Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 21 by Jeferson Quimelli
31 de março de 2018, 1:00
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Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-21/

Comentário devocional:

Em Lucas 21, Jesus combina três momentos de dificuldade: a destruição de Jerusalém, a Idade das Trevas [Média] e os problemas a serem enfrentados logo antes de Seu retorno. A lista é longa e preocupante.

Falando das dificuldades à frente, foi escrito: “Dá-se muitas vezes o caso de se supor maior a angústia do que em realidade o é; não se dá isso, porém, com relação à crise diante de nós. A mais vívida descrição não pode atingir a grandeza daquela prova.”( GC 628, cap 39).

Mas Jesus não nos deixa a olhar, com corações tremendo, aos horrores que em breve nos rodearão. Não! Ele sinceramente procura dirigir nosso olhar dos problemas terrenos para Sua face de amor. Ele diz simplesmente: “Olhe para cima!” (cf v 28). “Voltem-se para mim e sejam salvos, todos vocês, confins da terra” (Is 45:22 NVI).

Nosso Salvador sabe que “necessitaremos de uma experiência que agora não possuímos, e que muitos são demasiado indolentes para obter.” (GC 628). Assim, com compaixão, Ele nos diz claramente que não devemos, em qualquer tempo, sobrecarregar nossos corações com os prazeres, cuidados e responsabilidades da vida, de forma que eles recebam toda a nossa atenção (cf v 34).

Jesus diz: “Estejam sempre atentos e orem para que vocês possam escapar de tudo o que está para acontecer, e estar em pé diante do Filho do Homem” (v 36 NVI).

Lynn Carpenter
Enfermeira Missionária aposentada

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1240
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados31-03-2018.mp3



LUCAS 21 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
31 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de março de 2018, 0:45
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LUCAS 21 – Você já se preparou para o maior evento prestes a acontecer no mundo? Estude o capítulo em pauta, depois leia abaixo…

1. Jesus mostra que fé independe do templo e, riqueza não evidencia a vida consagrada. O consagrado pode ser pobre tanto quanto o perdido pode trabalhar no templo e ainda ser rico (vs. 1-5).
2. Jesus apresenta aos judeus que fundiam as Suas duas vindas em uma só, aplicando características da segunda na primeira; confundindo, assim, a compreensão do povo.

Antes do segundo advento de Cristo,

• …haveria muitas dores, devido às dificuldades morais, sociais, políticas, econômicas e religiosas, e para isso seria necessário confiar nAquele que cuida até mesmo dos cabelos da cabeça e, perseverar firme na fé (vs. 7-19).
• …a cidade de Jerusalém seria destruída, seus habitantes mortos e espalhados: Os principais culpados da rejeição do Salvador sofreriam as consequências de suas escolhas (vs. 20-24).
• …haveria sinais no céu, na terra e no mar, objetivando o despertar do povo para o maior evento que ocorrerá no Universo (vs. 25-28).
• …as pessoas deverão se avivar ao perceber que o dia extraordinário está se aproximando como se percebe a aproximação do verão (vs. 29-36).

Na parábola da figueira, “nossa atenção é dirigida ao tempo em que nos é possível saber que a vinda de Cristo está ‘às portas’ com a mesma segurança que sabemos estar próximo o verão ao vermos as primeiras tenras folhas nascendo nas árvores […]. Ao chegar o momento de aprender a parábola, podemos estar certos de que é chegado o tempo em que Deus vai levantar mestres para ensiná-la” (J. N. Loughborough).

Na década de 1840, Deus levantou um povo que apregoaria com poder pentecostal a doutrina esquecida do segundo advento de Cristo. Após 1840, muitos evangelistas se tornaram avivalistas do advento. Pastores e pregadores de variadas denominações se uniram no movimento adventista para despertar o mundo para o maior dos eventos descritos na Bíblia.

A destruição de Jerusalém se deu em 70 d.C.; o escurecimento do sol e da lua aconteceu em 1780; a queda de estrelas, em 1833; as duas guerras mundiais no século XX.

Os sinais já foram interpretados e divulgados. Só falta Jesus aparecer. Portanto, não meça esforços para relacionar-se com Jesus (vs. 37-38)! – Heber Toth Armí.



LUCAS 21 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
31 de março de 2018, 0:30
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“É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (v.19).


Sob o olhar do Senhor, os ricos depositavam “suas ofertas no gazofilácio” (v.1). Suas abastadas moedas tilintavam ecoando pelo pátio do templo como se fossem instrumentos de um aclamado “musical”, de forma que ninguém notara a presença de uma “certa viúva pobre” que lançava “ali duas pequenas moedas” (v.2). Ninguém, a não ser Jesus. Ao revelar o verdadeiro caráter de tão devotada oferta e minimizar o deslumbre de alguns “a respeito do templo” (v.5), despertou em “Pedro, Tiago, João e André” (Mc 13:3) o desejo de conhecer os sinais dos tempos.

E as primeiras palavras do Mestre, foram: “Vede que não sejais enganados” (v.8).

O engano é ardiloso e sutil. Ninguém é enganado com uma nota de trinta reais, mas uma nota falsa de cinquenta reais pode passar despercebida. Os sinais apresentados por Jesus denotam períodos críticos, aos quais Ele denominou “princípio das dores” (Mt 24:8). O mundo passaria por diversas mazelas, desde guerras até “epidemias e fome em vários lugares” (v.11), “pois é necessário que primeiro aconteçam estas coisas, mas o fim não será logo” (v.9). E como não bastasse “todas estas coisas” (v.12), Jesus declarou que os justos seriam perseguidos e presos e alguns seriam mortos por causa do Seu nome.

Munidos de fé inabalável e caráter determinante, os discípulos teriam de enfrentar situações extremamente conflitantes e perigosas. Contudo, a fala de Cristo parece que não faz sentido algum: “Assentai, pois, em vosso coração de não vos preocupardes com o que haveis de responder” (v.14). Mas como não se preocupar diante de “reis e governadores” (v.12) ávidos por sangue? Como não ficar preocupado quando o cárcere foi consumado pela delação de “parentes e amigos” (v.16)? De que forma sossegar enquanto o ódio alheio é uma constante ameaça?

Creio que Estêvão foi o primeiro e grande exemplo de alguém que colocou em prática as palavras de Jesus. Sendo um “homem cheio de fé e do Espírito Santo” (At 6:5), o primeiro dentre os diáconos eleitos pela igreja primitiva, “cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (At 6:8). Mas sua vida de santa devoção despertou a inveja e o ódio no coração dos incautos religiosos, de forma que “discutiam com Estêvão” (At 6:9). No entanto, “não podiam resistir à sabedoria e ao Espírito, pelo qual ele falava” (At 6:10). Estêvão simplesmente decidiu confiar na promessa de Cristo e tornou-se a primícia dos mártires que, ao decorrer da história, deram testemunho de uma fé firme e de constante vigilância.

Conhecidos como “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17), os restantes dos últimos dias possuem responsabilidade ainda maior do que a que fora dada a Israel: ser “coluna e baluarte da verdade” (1Tm 3:15) em uma geração embriagada pelo engano. Homens que possuam tamanha hombridade a ponto de neles não se achar “nenhum erro nem culpa” (Dn 6:4). Mulheres cuja conduta virtuosa alcance o “favor de todos quantos as [vejam]” (Et 2:15). Cristãos sendo em tudo santificados, a fim de serem “conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts 5:23), que em breve virá “numa nuvem, com poder e grande glória” (v.27).

Vigiar e orar não são ordens dadas com a finalidade de criar uma expectativa sensacionalista, mas de preservar no coração a perseverança que redundará na vitória final. Não perseverar em práticas religiosas vazias e inclinadas à exaltação própria, mas em desenvolver o caráter do Céu:

Um caráter reto é de maior valor do que o ouro de Ofir. Sem ele ninguém pode subir a uma altura honrosa. Mas não se herda o caráter. Não pode ser comprado. A excelência moral e as belas qualidades mentais não são o resultado do acaso. Os mais preciosos dons não são de valor algum a menos que sejam aperfeiçoados. A formação de um caráter nobre é obra de uma vida inteira, e deve ser o resultado de esforço diligente e perseverante. Deus dá as oportunidades; o êxito depende do aproveitamento das mesmas” (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 153).

Permita que Deus escreva a história de sua vida e, certamente, ela não terá fim.

Feliz sábado, perseverantes!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas21
#RPSP



LUCAS 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de março de 2018, 0:20
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Palavras: 886

1 gazofilácio. No pátio das mulheres havia 13 caixas – em forma de trombeta – para arrecadar ofertas, com dizeres que mostravam em que essas ofertas seriam aplicadas. Bíblia de Genebra.

2 pobre. Uma palavra incomum no original (somente aqui, no Novo Testamento), que significa “muito pobre”. Ela deu todo o seu sustento (v. 4): duas moedas de cobre do mais baixo valor. Bíblia de Genebra. [Nota textual: Gr. lepta, moedas de cobre muito pequenas]. Bíblia de Genebra.

5 como o templo era adornado (NVI). “Tudo que não era revestido de ouro era do branco mais puro” (Josefo, Guerra judaica, 5.5.6). Herodes deu uma videira de ouro como um dos enfeites. Cada um de seus cachos tinha a altura de um homem. A plena exuberância do templo, conforme foi melhorado e adornado por Herodes, só veio a ser descoberta recentemente, mediante investigações arqueológicas no monte do templo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 Sou eu! Eu sou Jesus, o Messias (vindo pela segunda vez). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Sinaliza o início de uma nova seção. Aqui Jesus adverte aquilo que os discípulos enfrentariam imediatamente – perseguição, que se tornaria oportunidade para testemunho inspirado pelo Espírito (e.g., At 4:1-10; 26:1-31). Andrews Study Bible.

os entregarão às sinagogas (NVI). As sinagogas eram usadas, não somente para o culto e para o ensino religioso, mas também para a administração comunitária e para confinar quem aguardasse julgamento. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Antes, porém, de todas estas coisas. Aqui Lucas inclui (v. 12-16) uma parte do discurso profético no Monte das Oliveiras que Mateus não menciona, provavelmente porque Mateus já havia relatado quase a mesma linha de raciocínio, usando palavras bem parecidas, num discurso anterior (ver com. de Mt 10:12-16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 951.

13 Os problemas para a igreja significam também oportunidades para testemunhar. Bíblia de Genebra.

18 não se perderá um só fio de cabelo. Jesus havia recém advertido que alguns seriam mortos (v. 16); portanto, esta promessa deve olhar para a certeza definitiva da vida eterna com Deus (ver 12:7). Andrews Study Bible.

21 fujam para os montes. Quando um exército cerca uma cidade, o mais natural é buscar proteção dentro dos muros. Mas Jesus manda Seus seguidores buscar a segurança dos montes, porque a cidade estava condenada à destruição. Bíblia de Estudo NVI Vida.

montes. Só poderá ser a Transjordânia, para onde os crentes de Jerusalém fugiram antes da destruição da cidade em 70 d.C. Bíblia Shedd.

os que estiverem nos campos não entrem nela [em Jerusalém]. …moradores das áreas rurais, que vivem em pequenas cidades e vilas. CBASD, vol 5. p. 951.

22 estes dias são de vingança, para se cumprir tudo o que está escrito. Uma referência às maldições pela desobediência (ver Dt 27:11-26; 28:15-69). CBASD, vol 5. p. 951.

23 ira contra este povo. Ou seja, contra os judeus (ver com. de Mt 23:35; cf 5:29; sobre o plano de Deus para Israel e sua rejeição como nação, ver vol. 4, p. 13-17). CBASD, vol 5. p. 951.

24 serão levados cativos. Em conexão com a aplicação a Daniel acerca da restauração do cativeiro babilônico (ver com. de Dn 9:24, 25), foi acrescentada uma advertência de que a repetição dos erros que ocasionaram o exílio numa segunda destruição de Jerusalém e do templo (ver com. de Dn 9:26, 27). É a esta segunda destruição e à dispersão dos judeus que Cristo se refere aqui (ver com. de Mt 24:15-290; cf Lc 21:20). CBASD, vol 5. p. 952.

tempos dos gentios. A aparente autonomia que os judeus desfrutaram sob domínio romano, até 70 d.C., não foi restaurada; e, desde aquele ano, Jerusalém sofreu controle gentílico. Por causa da revolta de Bar Cocheba, reprimida em 135 c.C., todos os judeus foram proibidos de entrar na cidade, com ameaça de morte para a desobediência. Desde o ano 70 d.C., o templo não foi mais reconstruído. Romanos, sarracenos, normandos, turcos, cruzados e árabes, dentre outros, estiveram no controle da cidade e da antiga área do templo. Durante a guerra dos “seis dias”, no ano de 1967, Israel assumiu controle de toda a cidade, mas não da antiga área do templo (ver p. 65, 66). CBASD, vol 5. p. 952.

26 haverá homens que desmaiarão de terror. A última parte do versículo diz que o principal motivo para os seres humanos desmaiarem de terror é o abalo dos “poderes dos céus”. A cena aqui retratada recorre durante a sétima praga e sexto selo (PE, 41; GC, 636). “Os ímpios contemplam a cena com horror e espanto” (GC, 636), pedindo às montanhas e rochas que caiam sobre eles (Ap 6:14-17). CBASD, vol 5. p. 952.

28 erguei a vossa cabeça. Os seguidores de Jesus podem olhar estes sinais assustadores (vv 7, 11, 25) com confiança e alegria, sabendo que seu Salvador está voltando para eles. Andrews Study Bible.

redenção. Esta palavra significa livramento mediante o pagamento de um preço. Jesus pagou o preço no Calvário e agora ele olha para o cumprimento final daquilo que o livramento significa. Bíblia de Genebra.

31 está próximo o reino de Deus. Isto é, o reino da glória, em contraste com o reino da graça (ver com. de Mt 4:17; 5:2). CBASD, vol 5. p. 952.

34 orgia. Do gr kraipale, “intoxicação” ou “ressaca”. … Escritores gregos da área médica usavam kraipale para se referir a náusea e letargia que ocorrem após o excesso de bebidas. CBASD, vol 5. p. 952.

preocupações. Isto é, “ansiedade”, “Inquietações”. CBASD, vol 5. p. 952.

36 vigiai. Do gr agrupneo, “ficar sem sono”, literalmente, “manter-se desperto”. CBASD, vol 5. p. 952.

estar em pé na presença do Filho do Homem. Este é o objetivo supremo da vida cristã. CBASD, vol 5. p. 952.



Lucas 20 by Jobson Santos
30 de março de 2018, 1:00
Filed under: Lucas, Sem categoria

Texto bíblico: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/lucas/lc-capitulo-20/

Comentário devocional:

Neste capítulo, homens de alta posição e conhecimento vêm até Jesus (vv 1, 27). Eles O observam, fazem-Lhe perguntas e ouvem o que Ele tem a dizer (vv 20-22, 27-33). Mas o seu objetivo não é aprender com Ele; eles querem enredá-lo em Suas respostas na frente de uma grande multidão. E não se envergonham de fazer isso.

Contudo, no final do dia, quais são os resultados? Eles são abençoados? Seus corações são tocados e transformados pelo incomparável amor do Salvador e por Suas respostas sábias e atenciosas? Não! Jesus disse: “Esses homens serão punidos com maior rigor!” (v 47 NVI).

Por quê? Porque sua motivação estava equivocada. Eles se aproximaram de Jesus, para encontrar alguma falha nEle, para condená-Lo. A motivação deles era a morte de Jesus! Ele representava uma ameaça ao estilo de vida deles; por isso Ele tinha que morrer.

Qual é o seu estilo de vida? Você pode continuar vivendo desse modo na presença de Jesus? Qual é a nossa motivação ao irmos até Ele, hoje, lermos a Sua Palavra e lhe fazermos perguntas? Queremos corrigir e envergonhar a Jesus? Ou com corações humildes desejamos ser mudados e clamamos: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador!”? (Lc 18:13 NVI).

Lynn Carpenter
Enfermeira Missionária aposentada
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1239
Comentário original integral em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/04
Equipe de tradução: Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli/Jeferson Quimelli
Comentário em áudio Pr Valdeci: http://vod.novotempo.org.br/mp3/Reavivados/Reavivados30-03-2018.mp3



LUCAS 20 – COMENTÁRIO PR. ADOLFO SUÁREZ by Maria Eduarda
30 de março de 2018, 0:55
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LUCAS 20 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria

“Então, Jesus lhes replicou: Pois nem Eu vos digo com que autoridade faço estas coisas” (v.8).


Ensinar e evangelizar eram as duas principais ocupações de Jesus. E doutrinar um povo cujas raízes estavam firmes em tradições não era tarefa fácil. Jesus era constantemente arguido pelos líderes judeus, que O tentavam com perguntas cheias de malícia. Mas a réplica de Cristo no versículo acima descreve a triste condição espiritual daqueles que não O conhecem: não Lhe reconhecem a voz.

Israel teve a oportunidade de ser neste mundo luz em meio às trevas espirituais. De promover o evangelho da salvação em Cristo, alcançando os quatro cantos deste planeta. Mas, sorrateiramente, deu as costas ao Senhor ao rejeitar os apelos do Espírito Santo, maltratando e ignorando os profetas, um após o outro. Uma religião orgulhosa e ritualística tomou o lugar da “religião pura e sem mácula” (Tg 1:27), tornando a maioria insensível à essência do verdadeiro evangelho do reino.

Como uma vinha bem plantada, Jerusalém tinha tudo para ser a capital da verdade. Entretanto, seus “lavradores” (v.9) se acharam no direito de agir conforme a vontade de seus obstinados corações. Como iriam dar ouvidos às mensagens proféticas se negavam a ouvi-las? Como reconheceriam a Jesus e aceitariam as Suas palavras se mantinham seus olhos cerrados na escuridão de sua dura cerviz? E ao ouvirem do destino final de sua apostasia, disseram: “Tal não aconteça!” (v.16).

Amados, a realidade de Israel infelizmente não ficou no passado. Temos hoje uma grande parcela do mundo afirmando ser cristã, enquanto faz de Cristo um “gênio da lâmpada”. Querendo apenas ouvir o que é agradável, faz da Bíblia um livro de autoajuda e não a Palavra de Deus. E quando é proferida alguma palavra de advertência, esta é considerada dura demais de ser ouvida, cauterizando ainda mais o coração e, em uma versão atualizada do que disseram os líderes judeus, a exclamação é: “Deus me livre!

Ser cristão não é ser um “pacote” de tradições, mas um depósito da verdade. Se fingir de justo (v.20) pode até enganar a homens, mas jamais poderá enganar Aquele que sonda os corações. Jesus ensinou “o caminho de Deus segundo a verdade” (v.21) e Ele mesmo afirmou: “e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8:32). Jesus é a verdade (Jo 14:6). A Sua Palavra é a verdade (Jo 17:17). Porque é a respeito dEle que a Palavra testifica (Jo 5:39). Liberdade, portanto, não é viver conforme a minha própria vontade. Isso é escravidão. Liberdade é experimentar Jesus Cristo, a verdade que liberta! É apreciar a Sua Palavra tal qual ela é e aceitá-la como oráculo de Deus para minha vida.

Um dia, Jesus irá olhar para os lavradores infiéis de todos os tempos e terá de dizer: “Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos” (Mt 25:41). E dizer “Tal não aconteça!”, ou “Deus me livre!”, de nada vai adiantar. Mas, “os que são havidos por dignos de alcançar a era vindoura e a ressurreição dentre os mortos” (v.35), ouvirão o terno convite de Jesus: “Vinde, benditos de Meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mt 25:34). “Pois não podem mais morrer, porque são iguais aos anjos e são filhos de Deus, sendo filhos da ressurreição” (v.36).

Guardai-vos” (v.46), pois, de exercer justiça própria. Mas que nossa vida seja simplesmente a manifestação de quem foi salvo pela justiça de Cristo. Eis a verdade que liberta!

Bom dia, libertos pela verdade!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus
#Lucas20
#RPSP



LUCAS 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de março de 2018, 0:30
Filed under: Sem categoria
LUCAS 20 – A incredulidade é obstáculo ao reavivamento. A falta de fé é o grande empecilho para muitos alcançarem o elevado padrão que Cristo espera dos pecadores.
 
O capítulo em questão revela-nos importantes pontos que devem ser estudados com incessante oração:
 
• As autoridades eclesiásticas da igreja instituída por Deus questionaram a autoridade de Cristo, o enviado de Deus (vs. 1-8).
• O enviado de Deus intentou mostrar o quanto Seus críticos estão absurda e absolutamente equivocados. Sendo mestre em psicologia por conhecer como ninguém o ser humano, Jesus usou retoricamente a parábola dos lavradores maus (vs. 9-18).
• As autoridades judaicas, incomodadas com o contundente ensino de Jesus escancarando seus erros, intentaram matá-lO, como profetizado na parábola acima; porém, temendo ao povo, apenas O atacaram verbal e intelectualmente com respeito à questão de economia e política. Contudo, eles não contavam com a sabedoria excepcional de Cristo (vs. 19-26).
• Unindo-se aos fariseus no ataque ao Messias, os saduceus criaram uma questão complexa baseando-se na revelação jurídica sobre o levirato escrita em Deuteronômio 25:5, intentando mostrar falta de lógica na doutrina da ressurreição (vs. 27-40).
• Jesus utilizou da mesma arma dos Seus opositores para destruí-los: Fez uma pergunta (vs. 41-44); depois, os censurou, visando alertar o povo dos perigosos ensinos deles (vs. 45-47).
 
Observações:
 
No versículo 17 Jesus “confirmou a profecia citando Salmos 118:22. Os construtores judaicos tinham rejeitado a Cristo, a pedra. Eles não tinham lugar nos seus planos para ele. Mas Deus estava determinado que Ele teria o lugar de preeminência, fazendo dEle a principal pedra angular, uma pedra indispensável, e no lugar de maior honra” (William MacDonald).
 
Mais à frente, citando novamente as Escrituras Sagradas (Salmo 110), Jesus escancarou a incredulidade dos seus críticos.
 
• Quem não acredita na Palavra de Deus apega-se a qualquer crença esdrúxula.
 
Guilherme Miller, grande avivalista da doutrina do advento de Cristo, observou que, “as portas me tem sido abertas para proclamar a doutrina da segunda vinda de Cristo em quase todas as denominações… Em todos os lugares onde estive, os que mais prontamente receberam as verdades apresentadas são os mais piedosos, dedicados e ativos membros das igrejas, enquanto professores mundanos, fariseus, fanáticos, orgulhosos, arrogantes e egoístas zombam e ridicularizam a doutrina da segunda vinda de Cristo”.
 
Fora incredulidade! Precisamos reavivar-nos! – Heber Toth Armí.


LUCAS 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de março de 2018, 0:20
Filed under: Sem categoria

Palavras: 665

Todos os acontecimentos de 20.1-21.36 ocorreram na terça-feira da Semana da Paixão – um longo dia de controvérsia. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1 estando Jesus a ensinar o povo no templo e a evangelizar. Jesus estava trazendo as boas novas de Deus e, ao mesmo tempo, seus inimigos estavam conspirando contra Ele. Bíblia de Genebra.

principais sacerdotesescribasanciãos. Parece ser uma delegação do Sinédrio. Bíblia de Genebra.

2 com que autoridade fazes estas coisas? Especialmente a purificação do templo (19.45ss), que era um desafio violento às autoridades judaicas. Só o Messias teria tal autoridade, mas é impossível reconhecer a autoridade divina, se não estivermos dispostos a nos submetermos a ela.Bíblia Shedd.

5-6 Notar que eles não estavam preocupados com a verdade, mas com as consequências de suas possíveis respostas. Bíblia de Genebra.

16 Tal não aconteça! Ou seja, “nem pense nisso!”. Esta forte exclamação foi proferida quando os fariseus reconheceram na parábola um retrato do próprio destino (ver PJ, 295). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 948.

O povo reconhece as implicações da parábola e rejeita a possibilidade de que Deus, o proprietário da vinha, os destruiria. Andrews Study Bible.

17 A pedra que os construtores rejeitaram. O Salmo 118 foi cantado ao se completarem os muros de Jerusalém em 444 a.C. O v 22 desse salmo citado aqui referia à volta de Israel à Palestina e seu restabelecimento como nação. Bíblia Shedd.

principal pedra. O judaísmo esperava uma renovação gloriosa do templo, nos dias do Messias. 1Pe 2.4-9 mostra que esta esperança se cumpriu na edificação espiritual do templo que é a Igreja, o Corpo de Cristo (cf Jo 2.19-22; Ef 2.20-22). Bíblia Shedd.

22 é lícito? Isto significa”está de acordo com a lei de Deus?” Bíblia de Genebra.

24 Jesus … tornou claro que há deveres próprios para com Deus, mas também deveres para com o estado. Bíblia de Genebra.

25 Dai. Gr apodote, “pagai de volta”. Não é somente lícito, mas também um dever. Bíblia Shedd.

27 saduceus. Lucas menciona os saduceus somente aqui. Nenhum dos escritos deles permaneceu, por isso só os conhecemos através de seus oponentes. Eles eram conservadores e aristocratas e contavam os sumos sacerdotes entre os de sua classe. Rejeitavam a tradição oral dos fariseus e não encontravam base para a doutrina da ressurreição no Pentateuco [cinco livros de Moisés, a Torá]. Bíblia de Genebra.

34-36 Os saduceus achavam que se houvesse uma vida após a morte, seria algo semelhante a uma repetição desta vida. Jesus nega isto. O casamento é uma parte essencial desta vida, mas não da vida futura; portanto, a pergunta dos saduceus era inválida. Bíblia de Genebra.

35 O casamento, como nós conhecemos, será substituído por algo melhor, o que ainda não sabemos. Andrews Study Bible.

34 filhos deste mundo. Lit “século”, significa aqueles que, como os saduceus materialistas, adotam este mundo como seu alvo e exemplo. Bíblia Shedd.

36 filhos da ressurreição. …indica simplesmente os que ressuscitaram dos mortos. Eles receberam vida novamente pelo mesmo poder que lhes dera vida a princípio. Todo seu ser foi reconstituído para a vida em um mundo novo. CBASD, vol. 5, p. 949.

37 no trecho referente à sarça (Êx 3.2). Antes da divisão em capítulos e versículos, as passagens nas Escrituras eram mencionadas por seu conteúdo. Bíblia de Genebra.

As divisões em capítulos foram feitas em 1244 d.C. e em versículos entre os séculos VI e X. Bíblia Shedd.

39 alguns dos escribas respondeste bem! Na sua grande maioria eram fariseus, os quais aceitavam a ressurreição (At 23.6-8), e portanto aprovaram a resposta de Jesus. Bíblia Shedd.

44 Na ordem patriarcal, o mais velho não podia honrar o mais novo assim. É uma referência à preexistência e deidade de Cristo, o Messias (cf Mt 22.41ss; Mc 12.35ssn). Sendo eterno, Ele é antes de Davi, como também de Abraão (cf Jo 8.58). Bíblia Shedd.

A inevitável resposta é que o Cristo [Messias] é mais do que somente um filho de Davi. Jesus, portanto, responde indiretamente à pergunta: “Com que autoridade fazes estas coisas?”. Andrews Study Bible.

45 Ouvindo-O todo o povo. Em outras palavras, enquanto os escribas e fariseus estavam ouvindo Jesus. CBASD, vol. 5, p. 949.




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