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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 24 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
PROVÉRBIOS 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/24
“Pois ainda que o justo caia sete vezes, tornará a erguer-se” (Provérbios 24:16a NVI).
Foi muito triste o que aconteceu na esquina perto da minha casa, onde morava uma jovem família com três crianças entre as idades de seis meses a seis anos. Mark, o marido, foi diagnosticado com câncer. Em menos de seis meses, ele morreu em sua casa, nos braços de Beth. Logo após, Beth perdeu o emprego. Em seguida, veio um tornado que quase pôs abaixo a sua casa. E, para completar, uma das crianças foi diagnosticada com uma doença que exigia cuidados constantes. Que situação difícil!
Hoje Beth está casada com um homem de Deus, um marido e pai maravilhoso, e eles vivem felizes juntos em um novo lar.
Apesar de gostar de finais felizes, não é a vida nova de Beth que mais me fortaleceu espiritualmente nessa história toda. É a confiança inabalável que minha amiga Beth tem em Deus, tanto nos bons quanto nos maus momentos. Nem uma única vez durante os tempos difíceis eu a ouvi reclamar, desistir, ou questionar o porquê de tantas dificuldades. Em meio a tudo o que atravessou, ela sempre soube que iria se recuperar e que seus maus momentos eram apenas um revés temporário.
Querido Senhor, dê-me a coragem que eu preciso para atravessar momentos difíceis sempre confiando em Tuas promessas. Amém.
Fylvia Fowler Kline
Director of Marketing
Hope Channel, Inc.
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=898
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1315 palavras
1,2 Não … queiras estar com eles … porque seu coração maquina violência … seus lábios falam para o mal. A empolgação das atividades de quem não tem escrúpulos exerce forte tração sobre os jovens que pensam erroneamente que a bondade é entediante. … A amizade com pessoas malignas é perigosa no mínimo por três motivos: (1) corre-se o risco de perder os altos padrões morais diante do escárnio dos malfeitores e das atrações de uma vida sem limites; (2) a reputação sofre no relacionamento com más companhias; e (3) é provável que os malfeitores tramem perversidades contra os espectadores relativamente inocentes CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1160.
3 Com a sabedoria. Não se pode construir nada de sólido invejando as pessoas malignas (v. 1) … O roubo não é o caminho para ganhar riquezas permanentes. O conhecimento usado com sabedoria garante uma vida de prazer real. CBASD, vol. 3, p. 1160.
5 Mais poder tem o sábio. A LXX traduz a primeira parte da seguinte forma: “O sábio é melhor do que o forte”. CBASD, vol. 3, p. 1160.
7 A sabedoria é alta demais. Suas ações não são ditadas pela razão, mas, sim, pelo desejo. Quando os sábios se reúnem à porta de cidade (ver com. de Pv 22:22) para debater questões públicas, ele não tem nenhuma contribuição a fazer. As considerações que guiam os entendidos são superiores à inteligência dele, e ele não deseja ampliar a própria sabedoria para poder entendê-las, pois não tem intenção nenhuma de se tornar bom (ver Sl 10:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 1160, 1161.
9 Desígnios. Com certeza, não é o pensamento sobre a estultícia que é chamado de pecado, mas sim, o planejamento do tipo de insensatez mencionado em Provérbios 24:8. CBASD, vol. 3, p. 1161.
12 Se disseres: Não o soubemos (ARA; NVI: Mesmo que você diga: “Não sabíamos o que estava acontecendo!). As desculpas são inúteis no trato com Deus. Os seres humanos não conseguem saber o que se passa em nossos pensamentos e sentimentos íntimos; portanto, não fazem ideia do quanto estamos cientes do nosso dever de ajudar os outros. Porém, o Criador do coração o sabe (ver Pv 16:2; 21:2). Aquele que observa o desenvolvimento interior do caráter conhece muito bem o grau preciso de culpa ligado a cada ato (ver Jr 17:9, 10). … A culpa resulta tanto da negligência sem arrependimento quanto de pecados deliberados (ver GC, 487, 488). CBASD, vol. 3, p. 1161.
13 Saboreia o mel. Salomão não está, neste versículo, apenas dando um conselho alimentar. CBASD, vol. 3, p. 1161.
14 Sabedoria. Assim como o mel tem gosto agradável e é bom para fortalecer o corpo, a sabedoria é saborosa e fortalecedora para a alma ou o caráter. CBASD, vol. 3, p. 1162.
15 Não te ponhas de emboscada. Os perversos costumam sentir inveja da pessoa de bem que desfruta da proteção do Senhor. Com frequência, são tomados pelo desejo sinistro de levar os justos a pecar, para que entrem num estado tão precário quanto o deles. CBASD, vol. 3, p. 1162.
16 Sete vezes cairá. No sentido espiritual, este versículo traz uma grande mensagem de conforto para o cristão, que se sente desanimado por cair na batalha contra o pecado. “Sete vezes cairá”é o mesmo que dizer: “toda vez que ele cair”. Se ele se levantar com esperança renovada depois de cada fracasso, apegar-se mais uma vez à força salvadora oferecida a ele tão livremente (Mt 11:28; Jd 24), será chamado justo, e o Senhor completará a obra que Ele mesmo começou (Fp 1:6; Hb 12:2). O desejo de ser justo e a força de colocar esse desejo em prática vêm dEle (Fp 2:13). Portanto, ninguém precisa se desesperar, por mais fraco que pense ser, contanto que esteja disposto a receber a vontade de fazer o que é certo (MDC, 142, 143). CBASD, vol. 3, p. 1162.
17 Não te alegres. Jesus expressou sentimento parecido ao dizer: “Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem”(Mt 5:44). Faz parte da natureza humana se alegrar quando um inimigo tem problemas. Podemos tentar disfarçar a satisfação pecaminosa por sua aflição, professando sentir o prazer justo pela justiça feita; mas os sentimentos interiores são contrários ao exemplo e aos ensinos de Jesus, que morreu por um mundo de inimigos (Rm 5:8-10). Devemos mostrar amor pela humanidade perdida que Ele busca salvar, não destruir, e, como Ele, nos entristecer com o destino daqueles que escolheram se opor ao que é certo (ver Ez 33:11; Os 11:8; Lc 19:41, 42; DTN, 575, 576). CBASD, vol. 3, p. 1162.
18 A sua ira. A advertência de Salomão … direciona-se ao perverso que se alegra no sofrimento do outro. CBASD, vol. 3, p. 1162.
19 Não te aflijas. Assim como não devemos nos regozijar com a queda de um inimigo (v. 17), somos advertidos a não ter raiva nem inveja de sua prosperidade (ver Sl 37:1, 8; 73:2, 3; Pv 24:1). Tal atitude pode nos trazer desânimo, talvez até ao ponto de seguir o caminho do perverso a fim de desfrutar os prazeres que ele aparentemente tem. A proteção contra esses sentimentos é encontrada no v. 20. CBASD, vol. 3, p. 1163.
24 Tu és justo. Os juízes que absolvem o culpado não são populares com as pessoas prejudicadas pelo criminoso liberto. Contudo, quando esses juízes exaltam o perverso como se fosse bom, fazem mais do que liberar um delinquente para continuar sua guerra contra a sociedade.Eles deturpam todas as ideias de bem e mal, incentivando os jovens a crescer sem respeito pela lei e a ordem. Tais magistrados são alvo do ódio de nações inteiras, pois o respeito pela justiça costuma ser forte em meio à população como um todo. Os cidadãos ficam ressentidos com ações que enfraquecem as bases da paz e prosperidade. CBASD, vol. 3, p. 1163.
26 Beijo nos lábios. Quando o rei, governante ou juiz fala palavras justas, elas são tão agradáveis às pessoas de direito quanto um beijo. CBASD, vol. 3, p. 1163.
27 Edifica a tua casa. Par um jovem ter esperança da aprovação dos pais para que uma moça fosse sua esposa, ele precisava ter condições de dar à família e a ela presentes significativos, bem como demonstrar capacidade de sustentá-la (ver Gn 24:35, 53). A fim de fazer isso, precisaria se estabelecer, cuidando de uma fazenda com a capacidade de suprir as necessidades de uma família. No âmbito espiritual, o ser humano também precisa limpar o coração de pedras e ervas daninhas e plantar sementes de justiça, para que tenha esperança de construir caráter forte e íntegro (ver Is 5:1-7; Os 10:12). CBASD, vol. 3, p. 1163.
28 Sem causa. O contexto sugere que o sentido é de que ninguém deve dizer coisas contra o próximo sem fundamento de verdade (ver Pv 3:30). CBASD, vol. 3, p. 1164.
29 Assim lhe farei. Salomão adverte contra a adoção do inverso da regra áurea. Mesmo que um inimigo dê falso testemunho contra alguém, não se deve fazer o mesmo a ele. Por maior que seja o dano causado, não se deve pagar com a mesma moeda. A vingança pertence a Deus (Hb 10:30). … O oponente se rebaixa ao tratar alguém de forma perversa, e este faz o mesmo quando espera a vez de retornar a ação recebida. Esse processo pode continuar por um longo período, mas ninguém ganhará nada com isso, a não ser o grande adversário da raça humana. CBASD, vol. 3, p. 1164.
30 Pelo campo. O campo e a vinha eram as duas principais fontes de alimento e lucro do agricultor palestino. Este versículo traça um paralelo entre o preguiçoso e o que não tem bom senso. CBASD, vol. 3, p. 1164.
30-34 Alguns enxergam no poema de Salomão sobre o preguiçoso a ilustração de uma verdade espiritual. Embora somente o Espírito Santo possa capacitar a vencer o pecado (DTN, 671), Ele não pode fazer nada sem consentimento e cooperação humanos (MDC, 142). Deve-se avançar na força que o Espírito de Deus transmite, erradicando os maus pensamento (CBV, 176; T3, 491). Também se deve prosseguir, na força do Senhor, em desenvolver uma forte experiência de obediência aos dez mandamentos (ver CPPE, 454). CBASD, vol. 3, p. 1164.
31 Espinhos … muro … em ruínas. Um campo negligenciado logo é tomado de plantas que sufocam a lavoura e das quais é difícil se livrar, pois se permitiu que as ervas daninhas se espalhassem. O muro deve ser mantido em boas condições para a fazenda ficar protegida de animais selvagens (ver Is 5:1-7). CBASD, vol. 3, p. 1164.
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“Com a sabedoria edifica-se a casa, e com a inteligência ela se firma” (v.3).
A descrição dos últimos dias feita por Paulo a Timóteo, apresenta uma lista da degradação humana provocada pelo pecado. Ao apóstolo foi dada a visão exata dos “tempos difíceis” (2Tm.3:1) que temos vivido. Partindo do egoísmo, Satanás induz o pecador no caminho da decadência até que este atinja o seu objetivo final: a inimizade com Deus. Pela contemplação, a antiga serpente tem usado a mesma estratégia que no Éden obteve êxito, oferecendo a cada um os variados frutos da tentação sob o encantado disfarce do engano: “É certo que não morrereis” (Gn.3:4).
Creio que mesmo em sua mais alta concepção, o apóstolo Paulo foi poupado de vislumbrar o que de fato ocorreria em nossos dias. Com a crescente ascendência das redes sociais e a criatividade para tornar o ser humano cada vez mais dependente da tecnologia, estamos em meio a uma geração “bomba-relógio”; a geração mais conectada com o digital e a mais desconectada com o espiritual; a geração mais informada sobre a vida alheia e a mais alheia à vida de Cristo; uma geração guiada pela inveja, pela injustiça e pelo ócio, “que cuida em fazer o mal” (v.8).
A pergunta é: Aonde nós estamos em meio a essa completa confusão? A resposta depende de para onde estamos olhando. Disse Jesus: “São os olhos a lâmpada do corpo” (Mt.6:22). Se gastamos horas contemplando as distrações da internet enquanto a Palavra de Deus é lida de forma rápida e negligente, como poderemos vencer as tentações que constantemente estão diante dos nossos olhos? Milhares “estão sendo levados para a morte” (v.11) enquanto aqueles que foram chamados para salvar vidas, em sua letargia, alegam: “Não o soubemos” (v.12). Ignorando sua responsabilidade, estão prestes a ouvir a sentença dAquele “que pesa os corações” (v.12): “Servo mau e negligente… lançai-o para fora, nas trevas” (Mt.25:26 e 30).
“Um pouco para dormir, um pouco para tosquenejar, um pouco para encruzar os braços em repouso” (v.33). A geração da sonolência precisa ser despertada e avisada! Assim diz o Senhor: “Quando Eu disser ao perverso: Certamente, morrerás, e tu não o avisares e nada disseres para o advertir do seu mau caminho, para lhe salvar a vida, esse perverso morrerá na sua iniquidade, mas o seu sangue da tua mão o requererei” (Ez.3:18). Em Sua oração sacerdotal, Jesus declarou acerca dos que nEle creem: “Eles não são do mundo” (Jo.17:16). Ou seja, eles estão no mundo, mas, definitivamente, eles não vivem como o mundo vive.
“Não te aflijas por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos perversos, porque o maligno não terá bom futuro, e a lâmpada dos perversos se apagará” (v.19-20); “no juízo, a sua boca não terá palavra” (v.7). Este mundo está em contagem regressiva e com ele todos “os perversos” (v.16). Façamos parte da “multidão de conselheiros” (v.6) do tempo do fim que “salva os que cambaleiam indo para serem mortos” (v.11). “Teme ao Senhor” (v.21) e persevera, pois “sete vezes cairá o justo e se levantará” (v.16) pelo onipotente braço que o sustém. Clamemos por sabedoria, inteligência e conhecimento, e o Senhor tornará a nossa vida e a nossa casa o mais firme e poderoso canal do evangelho ao mundo. “Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, atalaias de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios24 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 24 – Não compensa rejeitar a sabedoria, nem substituir a verdadeira (pura) sabedoria por uma genérica, ou falsificada.
Numa sociedade onde reina inveja, corrupção, imoralidade, glutonaria, perversidade, ira, revolta, injustiças, hipocrisia, falsidade, ganância, etc., precisamos ser guiados pela sabedoria divina.
Neste capítulo encontramos os últimos dos 30 provérbios dos sábios, os quais terminam no versículo 22. Os quais, segundo Jacques Doukhan, se agrupam da seguinte forma:
1. Primeiro provérbio (capítulo 22:21-23);
2. Segundo provérbio (capítulo 22:24-25);
3. Terceiro provérbio (capítulo 22:26-27);
4. Quarto provérbio (capítulo 22:28);
5. Quinto provérbio (capítulo 22:29);
6. Sexto provérbio (capítulo 23:1-3);
7. Sétimo provérbio (capítulo 23:4-5);
8. Oitavo provérbio (capítulo 23:6-8);
9. Nono provérbio (capítulo 23:9);
10. Décimo provérbio (capítulo 23:10-11);
11. Décimo primeiro provérbio (capítulo 23:12);
12. Décimo segundo provérbio (capítulo 23:13-14);
13. Décimo terceiro provérbio (capítulo 23:15-16);
14. Décimo quarto provérbio (capítulo 23:17-18);
15. Décimo quinto provérbio (capítulo 23:19-21);
16. Décimo sexto provérbio (capítulo 23:22-25);
17. Décimo sétimo provérbio (capítulo 23:26-28);
18. Décimo oitavo provérbio (capítulo 23:29-35);
19. Décimo nono provérbio (capítulo 24:1-2);
20. Vigésimo provérbio (24:3-4);
21. Vigésimo primeiro provérbio (capítulo 24:5-6);
22. Vigésimo segundo provérbio (capítulo 24:7);
23. Vigésimo terceiro provérbio (capítulo 24:8-9);
24. Vigésimo quarto provérbio (capítulo 24:10);
25. Vigésimo quinto provérbio (capítulo 24:11-12);
26. Vigésimo sexto provérbio (capítulo 24:13-14);
27. Vigésimo sétimo provérbio (capítulo 24:15-16);
28. Vigésimo oitavo provérbio (capítulo 24:17-18);
29. Vigésimo novo provérbio (capítulo 24:19-20);
30. Trigésimo provérbio (capítulo 24:21-22).
Após os 30 provérbios dos sábios, contendo diversos assuntos, há mais alguns provérbios interessantes de outros sábios (24:23-34). Sobre eles, Doukhan analisa:
“Este breve apêndice (24:23-24) […], concentra-se num aspecto específico do ensino: a necessidade de aprofundar nosso juízo e trabalho. O sábio adverte, por um lado, sobre a tentação de ser ‘parcial no julgamento’ (24:23-26) e contra as falsas testemunhas (24:28-29). Por outro lado, a tentação da superficialidade em nosso trabalho (24:27, 30-34)”.
• Precisamos combater a superficialidade nos julgamentos e no trabalho!
Deus quer o melhor para nós. Ele nos deixou um livro de sabedoria escrito por diversos sábios. Estudá-lo nos conduzirá à sabedoria dEle, e, praticar os princípios de vida ali contidos nos tornará sábios aqui na Terra e nos preparará para a Pátria Celestial.
Viver a sabedoria nos dará inúmeras vantagens relevantes no caminho ao céu. “Senhor, orienta-nos!” – Heber Toth Armí.
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TEXTO BÍBLICO PROVÉRBIOS 23 – Primeiro leia a Bíblia
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/pv/23
Provérbios 23:23 diz: “Compra a verdade, e não a vendas; e também a sabedoria, a instrução e o entendimento”.
Mas a verdade não é gratuita? Como a compraríamos então? O que significa comprar alguma coisa? “Comprar” geralmente envolve a troca de um item de valor por algo de igual valor. Ocorre que a verdade é um tesouro tão incrível! Como poderíamos comprá-la?!?
“Venham, comprem … sem dinheiro e sem custo”, responde Isaías (Isaías 55:3).
Então, o que precisamos oferecer a fim de “comprar” a verdade? Tempo, esforço e relacionamento.
O versículo continua, recomendando comprarmos “a sabedoria, a instrução e o entendimento”. E como os adquirimos? Com tempo, esforço e relacionamento, novamente, mas também com dinheiro – para livros, aulas e recursos.
Mas de que modo poderíamos vender a verdade? Escolhendo outras coisas acima da verdade, coisas que poderiam dificultar nosso crescimento no entendimento ou coisas que poderiam impedir nosso aprendizado ou eficácia.
A verdade nos liberta. Como isso ocorre?
Primeiro, Jesus é a verdade! Ele veio para nos mostrar como é Deus, para que não tenhamos mais medo Dele, para que possamos crescer no relacionamento com Ele. Ao vermos a beleza de quem Ele é, em contraste com nosso egocentrismo natural, nos deparamos com uma escolha: queremos ser como Ele? ou queremos continuar como estamos? A graça não apenas nos dá a oportunidade de escolher, mas nos capacita a viver à altura do que escolhemos!
E essa é a liberdade suprema!
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=896
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1033 palavras
1 Aquele que está diante de ti. Este é um bom conselho para quem não está acostumado com a rica variedade da mesa de um governante. Tentada a condescender com o apetite, a pessoa pode cair na glutonaria ou perder o controle da língua e estragar a oportunidade de serviços futuros . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1155.
4 Não te fatigues. Na prática, quem permite que o amor ao dinheiro seja sua principal força motivadora costuma ser incapaz de relaxar, até mesmo quando consegue acumular aquilo que, em primeiro lugar, pensava ser uma grande soma. CBASD, vol. 3, p. 1155.
6 Invejoso. É o que tem olhos incapazes de ver as coisas do outro sem sentir cobiça ou ódio invejoso. A advertência para não aceitar a hospitalidade destas pessoas se baseia, sem dúvida, no fato de que elas procuram retorno a tudo aquilo que dão (ver Dt 15:9). CBASD, vol. 3, p. 1155, 1156.
7 Como imagina. A aplicação específica desta declaração é ao invejoso que finge entreter de forma amistosa e ser um anfitrião simpático, interessado no bem-estar do convidado, quando, na verdade, sua mente está procurando uma forma de fraudá-lo. … o indivíduo é o que pensa. CBASD, vol. 3, p. 1156.
8 Perderás as tuas suaves palavras. Há um toque de ironia nesta afirmação. O contexto sugere que se deve ao anfitrião palavras agradáveis de agradecimento, embora não se tenha recebido nenhum benefício real e ainda que ele não haja oferecido hospitalidade genuína. Portanto, suas palavras amistosas serão perdidas, ao serem dirigidas ao anfitrião cobiçoso. CBASD, vol. 3, p. 1156.
9 Não fales. Sua cabeça dura está tão concentrada nos caminhos estultos que as palavras são perdidas (ver Pv 1:22). É provável que a única coisa que se ganhe seja o ressentimento dele. CBASD, vol. 3, p. 1156.
11 Vingador. Do heb. go’el. É a única ocorrência em Provérbios. Go’el, às vezes, designa o parente resgatador,que tem a responsabilidade de vingar o sangue derramado e cuidar do bem-estar dos familiares que passam por necessidades (Lv 25:25, 47-49). … Nesta passagem, Deus se apresenta como o go’el dos necessitados. Ele defende a causa dos oprimidos e vingará os inocentes (Pv 22:23). CBASD, vol. 3, p. 1156.
12 Aplica o coração. Esta declaração marca o início de uma nova série de provérbios. Alguns consideram o v. 11 como o fim da seção de conselhos enviados para alguém distante, que se iniciou em Provérbios 22:17 (ver com. de 22:17, 21). CBASD, vol. 3, p. 1156.
13 Não retires da criança a disciplina. Uma das fraquezas humanas é a tendência de adiar a correção dos maus hábitos da criança até que se transformem em traços de caráter. Em suas etapas iniciais, essas formas de comportamento costumam ser alvos de risadas e comentários na frente da criança. Assim, passa o tempo em que elas poderiam ser corrigidas com facilidade, e se forma o esboço principal de um caráter disforme (ver Pv 13:24; 19:18). CBASD, vol. 3, p. 1156.
14 Livrarás a sua alma. Salvará a vida dela inculcando os bons hábitos de obediência que levam à longevidade (Êx 20:12). O “inferno”, do heb. she’ol, representa a morte, no caso. CBASD, vol. 3, p. 1156.
15 Alegrar-se-á. Há uma rica recompensa ao ver o resultado bem-sucedido na forma de adultos sábios e bondosos. CBASD, vol. 3, p. 1156.
18 Bom futuro. Por mais que o perverso prospere nesta vida e por mais que o justo sofra, o futuro corrigirá a situação. A esperança do pecador neste mundo falhará, e a esperança do justo certamente se tornará realidade. CBASD, vol. 3, p. 1156.
19 Guia retamente no caminho o teu coração. Dever indiscutível de controlar as emoções e os desejos que surgem na mente (Rm 12:3). Os pensamentos certos levam a ações corretas (ver Pv 23:7). CBASD, vol. 3, p. 1157.
21 Caem em pobreza. Há pelo menos duas razões para isso. A bebedeira e a glutonaria são vícios dispendiosos, que não se deixam controlar pela falta de dinheiro. Elas também incapacitam a pessoa para o trabalho e limitam seus rendimentos (ver Pv 24:33, 34). CBASD, vol. 3, p. 1157.
23 Compra a verdade. A verdade é um tesouro que se deve ganhar a qualquer custo e nunca pode ser negligenciada, por maior que seja a tentação … Poucos reconhecem como são perigosos os pequenos enganos a que se permitem e o preço mesquinho pelo qual vendem a verdade e a vida eterna. CBASD, vol. 3, p. 1157.
26 Dá-me, filho meu, o teu coração. Parece que a própria Sabedoria começa a falar quando Salomão volta à admoestação contra a falta de castidade, repetida tantas vezes (v. 27; cap. 5:3; 6:24; 7:5). CBASD, vol. 3, p. 1157.
29 Para quem são os ais? As primeiras duas exclamações poderiam ser traduzidas, literalmente: “Quem tem ‘Oh!’? Quem tem ‘Ah!’? Então começa o cântico com os gemidos do bêbado que acordou com os gemidos do bêbado que acordou com jma reação dolorosa depois de uma noite desregrada. CBASD, vol. 3, p. 1157.
Rixas. É comum surgirem contendas quando as pessoas já estão muito bêbadas. Melhores amigos brigam entre si. Embora as capacidades sejam diminuídas pelo álcool, muitos ainda conseguem infligir dano físico bem como prejuízo psicológico incalculável sobre os inocentes e desamparados membros da família, quando voltam para casa depois da bebedeira. CBASD, vol. 3, p. 1157.
Queixas. Do heb. siach, “preocupação”, “desespero”; termo usado também em Jó 7:13; 9:27; e 20:1. Siach pode se referir ao remorso que a maioria das vítimas do alcoolismo sente quando se dá conta de seu comportamento. CBASD, vol. 3, p. 1157, 1158.
Feridas sem causa. Ou seja, são completamente desnecessárias. Delas sofrem tanto os beberrões quanto seus familiares. CBASD, vol. 3, p. 1158.
Olhos vermelhos. Os olhos vermelhos enxergando o mundo embaçado fazem parte da etapa de recuperação. CBASD, vol. 3, p. 1158.
30 Buscando bebida misturada. Acredita-se que essa expressão não se refira à bebida leve preparada a partir da mistura de vinho com água, mas, sim, do vinho com especiarias e drogas, feito com o objetivo de aumentar o poder de embriaguez. CBASD, vol. 3, p. 1158.
31 Escoa suavemente. Literalmente, “vai reto”, o que alguns interpretam como “desce suavemente”. CBASD, vol. 3, p. 1158.
35 Não doeu. O embriagado pode estar falando para si mesmo, ou respondendo à repreensão de um amigo. Ele admite as brigas, mas afirma que não se machucou. Não está consciente dos males que sofreu quando suas faculdades estavam prejudicadas, mas anseia pelo momento em que estará recuperado do torpor irresistível para poder começar o processo todo de novo. Sem dúvida, essa pessoa é escrava do mestre que escolheu (ver Rm 6:16), mas Deus é capaz de libertá-la de toda servidão (ver Rm 6:18; 7:23-25). CBASD, vol. 3, p. 1158.
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“Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (v.26).
Guerras, fome, terremotos, enchentes, são causadores de muitas mortes. Mas há outra causa que a todas aquelas supera: o apetite descontrolado. Gula não se trata apenas de comer muito, mas de comer o que é prejudicial à saúde. Milhares morrem todos os dias devido às consequências causadas pela má alimentação aliada ao estilo de vida abusivo e sedentário. Além dos efeitos nocivos à saúde física, o mau uso da alimentação também tem total influência sobre os aspectos mental e espiritual. Um estômago pesado por causa de uma refeição desregrada ou uma corrente sanguínea tomada pelo álcool são torpor para a mente, e, consequentemente, um bloqueio à voz de Deus (v.19).
É engano pensar que o Senhor não se importa com o que nós comemos ou bebemos. O apóstolo Paulo confirmou a sabedoria destes provérbios quando, inspirado por Deus, declarou: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Além de nos ter deixado regras acerca dos alimentos limpos e imundos (Lev.11), Deus foi além. A nossa comida e a nossa bebida devem glorificá-Lo! Não como um meio de salvação, mas como resultado dela.
Eu não conseguia compreender esta mensagem até que o meu corpo começou a apresentar as consequências de minha indisciplina: pedras nos rins e vesícula comprometida. A má administração do “santuário do Espírito Santo” (1Co.6:19, 20) me trouxe marcas que poderiam ter sido evitadas se eu tão somente tivesse dado ouvidos à sabedoria de Deus (v.19) e aos meus pais que tanto haviam me orientado no sentido correto (v.22). Quantas doenças e mazelas não poderiam ser evitadas se o homem entregasse a Deus a única coisa que Ele nos pede: “Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos” (v.26). Precisamos primeiro educar nossos olhos, então, nosso paladar. Foi quando Eva olhou para onde não devia, que acabou comendo o fruto da morte (Gn.3:6).
A descrição feita dos versos 29 ao 35 nos dá uma visão exata da degradação de uma pessoa entorpecida pelo álcool, que, aliado à gula, completa o quadro da tragédia humana. O que bebemos e o que comemos têm grande influência sobre o que pensamos e fazemos. E famílias inteiras têm sido destruídas como resultado da desobediência quanto ao apetite, tornando a intemperança um fator decisivo para as práticas nocivas que prejudicam a comunicação do Espírito Santo com a mente humana.
Amados, o apelo do Senhor para nós é que, a partir de hoje, possamos tomar a irrevogável decisão de Daniel: “Resolveu Daniel, firmemente, não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Dn.1:8). E o resultado da firme decisão de Daniel e de seus três amigos, comparado aos que comiam das iguarias do rei, foi: melhor aparência, maior força (Dn.1:15), discernimento espiritual (Dn.1:17) e uma inteligência dez vezes superior à dos sábios de Babilônia (Dn.1:20). Querem prova maior do que essa de que a comida e a bebida que o Criador nos deixou compõe a fonte da saúde e da inteligência?
Não sejamos insensatos desprezando a sabedoria das palavras do Senhor (v.9)! Mas que possamos aplicar o nosso “coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento” (v.12). Não é uma caminhada fácil, amados, mas com Deus, a vitória é garantida. “Ouve, filho Meu, e sê sábio; guia retamente no caminho o teu coração” (v.19). Lembre-se de que a mensagem de saúde é, antes de qualquer coisa, uma mensagem de esperança, e não de cobrança. Portanto, seja um vigia da tua própria vida e um sábio médico missionário para a vida de teus semelhantes. Vigiemos e oremos!
Bom dia, sábios de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Provérbios23 #RPSP
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A vida é bem melhor se for vivida com sabedoria! Pena que muitos acham que a loucura traz paz, alegria e felicidade; tal ilusão pode ser desfeita à luz do livro de Provérbios.
A teologia de Provérbios é fantástica. “Como revela este livro de sabedoria, Deus se apresenta, a cada indivíduo, segundo a sua necessidade espiritual”, diz Charles R. Swindoll. E, então, pontua:
– Para todas as pessoas, de todas as partes, Deus é o Criador (3:19-20; 14:31; 16:11; 17:5; 20:12; 22:2);
– Deus é o Onisciente pastor das almas (5:21; 15:3, 11; 22:12; 24:12);
– Para o pecador obstinado e impenitente, Deus é o Juiz justo (8:35; 17:15; 21:3; 22:22-23; 23:10-11; 29:26);
– Para o desamparado, Deus é o defensor dos fracos (14:31; 15:25; 17:5; 22:2, 22-23; 23:10-11; 29-13);
– Para os fieis, o Senhor é o Benfeitor dos justos (3:1-10; 8:35; 10:32; 11:1, 20; 12:2, 22; 15:8; 16:20; 18:22; 19:17; 28:25).
O capítulo 23 contém mais provérbios dos sábios (não de Salomão). Observe este detalhe: Existem trinta provérbios sapienciais anônimos, em dois grupos:
– Primeiro grupo: Provérbios 22:17-23:11;
– Segundo grupo: 23:12-24:26.
Depois temos mais 6 provérbios de outros sábios, também desconhecidos, em Provérbios 24:23-34.
O capítulo 23 de Provérbios oferecem-nos os seguintes pontos:
– Fique ligado e não dê vexame quando jantar com alguém importante, um líder político (vs. 1-5);
– Rejeite o convite para comer quando vier de pessoas mesquinhas, há boas razões para isso (vs. 6-8);
– Não perca tempo na presença de pessoas que te colocam para baixo (v. 9);
– Os filhos devem ser disciplinados com muita sabedoria, por isso os pais, antes, devem ser sábios para, depois, educar (vs. 10-18); educação desprovida de sabedoria cria filhos para a loucura.
– As armadilhas do desequilíbrio são fatais, até coisas boas em demasia causam males (vs. 19-28);
– Bebidas alcoólicas levam aos que delas usufruem de mal e pior, promovem insatisfação, desgraças e terríveis sofrimentos evitáveis (vs. 29-35).
A Palavra de Deus é ampla, trata de nosso dia a dia, não apenas de nossa vida na igreja. Deus anseia nosso bem-estar. Quer nossa satisfação. Planeja nossa alegria. Deseja uma família unida para nós. Quantos de nós valorizamos o que Deus valoriza?
Colocar Deus em primeiro lugar em tudo o que fazemos em nossa existência é a essência da verdadeira sabedoria! – Heber Toth Armí