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Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra
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Comentário devocional:
Lealdade para com a vontade de Deus é mais importante do que ofertas e templos.
Deus havia instruído Seu povo para não dar os seus filhos em casamento aos de outras nações. Entretanto, “O povo de Israel, inclusive os sacerdotes e os levitas, não se mantiveram separados dos povos vizinhos e de suas práticas repugnantes, como as dos cananeus, dos hititas, dos ferezeus, dos jebuseus, dos amonitas, dos moabitas, dos egípcios e dos amorreus “(v. 1 NVI).
Na verdade, os líderes e governantes tinham sido os mais infiéis, tomando algumas das filhas destas nações como esposas para si e para seus filhos (v. 2).
Reforma significa mudar ou alterar os nossos caminhos para se harmonizarem com a vontade de Deus. E para que a reforma comece, os líderes espirituais e o povo devem se humilhar a Deus em oração e jejum.
Quando Esdras ouviu o que tinha acontecido, rasgou as suas vestes, iniciou um jejum e continuou a orar a Deus, pedindo perdão e mudança dos corações do povo de Deus (v. 5, 6).
A menos que vejamos quão feio é o pecado e busquemos perdão e mudança de coração, não viveremos uma reforma.
Pardon Mwansa
Vice Reitor da Universidade Rusangu, Zambia
Ex Vice-Presidente Geral da Conferência Geral da IASD
Trad JAQ/GASQ
Também disponível em: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/9 e https://www.facebook.com/ReavivadosPorSuaPalavra/
Texto original: http://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/ezr/9
Publicação anterior: https://reavivadosporsuapalavra.org/2013/06/02/
Tradução Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
Texto bíblico: Esdras 9
Comentário em áudio Pr Valdeci
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
Leituras da semana programa Crede em Seus Profetas:
http://www.revivalandreformation.org/bhp/pt/sop/pp/47-48 e https://credeemseusprofetas.org/
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Resumo do capítulo: Em Jerusalém, os líderes dizem a Esdras que alguns do povo haviam se casado com mulheres estrangeiras. Ele rasga as vestes e ora: “Ó Senhor, nos esquecemos dos Seus mandamentos. Realizamos casamentos mistos com esses povos de práticas repugnantes!”.
1 Acabadas, pois, estas coisas. Ou seja, quatro meses e meio após achegada (7.9; 10.9) (Bíblia de Genebra).
Não se separaram. A questão não era a diferença racial, mas a religiosa, conforme os versículos seguintes dão a entender (vs. 10-12; 4.3)(Bíblia de Genebra).
Malaquias, que profetizou quase na mesma época da missão de Esdras, mostra que alguns judeus tinham desfeito casamentos para se casarem com filhas de um deus estrangeiro (Ml 2.10-16), talvez as filhas de proprietários influentes de terras. Uma das razões desses casamentos mistos fosse a falta de mulheres judaicas casadouras entre as que retornavam. O que acontecia numa comunidade judaica relapsa na questão de casamentos mistos pode ser visto no exemplo do povoamento judaico em Elefantina, no Egito, na época de Esdras e Neemias. Ali, os judeus que se casavam com mulheres pagãs manifestavam devoção aos deuses pagãos juntamente com o culto ao Senhor. A comunidadede Elefantina foi paulatinamente absorvida e desapareceu (Bíblia de Estudo NVI Vida).
os príncipes. É notável que a queixa sobre uma questão religiosa dessa natureza tenha vindo das autoridades seculares e não das eclesiásticas da cidade. A razão para essa situação incomum é o fato de que dignitários religiosos da nação não só toleravam a prática dos casamentos mistos, mas também eram culpados (v. 2). Já que parentes próximos de Jesua, o antigo sumo sacerdote, tinham desposado mulheres estrangeiras, não é estranho que um movimento de reforma nesse assunto não tenha surgido com os sacerdotes. Se os próprios líderes religiosos estavam envolvidos, é compreensível que as outras classes tenham permanecido em silêncio. No entanto, quando a situação chega a tal ponto e os ministros se corrompem, pela providência divina os leigos se levantam e tomam a iniciativa de empreender uma reforma religiosa (CBASD-Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol 3, p. 414).
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Quem se dispõe a colocar Deus em primeiro lugar e no centro de tudo decidirá e fará somente aquilo que é da Sua vontade, seja na igreja ou no trabalho, no namoro e no casamento. O alvo diário não será os próprios interesses, mas sempre os de Deus.
Contudo, o povo de Esdras colocou seus próprios interesses acima dos interesses divinos; então, o destino dos judeus rumou-se para o plano do diabo. Observe a sequência:
- Líderes e oficiais do povo de Deus uniram-se a mulheres pagãs e enveredaram para práticas perversas/imorais dos povos pagãos (vs. 1-2);
- Note a atitude de Esdras diante destes fatos, em suas palavras: “rasguei minha roupa – até minha túnica – arranquei cabelo da cabeça e da barba e me joguei no chão, desesperado” (v. 3).
- No sacrifício da tarde, Esdras criou coragem e com as vestes rasgadas não se levantou para condenar e/ou acusar o povo transgressor, mesmo sabendo que os mesmos pecados praticados levaram os pais dos ex-exilados ao cativeiro. Ele assumiu a culpa do povo baseando-se no caráter incomparavelmente misericordioso de Deus e pôs-se a orar, interceder perante Deus, pelo povo. (vs. 4-15).
Casamentos com pessoas que não têm as mesmas crenças na Bíblia, certamente trarão mais males que bênçãos. O dilúvio foi necessário porque tais casamentos enfraqueceram tanto o povo de Deus que resultou na multiplicação da maldade e no aumento da imoralidade. Por isso, Deus precisou tomar atitudes drásticas (Gênesis 6:1-6).
Visando preservar a espiritualidade das famílias de Seus filhos e o processo de desenvolvimento da fé no ambiente familiar, Deus foi categórico em proibir casamentos com quem não tinha compromisso com Ele (Êxodo 34:14-16), pois enfraqueceria e desviaria a nação/igreja inteira dos trilhos que levam ao Céu (Deuteronômio 7:1-6; Josué 23:11-13).
Apesar dessa terrível transgressão, Esdras fez o que muitos reformadores espirituais ignoram: Interceder com compaixão pelos transgressores.
- Diante de qualquer problema do povo de Deus não podemos nos precipitar com atitudes drásticas para inibir ou resolver a situação;
- Os transgressores precisam de intercessores mais do que os santos;
- Os acusadores dos transgressores são agentes do destruidor, não do Salvador.
Duas lições:
- Case para a glória de Deus; e,
- Interceda por quem casou para sua própria glória.
Vamos orar? – Heber Toth Armí #rpsp #ebiblico #rbhw
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“Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a Ti a face, meu Deus, porque as nossas iniquidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa cresceu até aos céus” (v. 6).
Após a chegada do povo a Jerusalém, e após a reforma espiritual liderada por Esdras, os príncipes do povo o abordaram acerca da violação de um voto. O povo, incluindo os líderes e magistrados, havia se enredado em casamentos mistos, ou seja, “se misturou a linhagem santa com os povos dessas terras” (v. 2), o que Deus já havia advertido que não fizessem (v. 12, Vide Êxodo 34:11-16). Não haveria a bênção do SENHOR nestas alianças. Imaginem o desespero de Esdras. Liderando o que restou do povo, se deu conta de que estava diante de um remanescente que ainda não fazia diferença entre o santo e o profano. Ao se misturarem os filhos de Judá com as mulheres dos povos, trouxeram para si costumes e tradições pagãs que os levariam para o mesmo caminho que os conduziu para o cativeiro. Esdras como um profundo conhecedor das Escrituras sabia que isto acarretaria sérias consequências. Mas não foi isso que o afligiu. O verso 6 relata que ele ficou envergonhado diante de Deus. A sua atitude em rasgar as vestes, o manto e arrancar tanto os cabelos da cabeça quanto da barba (v. 3) eram manifestações de extrema humilhação. Esdras rasgou o coração perante o SENHOR e ficou mui aflito pela ingratidão do povo. Apesar de todas as transgressões cometidas, Deus o libertou e lhe concedeu graça (v. 8 ) e misericórdia (v. 9). Só que o povo havia deixado os Seus mandamentos (v. 10) e prosseguia em fazer o que bem quisesse. Como, pois, esperar pela bênção de Deus se viviam a aparentar-se “com os povos destas abominações?” (v. 14).
Hoje em dia ter uma atitude como a de Esdras seria considerado loucura ou fundamentalismo. Na era da liberdade religiosa pensar que um cristão não pode envolver-se com um ateu, por exemplo, é ser retrógrado e extremista. Voltando ao antigo testamento, ao observarmos toda a trajetória de Israel, eu pergunto: Qual foi a principal causa de declínio da nação eleita? Só alguns exemplos: Abraão tomou Hagar, a egípcia, como esposa e gerou a Ismael, que deu origem aos ismaelitas, eternos inimigos de Israel; Sansão envolveu-se com Dalila, filisteia, e terminou cego, como um bobo da corte e tendo o mesmo fim de seus inimigos; Acabe casou-se com Jezabel, adoradora de Baal, que influenciou gerações com suas abominações; dentre tantos outros casos que tornaram a nação santa em opróbrio diante das demais nações. Esdras sentiu vergonha em naquela altura do campeonato, o povo ainda não ter despertado de sua ignorância. Não pelo fato de não serem conhecedores da Palavra, mas por a transgredirem sem nem sentir culpa por isto.
Será que hoje é diferente? Será que o fato de vivermos em uma sociedade “livre”, isso nos autoriza a vivermos e nos relacionarmos como todo o mundo vive e se relaciona? Ah, amados, que cautela precisamos ter atualmente! Existe em nossos dias uma mistura tão perigosa e tão sutil, que se não nos apegarmos firmemente ao ASSIM DIZ O SENHOR, o que é santo iremos ignorar e o que é profano aceitaremos sem problema algum. Quando Cristo intercedeu por nós junto ao Pai, Ele expressou qual deve ser a nossa reação diante das coisas deste mundo: “Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal. Eles NÃO SÃO DO MUNDO, como também Eu não sou” (João 17:15-16). Vocês compreenderam as palavras de Cristo? Ele não pediu que Deus nos tirasse do mundo, mas que nos livrasse de seus males. E ainda completou dizendo que nós não somos daqui. Não pertencemos a este lugar, assim como Ele também não. O Deus EU SOU, pela primeira vez diz: “Eu não sou“! E assim como Ele não é, Ele afirma que todo aquele que dEle é, também não pertence a esta terra. Ora, e se não somos do mundo, faz algum sentido estabelecer aliança com quem pertence a este mundo?
Meus irmãos, não sou eu quem diz isto, mas o SENHOR. Precisamos ter muito cuidado com as nossas escolhas. Elas podem influenciar toda uma geração, ou até mesmo gerações futuras. As consequências podem não ser percebidas rapidamente, mas poderão provocar uma colheita tardia e inevitável. E se por um acaso já vivemos os resultados desastrosos provenientes de más escolhas, que o nosso coração se abra hoje como o de Esdras, e como Ele, coloquemos diante do SENHOR a nossa culpa e confessemos os nossos pecados: “Ah! SENHOR, Deus de Israel, justo és, pois somos os restantes que escaparam, como hoje se vê. Eis que estamos diante de Ti na nossa culpa, porque ninguém há que possa estar na Tua presença por causa disto” (v. 15).
Hoje há um restante da descendência, um remanescente, “os que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17). Será “este restante que escapou” (v. 13) dos enganos e misturas abomináveis deste mundo que será salvo no grande Dia do SENHOR. Não se deixe enganar pelo relativismo deste mundo, mas apegue-se ao ESTÁ ESCRITO, e assim como Jesus, ainda que no deserto da tentação (Mateus 4), como Ele venceu, você também vencerá (Vide Apocalipse 17:14)!
Bom dia, servos do Deus que não nos desampara (v. 9)!
Desafio do dia: peça ao SENHOR que lhe dê sabedoria para saber fazer diferença entre o certo e o errado. Certamente o Espírito Santo lhe conduzirá e lhe dirá: “Este é o caminho, andai por ele” (Isaías 30:21).
*Leiam #Esdras9
Rosana Garcia Barros
