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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/deuteronomio/dt-capitulo-1/
Deuteronômio é o último dos cinco livros de Moisés, o chamado Pentateuco. Deuteronômio contém as últimas palavras de Moisés, onde ele revê a história do relacionamento de Deus com Israel.
Essa relação mostra que Deus não muda (Ml 3:6), e que “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre” (Hb 13:8). Nem mesmo Israel mudou muito, pois era um povo rebelde, que geralmente correspondia ao amor de Deus com desobediência.
Quão breve se esqueceram das intervenções de Deus em favor deles! Era o momento de entrar em Canaã, a terra que Deus prometera a Israel desde o tempo de Abraão. Mas os dez homens que espiaram a terra voltaram reclamando de gigantes, dizendo que era impossível tomar a terra. Israel acreditou neles, queixou-se a Deus, e creu que os amorreus viriam destruí-los, a não ser que retornassem ao Egito (ver Nm 14.1-4). Somente Josué e Calebe apresentaram um bom relatório, e por conta deste quase foram mortos por apedrejamento (Nm 14:10a).
Nós somos o Israel moderno e a entrada para Canaã de Deus está imediatamente à frente. Quantos de nós têm medo dos gigantescos eventos dos últimos dias e se esquecem de que Deus lutará por nós! Ele quer que nos acalmemos e saibamos que Ele é Deus (Sl 46:10).
Norman Gulley
Southern Adventist University
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=401
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Pregar sermão sobre Deuteronômio significa pregar sobre a pregação de Moisés. É pregar sermão de sermão.
“Este livro tem seu nome do grego Deuteronomion, que significa segunda lei, pois ele contém a repetição das leis anteriores. Inclui um relato do que passou no deserto do primeiro dia do décimo primeiro mês do quadragésimo ano após a partida dos israelitas do Egito, ao sétimo dia do segundo mês do mesmo, compondo no todo a história dos acontecimentos de exatamente cinco semanas” – analisa Adam Clarke.
Ele continua, “além de uma repetição das leis anteriores, este livro nos dá as mais belas ilustrações de cada uma, de modo que pode muito bem ser chamado um comentário espiritual sobre as leis de Moisés, e também um relato deste notabilíssimo homem, e todos os seus últimos discursos com o povo”.
Stanley A. Ellisen destaca: “O objetivo de Moisés ao escrever [este] livro ou a pronunciar os discursos era o de preparar a nova geração de Israel para viver em Canaã”. Para quem aguarda entrar na Canaã Celestial este livro é fundamental para ensinar princípios que visam preparar-nos para o Céu. Precisamos tanto dele como do Apocalipse!
O primeiro capítulo é o primeiro discurso de despedida de Moisés, o qual ensina-nos belíssimas verdades: PRECISAMOS:
• …cuidar para não cometer os mesmos erros de nossos pais;
• …aprender a olhar ao passado a fim de aprender com ele;
• …quebrar as tradições pecaminosas deixadas por nossos antepassados;
• …arrebentar com os exemplos espirituais negativos de ingratidão, incredulidade e rebeldia que se manifestam na petulância contra Deus;
• …amadurecer com os erros do passado e sermos melhores que nossos pais.
Deus cumpre Suas promessas, mas quer Seu povo confiante nEle. “A história acerca da estrada em Horebe vai de Êxodo 19 a Números 10.13. Agora Deus ordena que o povo vá para a Sua terra. É um momento grandioso em sua história, o cumprimento da promessa feita aos pais (8)” (D. A. Carson). Contudo, importa aprender com o passado a fim de, no presente, agir corretamente esperando um futuro conforme Deus promete.
Desta forma, por mais difícil e doloroso que nos seja, teremos benefícios se recapitularmos o passado, visando…
• Primeiramente, não cometer os erros de nossos pais
• Segundo, aprender dos acertos de nossos pais.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armi.
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“O Senhor, vosso Deus, vos tem multiplicado; e eis que, já hoje, sois multidão como as estrelas dos céus” (v.10).
Na planície do Jordão, Moisés iniciou o seu primeiro discurso ao povo antes de sua morte. O livro de Deuteronômio compõe um rico compêndio da história de Israel, suas leis, a importância da obediência, a repetição dos dez mandamentos e das cerimônias, de uma série de quatro sermões do grande líder. Diante de uma nova geração que, em sua maioria, não testemunhou os prodígios do Egito e a manifestação do Senhor no Sinai, Moisés proferiu as palavras deste livro a fim de entregar a Josué uma nação ciente de seus direitos e deveres para com Deus e uns para com os outros.
Notem que Moisés não iniciou o discurso com as experiências do Egito. Ao rememorar a trajetória no deserto, deu ênfase à fase de Israel não como povo cativo, mas como nação livre. Caminhada após caminhada, a mão do Senhor conduzia Israel “como um homem leva a seu filho” (v.31), disciplinando-o quando necessário e amando-o em todo o tempo. Mas diversas foram as circunstâncias que levaram o povo a murmurar contra Deus e contra seus líderes. Nem mesmo os inúmeros milagres e bênçãos visíveis e palpáveis foram suficientes para aplacar a ira de um povo habituado a reclamar. Contudo, serviam a um Deus fiel e que cumpriu a antiga promessa dada a Abraão: “Olha para os céus e conta as estrelas, se é que o podes… Será assim a tua posteridade” (Gn.15:5).
Em um século onde a palavra-chave é lucro, multidões têm seguido pelo caminho de uma religião circunstancial. As circunstâncias governam a vida e sob a mínima prova, depõem sua fé. O que ocorrera com Israel acontece hoje no “grande e terrível deserto” (v.19) deste mundo. E o mesmo consolo nos é dado: “Não temas e não te assustes” (v.21). Porém, à semelhança da antiga nação, muitos permanecem “rebeldes à ordem do Senhor, nosso Deus” (v.26), compondo uma “maligna geração” (v.35) que não verá a terra eterna.
Assim como Israel parou para ouvir o discurso de seu líder, precisamos parar para ouvir o que o Senhor deseja nos falar por meio de Sua Palavra. Lembrem-se de que os comentários são auxiliares, e não podem jamais substituir a sua busca e contato pessoal com as Escrituras. Nestes dias decisivos precisamos compreender que a verdadeira adoração não consiste apenas em fazer parte de Israel, mas em ser um verdadeiro adorador do Deus de Israel, independente das circunstâncias. Que tão perto como estamos da pátria celestial, oxalá diga o Senhor a nosso respeito: “ele(a) ali entrará” (v.38).
Vigiemos e oremos!
Bom dia, verdadeiros adoradores!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Deuteronômio1 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100
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410 palavras
1, 2 Os israelitas gastaram 40 anos em uma viagem que poderia ter durado apenas 11 dias. Não foi a distância que os separou da terra prometida. Foi a condição de seus corações. O propósito de Deus era mais profundo do que simplesmente transportar um enorme grupo de pessoas para uma nova terra. Ele os estava preparando para que vivessem om obediência a Ele quando chegassem. … Sua jornada espiritual pode parecer longa e você pode estar enfrentando sofrimento, desencorajamento e dificuldades. Mas lembre-se que o propósito de Deus não é apenas manter você vivo. Ele quer preparar você para viver em serviço e devoção a Ele. Life Application Study Bible.
4 Seom… Ogue. A conquista da Transjordânia [terras a leste do rio Jordão] é detalhada em 2.24-3.11. Bíblia de Genebra.
6 Horebe. Outro nome para o Sinai, aparentemente a área ao redor do monte Sinai. Bíblia de Genebra.
13 Tomai-vos homens sábios. Uma referência a Êx 18.24-26, onde Moisés aceitou o bom conselho de Jetro, seu sogro. Durante o ano no monte Sinai, Moisés, sob a orientação de Deus, organizou o sistema judicial, o poder militar e a adoração da nação de Israel. Bíblia de Genebra.
Moisés identificou algumas das qualidades de bons líderes: 1)Sabedoria, 2) entendimento e 3) respeito. Estas características diferem marcadamente daquelas que ajudam a eleger líderes nos dias de hoje: boa aparência, riqueza, popularidade, disposição a fazer qualquer coisa para chegar ao topo. As qualidades que Moisés identificou deveriam ser evidentes em nós e deveríamos buscá-las naqueles que elegemos para posições de liderança. Life Application Study Bible.
22 Os espiões foram enviados à terra não para determinar se eles deveriam entrar, mas onde deveriam entrar. … Deus nos dá o poder para superar nossos obstáculos, mas como os israelitas cheios de medo e ceticismo, nos frequentemente deixamos as dificuldades controlar nossas vidas. Seguir a Deus apesar das dificuldades é o modo de obtermos fé corajosa e de superação. Life Application Study Bible.
27 o Senhor nos odeia. A declaração dos israelitas é bastante irônica à luz do tema principal de Deuteronômio [o relacionamento de amor entre Deus e Seu povo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
28 Anaquins. Eles eram mais altos do que os israelitas e eram temidos por suas proezas militares. Josué os conquistou e seus remanescentes misturaram-se com os filisteus (ver Js 12.21-22). Bíblia de Genebra.
32 nem por isso crestes. O pecado que expulsou Israel de Canaã (Hb 3.19) e que expulsa o pecador do céu (Jo 3.18, 36) é a incredulidade. É um pecado contra o remédio para o pecado. Bíblia Shedd.
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/numeros/nm-capitulo-36/
Números 36 nos permite conhecer melhor o sistema de herança. As primeiras provisões foram dadas no capítulo 27 e o capítulo atual fornece estipulações adicionais à luz dos capítulos 32 e 34, que tratam da alocação divina da terra entre as tribos.
As filhas de Zelofeade, da tribo de Manassés, haviam feito o seguinte pedido: “Nosso pai morreu. . . e não teve filhos. Por que o nome de nosso pai deveria ser tirado de seu clã porque ele não tinha filho? Dá-nos possessão entre os irmãos de nosso pai” (27:3,4). Depois de apresentar o caso perante o Senhor, Moisés respondeu: “Se um homem morrer e não tiver filho, então você passará sua herança para sua filha” (v. 8).
No entanto, quando esta filha se casasse com um homem de outra tribo, a terra passaria para a tribo de seu marido tendo em vista que o sistema de herança previa a transmissão da herança pela via paterna.
Números 36 revela instruções divinas que protegem as tribos de perderem a homogeneidade de seus territórios. Por isso a estipulação de que “toda filha que possua uma herança. . . se casará dentro do clã da tribo de seu pai, para que todos os israelitas continuem a possuir sua herança ancestral ”.
Vivemos em sociedade e dependemos uns dos outros. Em alguns momentos é mais proveitoso para nós abrirmos mão de direitos individuais menores em benefício do bem estar coletivo. Afinal, uma sociedade próspera e com bons relacionamentos resultará em melhor qualidade de vida para todos os seus cidadãos.
Leendert Brouwer
Professor de Teologia
União Universidad Peruana
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=399
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Concluiu-se quarenta anos de aprendizado, se realmente houve aprendizado. Após quarenta anos no deserto, o povo de Deus entraria na Terra Prometida. Deus promete; Deus cumpre.
Este é o último capítulo do livro de Números. “A narrativa final em Números destaca o desejo das filhas de Zelofeade de ter parte na herança da terra. Deus premiou o anseio delas por sua promessa provendo leis de herança para familiares que não possuíssem herdeiros do sexo masculino” (Eugene H. Merrill).
R. Dennis Cole destaca estes tópicos:
1. Leis da Herança: Esclarecimentos de Zelefeade (Leis e terra):
• Precedente legal: Contexto histórico da petição das filhas de Zelofeade (vs. 1-2);
• Caso apresentado pelos clãs de Gileade (vs. 3-4);
• Moisés apresenta o caso de concessão segundo o mandato de Jeová (vs. 5-12).
2. Conclusão do caso e do livro de Números (v. 13).
Após as últimas orientações e os últimos detalhes resolvidos, “estava tudo pronto para a declaração final da aliança incorporada no livro de Deuteronômio e para a conquista de Canaã relatada no livro de Josué” (Merrill).
Aplicações:
1. Procurar um líder verdadeiramente espiritual ao visualizar problemas à frente resulta em bênçãos; sem orientação, o problema vem à tona como uma enxurrada de drásticas consequências.
2. Mulheres tem valor, não devem jamais ser desprezadas por um servo de Deus; ao pedirem conselhos, nunca deveriam ser prejudicadas, ao contrário, elas precisam concluir que valeu à pena aconselhar-se com um líder espiritual.
3. Procurar seguir orientações de um servo de Deus irá proteger a família e a propriedade; acatar bons conselhos sempre resulta em verdadeira prosperidade, seja física, emocional, social ou espiritual.
4. Mulheres são pessoas tão importantes aos olhos de Deus como são os homens; Deus cuida de ambos com amor e preza pelo futuro de ambos; portanto, mulheres e homens estão incluídos em Suas sublimes promessas no Antigo e no Novo Testamento.
A herança celestial é nosso destino final (Filipenses 3:20-21; I Pedro 1:3-5). Aqui neste Planeta os cristãos verdadeiros são peregrinos em terras estrangeiras (Hebreus 11:13-16). Portanto, as lições aprendidas no livro de Números nunca deveriam ser ignoradas (I Coríntios 10:11).
Na jornada da vida precisamos da proteção e orientação de Deus e buscar incessantemente a santificação, ignorá-los implica desviar-se do caminho do Céu. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Gostaria de saber: O que você aprendeu do livro de Números?
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“São estes os mandamentos e os juízos que ordenou o Senhor, por intermédio de Moisés, aos filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó” (v.13).
Pensando na divisão da herança, alguns representantes da tribo de Manassés consultaram Moisés acerca da parte que caberia às filhas de Zelofeade. Apesar da conquista dessas mulheres de um direito divinamente reconhecido, seus irmãos de tribo visualizaram o prejuízo que lhes sobreviria caso elas casassem com homens de outras tribos. A transmissão daquelas terras diminuiria a herança daquela tribo e acrescentaria às tribos de seus supostos maridos.
Considerando justa a preocupação da “tribo dos filhos de José” (v.5), bem como havia tido como justo o pedido das filhas de Zelofeade, o Senhor ordenou que tanto estas quanto qualquer filha de Israel que possuísse alguma herança, se casasse “com alguém da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais” (v.8). Assim fizeram as filhas de Zelofeade, casando-se “nas famílias dos filhos de Manassés” (v.12), conservando a herança de sua tribo.
Na fronteira da terra prometida, era necessário um povo comprometido com o Senhor e Sua Palavra. Os “mandamentos e os juízos” (v.13) de Deus deviam ser obedecidos para que os filhos de Israel experimentassem os deliciosos frutos da obediência. A repartição da herança seria um dos frutos de sua fidelidade a Deus e a oportunidade de provar e ver que Ele é um Deus justo que não dá a um menos e a outro mais, mas em justa medida divide a recompensa.
Havia uma visível preocupação do Senhor para com as famílias de Israel. Se os casamentos fossem realizados conforme às regras estabelecidas por Deus, grande bênção os acompanharia. Semelhante às filhas de Zelofeade, precisamos confiar no “Assim diz o Senhor”, na certeza de que Ele não irá nos desamparar. Aos solteiros, Ele diz: “Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará” (Sl.37:5). Aos casados, diz: “As mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor… Assim também os maridos devem amar a sua mulher como ao próprio corpo. Quem ama a esposa a si mesmo se ama” (Ef.5:22 e 28).
Jesus voltará para buscar um povo composto por famílias que buscaram viver a vontade de Deus com integridade. Que a minha e a sua família façam parte desta última estatística.
Vigiemos e oremos!
Bom dia, famílias de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Números36 #RPSP
Comentário em áudio:
https://www.youtube.com/user/nanayuri100