Reavivados por Sua Palavra


Gênesis 23 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
4 de novembro de 2018, 1:30
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A longa espera por um filho foi recompensada com trinta e sete anos de maternidade. Sara desfrutou de sua alegre bênção com a dedicação de quem entendia que Isaque representava o cumprimento da promessa divina não somente a Abraão, mas como aquele através do qual todas as nações da Terra seriam abençoadas. A Bíblia não apresenta detalhes dos últimos momentos da vida de Sara, mas acredito que ela descansou na certeza de que, na ressurreição, verá os lindos frutos de sua fé. Pois “pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe, não obstante o avançado de sua idade, pois teve por fiel Aquele que lhe havia feito a promessa” (Hb.11:11).

Após ter chorado e lamentado a morte de sua amada esposa, Abraão levantou-se e foi ter com o povo de Canaã. Ele pediu aos filhos de Hete que lhe concedessem o direito de comprar o campo de Macpela para sepultar a sua mulher. Deveria ser um belo lugar, que lembrava a beleza singular de Sara. Um local que se tornou o sepulcro oficial dos principais da descendência de Abraão. É interessante o diálogo entre aquele povo e o patriarca enlutado. Eles o chamaram de “príncipe de Deus” (v.6), tamanho o respeito que Abraão havia conquistado naquele lugar e o testemunho que ali deixou. E não apenas o receberam bem, como também ofereceram de graça o seu pedido. Contudo, Abraão ofereceu pagamento por uma porção da terra que Deus já havia prometido que seria de sua descendência.

Meus irmãos, a atitude de Abraão nos ensina algo muito importante. Ele não se autodenominou príncipe, mas foi chamado e considerado assim. E, como um verdadeiro líder e príncipe de Deus, portou-se como tal, colocando-se na condição de servo diante daquele povo. Que lindo tipo de Cristo foi Abraão naquele lugar! Não usou sua eleição divina como um meio de angariar privilégios, mas se despiu de si mesmo a fim de ser uma bênção por onde quer que andasse. E erguendo um altar em cada acampamento, Abraão deixava para trás o áureo testemunho dAquele que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc.10:45).

Hoje, temos o privilégio de sermos chamados como testemunhas de Jesus (At.1:8). Que, pelo poder do Espírito Santo, a nossa vida revele o genuíno serviço de quem está contemplando o genuíno Modelo. Eis a atitude de um verdadeiro príncipe de Deus. Eis a atitude de uma verdadeira testemunha de Jesus. Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, príncipes e princesas do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Gênesis23 #RPSP


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