Reavivados por Sua Palavra


ESTER 3 by jquimelli
15 de dezembro de 2019, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/RA/et/3

Hamã estava cheio de orgulho, ganância e inveja, exatamente como Lúcifer. No entanto, a recusa de Mordecai de se curvar perante Hamã provavelmente não tinha nada a ver com essas falhas de caráter. As diferenças entre Hamã e Mordecai tinham origem em seus ancestrais. Eram tão “densas” quanto sangue.

Hamã era um descendente dos amalequitas, um inimigo histórico do povo judeu. O Rei Saul, ancestral de Mordecai, entrou em guerra contra o rei Agague e o seu povo. Saul não completou a tarefa da maneira que Deus pediu, e essa foi uma das razões porque Saul foi substituído por Davi. Curvar-se diante de Hamã, o agagita [descendente de Agague], seria uma grande humilhação e um sinal de desobediência para Mordecai, o benjamita.

A ira de Hamã não ficaria satisfeita apenas com a morte de Mordecai. Seu orgulho seria vingado apenas com a morte de todos os judeus na Pérsia.

Esta história se assemelha muito com os acontecimentos dos últimos dias descritos em Apocalipse 13 e 20. Um decreto de morte será emitido por todo o mundo para eliminar o povo de Deus. Gogue e Magogue são descrições dos inimigos de Deus, e essas palavras são derivadas do nome Agague.

O Apocalipse prevê uma repetição da história para os cristãos nos últimos dias. Felizmente, a história do povo de Deus na antiga Pérsia não termina no capítulo 3. O grande conflito está quase no fim, e sabemos que o final será feliz.

Jean Boonstra
Voz da Profecia

Fonte: https://reavivadosporsuapalavra.org/2016/09/12/ester-3-2/ (Texto da rodada de leitura bíblica anterior)

 

Texto mundial:

O caráter egoísta, amargo e irado de Hamã, cheio de ódio por Mardoqueu e pelo povo judeu, contrasta clara e viciosamente com a bondade, fidelidade e sabedoria de Mardoqueu e Ester. Hamã planeja destruir todas os judeus do país apenas porque Mardoqueu se recusa a se curvar e honrá-lo. Mordecai conhece o caráter egoísta de Hamã e sabe que este não é digno da honra que lhe é conferida.

Hamã é cheio de orgulho e egoísmo e usa seu poder e posição para ferir as pessoas, não para ajudá-las. Quando a lei genocida foi escrita, assinada e circulada, o rei e Hamã sentam-se para celebrar suas realizações com um banquete luxuoso.

A vida de Hamã demonstra o que acontece quando traços de caráter malignos se tornam fora de controle. Sua história também ilustra o que acontece quando ficamos com raiva e ressentidos daqueles que são diferentes de nós, ou quando ficamos cheios de orgulho destrutivo.

Existem sementes de amargura, raiva e orgulho em seu coração? Peça a Deus para eliminá-las e plantar as sementes da bondade e do respeito mútuo em seu coração, para que você possa demonstrar Seu amor pelos outros.

Karen Holford
Family Ministries Director
Trans-European Division of Seventh-day Adventists

Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=675
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli



ESTER 3 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
15 de dezembro de 2019, 0:55
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ESTER 3 – Comentários selecionados by jquimelli
15 de dezembro de 2019, 0:55
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1278 palavras

1 Depois desses acontecimentos. Quatro anos decorreram após a coroação de Ester como rainha (v. 7; 2.16, 17). (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Hamã. Mais tarde, quando o livro de Ester passou a ser lido anualmente na festa de Purim, os judeus assimilaram a tradição de clamar “Seu nome seja apagado”, “Faze o nome dos ímpios perecer”, na hora da pronúncia desse nome [e fazer muito barulho, para que o seu nome não seja ouvido]. Hamã destaca-se pela vaidade, determinação, paixão, arrogância e pelo egoísmo (Bíblia Shedd).

Diz Josefo que “agagita” significa um descendente de Agague, o nome comum para os reis amalequitas (Nm 24.7) (Comentário Bíblico Devocional VT – FBMeyer).

Agagita provavelmente se refere ao legado genealógico do rei Agague dos malequitas, inimigos de longa data dos judeus (Êx 17:16; 1Sam 15:20) (Andrews Study Bible).

2 E se prostravam. Ou seja, prostravam-se perante Hamã no costume comum oriental. Este ato significava submissão, lealdade e obediência (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 522).

O termo utilizado para descrever o movimento de se curvar é, por vezes, associado com adoração (Êx 34:8; 2Cr 7:3, etc.). A recusa de Mordecai poderia ser interpretada neste sentido. A adoração aceitável desempenha um importante papel na história do povo de Deus. Os três amigos de Daniel preferiram morrer do que adorar a estátua de um rei babilônio (Dan 3:12-18); a adoração será também crucial nos eventos do tempo do fim (Ap 14:7-12) (Andrews Study Bible).

A obediência ao segundo mandamento (Êx 20.4) não é a causa de Mardoqueu se recusar a curvar-se diante de Hamã, pois os judeus estavam dispostos a se curvar diante dos reis (v. 1Sm 24.8; 2Sm 14.4; 1Rs 1.16) e de outras pessoas (v. Gn 23.7; 33.3; 44:14). Somente a inimizade de longa duração entre os judeus e os amalequitas explica a recusa de Mardoqueu e a intenção de Hamã de destruir todos os judeus (v. 5,6). A ameaça contra os judeus “em todo o império”(v. 6) é uma ameaça contra a questão suprema da história da redenção (Bíblia de Estudo NVI Vida).

Fazer o que é correto pode não fazer você popular. Aqueles que fazem o que é certo estarão em minoria, mas obedecer a Deus é mais importante do que obedecer a pessoas (Atos 5:29) Não devemos deixar que nenhuma pessoa, instituição ou governo tome o lugar de Deus.Quando pessoas exigem de você lealdade ou encargos que não honram a Deus, não desista. Pode ser o momento de tomar uma posição (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

5,6 Hamã amava seu poder e autoridade e a reverência que demonstravam a ele. Os judeus, entretanto, viam a Deus como sua autoridade suprema, não qualquer homem. Hamã percebeu que o único modo de realizar seus desejos auto centrados era matar todos que desobedecessem sua autoridade. Sua busca por poder pessoal e seu ódio aos judeus o consumiam [… ] A ira de Hamã não era dirigida diretamente a Mordecai, mas àquilo que Mordecai defendia: a dedicação dos judeus a Deus como única autoridade digna de reverência. A atitude de Hamã era preconceituosa. Ele odiava um grupo de pessoas por causa de uma diferença de crença ou cultura. O preconceito surge do orgulho pessoal – considerar-se melhor do que outros. Ao final, Hamã foi punido por sua atitude arrogante (7.9, 10). Deus julga severamente os preconceituosos ou aqueles cujo orgulho os faz olhar os outros com desprezo [olhar de cima] (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

7 Nisã. Março-abril. Nome internacional aramaico; antes do exílio, usava-se o antigo nome heb Abibe, o mês da Páscoa.

Após o cativeiro, este nome substituiu abibe entre os judeus. (CBASD, vol. 3, p. 522).

se lançou o Pur, isto é, sortes. Hamã usava a antiga prática do lançamento de sortes (1Sm 14.41-42; Pv 16.33) para determinar o tempo mais propício do seu plano de destruição dos judeus. A forma plural de pur, purim, é o nome da celebração que comemora a morte de Hamã, o “Adversário dos judeus” (9.23-32). (Bíblia de Genebra).

Hamã lançou sortes para determinar o melhor dia para executar o seu decreto. Mal ele sabia que estava jogando nas mãos de Deus, porque o dia da execução foi determinado quase um ano à frente, dando tempo para que Ester fizesse seu pedido ao rei. A palavra persa para “sortes” era purim, que se tornou o nome da festa celebrada pelos judeus quando eles libertos, não mortos, no dia designado por Hamã (Life Application Study Bible Kingsway NIV).

Há uma certa ironia no fato de o mês em que os judeus celebram a Páscoa, quando foram libertos do Egito, ser também o mês em que Hamã começou a tramar sua destruição (Êx 12.1-11). (Bíblia de Estudo Arqueológica NVI).

Adar. Fevereiro-março. Hamã estava disposto a esperar um ano para obter o dia certo. O que nos parece ser superstição grosseira, era considerado uma verdadeira ciência, na época (Bíblia Shedd).

8 um povo. Hamã fez uma representação falsa e maliciosa dos judeus e de seu caráter para o rei. (Bíblia de Estudo Mathew Henry).

O preconceito é semeado ao se levantar suspeitas. Pessoas ou povos um pouco diferentes são vistos como suspeitos e, consequentemente, perigosos. Hamã usou argumentos típicos de orgulho nacionalista. (Bíblia de Estudo Andrews).

9 dez mil talentos. O talento pesava 30 kg. A renda total do império persa era 17.000 talentos, e os cofres imperiais estavam vazios por causa da guerra contra os gregos. A grandeza da oferta, e a cortês recusa do rei, são a maneira oriental de dizer: “Vamos despojar os judeus, e dividir entre nós os lucros”. Tanto era o ódio de Hamã, e a ganância do rei, que nem se levava em consideração o terrível sofrimento e o clima de terror que haveria de permanecer no império (Bíblia Shedd).

para que se execute esse trabalho. Ou “para que o executa”. (Bíblia de Estudo NVI Vida).

A recente guerra grega, sem dúvida, drenou pesadamente o tesouro real, mas seria indigno da honra do rei, talvez, aceitar um suborno. (CBASD, vol. 3, p. 523).

10 anel. Outra reação impulsiva do rei autorizava Hamã a expedir decretos reais (cf. Gn 41.42). (Bíblia de Genebra).

De posse do selo real, Hamã tinha poder para emitir os decretos que desejasse, pois o selo real dava-lhe plena autoridade. A palavra de Hamã era, portanto, igual à do rei, que na verdade deu permissão a Hamã para fazer o que quisesse. (CBASD, vol. 3, p. 524).

11 essa prata. A soma mencionada foi recusada, mas ficou por entendido que o rei não recusaria sua parte dos despojos (Bíblia Shedd).

13 O decreto de Hamã contra Israel é a mesma destruição que anteriormente tinha sido decretada [e não cumprida] contra Amaleque (1Sm 15.3). (Bíblia de Estudo NVI Vida).

15 correios. Heb raçim “os que correm”. O império persa foi o primeiro a estabelecer o sistema de correios, que possuía autoridade para requisitar para este serviço público, cavalos, portadores e alimentos dentre as populações civis que se achassem no seu caminho. Esse costume é aludido em Mt 5.41 (Bíblia Shedd).

Os correios saíram, com extrema urgência, carregando cópias do decreto a todas as províncias (Bíblia de Estudo Mathew Henry).

o rei e Hamã se assentaram a beber. A inserção deste detalhe na narrativa parece destinada a sublinhar a dureza do coração do rei e de Hamã. Depois de ter determinado a destruição de uma nacão, passaram a se divertir em um banquete de vinho (CBASD, vol. 3, p. 525).

Susã estava perplexa. A maior parte dos habitantes era, possivelmente, de persas e elamitas, mas pode ter havido um espírito generalizado entre as pessoas de outras nacionalidades de que a ocorrência agora definida era perigosa. Geralmente, as pessoas da capital do reino aprovavam o que o grande rei fazia. Naquele momento, porém, elas pareciam duvidar da providência e justiça do que ele tinha feito. É possível, no entanto, que o escritor se refira aos judeus residentes na capital em vez de toda a população. (CBASD, vol. 3, p. 525).



ESTER 3 – Comentário pr Heber Toth Armí by jquimelli
15 de dezembro de 2019, 0:45
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ESTER 3 – No dia a dia a vida é complicada, não se iluda! Comentando o capítulo em análise, Charles R. Swindoll escreve:

“A vida não é só penosa, é também injusta. Você talvez esteja pensando neste exato momento que será promovido porque se esforçou mais no trabalho, você apresentou boas ideias, você fez mais pelo seu chefe; portanto, nada mais justo que você ocupe a posição especial que esteve procurando. Fique preparado! Provavelmente isso não vai acontecer. Não estou tentando ser pessimista, apenas realista. As coisas erradas acontecem! Por que a vida não é justa? Por causa do mal”.

Reflita nos seguintes tópicos:
• Dê poder a pecador e você saberá quem ele realmente é: Mordecai foi alvo de Hamã que deixou o poder subir à cabeça. Quando o poder domina, a razão sai de cena e a loucura predomina. Orgulhoso e arrogante, Hamã cometeria um assassinato em série dos judeus e o faria de forma legal (vs. 1-6).
• Inimigos do povo de Deus fazem planos maquiavélicos visando lhe destruir: Planejando datas, inventando mentiras escrupulosas, investindo recursos altos e obtendo aprovação legal, Hamã armou para destruir todos os judeus residentes da Pérsia (vs. 7-11).
• Pessoas ruins não gostam de ter toda a culpa de suas maquinações diabólicas: Hamã enviou cartas “a todas as províncias do Império. A ordem era massacrar e, assim, eliminar os judeus” no “dia 13 do décimo mês… e confiscar todos os seus bens”. Habitantes de cada província executariam a ordem (vs. 12-14).
• A frieza que domina corações perversos gera indiferença diante da agonia da multidão: “O rei e Hamã sentaram-se para beber, enquanto a cidade de Susã se alvoroçava com a notícia” (v. 15).

Hamã é o típico homem do pecado. Pelo seu poder, orgulho, ódio do povo de Deus e conspiração maquiavélica ele é retratado, por muitos, como ícone perseguidor do povo de Deus no tempo do fim.

“Nossa sociedade é maligna não porque o outro sujeito é que está errado, mas porque você e eu estamos errados. O pecado é uma doença universal. Vivemos então na sua esteira. Ela destrói parcerias. Acaba com casamentos. Divide igrejas. Instiga pensamentos e planos perversos. Dissolve amizades. Paralisa alvos. Estraçalha sonhos”, observa Swindoll.

Numa sociedade ameaçadora, busque proteção em Deus! Leia a Bíblia atentamente! – Heber Toth Armí.



ESTER 3 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
15 de dezembro de 2019, 0:30
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“Então, disse Hamã ao rei Assuero: Existe espalhado, disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino, um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos e que não cumpre as do rei; pelo que não convém ao rei tolerá-lo” (v.8).

Ocupando um alto cargo no governo persa, Hamã foi condecorado pelo próprio rei com privilégios superiores a “todos os príncipes que estavam com ele” (v.1). Movido pelo orgulho e exaltação própria, seu ego era massageado cada vez que “se inclinavam e se prostravam perante” ele (v.2). Mas, à semelhança dos três jovens hebreus no campo de Dura (Dn.3), Mordecai “não se inclinava, nem se prostrava” (v.2); uma afronta que não seria ignorada.

A postura ereta de Mordecai e sua firme resolução em não se curvar diante de Hamã, encheu o ímpio agagita de ira, de modo que “teve como pouco, nos seus propósitos, o atentar apenas contra Mordecai… por isso, procurou Hamã destruir todos os judeus, povo de Mordecai, que havia em todo o reino de Assuero” (v.6). Seu argumento diante do rei revela um plano maligno por trás de tudo, semelhante à matança dos bebês meninos no Egito (Êx.1:22), dos meninos em Belém (Mt.2:16) e do “tempo de angústia qual nunca houve” (Dn.12:1) que o remanescente do Senhor terá de enfrentar num futuro próximo.

Os judeus ainda eram conhecidos como “um povo cujas leis são diferentes das leis de todos os povos” (v.8). Ou seja, era um povo peculiar, um povo diferente. Ainda que em terra estrangeira e por tantos anos separados uns dos outros, a Lei de Deus os tornava únicos. E pela fidelidade de um, todos responderiam com a própria vida. Da mesma forma que um membro comprometido faz sofrer todo o corpo, como corpo de Cristo, a queda ou a vitória de um afeta o todo. Naquele momento de perplexidade, parecia que tudo estava perdido e, em um só dia, o povo de Deus seria dizimado da Terra. Mas Deus usaria aquela situação aparentemente terrível para renovar a fé de Seu povo e uni-lo num mesmo propósito.

Amados, precisamos fazer uma distinção muito clara entre sensacionalismo e cumprimento profético. E uma das formas de compreendermos essa distinção é estudando o sermão profético de Jesus nos capítulos 24 e 25 do livro de Mateus. O objetivo de Seu sermão não foi causar perplexidade, e sim promover vigilância e preparo. Pensando estar alcançando seus propósitos egoístas e malignos, Hamã foi o autor do decreto de morte que faria o povo de Deus renascer das cinzas. Mediante um período de oração e jejum coletivo, o povo veria a manifestação do braço da Onipotência.

Ao ver os sinais proféticos se cumprirem, e aproximar-se o tempo sobremodo difícil, que façamos parte do povo que, mesmo espalhado entre os povos da Terra, esteja unido num mesmo propósito de invocar ao Senhor e nEle confiar. Como Mordecai, não nos curvemos ao príncipe deste mundo, mas nos revistamos de toda a armadura de Deus para que possamos “resistir no dia mau” (Ef.6:13) e encararmos os últimos acontecimentos com a segura esperança que nos foi dada por Cristo: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça; porque a vossa redenção se aproxima” (Lc.21:28). Vigiemos e oremos!

Feliz semana, povo de Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Ester3 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ESTER 3 – COMENTÁRIO PR. RONALDO DE OLIVEIRA by Maria Eduarda
15 de dezembro de 2019, 0:10
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