Pedro, a situação parecia muito semelhante ao transe e à visão registrados em Atos 10. Ele deve ter pensado que acordaria acorrentado aos dois soldados, assim como antes acordara e percebera que tivera uma visão no eirado da casa, enquanto orava. CBASD, vol. 6, p. 274.

12. Considerando. Ou; “entendendo” “compreendendo”. A princípio, Pedro ficou “como quem sonha”, em relação ao livramento, mas depois conseguiu compreender a verdade maravilhosa e foi capaz de partir para a ação. CBASD, vol. 6, p. 275.

14 Tão alegre. Não foi por falta de fé, mas por pura alegria que Rode não abriu a porta. Ela compartilhava da ansiedade dos irmãos pelo apóstolo e participara das orações em seu favor. O desejo de contar a boa-nova a levou a perder o equilíbrio de ação. CBASD, vol. 6, p. 276.

16 Ficaram atônitos. Seria difícil encontrar uma expressão melhor da dificuldade, inclusive de pessoas boas, de crer que suas orações foram respondidas com tal rapidez. Quando Pedro apareceu diante dos fiéis, mal conseguiam admitir que era ele mesmo que estava ali. Todavia, Jesus dera plena garantia a Seus seguidores de que suas orações de fé seriam atendidas (Jo 14:13, 14). CBASD, vol. 6, p. 276.

17 Tiago. Trata-se, sem dúvida, do Tiago que presidiu o concílio em Jerusalém sobre a circuncisão e que apresentou seu parecer sobre o assunto (At 15:13). De alguma forma,

ele era o ancião líder da igreja em Jerusalém, e era natural que Pedro quisesse informá-lo

de sua libertação. Este pode ser o Tiago filho de Alfeu, ou o Tiago irmão do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 276.

19 Fossem justiçadas. Literalmente, “para que fossem levados embora”, isto é, para execução. CBASD, vol. 6, p. 277.

20 Havia séria divergência. Ou, estava exasperado”, “estava num estado de espírito hostil”, sugerindo raiva. CBASD, vol. 6, p. 278.

22 Voz de um deus. Provavelmente no sentido de adoração pagã ao imperador, não de um ser celestial. CBASD, vol. 6, p. 278.

23 Um anjo do Senhor o feriu. No v. 7, um anjo toca Pedro para despertá-lo e salvá-lo. Aqui, o toque.do anjo fere Herodes, para destruí-lo. A ferida por um agente divino costuma significar grave juízo. CBASD, vol. 6, p. 278.

25 Cumprida a sua missão. Ou, “ministério”, “diaconato”, “ministração”. A palavra grega é a mesma traduzida por “socorro” em Atos 11:29. Barnabé e Saulo cumpriram a missão que os levara a ser enviados à igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 281.

Levando também consigo a João. A escolha se explica, parcialmente, pela ligação entre João e Barnabé (Cl 4:10), mas também mostra João se envolvendo no ministério aos gentios. Ao que tudo indica, ele morava numa casa em Jerusalém até essa ocasião. CBASD, vol. 6, p. 281.

 

Compilação: Tatiana W



Atos 25 by jquimelli

Comentário devocional:

Este capítulo nos prepara para o próximo, quando Paulo fala a Festo, na sua primeira semana como governador. Paulo tinha sido mantido sob custódia por dois anos. Tendo Festo percebido que algo não estava certo na insistência dos judeus em querer que Paulo fosse julgado em Jerusalém, ele lhes disse que Paulo ficaria em Cesaréia, e se eles quisessem prestar queixa, eles poderiam vir até ele nesta cidade (v. 4, 5).

As acusações eram falsas, Festo percebeu isto e viu nelas o ódio veemente que os judeus tinham por Paulo. Mas tentou um acordo, perguntando a Paulo se ele estaria disposto a ser julgado pelo Sinédrio. Paulo sabia que esta seria sua sentença de morte, pois eles já haviam conspirado para matá-lo antes, quando ele estava em Jerusalém.

Então, como um cidadão romano, Paulo apelou para César. Se um cidadão romano sentisse que não estava recebendo justiça em um tribunal provincial, ele poderia apelar para que o próprio imperador ouvisse o seu caso. E Festo acatou o pedido de Paulo. Isso deve ter frustrado profundamente os inimigos de Paulo. Eles não conseguiam entender por que eles não conseguiam matar este homem. Eles falharam em Jerusalém e diante do governador anterior. Agora falharam novamente. Obviamente, Deus ainda tinha trabalho para Paulo fazer.

Quando o rei Agripa II – rei da Galiléia e da Pereia, veio apresentar seus respeitos ao novo governador, Festo lhe contou sobre o caso de Paulo.

Enviar Paulo a Roma não era tão simples: as acusações contra um cidadão romano tinham que ser acompanhadas de uma carta claramente escrita descrevendo as acusações, e Festo estava com dificuldades em acusar Paulo! Agripa tornou-se interessado em ouvir o próprio Paulo, que havia se tornado famoso por seus feitos em nome de Cristo e pelo ódio intenso que seus inimigos judeus nutriam contra ele.

Preste atenção nos contrastes! Entra em cena o rei, vestido de púrpura, e sua esposa Berenice, com toda a pompa de apresentação real e acompanhantes. Em seguida, vem Festo, vestido com a cor escarlate do governador, e a comitiva de comandantes da cidade seguem atrás dele, com suas armaduras reluzentes. Por último vem Paulo, um despretensioso seguidor de Cristo, algemado. Entretanto, toda a atenção estava dirigida para este último homem.

Ron E. M. Clouzet
Diretor do Instituto de Evangelismo NAD
Professor do Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/25/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Atos 25 
Comentário em áudio 



Atos 18 by jquimelli

Comentários devocional:

Corinto era “o mercado da Grécia.” A cidade foi construída em uma estreita faixa de terra [o Istmo de Corinto, que liga a parte norte à parte sul do país, o Peloponeso] onde todos os navios do leste e do oeste poderiam vir e realizar comércio. Todos das terras do norte e do sul trafegavam pela Grécia e também por Corinto. Sendo rica e cosmopolita, a cidade atraiu todos os tipos de pessoas. Era uma colônia de Roma, e por isso muitos cidadãos tinham nomes latinos, como Áquila e Priscila, Cláudio e Justus. A corrupção e a imoralidade em Corinto rivalizavam com seu mercado e comércio. A divindade principal era Vênus ou Afrodite, a deusa da beleza e do sexo. Mil sacerdotisas, prostitutas do templo, exerciam o seu comércio nas ruas da cidade todas as noites.

Quando Paulo foi a Corinto ele pensou muito sobre a sua experiência em Atenas. Ele estava indo para uma cidade igualmente cosmopolita e pagã como Atenas, porém menos sofisticada e mais imoral. Ele tomou uma decisão: iria se concentrar na cruz. Pregando na sinagoga, “seus ouvintes não podiam deixar de compreender que ele amava com todo o coração o Salvador crucificado e ressurgido.” Os Coríntios viram “que sua mente estava centralizada em Cristo, que toda a sua vida estava unida a seu Senhor.” (Atos dos Apóstolos, pp.247, 248). A maioria dos judeus rejeitou a mensagem da cruz, assim Paulo virou-se para os gentios (v.6). Ele começou a dar estudos bíblicos na casa de um romano, crente em Deus, e “dos coríntios que o ouviam, muitos criam e eram batizados.” (vv.7, 8 NVI).

Mas a cidade era tão imoral, tão voltada para o mal, que Paulo temia pelo tipo de igreja que esses crentes edificariam. Ele considerou mudar-se para “pastos mais verdes.” Foi quando Jesus interveio em nome dos Coríntios. Ele assegurou a seu servo, numa visão de noite, que tudo ficaria bem, e que Paulo deveria manter a pregação do evangelho, porque “muita gente nesta cidade” (v. 10 NVI) iria responder a seus labores. Paulo continuou lá por um ano e meio (v.11). Então, “uma grande igreja se alistou sob a bandeira de Cristo” naquele lugar (Atos dos Apóstolos, p.252).

Aqueles que trabalham para Deus encontrarão grandes desafios. O inimigo é poderoso. No entanto, Deus é maior e mais poderoso e ama infinitamente. Ele é capaz de salvar  “de um extremo a outro.” 

Nunca desista de fazer a vontade de Deus. Com Ele, todas as coisas são, de fato, possíveis. Depois da decepção em Atenas, e da falta de maturidade espiritual que era a perspectiva em Corinto, Deus usou os coríntios e os seus problemas para inspirar Paulo para escrever algumas das instruções mais importantes em todo o Novo Testamento.

Ron E. M. Clouzet
Diretor de Evangelismo do Instituto NAD
Professor de Ministério e Seminário Teológico da Universidade Andrews
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/18/
Traduzido por GASQ/JAQ
Texto bíblico: Atos 18 
Comentário em áudio 



Atos 18 – Comentários selecionados by jquimelli
16 de fevereiro de 2015, 0:22
Filed under: cuidado de Deus, evangelismo, imoralidade, testemunho | Tags: , , ,

1 Corinto. Capital da província da Acaia, centro de comércio e transporte marítimo, famosa pela baixa moralidade. Bíblia Shedd.

Desde 27 a.C., esta cidade tinha sido a capital da província romana da Acaia. … Corinto tinha mais de 200.000 habitantes, incluindo gregos, ex-escravos da Itália, veteranos do exército romano, empresários, oficiais do governo, gente do Oriente Próximo, um grande número de judeus e muitos escravos. Corinto era completamente pagã e imoral. A cidade era cheia de templos pagãos e, na parte sul, havia uma alta acrópole com um templo de Afrodite [deusa grega do amor]. A partir do século V a.C., a expressão “corintianizar” significava ser sexualmente imoral. Bíblia de Genebra.

A cidade de Corinto ficava no istmo e tinha um ancoradouro nas duas praias: um em Cencreia, a leste, e outro em Lecaion, a oeste. Tinha importância comercial desde o início da era grega. O comércio levava o povo à luxúria e ao vício. Ali Paulo começou a trabalhar, com resultados muito mais frutíferos do que em Atenas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.

A cidade controlava o comércio movimentado por terra, do norte para o sul e por mar, do leste para o oeste (pequenos navios eram transportados em roletes de madeira; navios maiores eram descarregados e sua carga transportada atravessando o istmo. Andrews Study Bible.

2 Áquila. Nome latino que significa “águia”, cujo equivalente em grego é Akylas. …Era uma tendência comum dos judeus, quando moravam em países pagãos, dar nomes derivados de animais. CBASD, vol. 5, p. 379.

Priscila. … o casamento de Áquila e Priscila pode ser exemplo da influência de um judeu instruído com uma mulher da classe alta de Roma. A citação do nome de Priscila antes (At 18.18; Rm 16:3; 2Tm 4:19) se explicaria caso ela fosse uma nobre romana. O fato de ter participada da instrução de Apolo (ver At 18:26) sugere que era uma mulher culta. CBASD, vol. 5, p. 380.

Cláudio. Seu decreto expulsando os judeus de Roma foi baixado em 49 d.C. Suetônio (Claud, xxv 4) nos informa que o motivo foram os tumultos relacionados com um Chresto (conflitos entre judeus e cristãos). Bíblia Shedd.

Uma possível explicação para o decreto de Cláudio é que os cristãos foram para Roma após o Pentecostes e ocorreram tumultos li, como os de Antioquia da Pisídia (At 13:50), Listra (At 14:19), Tessalônica (At 17:5-8) e Bereia (At 17:13). O nome de Cristo estava nos lábios tanto daqueles que O aceitavam quanto dos que rejeitavam Sua afirmação de ser o Messias. … Áquila e Priscila estavam com o apóstolo em Éfeso quando ele escreveu a primeira epístola aos Coríntios (1Co 16:19). CBASD, vol. 5, p. 380, 381.

3 fazer tendas. Melhor, “trabalhar em couro”. Bíblia Shedd.

Paulo teria aprendido a profissão já na mocidade. Era costume dos judeus, que ricos, quer pobres, dar treinamento manual aos filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Tarso era célebre, tanto na época, como depois, pelos tecidos resistentes de pelo de cabra, do qual havia grande demanda para velas de navio e tendas. … Os indícios de que Paulo tivesse uma origem rica e o fato de ter recebido elevado grau de instrução não influem em haver aprendido um ofício manual, pois o provérbio rabínico “quem não ensina ao filho um ofício, o ensina a ser ladrão” tornava tal ensino quase que universal entre as famílias hebreias. Por exemplo, o grande Hillel era carpinteiro. CBASD, vol. 5, p. 381.

4 discorria. Paulo sempre ia primeiramente aos judeus (ver com. De At 13:5, 14). Mas em Corinto, assim como posteriormente em Éfeso (At 19:8, 9), ele não recebeu permissão para continuar pregando na sinagoga durante toda sua permanência na cidade (cf. At 18:7). CBASD, vol. 5, p. 381, 382).

5 É provável que dádivas oferecidas pelos crentes macedônios aliviaram a necessidade de trabalhar manualmente (2Co 11.7, 8). Bíblia Shedd.

6 Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue. Eles eram responsáveis por seus próprios pecados. Bíblia de Genebra.

8 Crispo. Um dos poucos batizados por Paulo. Bíblia Shedd.

Crispo foi um dos primeiros a quem o próximo Paulo batizou em Corinto (1Co 1:14). Sua posição de liderança entre os judeus antes da conversão e a aceitação do evangelho por toda sua família o notabilizaram entre os cristãos. CBASD, vol. 5, p. 383.

9-11 Paulo parece perder sua coragem e talvez tenha estado tentado a emudecer seu testemunho por jesus. O Senhor aparece a ele em visão e o encoraja. Paulo guarda esta promessa em seu coração e permanece em Corinto por 18 meses. Andrews Study Bible.

9 Ânimo celestial. 1) Encorajamento – “Não temas … fala … não te cales” – Deus está no comando. 2) Segurança – “eu estou contigo” – ninguém poderá fazer-te Mal. 3) Promessa – “Tenho muita gente” – sucesso divino. A visão convenceu a Paulo que devia ficar em Corinto, não sair logo, como fizera nas cidades anteriores. Bíblia Shedd.

Não temas. Ou, “pare de temer”. As palavras subentendem que, no momento, Paulo estava sentindo temor e depressão, sofrendo com o pesado fardo da tarefa que tentava realizar por seu Senhor. A maior parte de seus conversos pertencia à classe dos escravos ou libertos; aqueles cuja cultura correspondia à sua, fossem gregos ou judeus, pareciam lentos em aceitar sua pregação (cf 1Co 1:26, 27). Sem dúvida, ele também corria perigos pessoais físicos. Já tinha visto a hostilidade dos judeus se transformar em violência física. Não seria difícil isso se repetir. Cheio de graça, o Senhor dirigiu ao apóstolo as palavras: “pare de ficar com medo”. CBASD, vol. 5, p. 384.

Não te cales. Ou, “não comece a ficar em silêncio”. A tentação, num momento de fraqueza, era de partir para a segurança do silêncio, quando as palavras não pareciam dar resultado. Mas o apóstolo recebeu a exortação de pregar com constância ainda maior. Nada deveria deter o testemunho de Paulo. CBASD, vol. 5, p. 384.

12 A promessa (9-10) foi testada quando Paulo foi arrastado perante Galio, um destacado jurista romano. Uma inscrição encontrada em Delfos menciona Galio e permite que este incidente seja datado em 51-52 d.C. Andrews Study Bible.

13 contrário à lei. Isto é, contrário à lei romana que proíbe a prática de religiões não legalmente reconhecidas por Roma. O judaísmo era legalmente reconhecido e o cristianismo, como um ramo do judaísmo, também era uma religião lícita (religio licita). Bíblia de Genebra.

Os judeus queriam provar que Paulo renunciara ao judaísmo, “religião lícita” no Império, portanto não merecia a proteção de Roma. Gálio percebeu a sutileza da acusação, julgando questões de divergência religiosa entre os judeus sem importância. Bíblia Shedd.

Se [Paulo] tivesse recebido oportunidade de falar, teria sustentado que o evangelho que pregava era a fé de seus pais (ver 24.14, 15; 26.6, 7), sendo, portanto, autorizada pela lei romana. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 ia Paulo falar. Fórmula comum para introduzir um discurso formal. (cf Mt 5:2; 13:35; At 10:34). Paulo estava prestes a iniciar uma defesa formal, mas isso acabou não sendo necessário. CBASD, vol. 5, p. 385.

17 Então, todos agarraram Sóstenes, o principal da sinagoga. Parece que Sóstenes se tornou o principal da sinagoga depois da conversão de Crispo (v. 8). É possível que estivesse ansioso por mostrar seu zelo contra os cristãos e, por isso, se apressou em acusar Paulo perante o procônsul. Por ser o porta-voz, seria alvo dos olhares da multidão em redor, composta de muitos gregos. Com certeza, essas pessoas notaram o tom de desprezo de Gálio e, após a decisão contrária do governante, decidiram dar ao contestante uma dura lição. CBASD, vol. 5, p. 386.

E o espancavam.  Ou, “começaram a espancá-lo”. CBASD, vol. 5, p. 384.

Foi espancado numa primitiva demonstração de antipatia contra judeus. Bíblia Shedd.

Raspado (melhor, “cortado o cabelo”). Paulo … fez um voto de nazireu que durava no mínimo 30 dias. O fim do voto foi marcado cortando o cabelo. Bíblia Shedd.

19 Éfeso. Maior centro comercial, religioso e político na Ásia menor. Bíblia Shedd.

Deixou-os ali. O casal extraordinário adiantaria o trabalho de evangelização espiritual enquanto Paulo viajava durante vários meses à distância de uns 2.500 km até Jerusalém, ida e volta. Priscila (mencionada primeiro por pertencer a uma família nobre) e Áquila permaneceram em Éfeso até 55 d.C. Estavam em Roma no início de 57 d.C., quando Paulo escreveu sua carta aos Romanos (Rm 16.3). Bíblia Shedd.

24-28 Lucas interrompe brevemente a narrativa do ministério de Paulo para trazer á luz o trabalho de Apolo, cujo conhecimento do cristianismo foi expandido pelo contato com Aquila e Priscila. Andrews Study Bible.

24 Alexandria. Depois de Roma, a cidade mais importante do Império Romano, com numerosa população ode judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Grande colônia judaica que adotara pensamento helenístico alegorizando o AT. Bíblia Shedd.

25 batismo de João. Não era em nome de Jesus (ver tb 19.2-4). Apolo sabia algo a respeito de Jesus, mas basicamente, assim como João Batista, ainda esperava a vinda do Messias. Seu batismo baseava-se no arrependimento, não na fé na obra consumada de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

26 Priscila e Áquilalhe expuseram o caminho de Deus. Eles “expuseram” a Apolo o que haviam aprendido com Paulo e talvez antes, por meio do contato com o cristianismo em Roma (ver com. Do v. 2). A instrução incluiria as doutrinas da salvação pela graça, justificação pela fé, o dom do Espírito Santo após a conversão e o batismo, o sentido e a necessidade da Ceia do Senhor. Com certeza, depois disso, Apolo, que antes só conhecia o batismo de João, seria rebatizado “em o nome do Senhor Jesus”, como aconteceu com os doze homens apresentados em Atos 19:1 a 7. CBASD, vol. 5, p. 392.



Atos 16 by jquimelli
14 de fevereiro de 2015, 1:00
Filed under: conversão, cuidado de Deus, evangelismo, livramento, louvor, poder de Deus, testemunho | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Mais que um pastor, Paulo era um missionário. Ele cuidava dos novos convertidos da Ásia Menor durante sua primeira viagem missionária, mas seu coração estava pronto para ir onde nenhum seguidor de Cristo já tinha ido. Ele era destemido e corajoso em pregar o evangelho de Jesus. Ele sabia que mesmo o pagão mais endurecido poderia ser transformado, tocado pela graça do Deus vivo. Ele mesmo era um exemplo vivo disto.

Deus tinha planos específicos para Paulo. Em Trôade Paulo foi instruído em visão para ir para a Macedônia, ao norte da Grécia. Ele realmente estava longe de casa! Lá, na primeira cidade, Filipos – uma colônia romana de veteranos -, os evangelistas descobriram que não havia sinagoga. Mas eles encontraram adoradores de Deus se reunindo no Sábado à beira do rio. Sem dúvida, eles haviam passado muito tempo em oração por orientação específica de Deus.

Destes adoradores, Lídia foi a primeira a responder. Uma rica mulher de negócios, foi a primeira convertida da Europa! Satanás deve ter ficado atordoado, pois percebeu que “seu reino estava sendo invadido” por seguidores de Jesus! (ver Atos dos Apóstolos, p. 212). Então, ele contra-atacou através de uma escrava possessa por um espírito de adivinhação. O ataque foi muito inteligente. Em vez de fazê-la dizer mentiras, ela proclamou a verdade sobre os apóstolos. A menina possuída por demônio anunciava os servos de Deus, criando confusão, e isso é o que Satanás queria. Quando Paulo silenciou o demônio, as pessoas que lucravam com o espírito de adivinhação fizeram que os apóstolos fossem presos e colocados na prisão!

E se tivesse acontecido com você? Como você se sentiria se tudo isto acontecesse com você depois de fazer fielmente a obra de Deus, no lugar onde Ele lhe disse especificamente para ir? Você desanimaria? Ou faria como Paulo e Silas que lutaram contra a tortura e a dor cantando hinos a Deus? Ajuda divina sempre vem quando cantamos as promessas de Deus e louvores a Ele (2 Cr 20:21, 22).

Leia o resto da história: anjos vieram visitá-los e causaram um terremoto que libertou a todos. O doce Espírito de Jesus permeou a prisão e todos os detidos ouviram as músicas e, ao invés de tentar escapar, se fixaram nos apóstolos. Agora, quem fica atordoado é o carcereiro. Percebendo que está na presença de servos do Altíssimo, ele implora por perdão e pelo conhecimento da salvação.

Em Filipos, Lídia e toda a sua família, a ex-escrava possuída por um demônio que escolheu se tornar uma seguidora de Cristo (Atos dos Apóstolos, p. 213), o carcereiro e sua família, todos se tornaram discípulos de Jesus. Estes primeiros crentes europeus acabaram sendo “os mais amorosos e sinceros convertidos do apóstolo” (Atos dos Apóstolos, p.391). 

Quando Deus guia a sua vida, você será instrumento de conversões.

Ron E. M. Clouzet
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/16/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 16
Comentário em áudio 



Atos 12 – Comentários selecionados by jquimelli
10 de fevereiro de 2015, 0:00
Filed under: cuidado de Deus, libertação, testemunho | Tags: , , ,

1 Por aquele tempo. O evento narrado neste capítulo não deve ter ocorrido muito antes da morte de Herodes Agripa I. Como ele morreu em 44 d.C, os eventos da primeira parte deste capítulo podem datar do ano anterior ou dos primeiros meses de 44 d.C. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 272.

O rei . Herodes Agripa I era filho de Aristóbulo e Berenice, neto de Herodes, o Grande, e da princesa hasmoneia Mariane, irmão de Herodias, mencionada na história de João Batista. CBASD, vol. 6, p. 272.

Maltratar. Isto é, “ferir” ou “afligir”, como Agripa estava ansioso para ser considerado um judeu devoto, era fácil para os judeus incitá-lo a atacar os cristãos. Assim começou a perseguição da igreja, “pilhando as casas e os bens dos crentes”. CBASD, vol. 6, p. 273.

2 Fazendo passar […] a Tiago. Se o apóstolo fosse culpado de blasfêmia ou heresia, o Sinédrio o teria sentenciado à morte por apedrejamento. Como no caso de João batista, a decapitação de Tiago mostra que sua morte foi decretada por um governante civil, que usava métodos romanos de punição. Não há como saber por que Herodes escolheu Tiago como sua primeira vítima. No entanto, enquanto pregava o evangelho, é possível que tenha continuado a ocupar a posição proeminente que compartilhava com Pedro e João. Talvez uma de suas características fosse uma veemência natural, pois era chamado de filho do trovão (Mc 3:17). CBASD, vol. 6, p. 273.

3 Prosseguiu, prendendo. Literalmente, “acrescentou a tomar”. Ele prendeu Pedro e Tiago. Esta é uma tradução literal de uma expressão comum do hebraico. CBASD, vol. 6, p. 273.

Também a Pedro. Por ser uma figura de destaque entre os doze, Pedro era um alvo lógico do ataque de Herodes. CBASD, vol. 6, p. 273.

5 Pedro […] estava guardado. Isto sugere vários dias de prisão. CBASD, vol. 6, p. 274.

Uma luz iluminou. Assim como “a glória do Senhor brilhou ao redor” dos pastores, a presença do anjo levou glória celestial à prisão escura. CBASD, vol. 6, p. 274.

9 Não sabendo. Para Pedro, a situação parecia muito semelhante ao transe e à visão registrados em Atos 10. Ele deve ter pensado que acordaria acorrentado aos dois soldados, assim como antes acordara e percebera que tivera uma visão no eirado da casa, enquanto orava. CBASD, vol. 6, p. 274.

12. Considerando. Ou; “entendendo” “compreendendo”. A princípio, Pedro ficou “como quem sonha”, em relação ao livramento, mas depois conseguiu compreender a verdade maravilhosa e foi capaz de partir para a ação. CBASD, vol. 6, p. 275.

14 Tão alegre. Não foi por falta de fé, mas por pura alegria que Rode não abriu a porta. Ela compartilhava da ansiedade dos irmãos pelo apóstolo e participara das orações em seu favor. O desejo de contar a boa-nova a levou a perder o equilíbrio de ação. CBASD, vol. 6, p. 276.

16 Ficaram atônitos. Seria difícil encontrar uma expressão melhor da dificuldade, inclusive de pessoas boas, de crer que suas orações foram respondidas com tal rapidez. Quando Pedro apareceu diante dos fiéis, mal conseguiam admitir que era ele mesmo que estava ali. Todavia, Jesus dera plena garantia a Seus seguidores de que suas orações de fé seriam atendidas (Jo 14:13, 14). CBASD, vol. 6, p. 276.

17 Tiago. Trata-se, sem dúvida, do Tiago que presidiu o concílio em Jerusalém sobre a circuncisão e que apresentou seu parecer sobre o assunto (At 15:13). De alguma forma,

ele era o ancião líder da igreja em Jerusalém, e era natural que Pedro quisesse informá-lo

de sua libertação. Este pode ser o Tiago filho de Alfeu, ou o Tiago irmão do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 276.

19 Fossem justiçadas. Literalmente, “para que fossem levados embora”, isto é, para execução. CBASD, vol. 6, p. 277.

20 Havia séria divergência. Ou, estava exasperado”, “estava num estado de espírito hostil”, sugerindo raiva. CBASD, vol. 6, p. 278.

22 Voz de um deus. Provavelmente no sentido de adoração pagã ao imperador, não de um ser celestial. CBASD, vol. 6, p. 278.

23 Um anjo do Senhor o feriu. No v. 7, um anjo toca Pedro para despertá-lo e salvá-lo. Aqui, o toque.do anjo fere Herodes, para destruí-lo. A ferida por um agente divino costuma significar grave juízo. CBASD, vol. 6, p. 278.

25 Cumprida a sua missão. Ou, “ministério”, “diaconato”, “ministração”. A palavra grega é a mesma traduzida por “socorro” em Atos 11:29. Barnabé e Saulo cumpriram a missão que os levara a ser enviados à igreja de Antioquia. CBASD, vol. 6, p. 281.

Levando também consigo a João. A escolha se explica, parcialmente, pela ligação entre João e Barnabé (Cl 4:10), mas também mostra João se envolvendo no ministério aos gentios. Ao que tudo indica, ele morava numa casa em Jerusalém até essa ocasião. CBASD, vol. 6, p. 281.

 

Compilação: Tatiana W



Atos 1 – Comentários selecionados by jquimelli
30 de janeiro de 2015, 0:00
Filed under: cuidado de Deus, Espírito Santo | Tags: , , , ,

1 Primeiro. Um indicativo de que esta obra é a segunda de uma série. O evangelho de Lucas certamente é o “primeiro livro”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 105.

2 Por intermédio do Espírito Santo. Esta expressão pode ter o sentido de que o Espírito Santo guiaria os discípulos em toda a verdade (Jo 16:13), ou que Jesus, tanto antes quanto depois da crucifixão, falava como alguém cheio do Espírito Santo. Este último deve ser o significado pretendido, pois tudo ligado à vida de Cristo na
Terra foi realizado pelo poder do Espírito: a concepção, o batismo, a justificação, a orientação a uma vida de serviço, os milagres e a ressurreição. CBASD, vol. 6, p. 106.

Apóstolos. Do gr. apostolai, “aqueles que são enviados”. […] Parece que o ofício de apóstolo na igreja apostólica derivava da ordem e da comissão de Jesus aos doze discípulos. Ao chamar os discípulos de “apóstolos”, é provável que Jesus tenha usado a palavra aramaica shelicha, equivalente ao particípio heb. shaluach, “enviado”. CBASD, vol. 6, p. 106.

3 Provas incontestáveis.  Essas “provas infalíveis” foram as aparições de Cristo após a ressurreição, não os

milagres que os discípulos viram Jesus realizar. As provas eram: o fato de Ele ter comido e bebido com os discípulos, Seu corpo real em que eles puderam tocar, as repetidas aparições visíveis a até 500 pessoas de uma vez e as instruções sobre a natureza e as doutrinas do reino. A certeza da ressurreição conferiu poder à mensagem dos apóstolos e constituiu a base do magnífico raciocínio de Paulo sobre a certeza da ressurreição corpórea dos salvos (ICo 15:3-23). CBASD, vol. 6, p. 107.

4 Comendo com eles. Trata-se de possível referência a um encontro na Galileia para a última reunião, na qual os discípulos viram Jesus ascender ao céu. CBASD, vol. 6, p. 107.

Não se ausentassem de Jerusalém. Eles deveriam retornar para a capital, o lugar onde Cristo ministrara tantas vezes e onde sofrera, fora sepultado e ressuscitara dos mortos. Ali, os discípulos receberiam poder e deveriam começar a testemunhar. CBASD, vol. 6, p. 107.

Esperassem. Era preciso esperar com anseio pelo poder de Deus, buscar a condição adequada para recebê-lo e manter oração fervorosa e unidade a fim de ver o cumprimento da promessa. CBASD, vol. 6, p. 108.

6 Reunidos. O próprio Jesus estava com eles. Este foi o último encontro dos discípulos com o Senhor, pois era o dia da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 108.

Será este o tempo em que restaures? Os discípulos ainda não compreendiam a natureza do reino de Cristo. Ele não havia prometido o tipo de restauração que esperavam. Achavam que Jesus “havia de redimir a Israel, isto é, dos romanos. CBASD, vol. 6, p. 108.

8 Poder. Lucas se refere ao “poder” sobrenatural recebido por aqueles que têm o Espírito Santo. Este poder é para testemunhar, pois vem dentro, proclama o evangelho e leva outros a Deus. CBASD, vol. 6, p. 110.

Confins. Os discípulos deveriam ir “por todo o mundo”, “a todas as nações” (Mt 24:14). CBASD, vol. 6, p. 111.

9 Elevado. A ascensão foi o clímax apropriado para o ministério de Cristo na Terra. CBASD, vol. 6, p. 111.

À vista deles. Nenhum fiel vira o Salvador ressuscitar dos mortos, mas os onze discípulos e a mãe de Jesus tiveram a oportunidade de vê-Lo subir ao céu. Por isso, tornaram-se testemunhas confiáveis da realidade, da ascensão. CBASD, vol. 6, p. 111.

Uma nuvem. Esta nuvem era uma hoste celestial. De igual modo, o retorno de Cristo será “sobre as nuvens” (Mt 24:30). Hostes de anjos acompanharão o Senhor quando Ele vier em glória. CBASD, vol. 6, p. 111.

11 Virá. A segunda vinda de Cristo está ligada à ressurreição e à ascensão. Trata-se de um evento prometido que se encontra vinculado a incidentes históricos. CBASD, vol. 6, p. 112.

 Do modo como. Esta promessa significa que Seu retorno deve ser pessoal.  A promessa tranquila, mas solene dos conselheiros angelicais confere certeza à doutrina da segunda vinda de Cristo, garantida pela realidade da ascensão. Sem o segundo advento, toda a obra anterior no plano da salvação seria tão vã quanto semear e cultivar a plantação, mas deixar de colher. CBASD, vol. 6, p. 112.

 14 Os irmãos dEle. Eram Tiago, José, Simão e Judas (Mt 13:55). Eles haviam permanecido indiferentes a Jesus e não são mencionados entre os que se reuniram em volta da cruz. Mas as cenas finais da vida terrena de Cristo os levaram à conversão e então faziam parte dos fiéis. É provável que Tiago seja aquele que se transformou num líder da igreja. Muitos acreditam também que ele seja o autor da epístola de Tiago. Judas pode ser o mesmo que escreveu a breve epístola com esse nome. CBASD, vol. 6, p. 114.

 21 É necessário. Pedro considerou que o número original de discípulos deveria ser mantido. Sem dúvida, os apóstolos tinham o conceito de que o número 12 expressava totalidade, seguindo o exemplo das doze tribos de Israel. CBASD, vol. 6, p. 117.

 23 Propuseram dois. No sentido anterior, esta passagem significa que José e Matias foram indicados pelos discípulos como os candidatos sobre os quais seriam lançadas as sortes. CBASD, vol. 6, p. 117.

24 Orando. Esta deve ter sido uma oração tremenda, brotando de uma fé simples e insistente.  Em todos os
grandes momentos da igreja apostólica, a oração era o recurso buscado de maneira espontânea. A experiência da igreja deve ser sempre assim, tanto no passado quanto agora. CBASD, vol. 6, p. 118.

26 Com os onze. Aos olhos humanos, Matias havia aceitado uma posição humilde, a de líder em um grupo insignificante de pessoas simples que logo seriam perseguidas. No entanto, para os cristãos, a posição que Matias assumiu tinha possibilidades imensuráveis para o futuro. CBASD, vol. 6, p. 118.


Compilação: TatianaW




%d blogueiros gostam disto: