Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 9 by Jeferson Quimelli
8 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ne/9

Confessar os pecados e se humilhar é o resultado de corações voltados a Deus. As evidências de reforma e reavivamento são vistas nos atos do povo de Deus. Reforma e reavivamento nos chamam para nos separarmos das coisas que impedem nossa adoração plena a Deus. Isso significa voltar para Deus e fazer a Sua vontade, o que pode ocasionar mudanças radicais na nossa vida. Fazer uma aliança com Deus sempre inclui a decisão de obedecê-Lo.

Adorar a Deus pode ser muito ativo! Em Neemias lemos a respeito de pessoas que se reuniram “jejuando, vestindo panos de saco e com pó sobre as suas cabeças” (v. 1), clamando a Deus em “alta voz” (v. 4). No capítulo anterior, lemos sobre pessoas dizendo “Amém! Amém! enquanto levantavam as mãos” e se “curvavam com o rosto para o chão ao adorarem a Deus” (v.6).

Enquanto o inimigo, Satanás, procura fazer com que as pessoas exagerem as coisas, existe espaço para adoração ativa desde que o centro desta adoração seja Deus.

Pardon Mwanza
Ex Vice-Presidente Geral Da Conferência Geral da IASD
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=668
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NEEMIAS 9 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
8 de dezembro de 2019, 0:55
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NEEMIAS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
8 de dezembro de 2019, 0:45
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NEEMIAS 9 – Estudo intenso da Bíblia e oração fervorosa baseada na mensagem divina – este é o segredo à vitória espiritual. Assim, morte espiritual cede lugar ao vigor espiritual. Eis o trampolim ao “reavivamento e reforma” tão almejado.
“Ler e ouvir a Palavra, nela crendo e a ela obedecendo, sempre traz avivamento espiritual com humilhação, autojulgamento, confissão e verdadeira adoração” comenta Merril F. Unger.

No contexto do texto em análise, Gene Getz propõe os seguintes princípios:
1. Devemos ler a Bíblia, entendê-la e aplicá-la a nossa vida!
2. Devemos decidir que iremos nos dedicar a fazer um estudo sério da Bíblia.
3. Devemos aprender como estudar a Bíblia.

Observe Neemias e Esdras! Essa dupla inflamou o coração do povo com pregação e oração, não com bombástico espetáculo musical. Para que isso seja realidade em nossa era, os pregadores “devem dedicar tempo à leitura, ao estudo, a meditar e orar”, diz Ellen G. White. Ela observa que…
• “A Bíblia não é estudada como deveria” outras coisas ocupam mais a mente tornando “desinteressante a leitura da Palavra de Deus”. Para ela, “a Bíblia requer pesquisa atenta, apoiada por oração. Não basta deslizar sobre a superfície […]. Quem dera, todos exercitassem tão constantemente o espírito de buscar o ouro celestial como na procura do ouro que perece [bens materiais]”.
• Veja mais! “A fim de serem mestres da verdade bíblica, devem examinar as Escrituras com zelo e oração, familiarizando-se com elas”. Tem mais: “Os homens de Deus precisam ser diligentes no estudo, zelosos na aquisição de conhecimento, nunca desperdiçando uma hora… Muitos… nunca alcançarão distinção superior no púlpito ou nos negócios devido à sua instabilidade de propósito e ao desleixo dos hábitos”.

Frank Holbrook nota que os versos 7-35 são ao mesmo tempo um relato histórico e uma oração, e podem ser divididos em duas partes:
• Os versos 7-25 descrevem como Deus dirigiu a formação da nação. Aplicação: Relembrar a orientação de Deus no passado é uma medida salutar contra o egocentrismo da natureza humana.
• Os versos 26-35 focalizam os juízes, a monarquia e como Israel matou os profetas que procuraram conduzi-los de volta a Deus. O verso 32 menciona como Deus permitiu que a Assíria dominasse a nação.

Para entender muitas coisas na vida, é fundamental entender a Bíblia! – Heber Toth Armí.



NEEMIAS 9 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
8 de dezembro de 2019, 0:30
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“Porque Tu és justo em tudo quanto tem vindo sobre nós; pois Tu fielmente procedeste, e nós, perversamente” (v.33).

A renovação espiritual experimentada pelos judeus, através do estudo da Lei de Deus, gerou um dos capítulos mais ricos das Escrituras. Com jejum, pano de saco e terra sobre a cabeça, os filhos de Israel compunham o cenário do genuíno arrependimento. Mas a forma de nada valeria se não houvesse a essência. Desde a criação em Gênesis, de Abraão, de Moisés e dos períodos dos reis, ficou muito clara a distinção entre a fidelidade de Deus e a recorrente desobediência do Seu povo.

Nenhuma outra nação testemunhou tantos milagres quanto Israel. No Egito, no deserto e em Canaã; nas planícies do Jordão, às margens do mar da Galileia e nas cidadelas de Judá, essas gerações foram testemunhas oculares dos prodígios do Senhor. Ainda assim, uma foi cativa de Babilônia, e a outra, dependurou em uma cruz Aquele que diziam aguardar. Entre idas e vindas, “cometeram grandes blasfêmias” (v.26), “mas no tempo de sua angústia, clamando eles” (v.27), o Senhor os livrava “muitas vezes” (v.28). “Porém, quando se viam em descanso, tornavam a fazer o mal diante de” (v.28) Deus.

Tendo como fundamento o “Livro da Lei do Senhor, seu Deus” (v.3), seus corações foram tocados pela brasa viva do altar do Céu. Como uma chama, cada sentença lida lhes consumia a alma no ardente e sincero interesse de viver conforme o “assim diz o Senhor”. E tendo como professor o “bom Espírito, para os ensinar” (v.20), reconheceram sua condição vulnerável e sua necessidade da “grande bondade” (v.25) de Deus.

Arrependimento e confissão de pecados são dois passos fundamentais na jornada cristã. Nenhum desses, no entanto, procedem da natureza humana. Porque “a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento” (Rm.2:4). E o arrependimento é que produz a confissão; o reconhecimento de nossa culpa e de que precisamos do perdão divino. Pois “o que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv.28:13).

Amados, os altos e baixos de Israel e a grande misericórdia do Senhor e Sua terna disposição em perdoar, nos revela o que muitas vezes temos dificuldade de admitir: somos infelizes, miseráveis, pobres, cegos e nus (Ap.3:17). Quando baixar a guarda torna-se uma opção, abrimos um caminho de largas ideias no campo da iniquidade. E sob a encomenda de um coração “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9), nos afastamos da influência do Espírito Santo e de Seu divino discernimento.

“Eis que hoje somos servos” (v.36). Servos de nossos gostos, servos do pecado que em nós habita. E a menos que busquemos andar com Deus, clamando por Seu auxílio e misericórdia, permaneceremos em nossos delitos. Agora é o tempo de estabelecermos “aliança fiel” (v.38) com o Deus de nossa salvação. Agora é o momento em que o Espírito Santo deseja selar essa aliança em nossa vida com tinta que não se apaga. Propensos como somos a falhar, seguremos firme no braço que não pode tombar: “Todavia, estou sempre Contigo, Tu me seguras pela minha mão direita” (Sl.73:23). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, salvos pelo “Deus perdoador” (v.17)!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 9 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
8 de dezembro de 2019, 0:17
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NEEMIAS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
8 de dezembro de 2019, 0:05
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403 palavras

2,3 Os hebreus praticaram confissão aberta, admitindo os seus pecados, uns para os outros. Ler e estudar a Palavra de Deus deveria preceder a confissão (ver 8:18) porque Deus pode nos mostrar aonde estamos pecando. A confissão honesta deveria preceder o louvor, porque não podemos ter um relacionamento correto com Deus se nos agarramos a alguns pecados (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

10 Tu os preserva a todos. Todos os escritores bíblicos creem que o Criador do Universo preserva todas as coisas criadas, mas isso nunca foi declarado tão claramente como neste verso. O salmista diz: “Tu, Senhor, preservas os homens e os animais” (Sl 36:6), mas este reconhecimento está longe do alcance universal desta passagem. O poder para preservar não é menos importante que o de criar (CBASD, vol. 3, p. 474).

13 leis. A palavra hebraica assim traduzida é, no singular, torah, que significa “instrução”, “lei” e, posteriormente, o Pentateuco, os cinco livros de Moisés (Bíblia de Estudo NVI Vida).

14 o teu santo sábado, lhes fizeste conhecer. Note a clara distinção da outorga da lei (v 13). O sábado não é primariamente ligado à lei, mas tem suas raízes na criação (Andrews Study Bible).

As palavras deste verso indicam que o sábado já existia antes que a lei fosse dada, o que está em harmonia com Gênesis 2:2 e 3 e Êxodo 16:23. Neemias considerava o mandamento do sábado de importância extrema, haja vista que é o único mandamento do decálogo mencionado especificamente. Declara-se que ele foi concedido por Deus aos israelitas como um benefício, na medida em que eles compartilhavam o descanso de Deus nesse dia (CBASD, vol. 3, p. 474).

Em hebraico, “sábado” e “descanso” são a mesma palavra: shabbath (Bíblia Shedd).

15 pão dos céus. É o maná descrito em Êx 16.15. Jesus Cristo também fez desse título um símbolo de Si mesmo, pois, vindo dos céus, ofereceu-se a Si mesmo como comida espiritual para todo aquele que nEle crer (Jo 6.31-35); da mesma maneira, a Rocha que dessedentara os israelitas no deserto foi mais uma revelação da Pessoa de Jesus Cristo (1Co 10.4) (Bíblia Shedd).

16-21 Ver como Deus continuou a estar com Seu povo mostra que Sua paciência é surpreendente. A despeito de nossas reiteradas falhas, orgulho e obstinação, Ele está sempre pronto a perdoar (9:17) e Seu Espírito está sempre pronto a instruir (9:20). Perceber a extensão do perdão de Deus nos ajuda a perdoar aqueles que falharam conosco, mesmo que “setenta x sete vezes”, se necessário (Mt 18:21,22) (Life Application Study Bible Kingsway NIV).




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