Reavivados por Sua Palavra


JÓ 3 by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/3

A partir deste capítulo, Jó começa a refletir sobre sua condição. Satanás utilizou os amigos de Jó para continuar seu ataque.  Embora não culpe a Deus, Jó se pergunta por que Ele não impediu o mal.

Na Grécia antiga, os palcos para peças eram construídos com três pisos de madeira em três níveis simbólicos: o superior para o céu, embaixo para o submundo e no meio para a vida cotidiana. O espectador tinha uma perspectiva completa do contexto, uma vez que podia ver as influências espirituais superiores e inferiores sobre o que se encenava e os resultados sobre a vida cotidiana.

O livro de Jó foi escrito para que tivéssemos uma visão dos níveis superior e inferior sobre a vida cotidiana. A agonia de Jó era a sua falta de conhecimento sobre o plano do líder da rebelião no Céu. Mas nós, os leitores, estamos bem informados e podemos ver tudo.

Querido Deus,
Vivemos com tragédias diárias e turbulências nos rodeando e nos afetando. Te agradecemos pelo relato histórico que Moisés fez sobre a vida de Jó, nos informando como lidar com sofrimento e dor em nossas vidas. Amém.

Koot van Wyk
Kyungpook National University
Sangju, Coreia do Sul

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=684
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



JÓ 3 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
25 de dezembro de 2019, 0:55
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JÓ 3 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2019, 0:45
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JÓ 3 – Muitos desconsideram a maior parte do livro de Jó. Ele não é literatura simples. De tão complexo, muitos conhecem apenas os relatos dos capítulos 1, 2 e 42 deste livro!

“Por lidar com o tema do sofrimento humano, o livro de Jó é um dos mais difíceis de ser interpretado. Ao mesmo tempo, este livro de sabedoria tem sido considerado uma das maiores obras-primas literárias do mundo. Usa linguagem altamente poética, com uma série de palavras que só ocorrem uma vez em toda a Bíblia. O livro de Jó tem personagens e discursos, mas não se restringe ao drama. Envolve também argumentos. Desse modo, seria mais bem definido como um tratado filosófico” (Bíblia Andrews).

Por cerca de 40 anos, Moisés recebeu a mais elevada instrução educacional no mais desenvolvido império de seu tempo. Como escritor culto e ainda inspirado por Deus, ele escreveu seu primeiro livro com maestria.

Antes de avançar, é preciso considerar que os primeiros capítulos devem ser lembrados. Ali está a base para nossa interpretação. Nos dois primeiros capítulos temos o credo de Satanás, o qual em outras palavras reza:

“Será que Jó serve a Deus em troca de nada? Auto sacrifício, sofrimento pela justiça, compromisso com a verdade até à morte… isso não passa de romantismo e sentimentalismo juvenil; ou, na melhor das hipóteses, hipocrisia. Esse negócio de entrega de vida inferior, mundana, por uma vida superior, segundo o padrão dos princípios divinos, não existe, é ilusão. A religião é uma fachada, todos os seres humanos são egoístas de coração e têm seu preço. Alguns podem resistir mais tempo do que outros, mas no fim todo ser humano preferirá suas próprias coisas em vez das coisas de Deus”.

Embora muitos cristãos sejam provas deste credo diabólico, Jó provou que Deus tem a última palavra. Do capítulo em questão, destacam-se estas lições: Aqueles que…
• …mantiveram comunhão genuína e intensa com Deus não trocam o certo pelo duvidoso.
• …realmente confiam em Deus podem até amaldiçoar o dia de seu nascimento diante de indescritível sofrimento, entretanto não desprezarão o dia de sua conversão a Deus.
• …tiveram verdadeira experiência com Deus renunciam até a si mesmos/vida, mas não a fé.

Os justos e fieis ainda hoje provam que Deus está correto! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JÓ 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
25 de dezembro de 2019, 0:30
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“Porque já agora repousaria tranquilo; dormiria, e, então, haveria para mim descanso” (v.13).

Findo os sete dias, Jó resolveu quebrar o silêncio e se manifestar. Suas palavras, porém, não pareciam ser dirigidas a seus amigos, mas a Deus. Expressando toda a sua angústia e agonia, Jó “amaldiçoou o seu dia natalício” (v.1). Em nenhum momento ele amaldiçoou a Deus ou a Ele atribuiu a culpa por seu sofrimento. Mas em uma atitude de desespero, questionou a sua existência, e, ao mesmo tempo, revelou o seu conhecimento sobre o estado do homem na morte.

Mesmo sem entender o porquê de tanto sofrimento, Jó mantinha firme a sua fé. Isso não o impedia de colocar diante de Deus os seus questionamentos e de abrir-Lhe o coração. Muitos há que pensam ser ofensivo a Deus questioná-Lo ou levar a Ele as nossas aflições. Pelo contrário, os ouvidos do Senhor não estão fechados para ouvir as lamentações dos Seus filhos. Tão somente não podemos permitir que o lamento nos torne pessoas amargas e descrentes.

Enquanto estivermos neste mundo hostil, a tristeza terá o seu lugar e muitas situações ficarão sem resposta, mas se o nosso amor por Deus for devidamente alimentado através de uma vida diária de comunhão com Ele, como Paulo, diremos: “como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:9 e 10). Jó podia não compreender o motivo de seu infortúnio, mas tinha certeza de que nem a morte poderia separá-lo do amor de Deus, mas era somente um descanso até que seu Redentor viesse para despertá-lo (Jó 19:25).

As Escrituras revelam de forma muito clara a verdade sobre a morte. Em toda a Bíblia, a morte é comparada ao sono. As palavras de Jó: “repousaria tranquilo”, “dormiria”, “haveria para mim descanso”, “ali, repousam os cansados”, “os presos juntamente repousam”, confirmam essa verdade. Salomão escreveu: “mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento” (Ec.9:5). Com relação à morte de Lázaro, Jesus declarou: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo” (Jo.11:11).

A esperança de Jó era que descesse ao pó na certeza do futuro reencontro com Deus. Isso prova que as verdades da Palavra de Deus sempre existiram no coração dos fiéis adoradores. Que os princípios da Bíblia sempre existiram e são imutáveis. Pois “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a Palavra de nosso Deus permanece eternamente” (Is.40:8). Foi confiante nisso que Jó não temeu a morte, e Paulo assegurou a nossa grande esperança: “nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados” (1Co.15:51 e 52).

A sua vida está atribulada? Não se preocupe! Jesus está preparando na Casa do Pai uma morada especial para você. O Senhor que não mente, voltará, e te levará para morar com Ele, porque Ele venceu a morte e, dentro em breve, “a vossa tristeza se converterá em alegria” (Jo.16:20). Vigiemos e oremos!

Bom dia, fiéis adoradores do Deus vivo!

• Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #euoroporvocê

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Jó3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JÓ 3 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
25 de dezembro de 2019, 0:10
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Jó 3 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
25 de dezembro de 2019, 0:05
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404 palavras

Jó rompe o silêncio com uma lamentação fortemente emocional. Ele expressa o mesmo tipo de depressão que tomou conta do salmista (Sl 88)e também de Jeremias (Jr 20.14-15), cujos amargos lamentos foram, quanto à linguagem, semelhantes aos de Jó. Bíblia de Genebra.

1-9 O grito que escutamos provém de uma alma torturada. Os sete dias de silêncio acumularam uma angústia que se transborda em uma torrente de rebelião contra o dia de seu nascimento, 3.3. … Jó deseja que o dia do seu nascimento e a noite da sua concepção sejam apagados da história. Bíblia Shedd.

8 monstro marinho (ARA; NVI: Leviatã). Jó, empregando linguagem vívida e figurada, desejou que “os que amaldiçoam os dias” atiçassem Leviatã, o monstro marinho …, a engolir o dia-noite de seu nascimento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10-12 Já que não há possibilidade de remover-se aquele dia do calendário, Jó desejou que Deus não tivesse permitido seu nascimento e sobrevivência. Bíblia Shedd.

11-26 Enquanto os vs. 3-10 tem a forma de maldições, estes dezesseis versículos são perguntas retóricas. Jó dá vazão à sua frustração, perguntando porque não tinha sido um natimorto (vs. 11-26). Visto que isso não aconteceu, ele prossegue perguntando retoricamente por que não teria experimentado morte prematura (vs. 20, 23). Bíblia de Genebra.

13-26 Aqui, Jó contrasta entre as tribulações da vida e o plácido sono da morte. Jó antevê a paz só no túmulo, e esta é a única esperança que lhe resta agora. Em Jó vemos o homem para quem a morte já perdeu o seu terror e ainda se tornou no mais alto e cobiçado tesouro. Jó diz que os seus lamentos são como gritos de quem sofre em alívio, Sl 22.1; 32.4. Bíblia Shedd.

14 Jó acha que a morte o teria colocado em pé de igualdade com os próprios faraós que, apesar de suas pirâmides e os tesouros que cada faraó mandava enterrar consigo (v.15), não passavam agora de simples defuntos. Bíblia Shedd.

16 Como, na realidade, seu nascimento já ocorrera, ainda sobraria (segundo o desejo dele) a possibilidade de ter sido natimorto. … Tal situação seria muito melhor que a condição intolerável de estão, na qual não consegue paz nem descanso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21, 22 Para Jó, a morte tornou-se desejável. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 A vida perdera o valor para Jó, privado de bens, família, saúde e amigos. Só depois de muito debater consigo mesmo é que chegará a vislumbrar a vida eterna, onde desfrutará da comunhão com Deus como seu eterno quinhão. Bíblia Shedd.




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