Reavivados por Sua Palavra


ISAÍAS 43 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by jquimelli
2 de julho de 2017, 0:25
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Que te criou. Deus tinha criado Israel, como uma nação, para honrar Seu nome (v. 7, 21). Até, então, tinham falhado nisso. No entanto, Deus tentava fazer com que vissem que ainda eram Seu povo, chamado por Seu nome, e ordenados a serem Seus representantes especiais e Suas testemunhas entre as nações (Is 43:10; 44:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 270.

Pelas águas. Não lhes foi prometida ausência de dificuldades e aflições, mas consolo e livramento final. … Muitas vezes, Israel passou “pelo fogo e pela água”, mas Deuso salvou (Sl 22:12; cf. Is 8:7, 8). … Na Bíblia, com frequência, água e fogo simbolizam agentes purificadores (Nm 8:7; Jó 23:10; cf. 2Pe 3:5-7). CBASD, vol. 4, p. 270.

Dei o Egito por teu resgate e a Etiópia e Sebá, por ti. Ver com. de Gn 10:6, 7. Alguns sugerem que este versículo se refere à queda do Egito, Etiópia e Sebá pelas mãos da Pérsia, em trocada libertação dos judeus do cativeiro babilônico. Ciro promulgou o primeiro decreto permitindo que os judeus deixassem Babilônia e reconstruíssem o templo (2Cr 36:22; Ed 1:2-4), e seu filho Cambises conquistou o Egito (ver vol. 3, p. 350). A ideia dominante aqui é o elevado valor de Israel aos olhos do Senhor. CBASD, vol. 4, p. 270.

trarei a tua descendência desde o Oriente e a ajuntarei desde o Ocidente. Estas palavras tiveram um cumprimento parcial no retorno dos judeus do cativeiro babilônico. elas teriam outro cumprimento na reunião dos fiéis de todas as partes do mundo durante a era cristã (ver p. 21-23). O cumprimento completo se dará apenas quando os justos forem reunidos desde os quatro cantos da Terra por ocasião da volta de Cristo (Mt 8:11; 24:31; Lc 13:29). CBASD, vol. 4, p. 271.

Não retenhas. Com linguagem poética, Isaías continua a descrever a conversão de pessoas de todas as nações. CBASD, vol. 4, p. 271.

Todas as nações. As nações da terra são exortadas a apresentar seu caso diante do tribunal do universo. Elas terão a oportunidade de se vindicar. Mas, senão puderem fazer isso, serão chamadas que o Senhor é Deus e que Seus caminhos são verdade. CBASD, vol. 4, p. 271.

10 Vós sois as Minhas testemunhas. Todos os que reconhecem a Deus (v. 9) são chamados a serem Suas testemunhas perante o mundo. … De forma especial, no passado, os judeus deviam testemunhar de Deus. Como nação, deviam ser testemunho vivo que que o Senhor é Deus. O remanescente em jerusalém, depois da invasão de Senaqueribe, era, para o mundo daqueles dias, um testemunho do amor de Deus por Seu povo e de Seu poder para livrá-lo. Mesmo hoje, embora não seja mais o povo escolhido de Deus, a nação judaica é um notável testemunho de que a palavra de Deus é verdadeira. A igreja atualmente tem um papel similar ao de Israel na Antiguidade (ver 1Pe 2:9). CBASD, vol. 4, p. 271.

11 Fora de mim. Quando veio ao mundo, Jesus tinha o propósito de salvar “Seu poco dos pecados deles” (Mt 1:21). Não há outro meio de salvação (At 4:12). CBASD, vol. 4, p. 271.

12 Deus estranho não houve entre vós. Isto é, nenhum ídolo (Dt 32:16; Is 42:8; 44:10; Jr 3:13). Quando Israel servia os deuses estranhos, o Senhor não podia manifestar Seu poder em favor do povo. CBASD, vol. 4, p. 271.

16 Um caminho no mar. Alusão à travessia do Mar Vermelho (Êx 14:16; Sl 77:19). CBASD, vol. 4, p. 272.

18 Não vos lembreis. Deus fez grandes coisas por Seu povo no passado, mas aquelas eram pequenas em comparação com o que faria no futuro. CBASD, vol. 4, p. 272, 273.

24 E Me cansaste com as tuas iniquidades. Os requisitos divinos são razoáveis e para o bem do ser humano, mas este não estava disposto a fazer sua parte. Deus estava cansado da hipocrisia de sua pretensa adoração (Is 1:13, 14). CBASD, vol. 4, p. 273.

26 Entremos juntos em juízo. Na linguagem jurídica de seu tempo, Isaías convoca o povo de Israel a se apresentar perante o tribunal divino.  CBASD, vol. 4, p. 273.

28 Pelo que profanarei os príncipes do santuário. O juízo caiu sobre o povo de Judá por causa de suas transgressões. Os pagãos os insultaram quando os exércitos de Senaqueribe cercaram Jerusalém. CBASD, vol. 4, p. 273.


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