Reavivados por Sua Palavra


Comentários Selecionados – dificuldades de postagem by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2020, 11:59
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Pedimos desculpas àqueles que acompanham os Comentários Selecionados, mas por motivos de saúde (tendinite) e excesso de atividades, não estamos conseguindo regularidade na postagem destes Comentários, apesar de estarmos a dedicar o maior esforço neste sentido. Esperamos voltar à regularidade o mais cedo possível, lembrando que todo o trabalho neste blog e na página relacionada do Facebook, Whats e Twiter são desempenhados 100% voluntariamente, em adição às atividades pessoais. Suas orações pela nossa equipe serão muito apreciadas.



ISAÍAS 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 10 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 10 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)



ISAÍAS 10 by Jobson Santos
31 de agosto de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/10

Este capítulo continua o tema da última parte do capítulo 9. O primeiro “ai” (vs. 1-2) apresenta o julgamento divino contra o povo de Deus por causa da falta de justiça e dos roubos e abusos praticados contra os pobres, as viúvas e os órfãos. Deus tem o direito de julgar o Seu povo.

O segundo “ai” (vs. 5-6) é dirigido contra a Assíria. Primeiro vemos como a Assíria é usada como um instrumento de punição contra o povo de Deus. Depois vemos como o orgulho leva o rei da Assíria a vangloriar-se de que seus líderes e deuses são superiores e a fazer planos para destruir totalmente a Judá (vs. 7-11). Finalmente descobrimos que o Senhor punirá a Assíria por causa de sua arrogância (vs.12-19). Deus tem o direito de julgar a todas as nações.

Nossa resposta à disciplina reflete a condição do nosso coração. A disciplina pode endurecer a alguns (Êxodo 7:22), ou fazer com que outros retornem para Deus (v. 21). O remanescente compreende que um Deus misericordioso busca “dar novo ânimo ao espírito do humilde e novo alento ao coração do contrito” (Is. 57:15).

Senhor, que minhas palavras e ações possam levar outros a ver Jesus em mim, hoje. Amém”.

Lloyd e Sheila Schomburg
Casal pastoral
Associação de Kentucky-Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=935
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
31 de agosto de 2020, 0:45
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“Os restantes se converterão ao Deus forte, sim, os restantes de Jacó” (v.21).

O capítulo dez de Isaías inicia com um único Ai: “Ai dos que decretam leis injustas, dos que escrevem leis de opressão” (v.1). Trata-se de uma continuação do final do capítulo anterior. A corrupção e a injustiça haviam atingido a sua pior proporção, acabando com qualquer chance de favor até para viúvas e órfãos. O “direito aos aflitos” (v.2) era subjugado e as leis, ao invés de servir-lhes de segurança, eram-lhes cadeias.

Se trouxermos este relato para o cenário atual, perceberemos que a nossa realidade não tem sido diferente. Apesar das inúmeras leis a favor da sociedade, temos sofrido com a corrupção daqueles que supostamente as criaram. Contudo, não devemos esperar da justiça humana a materialização de nossos direitos. Não devemos esperar que o “trapo da imundícia” (Is.64:6) revele coisas boas, mas na justiça que vem do alto (v.3-4), que “num só dia” (v.17) determinará a destruição “transbordante de justiça” (v.22).

Diante das notícias de diversos esquemas de roubo dos cofres públicos, crianças que voltam para casa com fome, pessoas morrem por desnutrição, famílias sofrem com a falta de água e saneamento básico, hospitais atingem superlotação e escolas públicas caem aos pedaços. Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de sua própria vida e com soberba afirma: “Com o poder da minha mão, fiz isto, e com a minha sabedoria, porque sou inteligente” (v.13). Só que o Senhor não está com a Sua mão encolhida. Como viu o profeta Isaías, Deus está no Seu trono (6:1) e de lá governa, tendo o controle de todas as coisas. O cálice de Sua ira está se enchendo, e, quando for derramado, “Ai” daqueles que oprimiram os Seus pequeninos! Ele virá com grande poder para destruir “os que destroem a terra” (Ap.11:18) e para dar um Lar de justiça eterna aos oprimidos.

Apesar de ter sido apenas instrumento de disciplina (v.15) nas mãos de Deus para julgar o Seu povo, o rei assírio exaltou-se a si mesmo, e, de forma desmedida, procurou extremar a sua maldade. Mas, o Senhor castigaria “a arrogância do coração do rei da Assíria e a desmedida altivez dos seus olhos” (v.12). Há “uma destruição, e essa já determinada” (v.23) para todos os que não se arrependerem de seus maus caminhos. E ainda que os ímpios se tornem “como a areia do mar, o restante se converterá” (v.22) e no glorioso Dia do “Senhor, o Senhor dos Exércitos” (v.23), haverá grande manifestação de júbilo.

Havendo o Senhor acabado toda a Sua obra” (v.12), mais uma vez ouviremos a voz de Cristo a dizer: “Está feito!” (Ap.16:17). Deus está reunindo o Seu remanescente dos quatro cantos desta terra. Todo aquele que primeiro busca ao Senhor entende que, apesar das injustiças como cidadão terrestre, a sua verdadeira cidadania é a celeste. Para estes, Deus conforta e diz: “Povo Meu… não temas” (v.24) a opressão e a injustiça dos reinos deste mundo, pois dentro em breve “voltarei, e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3). Creia nesta promessa, porque ela é fiel e verdadeira! Não fique revoltado com as injustiças deste mundo, mas creia que muito em breve você será farto da tua “fome e sede de justiça” (Mt.5:6). Permita que o Senhor, do Seu trono de glória, governe a tua vida, e a “Luz de Israel” (v.17) iluminará os teus caminhos até a vitória final!

Bom dia, “restantes de Israel”!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 10 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de agosto de 2020, 0:40
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ISAÍAS 10 – A observação criteriosa do Juiz do Universo não deixa escapar nada. Absolutamente, nada foge às Suas vistas. Consequentemente, Seu julgamento é perfeito.

A Assíria, nação pagã, seria instrumento de Deus para punir Israel, o povo de Deus. A Assíria não atribuiria seu sucesso a Deus, mas creria ser vitoriosa sobre o povo de Deus graças às suas próprias habilidades e forças – triste ilusão!

O Comentário Bíblico Adventista sintetiza o capítulo em apreço com quatro pontos:
• Ais sobre os tiranos (vs. 1-4);
• Assíria, a vara dos hipócritas, por seu orgulho, será destruída (vs. 5-19);
• Um remanescente de Israel será salvo (vs. 20-23);
• Israel é consolado com a promessa de libertação do poder da Assíria (vs. 24-34).

“É evidente que o fato da Assíria servir de instrumento de Deus para punir Judá não a isenta da culpa pelas atrocidades no curso da guerra […]. Deus pode canalizar as ações más de homens ímpios para a realização de Seus desígnios, sem violar o livre arbítrio dos homens e sem isentá-los de responsabilidades por suas ações” – explica Siegfried J. Schwantes.

Reflita:
1. Através do profeta Deus revela que, quando executar Seu juízo, os governantes que roubam, oprimem e ditam leis injustas serão expostos à vergonha e à miséria (vs. 1-4);
2. O povo de Deus é castigado por seus pecados; para isso, Deus pode usar meios que, ao nosso ver, parece ilógico. Envolvendo pessoas como instrumento de punição, estas podem se perder, se exaltar e se vangloriar ultrapassando os limites propostos por Deus – também serão julgadas (vs. 5-19).
3. Um remanescente do povo de Deus ainda restará. Deus nunca permitiu que o mal tomasse conta totalmente do mundo. Embora sendo minoria, sempre houve quem se levantasse em favor do bem (vs. 20-23).
4. Deus liberta Seu povo, protege o remanescente, cuida daqueles que são Seus. Desta forma, estes não precisam temer, e, realmente não temem às forças do mal (vs. 24-34).

Orgulho, vaidade e vanglória atraem a ira divina até sobre nações desprovidas do privilégio da revelação da Palavra de Deus. Se Deus desgosta tais características inclusive em pagãos desavisados, quanto mais nos crentes avisados!

O Juiz do Universo observa tudo, age e interage com os habitantes do mundo, desejando a salvação de todos! Como responderemos? – Heber Toth Armí.



ISAÍAS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2020, 1:10
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TEXTO BÍBLICO ISAÍAS 9 – Primeiro leia a Bíblia

ISAÍAS 9 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ISAÍAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO PR. HEBER TOTH ARMÍ

COM. VÍDEO PR ADOLFO SUAREZ (link externo)

COM. VÍDEO PR EVANDRO FÁVERO (link externo)

VÍDEO PR WEVERTON CASTRO E EQUIPE (link externo)

VÍDEO PR VALDECI JÚNIOR (link externo)

VÍDEO PR RONALDO DE OLIVEIRA (link externo)

VÍDEO PR MICHELSON BORGES (link externo)



ISAÍAS 9 by Jobson Santos
30 de agosto de 2020, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/Is/9

O capítulo começa com uma cena de escuridão que repentinamente é interrompida por uma luz divina. Em um instante, o mundo muda. Os opressores são vencidos – as roupas rasgadas pela guerra são queimadas. A morte morre. Tudo porque nasce um bebê que repentinamente surge, mas existe desde sempre, Conselheiro, Pai, Príncipe da Paz e Deus Forte. O novo rei destrói a opressão e a própria guerra. Ele não guerreia contra Seus inimigos – em vez disso, ele inaugura um reino eterno construído sobre o amor e a justiça.

Hoje vivemos em uma época de escuridão e violência. É uma época de guerra. Contamos com os homens e mulheres fortes da época para derrotar nossos inimigos. Não pensamos em buscar nossas respostas em um conselheiro gentil, uma figura paterna benevolente, e certamente não em alguém que busca a paz acima de tudo.

Talvez devêssemos dar um passo atrás e reconhecermos que mais guerra não criará a paz duradoura. A paz requer corações transformados – incluindo os nossos. Em um mundo de trevas, sendo nós o corpo de Cristo, deveríamos adotar Seus métodos e confiar neles ao nos envolvermos com o mundo. Que o nosso zelo seja pela justiça, pela retidão e pela paz.

Michael Peabody
Diretor da TV Liberdade Religiosa
Los Angeles, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=934
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



ISAÍAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2020, 0:50
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1984 palavras

1 A obscuridade. Nos dias de Isaías, os exércitos da Assíria impuseram miséria e escuridão (Is 9:2) para Zebulom e Naftali, duas das tribos que estavam mais ao norte de Israel. Isaías se deu conta de que isso era resultado da escuridão espiritual e, com visão profética, contemplou a “grande luz”(v. 2, 6, 7), que dissipará a escuridão dos seres humanos (Jo 1:4-9; 8:12; 9:5). As mesmas regiões que viram tanta angústia veriam uma revelação de glória e luz. A descrição é a da vinda do Messias ao mundo com a mensagem de vida e esperança. O Sol da Justiça brilhará (Ml 4:2) sobre um mundo imerso em trevas e trará salvação em Suas asas (ver DTN, 34, 35).

O caminho do mar. Na antiguidade, davam-se nomes descritivos às estradas (ver Nm 21:22; Dt 1:2; ver com. de Nm 20:17; Dt 2:27). Alguns identificam “o caminho do mar” com a famosa rota das caravanas que ia desde Damasco e das regiões além do Jordão, passava pela Galileia, até o mar Mediterrâneo (ver com. de Mc 2:14). Outros identificam “o caminho do mar” com a rota costeira que ia em direção ao norte para Tiro e Sidom.

2 Grande luz. Para o povo da Galileia, que vivia numa escuridão tão impenetrável, uma grande luz brilharia (ve Jo 1:3-9). A mente do profeta foi dirigida à vinda do Messias ao mundo. Estas palavras se cumpriram no começo do ministério de Cristo na Galileia (ver com. de Mt 4:12-16). Desde a época do cativeiro das dez tribos em 723/722 a.C., a Galileia esteve literalmente em trevas, sujeita a poderes estrangeiros e sem o ministério de um sacerdote ou profeta, até a vinda do Messias.

3 A alegria lhe aumentasse. O profeta descreve um dia mais feliz, quando o Messias terá vindo para Seu povo, trazendo paz e alegria. Eles seriam em maior número (ver Is 26:15; Ez 36:10, 11) e sua felicidade se multiplicaria.

Como se alegram na ceifa. Isto é, alegria como a dos trabalhadores na época da colheita, que para os agricultores é a mais feliz do ano. … Alegravam-se porque sabiam que Deus estava com eles (Fl 3:1; 4:4). Cristo veio para proclamar paz e felicidade (Is 61:3; Lc 2:13, 14).

4 Quebraste o jugo. Cristo quebraria o jugo do pecado e aliviaria a humanidade da opressiva carga de culpa e ansiedade que pesa tanto (Is 61:1, 2; ver com. de Lc 4:18, 19; Mt 11:28-30).

No dia dos midianitas. Durante os dias dos juízes, Israel esteve com frequência sob a dura mão de um opressor, mas era finalmente libertado por um herói nacional.

5 Toda bota. A figura é de luta e derramamento de sangue, de tumulto, agitação e morte, mas de vitória final e queima dos restos da batalha. O conflito entre Cristo e Satanás atinge o clímax na grande batalha do Armagedom, o prelúdio do reino eterno do Messias (Sl 46:6-9; 76:2, 3; Is 63:1-6; Ez 38:21, 22; 39:9; Jl 3:11, 16; Zc 9:9, 10; 14:13; Ap 16:14, 16; 19:11-19).

6 Um menino nos nasceu …. Isaías conclui a descrição da era vindoura de paz com uma notável profecia sobre o grande Príncipe da Paz. A paz jamais será alcançada neste mundo por meio de esforços humanos. na descrição do Rei vindouro, que reinará com justiça e santidade, Isaías emprega termos que não podem pertencer a nenhum governo terreno. Sem dúvida há apenas uma pessoa em todo o universo a quem se possa aplicar esta descrição: Cristo. Em nenhum outro lugar da Bíblia se encontra ideia tão excelsa, tamanha beleza de expressão, intensidade de sentimento na descrição do Salvador e Rei vindouro.

O governo. Cristo governará sobre todo o Céu e a Terra (ver Dn 2:44, 45; Mt 25:31; 28:18; Lc 1:32, 33; 1Co 15:25, cf. Sl 110:1; Fp 2:10; Ap 11:15).

Maravilhoso Conselheiro. Ver Is 11:2, 3; 25:1; 28:29. Este nome encerra a ideia de sabedoria, amabilidade e consideração, um nome que suscitaria adoração e louvor de todos os seres no Céu, na Terra e em todo o universo (ver Fp 2:9-11; Ap 5:12, 13).

Pai da Eternidade. Assim como Deus, o Pai, é eterno, Cristo também o é. Isaías o chama de pai porque Ele é o Pai de toda a humanidade de uma forma especial, como Criador do ser humano e do mundo (Jo 1:3; Ef 3:9; Cl 1:16; Hb 1:2; cf. Gn 1:26).

Príncipe da Paz. Ver Zc 9:9, 10; Ef 2:14. A paz só existe onde há justiça (Is 32:17, 18), e Jesus é o rei justo (Jr 23:5, 6; 33:15, 16), que imputa e concede Sua própria justiça ao ser humano. Ele veio ao mundo para trazer a paz (Lc 2:14; Jo 14:27; ver também Fp 4:7).

7 Seu governo. Daniel prediz que o reino de Cristo esmiuçará todos os reinos da Terra e “consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Dn 2:44; cf. Ap 11:15). O anjo Gabriel declarou que “o seu reinado não terá fim”(Lc 1:33).

O trono de Davi. Ele foi um símbolo de Cristo, e é por meio de Cristo que o trono de Davi será estabelecido para sempre (Gn 49:10; 2Sm 7:11-13; Sl89:3, 4, 29, 36; 132:11, 12; Jr 23:5; 33:17; Lc 1:32; ver com. de Dt 18:15; 1Cr 28:7; Mt 1:1).

O juízo e a justiça. Literalmente, “com justiça e com retidão”(ver Is 11:4, 5; 16:5).

O zelo. Por que o Senhor fará tudo isso? Ele é movido por zelo santo e ardente, por um espírito de amor. O seu amor não pode permanecer inativo. Quando Ele pensa no ser humano perdido em pecado, isso o impulsiona a realizar obras de graça e perdão. Não há poder maior que o amor, nada que possa mover alguém a fazer maior sacrifício ou mais vigoroso serviço.

8 Contra Jacó. Como o contexto deixa claro (v. 9-17), a mensagem apresentada em seguida é dirigida “contra Jacó”como presságio do juízo divino. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o cap. 10:4, na qual o Senhor repreende a nação de Israel. A visão do Rei que reinará em glória termina, e o profeta volta a atenção para os problemas da situação imediata. A época é a mesma que a dos capítulos anteriores, pois Rezim, da Síria, ainda está vivo (v. 11), e a mensagem deve, portanto, ter sido dada entre 735 e 732 a.C., quando Rezim morreu.

Em Israel. A mensagem de Isaías 9:8 até 10:4 é primeiramente dirigida às dez tribos rebeldes, em geral chamadas de Efraim ou Samaria (Is 9:9, 21). … Porém, num sentido mais geral, Isaías, com frequência, usa os termos Jacó e Israel para todo o povo de Deus … Após a queda final do reino do norte, ambos os termos, em geral, se referem a Judá.

9 Efraim. O Senhor tinha assegurado que os planos de Efraim e da Síria contra Judá não teriam êxito (Is 7:4-7). Eles já tinham passado alguns reveses, mas Peca, de Israel, ainda estava determinado a continuar o ataque a Judá.

Em soberba e altivez de coração. Com arrogância perversa, Peca se recusou a aceitar as advertências dadas por meio de Isaías, e decidiu seguir adiante com seus planos contra Acaz.

10 Tornaremos a edificar. Isaías se refere ao fracasso dos esforços anteriores de peca, que, nesse contexto, fazia planos para recuperar o que havia perdido (ver Is 7:1). É como se um edifício de tijolos tivesse sido demolido, mas Peca o reconstruisse de novo, desta vez com pedras. Os “sicômoros”, tendo sido cortados, (ver com. de Lc 17:6; 19:4), seriam substituídos por cedros, mais caros e duráveis (ver 1Rs 10:27). ele estava mostrando sua perversidade e rebeldia contra a vontade do Céu.

11 Os adversários. O Senhor enviaria os assírios, inimigos de Rezim, contra Israel. Em 2 Reis 15:29 está o relato das medidas de Tiglate-Pileser contra peca.

12 Os siros. Nesse momento, a Síria era aliada de Efraim contra Judá (Is 7:1, 2), mas o Senhor prometeu colocar os siros contra Israel, seu antigo inimigo. Alianças entre nações do Oriente eram efêmeras, e o aliado de hoje podia se tornar um inimigo implacável no dia seguinte. Os siros atacariam Israel desde o norte e o leste, e os filisteus viriam contra eles do sul e do oeste.

Continua ainda estendida. O Senhor tinha ferido Israel com juízos, mas Sua mão estava estendida como se fosse mandar mais juízos sobre a nação. Tiglate-Pileser III tomou grande parte de Israel, mas não o destruiu; o cerco de Salmaneser V, ainda por vir, traria o fim completo da nação.

13 Não se voltou. Deus enviou Seus juízos, não para destruir, mas para que o povo se arrependesse. Contudo, eles falharam em aceitar as mensagens de repreensão, e continuaram em iniquidade e perversidade. Por isso, outros juízos mais severos, inevitavelmente cairiam.

14 Corta de Israel. Visto que Israel não se arrependeu, o Senhor não podia fazer mais nada além de enviar mais juízos, que cortariam deles “cabeça e cauda”(ver com. do v. 13). A nação seria destruída por completo, e os juízos cairiam em especial sobre aqueles que desviaram a nação (ver v. 16).

A palma e o junco. A palma se refere aos nobres e aos governantes do país. O junco pode se referir aos que fingiam humildade (Is 58:5), ou, de acordo com Isaías 9:14 e 15, aos falsos profetas.

15 O ancião. Ver Is 3:2, 3. Príncipes, juízes, oficiais civis e militares estavam dentre os líderes mais importantes da nação. O juízo seria particularmente severo para essa classe.

Que ensina a mentira. A classe mais desprezível da nação era o grupo responsável por prover liderança espiritual, mas que conduzira o povo pelos caminhos do erro e da necessidade. Isaías não os poupou nas mensagens de repreensão (Is 28:7; 29:9, 10).

16 São enganadores. O destino de uma nação depende do conselho e do exemplo de seu líder. Israel falhou porque seus líderes desviaram o povo.

17 Não se regozija. O rolo 1QIsa do Mar Morto traz “não tem piedade”, que parece se harmonizar melhor com o contexto.

Ímpios. Quando Israel caiu, o povo estava totalmente entregue ao mal. Eles ainda professavam a religião, mas se regozijavam abertamente com a iniquidade. Todas as classes estavam envolvidas, e todos sofreriam, do jovem até o velho. Quando a iniquidade chegou a esse ponto, a justiça exigiu que caíssem os juízos.

18 Lavra como um fogo. Esta é uma descrição impressionante dos efeitos da iniquidade. O pecado mata, mas não cura. … Abrolhos e espinhos, destinados apenas para a destruição, simbolizam a iniquidade que prevalecia entre o povo (ver Is 5:6; 7:23-25; 10:17; 27:4; 32:13). Quando o país estivesse cheio de espinhos e abrolhos, de modo a asfixiar as boas árvores da floresta, então a iniquidade irromperia como fogo para consumir a si mesma. O pecado, seria punido; na verdade, traria sua própria destruição (ver Is 22:11, 12; Jr 21:14; Jl 1:19, 20; Hb 6:8). Desse modo, a terra ficaria limpa, pronta para o crescimento da nova vegetação ver 2Pe 3:10-13).

19 A terra está abrasada. Ver com. dos v. 1, 2. O profeta vê uma cena de caos e confusão. As pessoas estão confusas, e o país está coberto de trevas. Paixão e amargura, ódio e vício, injustiça e crueldade dilaceraram de tal modo o coração das pessoas e inflamaram seu espírito que todas se voltavam contra o próximo. Tal será o efeito final do mal quando “a espada de cada um se voltará contra o seu próximo” (Ez 38:21) e quando cada um “levantará a mão contra o seu próximo” (Zc 14:13).

20 A carne do seu próximo. Uma descrição vívida dos efeitos finais da cobiça e da corrupção. … Ninguém pode, ao final, ser perfeitamente feliz e próspero a menos que seu próximo também esteja feliz. Quando alguém se exalta, oprimindo seu próximo, prepara caminho para a própria destruição. Quando nações se destroem a fim de promover seus interesses egoístas, cometem a maior das tolices, pois estão se destruindo a si mesmas e ao mundo em que vivem. Assim como no passado, nações e indivíduos  se destruíram mutuamente por causa de discórdia e cobiça, o mundo hoje está em processo de provocar a própria destruição.

21 Manassés ataca a Efraim. Essas duas tribos eram irmãs e tinham interesses em comum. Mas, quando Efraim se levantou contra Manassés e vice-versa, a destruição de ambas foi inevitável. E quando essas duas tribos se levantaram contra sua irmã Judá, estavam assegurando que logo viria seu próprio fim. nenhuma nação pode suportar por muito tempo tal confusão de crime, concupiscência e sangue, como foi o caso do reino do norte durante os primeiros anos de Isaías.

Continua ainda estendida. No capítulo seguinte há outra série de crimes para os quais a mão do Senhor continuou estendida para punir. Isso dá continuidade à linha de pensamento.

Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3.

Seleção e digitação: Jeferson Quimelli.



ISAÍAS 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de agosto de 2020, 0:45
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“Porque um menino nos nasceu, um Filho se nos deu; o governo está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (v.6).

A escuridão provocada pelas escolhas erradas do povo de Deus não duraria para sempre. Em meio às trevas morais deste mundo, surgiria uma “grande luz” (v.2). De diversas formas, Israel havia testemunhado o governo de líderes, juízes e reis que não conseguiram dissipar a corrupção e nem estabelecer de uma vez por todas um reino de paz. A “borracha” humana jamais poderá apagar a sujeira que o pecado faz. Por mais que alguns líderes tenham obtido êxito, não o conseguiram por mérito próprio, mas mediante o poder de Deus. A tão almejada promessa de um Salvador foi deturpada pelo anseio de conquistas terrenas, a tal ponto que a “grande luz” (v.2) veio “e os Seus não O receberam” (Jo.1:11).

Em todos os tempos o ser humano tem julgado ser o dono de seu próprio destino, fazendo da dádiva da vida um amontoado de derrotas. Vez após outra, as estratégias humanas têm falhado e à cada nova tentativa, só encontramos frustração e desespero. O que mais tem destruído pessoas não são fenômenos da natureza, ou acidentes, ou doenças. O que mais destrói pessoas são pessoas! A realidade é que somos nossos próprios algozes, “ninguém poupa a seu irmão” (v.19) e “cada um come a carne do seu próximo” (v.20). A impiedade humana nos torna a pior espécie viva que habita nesta terra, “porque a maldade lavra como um fogo” (v.18), destruindo tudo o que vê pela frente. E esta seria a causa de nossa própria destruição, não fosse por Alguém. Alguém que trocou o louvor dos anjos pelo desprezo humano. Que deixou um trono glorioso para nascer como “um menino” em uma manjedoura. Que não hesitou em despir-Se das vestes divinas e vestir-se de humanidade. “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25).

Só por Jesus conseguimos ascender ao trono da graça divina e, pela fé, tocar nas vestes que curam. Somente no Maravilhoso Conselheiro encontramos as respostas certas e verdadeiras. Apenas no Deus Forte podemos encontrar a perfeita segurança. É só no Pai da Eternidade que temos a esperança de viver “desde agora e para sempre” (v.7). Exclusivamente o Príncipe da Paz oferece a “paz sem fim” (v.7). Cristo é o caminho. Cristo é a verdade. Cristo é a vida. (Jo.14:6).

Apesar da terrível situação na qual nos encontramos hoje, “para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade” (v.1). À semelhança do cumprimento da primeira promessa de Sua vinda (v.6), Jesus virá segunda vez. Ele voltará para destruir, de uma vez por todas, “o salário do pecado” (Rm.6:23). Mas Ele não virá mais como um “homem de dores” (Is.53:3), e sim como “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Ap.19:16). Todos os que andaram “em soberba e altivez de coração” (v.9) terão de enfrentar “a ira do Senhor dos Exércitos” (v.19), “porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices” (v.17). Porém, aqueles que perseverarem até o fim, serão salvos (Mt.24:13). “O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto” (v.7).

Permita que Jesus governe o teu coração e, certamente, farás parte do Seu Reino de paz sem fim! Vigiemos e oremos!

Feliz semana, herdeiros do Reino de paz eterna!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Isaías9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ISAÍAS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de agosto de 2020, 0:40
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ISAÍAS 9 – Embora os que não se rendem a Deus sofram terríveis consequências, como se vê no capítulo anterior, o capítulo em tese inicia com a seguinte frase:
“Mas não haverá escuridão alguma para os angustiados”. A luz da verdade não tem parte com a luz do espiritismo. Contudo, na história, ambas andam conectadas.

“Antes de toda grande crise da humanidade, sempre houve uma explosão de espiritismo. Foi esse o caso de Judá e Israel pouco antes do cativeiro. Também ocorreu um pouco antes da encarnação de Cristo e de Sua morte expiatória. E tem sido assim nos dias de hoje. Em sua Escritura da verdade, Deus proveu tudo o que é essencial para nos guiar e suprir nossas necessidades (cf. 2Tm 3:16-17)”, diz W. E. Vine.

Quando a chama da verdadeira religião está quase se apagando, o raio do evangelho irrompe no horizonte. O auge do desespero pode ser o início da esperança. O ápice da escuridão pode dar lugar para a luz do amanhecer.

• Deus é a luz dos que vivem nas trevas deste mundo. Ele é a vida aos que estão na região da morte. Deus é a esperança para o desesperado. Sua presença é a alegria dos infelizes – Deus restaura aos aflitos (vs. 1-3).

• Com Deus, toda aflição tem limite. Deus dá um basta aos opressores. Ele porá fogo nos instrumentos de humilhação; Ele é o autor de nossa libertação. Deus fará justiça contra aqueles que praticam a injustiça (vs. 4-5).

• Os ignorantes não percebem a mão de Deus na história; os incrédulos são indiferentes diante da Palavra de Deus. Eles desprezam a Deus no íntimo de seu ser ainda que no fundo sabem que Ele existe (vs. 8-12).

• Deus se ira, Seu furor contra a hipocrisia e a idolatria é nítido em suas ações. Contudo, as demonstrações de indignação divina não coage o duro de coração a render-se à salvação (vs. 13-17).

• Se até o povo de Deus é punido por causa de suas negligências, quanto mais os indiferentes que nunca querem saber de Deus? (vs. 18-21).

• Mesmo quando a situação seja preocupante, Jesus é a esperança para um reino em decadência. Jesus é a solução para todo coração aflito (vs. 6-7).

Sem Jesus, estaríamos todos irremediavelmente perdidos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.




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