Reavivados por Sua Palavra


NEEMIAS 8 by Jeferson Quimelli
7 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ne/8

Reforma e reavivamento sempre são precedidos pelo estudo da Palavra de Deus. Sempre! É quando as pessoas ouvem a vontade de Deus, através da palavra escrita, que seus corações são trespassados e desejam uma mudança de coração e mente. Se a palavra de Deus fosse lida mais vezes e ensinada com mais frequência para as pessoas, haveria uma reforma e reavivamento tal que o mundo jamais testemunhou. É porque a palavra de Deus é negligenciada que vemos tão pouca reforma e reavivamento.

Quando as pessoas leem a Palavra de Deus, novas descobertas referentes à glória de Deus serão reveladas a elas. Foi assim que estes “Caçadores da Palavra” redescobriram a importância das festas do sétimo mês.

As pessoas choravam. Elas se entristeceram e lamentavam. Quando a palavra de Deus é ouvida, causa naqueles que a ouvem tristeza pelo afastamento de Sua vontade e o Espírito Santo cria um desejo por aquilo que é justo. O resultado é um retorno a Deus – o fazer a Sua vontade. Quando as pessoas começam a viver uma vida de fidelidade a Deus, Ele lhes dá grande alegria de coração.

Pardon Mwanza
Ex Vice-Presidente Geral Da Conferência Geral da IASD
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia

Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=667
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



NEEMIAS 8 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
7 de dezembro de 2019, 0:55
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NEEMIAS 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
7 de dezembro de 2019, 0:45
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NEEMIAS 8 – A pregação da Palavra de Deus deve ser o centro do culto cristão. “Nós nos congregamos em nome do Senhor. E o fazemos não para ouvir canções alegres, ser alimentados com vento, ou seja, com uma curiosidade vã e inútil, e sim para receber alimento espiritual; porque Deus não terá nada pregado em seu nome, senão aquilo que for proveitoso e edifique” (John Calvino).

O sermão é uma ponte que liga Deus ao ouvinte, o pregador fabrica esta ponte. Caso o pregador quer ser fiel à Palavra de Deus perante as pessoas, precisa expor, não suas ideias e conceitos, mas a Palavra de Deus como ela é; para isso, é preciso estudar muito a Bíblia, interpretá-la corretamente e, então, explicar aos ouvintes.

“A fim de que o Senhor trabalhe em Seu povo e por intermédio dele, é preciso que responda de modo favorável à Sua palavra. Este capítulo descreve três respostas básicas: Compreender a Palavra (8:1-8); regozijar-se na Palavra (vv. 9-12) e obedecer à Palavra (vv. 13-18). A pessoa em sua totalidade – mente (compreensão), coração (regozijo) e vontade (obediência) – deve ser cativada pela palavra”.

Após essa observação, Warren W. Wiersbe aponta estes tópicos:
1. Devemos compreender a Palavra de Deus (vs. 1-8):
• Neemias levou o livro (vs. 1-4)
• Neemias abriu o livro (vs. 5-6)
• Neemias leu e explicou o livro (vs. 7-8)
2. Devemos nos regozijar na Palavra (vs. 9-12)
3. Devemos obedecer a Palavra (vs. 13-18)

“A pregação expositiva está, portanto, inescapavelmente ligada à obra de exegese séria. Se o pregador tem de explicar o texto, ele deve estudá-lo e dedicar horas de estudo e pesquisa necessárias ao entendimento do texto” (Albert Mohler, Jr).

Ellen White destaca:
• “Discursos floreados não são suficientes para alimentar a alma de um esfomeado filho de Deus”.
• “Os pastores devem dedicar tempo à leitura, ao estudo, a meditar e orar”.
• “O Senhor quer que Seus pastores, que Lhe pregam a Palavra, sejam possuídos de energia de Seu Santo Espírito; e o povo que ouve não ficará sentado em sonolenta indiferença, ou olhando vagamente de um lado para outro, sem corresponder ao que é dito”.

Os resultados de uma boa pregação foram visíveis na celebração da festa dos tabernáculos: Entusiasmo e alegria – Reavivamento e reforma! (vs. 13-18) – Heber Toth Armí.



NEEMIAS 8 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
7 de dezembro de 2019, 0:30
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“Leram no livro, na Lei de Deus, claramente, dando explicações, de maneira que entendessem o que se lia” (v.8).

Homens, mulheres e crianças, “todos os que eram capazes de entender o que ouviam” (v.2), se reuniram “como um só homem” (v.1), “e todo o povo tinha os ouvidos atentos ao Livro da Lei” (v.3). Ali estavam reunidas diferentes gerações. Uma parte já havia ouvido a lei, mas também havia aqueles que provavelmente estavam tendo o primeiro contato com ela. Quando Esdras subiu ao púlpito e iniciou a leitura e com ele “os levitas que ensinavam o povo na Lei” (v.7), houve um momento de solene reverência e profundo reconhecimento do tempo de ignorância, de modo que “todo o povo chorava, ouvindo as palavras da Lei” (v.9).

Não foi um momento de simples discurso, mas de diligente estudo das Escrituras. A iniciativa em aprender a lei “diante da Porta das Águas” (v.1), moveu sobre eles o mesmo Espírito que, no princípio, “pairava por sobre as águas” (Gn.1:2). Grande luz lhes foi concedida, e suas lágrimas foram enxugadas com a maravilhosa notícia: “a alegria do Senhor é a vossa força” (v.10). Todos foram tomados de muita alegria, uma alegria que deveria ser compartilhada, “porque tinham entendido as palavras que lhes foram explicadas” (v.12).

“Como está escrito” (v.15), o povo celebrou a festa dos tabernáculos e “toda a congregação dos que tinham voltado do cativeiro fez cabanas e nelas habitou” (v.17). Estavam todos reunidos num mesmo propósito “e houve mui grande alegria” (v.17). Em todos aqueles dias, “desde o primeiro dia até ao último”, “leu Esdras no Livro da Lei de Deus”, e, “no oitavo dia, houve uma assembleia solene, segundo o prescrito” (v.18). Foram dias de comunhão, de celebração e de renovação de suas vidas para com Deus.

Notem que a iniciativa de aprender a Lei de Deus partiu do próprio povo. Desde o juvenil até o mais experiente, cada judeu aplicou o coração para receber os sábios ensinamentos das palavras do Senhor. Homens iluminados pelo Espírito Santo foram capacitados para ensiná-los com firme convicção e santa alegria. Em cada palavra lida e em cada explicação proferida havia uma atmosfera tão sagrada que comoveu a todos. Tudo era tão claro que não havia como não reconhecer a ação divina.

Amados, este capítulo me remeteu à minha experiência com Deus. Após quinze anos de igreja, eu finalmente aceitei o chamado do Espírito Santo. E enquanto lia as Escrituras, meus olhos foram sendo abertos para verdades que eu desconhecia. E nesse processo de descobertas e de ardente desejo em compreender a Bíblia, por muitos dias me derramava em lágrimas pensando em quanto tempo havia perdido longe do Senhor e de Sua maravilhosa sabedoria. Até que a terna sentença do Salvador: “A Minha graça te basta”, me encheu o coração de alegria e do desejo de compartilhar as boas-novas do Evangelho com outros.

O estudo diário das Escrituras é útil para nos ensinar, corrigir, repreender e nos educar na justiça, como está escrito na segunda carta de Paulo a Timóteo, 3:15. Mas a finalidade é para que sejamos perfeitos e perfeitamente habilitados “para toda boa obra” (2Tm.3:16); é de que, assim como o Espírito Santo estava presente sobre as águas da criação e sobre as águas do Jordão no batismo de Cristo, que Ele esteja presente em nossa vida, “Dia após dia” (v.18), nos fortalecendo com a alegria que faz parte de Seu fruto (Gl.5:22), e nos capacitando a testemunhar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas” (At.1:8).

Que o estudo da Palavra de Deus seja a sua alegria diária, e que esta alegria incontida transborde de seu coração para os que estão ao seu redor. O conhecimento das Escrituras não é um fim em si mesmo, mas é um meio de nos levar ao verdadeiro conhecimento e à vida eterna: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo a Quem enviaste” (Jo.17:3). Um genuíno e feliz relacionamento com Deus, é o que promove o sincero estudo da Bíblia. Um presente e um privilégio que somente o Céu poderá superar. Sempre que examinando as Escrituras se deparar com a tristeza por erros passados, lembre-se das palavras de Jesus: “nem Eu tampouco te condeno; vai, e não peques mais” (Jo.8:11). Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, reavivados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Neemias8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



NEEMIAS 8 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
7 de dezembro de 2019, 0:10
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NEEMIAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
7 de dezembro de 2019, 0:05
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1430 palavras

sétimo mês. Ou tisri, que começa em nosso mês de setembro; no dia 10 daquele mês havia o Dia da Expiação [Yom Kipur, 8-9/10/2019 e 27-28/09/2020] (Lv 16.1-30), e no dia 15, a Festa dos Tabernáculos (Lv 23.33-43; Dt 16.13-17). A leitura pública das Escrituras feita por Neemias naquela ocasião, trouxe como primeiro fruto a observância da Festa (8.13-18) e o fruto espiritual dessa observância com a leitura diária das Escrituras (18), era o arrependimento, a confissão dos pecados e a aliança em que o povo prometeu cumprir fielmente a Lei de Deus, cap 9 e 10. […] O judaísmo pós-exílico, como se entrevê também nos evangelhos, teve seu início nessas solenidades (Bíblia Shedd).

Esdras e Neemias eram contemporâneos (8:9), apesar de Esdras ser provavelmente muito mais velho. Neemias, como líder político, era o governador, e Esdras, como sacerdote e escriba, era o líder religioso. Um escriba, naqueles dias, era uma combinação de advogado, cartorário, pesquisador acadêmico e consultor. Os escribas estavam entre as pessoas mais educadas, portanto eram professores. Não existe dúvida de que os judeus gostariam de estabelecer o reino novamente como nos dias de Davi, mas isto sinalizaria rebelião contra o rei da Pérsia, a quem estavam sujeitos. A melhor alternativa foi dividir a liderança entre Neemias e Esdras. Life Application Study Bible Kingsway.

na praça, diante da Porta das Águas. Uma praça ampla, capaz de comportar uma grande multidão, a qual não poderia ser contida no pátio do Templo. Sacrifícios deveriam ser oferecidos apenas às portas do Templo, mas orar, louvar e pregar eram e são serviços religiosos que devem ser realizados em qualquer lugar. Bíblia de Estudo Mathew Henry.

Esta deve ter sido a porta no muro leste que fazia divisa com a fonte de Giom, no vale de Cedrom, e recebeu este nome porque a água da fonte era carregada através desta porta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 443.

1-5 O Livro da lei de Moisés era provavelmente o Pentateuco, os cinco primeiros livros da Bíblia. As pessoas ouviam atentamente enquanto Esdras lia a palavra de Deus, e suas vidas foram transformadas. Porque ouvimos frequentemente a Bíblia, podemos nos tornar embotados a suas palavras e imunes a seus ensinos. Ao invés disso, devemos escutar de ouvidos atentos (v. 3) a cada verso e pedir ao Espírito Santo a nos ajudar a responder à pergunta: “Como isto se aplica à minha vida”? Life Application Study Bible Kingsway.

Disseram. É notável que o povo pedisse instrução. Embora muitos fossem negligentes quanto à observação da lei, eles sentiram desejo de ouvi-la. Não estavam satisfeitos com as condições dominantes e queriam alcançar um nível elevado na experiência espiritual e estavam convencidos de que ouvir a Palavra de Deus lhes traria benefícios. CBASD, vol. 3, p. 468.

no primeiro dia do sétimo mês. O Dia de Ano Novo [Rosh Hashana], segundo o calendário civil (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Era o tempo da celebração da Festa das Trombetas (Nm 29.1-6). Bíblia de Genebra.

3 Desde a alva até o meio-dia. A instrução durou cinco ou seis horas. Os v. 4 a 8 mostram que não consistiu apenas em leitura incessante, mas era alternada com interpretações explicativas da lei pelos levitas. CBASD, vol. 3, p. 468.

Esdras, o escriba. Esdras é considerado o patriarca dos escribas [e dos rabis/rabinos], os quais liam publicamente as Escrituras, traduziam-nas para o aramaico (a língua vulgar [trazida da Pérsia]) e explicavam-nas ao povo (8). Mais tarde essas traduções foram escritas em colunas paralelas com o texto hebraico original, e continham notas e interpretações. Foi assim, também, que surgiram os targuns (Bíblia Shedd).

5 o povo se levantou. Ao se levantarem, eles expressaram a sua reverência pela lei (cf. o v. 6). Bíblia de Genebra.

Os rabinos deduziram desse versículo que a congregação deve ficar em pé para a leitura da Torá (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Não se deve supor que permaneceram em pé durante as seis horas de leitura e instrução. CBASD, vol. 3, p. 468.

6 Amém! Amém! O povo participou do louvor oferecido por Esdras; a repetição exprime o alto grau de concordância. Bíblia de Genebra.

7 O povo estava no seu posto. O sentido é que as pessoas permaneceram em seus lugares e não se dispersaram. Todos estavam profundamente interessados no alimento espiritual. CBASD, vol. 3, p. 468, 469.

9 Não pranteeis. A porção lida deve ter impressionado profundamente a multidão. As leituras da Escritura consistiam em determinadas seções de Deuteronômio junto a outras partes da Torah, selecionadas para convencer o povo de seu pecado em transgredir os mandamentos de Deus e para lembrá-los das punições que poderiam sofrer. Eles ficaram tão comovidos que prantearam e choraram. Isto levou Neemias, Esdras e os levitas a encorajá-los e confortá-los. CBASD, vol. 3, p. 469.

9, 10 O povo chorava abertamente ao escutar as leis de Deus e ao perceber quão longe estavam de obedecê-las. Mas Esdras disse a eles que deveriam estar cheios de alegria porque o dias era santo. Era dia de celebrar e de presentear àqueles em necessidade. Celebração não deve autocentrada. Esdras conectou celebração com doação. Isto deu a oportunidade de celebrar também àqueles em necessidade. É somente quando celebramos e doamos a outros é que somos fortalecidos espiritualmente e cheios de alegria. Participe de celebrações que honrem a Deus e permita que Ele encha sua vida de alegriaLife Application Study Bible Kingsway.

10 aos que não tem nada preparado. Aqueles que tinham alimentos em abundância deveriam dividi-lo com os que nada possuíam (cf. Sl 22.26). Este acontecimento ilustra o pecado de 1Co 11.17-34. Bíblia de Genebra.

enviai porções. Compartilhar com os necessitados fazia parte integrante de uma festa religiosa (Dt 16.11,14); do contrário não seria verdadeiramente religiosa (Tg 1.27). É esta a base que deu ensejo ao costume de dar presentes no Natal, dádivas aos pobres, para refletir algo do amor de Cristo neste mundo (Bíblia Shedd).

A alegria do SENHOR é vossa força. A opinião comum de que a religião judaica era sombria e austera é errônea. Essas normas rituais e cerimoniais eram detalhadas e solenes, no entanto havia alegria nos serviços. … O dia de sábado, como planejado originalmente, estava longe de ser uma ocasião sombria, como muitos imaginam. Pelo contrário, era um dia de deleite espiritual, alegria e contentamento (Is 58:14). Dos outros períodos separados para observâncias especiais, em apenas um as pessoas “afligiam” a alma (Lv 23:27 [Dia da Expiação]). Nas outras, ocorriam festas para a comemoraração da bondade de Deus e para Lhe render louvores. CBASD, vol. 3, p. 469.

13-18 Após Esdras ter lido as leis de Deus ao povo, eles as estudaram mais a fundo e agiram de acordo. Uma leitura cuidadosa da Escritura nos chama a responder às seguintes questões: O que eu devo fazer com este conhecimento? Como minha vida deve mudar? Devemos fazer algo a respeito do que aprendemos se isto deve ter real significado em nossas vidasLife Application Study Bible Kingsway.

14 Escrito na Lei. A lei acerca da Festa dos Tabernáculos é encontrada em Levítico 23:39 a 43. CBASD, vol. 3, p. 470.

habitassem em cabanas. A Festa dos Tabernáculos [ou cabanas], durante a qual o povo passava uma semana habitando em barracas (Lv 23.439-43), era uma comemoração dos quarenta anos que os israelitas passaram no deserto, cujo significado religioso seria o de relembrar aos israelitas que não passam de peregrinos no mundo, dependentes da proteção divina (Bíblia Shedd).

Isto era para que meditassem sobre a proteção e guia divinas durante seus anos de jornada e o fato de que Deus ainda os protegeria e guiaria se eles O obedecessem. Era um momento de lembrar suas origens, de onde tinham vindo.É útil lembrar nossas origens para que possamos realmente apreciar onde estamos hoje. Lembre de sua vida passada para ver como Deus conduziu você. Então agradeça a Deus pelo Seu contínuo trabalho de proteger você e prover às suas necessidadesLife Application Study Bible Kingsway.

15 oliveiras. Como são necessários 30 anos para alcançar a maturidade, seu cultivo exige condições tranquilas (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Ramos de palmeiras. Ou, da tamareira. CBASD, vol. 3, p. 470.

17 Nunca fizeram assim os filhos de Israel. Isto não significa que os israelitas não celebravam a festa desde os dias de Josué, na invasão de Canaã, porque, de acordo com Esdras 3:4, os que retornaram do cativeiro naquela época a realizaram no primeiro ano de seu retorno. … o texto deve ter o sentido de que, desde os dias de Josué, não houve celebração geral dessa festa, como aconteceu naquele momento. CBASD, vol. 3, p. 470.

grande alegria. “A obediência à Palavra de Deus é o segredo dessa alegria verdadeira e duradoura” (Bíblia Shedd).

18 Leu Esdras no Livro da Lei de Deus, desde o primeiro dia até ao último. A leitura sistemática e diária da lei pode sugerir que este era um ano sabático e que ocorria a repetição ordenada em Deuteronômio 31:10 a 13. CBASD, vol. 3, p. 470.




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