Reavivados por Sua Palavra


Isaías 25 by Jeferson Quimelli
21 de março de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Isaías continua a falar sobre o fim dos tempos. Satanás e o exército do céu serão “presos” pelas circunstâncias do milênio e a seguir, juntamente com os governantes da terra, serão punidos no julgamento executivo de Deus, quando serão destruídos (24:22). Então o Senhor “reinará no monte Sião” (24:25b NVI).

Isaías está tão entusiasmado que abre o capítulo 25 com um louvor de gratidão. Ele diz como Deus o impressionou com a realização das “maravilhas … há muito planejadas” (v. 1d NVI). O profeta vê as cidades do mundo transformadas em montes de entulho (v. 2a), cidades fortificadas em ruínas (v. 2b),  palácios destruídos (v. 2c ) que jamais serão reconstruídos (v. 2d).

Um povo forte, o povo de Deus, entretanto, glorificará ao Senhor (v. 3a-b) porque durante todo o tempo, e em especial no tempo de angústia (Daniel 12:1), Deus foi “a fortaleza do necessitado” (v. 4b ARA), “refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor” (v. 4c). O Senhor, neste tempo, subjugou os cruéis e silenciou o triunfo dos tiranos (v. 5a -b).

Isaías vê, ainda, o Senhor colocar um banquete para os salvos (v. 6a). Este é o período após a ressurreição de que fala Daniel ( Dan. 12:1-2). O ajuntamento dos ressuscitados significa que a morte foi destruída “para sempre” (v. 8a NVI). “Deus mesmo, então, “enxugará as lágrimas de todo rosto” (v. 8b), cena que João também contemplou (Apoc. 21:4).

Nenhum rei terreno permite que seu povo se assente com ele. Os salvos, entretanto, se assentarão com seu Deus e dirão: “Este é o nosso Deus; nós confiamos nEle, e Ele nos salvou. Este é o Senhor, nós confiamos nEle; Exultemos e alegremo-nos pois Ele nos salvou” (v. 9 NVI).

Por fim, Isaías mostra em contraste o destino dos inimigos de Deus (Moabe), quando Deus abaterá o orgulho deles a ponto de destruir completamente suas fortalezas e seus muros (v. 10-12).

O mal em todas as suas formas estará, então, totalmente exterminado naquele tempo em que o Senhor reinar em Jerusalém, “no monte Sião”. 

Querido Deus,
Isaías nos faz almejar fortemente pelo nosso resgate e maravilhoso banquete no Monte Sião. Concede-nos o privilégio de participarmos desse grande evento. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/25/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto biblico: Isaías 25 



Isaías 24 – foco by Jeferson Quimelli
20 de março de 2014, 5:27
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Como todas as mensagens proféticas de Isaías, a do cap. 24 foi originalmente dirigida ao Israel literal e descreve o modo como Deus deixaria a terra desolada e como teria vencido os inimigos de Israel se este tivesse sido fiel. Mas, em vista da infidelidade desse povo, essa profecia, como outras, será cumprida com o povo de Deus hoje. João aplica essa descrição da Terra à sua condição desolada durante o milênio (Ap 20).

Isaías fala dos juízos de Deus sobre diversas nações (Is 13-23). Mas, a partir deste capítulo, sua visão profética se dirige ao horizonte mais amplo da história. Nos cap. 24 a 28, ele descreve as cenas finais, quando o povo de Deus será liberto e seus inimigos derrotados. Neste capítulo, o profeta apresenta uma descrição vívida da terra depois que os reis forem subjugados (v. 21, 22) e antes de o Senhor reinar “no monte Sião e em Jerusalém” (v. 23).

CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia – vol. 4, p. 198



Isaías 24 by Jeferson Quimelli
20 de março de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Neste capítulo Isaías se refere ao fim dos tempos. Ele descreve vividamente uma série de eventos que acontecerão consecutivamente. Fenômenos devastadores acontecerão dentro do plano do Senhor (v. 1), o que também é mencionado em Joel 1:15. “O Senhor vai arrasar a terra … e espalhará seus habitantes” (v. 1 NVI). Estes eventos alcançarão a todos. O sacerdote sofrerá junto com o povo, o mestre com o servo, a senhora com sua criada, o credor com o devedor (v. 2).

“A terra será completamente arrasada e totalmente saqueada” (v. 3a), um tema que também é mencionado por outros profetas. Os mais altos líderes perderão o seu poder: “definham os nobres da terra” (v. 4). A terra está poluída e contaminada fisica e moralmente porque “seus habitantes … desobedeceram às leis, violaram os decretos e quebraram a aliança” (v. 5 NVI). Os que vivem na Terra são considerados culpados “e poucos homens restarão” (v. 6 ARA). 

As colheitas sofrerão (v. 7). Cessarão as manifestações musicais (v. 8). As cidades ficarão em ruínas e as casas silenciosas (v. 10 e 12). Note que Isaías não está descrevendo apenas uma cidade, mas toda a terra (v. 13).

Neste tempo, os fiéis erguerão as vozes e cantarão de alegria (v. 14). O nome do Senhor, o Deus de Israel espiritual, é glorificado devido ao derramamento do Espírito em todo o mundo (Joel 2:28): “Desde os confins da terra ouvimos cantar: ‘Glória seja dada ao justo!” (v. 16 NVI).

O profetizado tempo de angústia fará os fiéis dizerem como Isaías: “Ai de mim … Os traidores agem traiçoeiramente!” conosco (v. 16 NVI). O terror confronta os habitantes da terra (v. 17). As pessoas fogem do terror, mas aquele que escapar de um perigo cairá em outro (v. 18). A descrição é de algo que não é humanamente concebido: “as represas do alto de abrem, e tremem os fundamentos da terra” (v. 18c NVI). A terra se despedaça, é sacudida violentamente, cambaleando como um bêbado (v. 19-20).

Neste dia o Senhor castigará o exército do céu (Satanás e seus anjos), assim como os reis da terra (v. 21). Os reis ficarão confinados ao túmulo e Satanás condenado à solidão na terra por 1000 anos. “Depois de muitos dias” [1000 anos], os reis viverão novamente e serão destruídos com Satanás” no julgamento executivo, pelo Messias Guerreiro, Jesus Cristo, em Sua erradicação definitiva do mal (v. 22).

No céu, o sol e a lua não serão mais necessários porque naquele tempo “o Senhor dos Exércitos reinará no monte Sião e em Jerusalém”, na presença de Seu povo (v. 23 NVI).

Querido Deus,
Isaías abre nossos olhos para o fato de que estás no controle da história e dos eventos futuros. Por favor, assuma também o controle de nossas vidas e cuida de nós, para que permaneçamos firmes alegres em meio aos perturbadores acontecimentos que ocorrerão ao nosso redor. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/24/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 24 



Isaías 23 by Jeferson Quimelli
19 de março de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Neste capítulo, Isaías se concentra em uma cidade muito popular na sua época, Tiro. Parece que “todos os caminhos levavam a…” Tiro. 

Ezequiel fala da queda de Tiro durante o reinado de Nabucodonosor (Ezequiel 26-28). O rei de Tiro tinha o espírito de rebelião de Lúcifer (Ezequiel 28:11-19). Isaías viu a queda de Tiro muito antes que esta acontecesse. Isaías está tentando dizer ao povo de sua época que a queda de qualquer cidade ou império acontece porque, como uma luva nas mãos de Lúcifer, ela está  manifestando o mesmo espírito de rebelião mostrado no Céu, não importa o quão disfarçada seja essa rebelião.

Os impérios e cidades do passado eram todos, em certo sentido, “Babilônias” porque se consideravam como sendo os “portões dos deuses” (que é, em verdade, o significado da palavra Babilônia). Cada vez que uma cidade caia, isto era atribuído a alguns pecados que teriam feito os deuses ficarem com raiva. Isaías queria mostrar que todos esses juízos vinham do Senhor. Mas esses desastres da história não podem ser comparados com o desastre global que ocorrerá durante o julgamento executivo de Deus no tempo do fim.

Tiro era como um polvo com tentáculos em todos os países (v. 1b), com navios espalhados em cada porto comercializando mercadorias de todos os lugares (v. 2b). Ela era “o mercado das nações”, a Wall Street dos tempos antigos (v. 3c). Seus “pés a levaram até longe” (v. 7c). Tiro era um centro de entretenimento, artes cênicas e música, um lugar de “muitas canções” (v. 16 NVI).

Isaías adverte que, apesar de Tiro ter sido uma cidade aparentemente feliz (v. 7) isto não iria durar (v. 12). Quando o Senhor destruísse o centro econômico da cidade não haveria haverá mais nela fortaleza (v.14). O Senhor é Aquele que derruba impérios e capitais de impérios. Ele estende a mão e faz tremer os reinos (v. 11).

Esta profecia não se aplica somente a Tiro, mas também contra toda a terra de Canaã, e isto não por uma arbitrariedade divina. Canaã era tão má que Deus ordenou que suas fortalezas fossem destruídas (v. 11). Mas os israelitas não obedeceram à vontade de Deus e se estabeleceram nessas cidades, tornando-se seculares, abandonando ao Senhor. 

Essas cidades canaanitas com sua glória artificial, relacionamentos enganadores, e felicidade falsa, eram agentes de Satanás. 

Mesmo que seus habitantes fugissem para morar em outros países a fim de escapar da punição, não encontrariam lá descanso (v. 12b), diz a Palavra do Senhor.

A profecia de que Nabucodonosor viria e destruiria Tiro e que esta ficaria “despojada” (v. 13 NVI) ou “arrasada” (ARA) por 70 anos se tornou realidade. Isaías fala de Tiro como uma “prostituta esquecida” (v. 16 NVI), mas que ao final de 70 anos seria restaurada (v. 17). Apesar de continuar a existir ali a maldade e a impureza, como qualquer cidade portuária, entre os seus habitantes haveria aqueles que utilizariam sua influência e recursos financeiros para promover a adoração do Senhor.

A principal mensagem de Isaías sobre a queda de Tiro encontrará seu clímax no próximo capítulo, que tratará também da queda da Terra.

Querido Deus,
há uma Tiro em cada um de nós que apela fortemente a nossas paixões e emoções. Ajuda -nos e libertar-nos do espírito de Tiro para que ele não destrua nossa espiritualidade e relacionamento conTigo. Amém. 

Koot van Wyk
Sangju , Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/23/
Traduzido por: JAQ/JDS
Texto bíblico: Isaías 23 



Isaías 22 by Jeferson Quimelli
18 de março de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus | Tags:

Comentário devocional:

Isaías é um artista que com palavras cria belos quadros mentais. Neste capítulo, o primeiro quadro é o do Vale da Visão (v. 1), em que ele retrata o que acontecerá com Jerusalém. Ele descreve as pessoas no topo de suas casas, assustadas porque as ruas da cidade estavam cheias de barulho por conta  daqueles que haviam sido feridos na batalha (v. 2). Além disso, os governantes tinham fugido da cidade, mas foram capturados (v. 3).

Isaías se sente terrivelmente mal a respeito deste desastre a ponto de chorar amargamente e pedir para ficar só (v. 4). Segundo Isaías, este “dia de alvoroço, de atropelamento e confusão” vem “da parte do Senhor” (v. 5).

Joel profetizou um dia semelhante, aplicando-o à Segunda Vinda de Cristo, em um outro vale: “pois o dia do Senhor está próximo, no vale da decisão” (Joel 3:14 NVI). Em Joel, os santos estarão em segurança na Sião celestial e o Senhor mesmo será o refúgio para o Seu povo (Joel 3:16).

As pessoas mencionadas por Isaías não alcançaram esta segurança. Para eles este é um dia de choro e grande “clamor que vai até aos montes (v. 5d). Parece até que Isaías está pintando para nós o que acontecerá pouco antes da segunda vinda de Cristo.

O próximo quadro pintado em palavras por Isaías também descreve Jerusalém. Os vales próximos estavam cheios de cavalos e carros prontos para o ataque (v. 6, 7). Então, o Senhor remove a proteção de Judá (v. 8). O problema com os habitantes da cidade de Davi, era de que eles dependiam das armas guardadas no Palácio da Floresta (v. 8b. Ver 1 Rs 7:2-6; 10:17-21) em vez de no Senhor.

Eles repararam as paredes, fizeram túneis para canalizar água para dentro dos muros (2 Rs 20:20; 2 Cr 32:4,5, 30) e, em seguida, derrubaram algumas casas para fortalecer os muros (v. 9-10). Mas faltou a eles, neste momento, o foco adequado para seu choro e lamentações (semelhante ao que acontecerá no tempo do fim). Eles choravam por causa das ameaças humanas que estavam sobre eles, mas deveriam chorar pelo seu pecado e dureza de coração. Seu foco não estava em Deus, mas em outras coisas. Eles diziam: “comamos e bebamos, porque amanhã morreremos”(v.12-14). Não houve sacrifícios nem sinal de arrependimento, mesmo em face da morte (v. 14). 

Em outro quadro, Isaías retrata Sebna, o responsável pelo Tesouro do rei, que deseja ter um funeral real para si em Jerusalém (v. 15-16). A punição pela sua arrogância seria ser agarrado pelo Senhor, ser embrulhado como uma bola e atirado para um enorme país, morrendo ali, em vergonha (v. 17-18). Em seu lugar Deus convocaria o Seu servo, Eliaquim (v.20), que teria autoridade e poder. Ele será como uma “estaca em terreno firme” (v. 23 NVI) e quando ele abre ou fecha uma porta, ninguém pode fechá-la ou abri-la (v. 21-23), o que nos lembra a autoridade suprema de Jesus (Apoc. 3:7). Deus honra seus servos humildes e fiéis.

A seguir, Isaías parece voltar aos primeiros quadros que retratam o cerco e queda de Jerusalém e que também podem retratar a situação dos últimos dias:  “Naquele dia, anuncia o Senhor dos Exércitos, a estaca fincada em terra firme cederá” (v. 25 NVI). Na Segunda Vinda, honras, graduações, títulos, certificados, placas, medalhas, coroas, mantos humanos nada valerão e serão retirados, porque para a ressurreição e a mudança para o céu, eles não são mais necessários.

Querido Deus,
Isaías nos convida a refletirmos sobre o tempo do fim e nós Te agradecemos por isso. Impressiona-nos com a importância de colocar a Ti colocá-lo em primeiro lugar em nossas vidas. Aceita e fortaleça a nossa decisão de Te escolher e de desprezar o mundo por amor a Jesus. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto bíblico: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/21/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 22 



Isaías 21 by Jeferson Quimelli
17 de março de 2014, 0:00
Filed under: segurança | Tags:

Comentário devocional:

No capítulo anterior, Isaías mencionou que as pessoas fugiram do rei da Assíria quando ele invadiu o Egito, na época governado pelos etíopes. Assim, houve deportações em massa tanto de egípcios quanto de etíopes. Quando os assírios tomaram Samaria também deportaram israelitas. Esta é a razão porque Isaías questionava no capítulo anterior a busca das pessoas por segurança e por um lugar seguro.

Neste capítulo três visões são apresentadas: uma contra a Media e Elão [Pérsia], a outra contra Edom e a última contra a Arábia. Isaías recebeu essas visões quando Acaz morreu e Ezequias se tornou rei de Judá.

Em seu tempo, Isaías era um especialista em assuntos mundiais, mas a sua capacidade vinha de cima. Os termos que utilizava eram: “Deus sabe”, “Deus diz:”; isto é, “a segurança está somente em Deus”. Nós sabemos que Satanás está em um “Grande Conflito” contra Deus. É por isso que Isaías diz: “Eu tive uma visão terrível”. O “traidor fora traído, o saqueador, saqueado” (v. 2), refere-se às ações de Satanás, quando um destruidor era saqueado por outro destruidor. É Satanás que leva as nações a atacarem e destruírem umas às outras. 

A reação de Isaías a esta visão foi de choque (v. 3). O horror tomou conta dele e ele ficou tremendo (v. 4). Ele viu os medos e os persas  a colocar a mesa, comer e beber e, em seguida, os capitães e os seus homens lustrarem seus escudos (v. 5). Isaías viu a guerra. A visão assume proporções comparáveis ao “tempo do fim”: o Senhor pede ao guarda para que fique alerta nas torres e relate o que vê (v. 6-7). O vigia enfatiza que está fazendo o seu trabalho fielmente (v. 8). A vigilância aqui descrita é uma tarefa dada por Deus e não apenas mais uma tarefa militar de seres humanos.

O vigia vê cavaleiros montados e diz: “Caiu! A Babilônia caiu!” (v. 9 NVI). Isaías está vendo os medos e persas vindo tomar Babilônia, no tempo de Ciro. Há um tema relacionado com a “queda das cidades” em Isaías que é ligado à queda de Satanás, mencionada em 14:12-14, e também à futura queda da Babilônia mística que terá lugar no “tempo do fim”, que é mencionada em Apocalipse 18.

Nos dias de Isaías havia pessoas aflitas. Muitos israelitas foram deportados de Samaria pelos assírios alguns anos antes, sob permissão do Deus de Israel (v. 10). Em outra visão, o foco de Isaías voltou-se para Edom. A visão é de curta duração e Isaías ouve alguém gritando: “Guarda, quanto ainda falta para acabar a noite?” A questão real aqui é: Quanto tempo temos ainda que esperar antes da Vinda de Jesus? O vigia responde que a manhã está chegando e também a noite, o que significa que o fato esperado ainda não está no horizonte imediato, mas certamente acontecerá (v. 11-12) .

Neste capítulo Isaías teve mais uma visão, sobre a Arábia (v. 13-16). Os assaltos causados por tribos árabes na “Estrada Real” levaram a invasões assírias contra as terras árabes do sul. Além disso, o último rei do império babilônico se mudou para Temá para melhor controlar as tribos árabes. Então muitos fugitivos fiéis correram para Temá (v. 14) fugindo das espadas e arcos e do estresse da batalha (v. 15). Isaías exorta os habitantes de Temá para cuidar dos refugiados que fugiram da guerra (vv. 13-15). O Senhor disse que, em um ano, “o restante do número dos… valentes dos filhos de Quedar (as tribos árabes) será diminuto” (v. 16), o que de fato aconteceu.

Querido Deus,
Ajude-nos a fazer tudo que estiver ao nosso alcance para ajudar os refugiados e migrantes de guerra onde estiverem, em especial onde vivemos. Pedimos em nome de Jesus. Amém.

Koot Van Wick
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/21/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 21 



Isaías 20 by Jeferson Quimelli
16 de março de 2014, 0:00
Filed under: segurança | Tags: , , ,

Comentário devocional

Nos dias de Isaías, os etíopes e os egípcios eram nações vizinhas poderosas, apesar de seus altos e baixos. Naqueles dias Ezequias se tornou rei de Judá. Então o Senhor deu uma mensagem a Isaías: “Tire o pano de saco do corpo e as sandálias dos pés” (v. 2 NVI). Sabemos que Isaías se despiu a quase nada e assim ficou, praticamente nu, por três anos.

O Senhor falou novamente, e disse que Isaías se “despiu” como um “sinal e advertência contra o Egito e contra a Etiópia” (v. 3 NVI). Não sabemos se Isaías teve que ir e voltar deste modo até o Egito como ilustração. O mais importante é que Isaías era um símbolo do que estava para acontecer com os judeus quando a Assíria viesse e levasse muitos egípcios como cativos. A Assíria iria levar como escravos “tanto moços como velhos, despidos e descalços e com as nádegas descobertas, para vergonha do Egito” (v. 4 ARA).

Muitas pessoas fiéis haviam migrado de Judá para áreas fora do conflito. Eles contavam com a proteção e segurança dos etíopes no Egito. Entretanto, o Senhor advertiu que “os que confiavam na Etiópia e se vangloriavam no Egito terão medo e ficarão decepcionados” (v. 5 NVI).

De acordo com a vívida ilustração do Senhor através de Isaías, o Egito não lhes proporcionaria a segurança de que precisavam e eles diriam: “vejam o que aconteceu com aqueles em quem confiávamos, a quem recorremos para nos ajudar e nos livrar do rei da Assíria!” E com a má notícia da vitória da Assíria, eles perguntariam: “E agora, como escaparemos?”(v. 6 NVI).

A mensagem do Senhor apresentada por Isaías é clara: Não construa sua esperança nos poderes deste mundo. Construa a sua esperança no Senhor. Os poderes do mundo não podem oferecer qualquer segurança e paz duradoura. Isto vem somente do Senhor. 

Querido Deus,
Sabemos como é fácil confiar em nossos próprios sistemas de segurança para nos proteger. Senhor, precisamos ser sempre lembrados de mantermos ligação vital conTigo. És a nossa segurança, a sombra que nos protege da aflição dos últimos dias. Precisamos de Ti, Senhor. Ajuda-nos. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/20/

Traduzido por JAQ/GASQ/JDS

http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-20/



Isaías 19 by Jeferson Quimelli
15 de março de 2014, 0:00
Filed under: acontecimentos finais | Tags: , ,

Comentário devocional:

Agora Isaías escreve sobre os eventos que ele viu a respeito do Egito. Contudo, o que ele menciona não pode ser associado a qualquer evento histórico das dinastias do Egito. Em nenhum ponto da história Deus veio “cavalgando uma nuvem ligeira” (v.1 ARA) para lidar com o Egito. Nem mesmo Moisés disse que a nuvem escura que se interpôs entre os israelitas e seus perseguidores egípcios era Deus cavalgando sobre uma nuvem. Montar sobre as nuvens é um termo geralmente associado com a Segunda Vinda de Cristo. O original hebraico diz que o Senhor “vem ao Egito” (v. 1b ARA), e não “está prestes” a vir para o Egito. Estes eventos são mostrados a Isaías em visão e ele descreve o que viu.

Próximo à Segunda Vinda de Cristo, o Senhor fará várias coisas, como mostrado em vários versos 4a, 12c, 14, 16, 17, 19, 20, 21, 22 e 25. Estes eventos nos levam não a um fato histórico como muitos pensam, mas para o “tempo do fim” e à Segunda Vinda de Cristo.

O Egito, Babilônia e Roma simbolizam na Bíblia os centros de oposição a  Jerusalém, a cidade de Deus. No tempo do fim, haverá egípcios contra egípcios (v. 2a), cidade contra cidade (v. 2c); divisão entre os detentores do poder. Eles recorrerão ao espiritismo (v. 3c-d). Deus entregará os egípcios nas mãos de Satanás, um mestre cruel/duro (v. 4), e forte (v. 4b). As águas do mar secarão (v. 5a), os canais de irrigação exalarão um cheiro forte, os braços do Nilo diminuirão (v. 6); pescadores lamentarão (v. 8); a indústria têxtil lamentará (v. 9), os grandes serão esmagados e os assalariados estarão em agonia (v. 10); os sábios conselheiros são tolos (v. 11), o que significa que toda a sabedoria do Egito não tem proveito nenhum (v. 12).

Estes não são eventos históricos referentes a humanos e refletindo confrontos entre impérios rivais. Este é o resultado da ação do Senhor dos Exércitos (v. 12c). Aqui, “exércitos” significam os Seus anjos que formam a nuvem que O acompanham quando Ele vier. Satanás levou o Egito ao erro através de seus ajudantes terrenos (v. 13, 14). “Naquele dia, os egípcios … tremerão e temerão ao levantar-se da mão do Senhor dos Exércitos, que Ele agitará contra eles (v.16 ARA).

Isaías então mostra o momento em que o Espírito do Senhor é derramado e a “terra de Judá” (v. 17 ARA) se tornará, pela vontade do Senhor, um terror para os ímpios no Egito. Isaías vê, então, que uma parte do Egito (cinco cidades) responderão ao chamado do Senhor (v. 18). Aqueles que respondem ao Espírito do Senhor “clamarão ao Senhor” por ajuda (v. 20b), quando oprimidos por sua nova fé “Ele lhes enviará um Salvador e Defensor que os libertará (v . 20c). No auge de tudo isso Miguel e Seus anjos vêm para os resgatar e salvar (Daniel 12:1-2).

“Assim, o Senhor se dará a conhecer aos egípcios, e naquele dia eles saberão quem é o Senhor. A Ele prestarão culto… farão votos ao Senhor e os cumprirão. O Senhor ferirá os egípcios; Ele os ferirá e os curará. Eles se voltarão para o Senhor, e Ele responderá às suas súplicas e os curará”(v. 21-22).

Querido Deus,
Fazei com que nos alegremos com a beleza da salvação e a conversão de outras pessoas durante os eventos finais da história. Que unamos as mãos com eles para cumprir o Teu propósito para toda a humanidade. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/19/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto bíblico: Isaías 19 



Isaías 18 by Jobson Santos
14 de março de 2014, 0:30
Filed under: profecias | Tags: , ,
Comentário devocional:

Neste capítulo, Isaías não fala apenas acerca da Etiópia, mas também acerca das pessoas que vivem “além dos rios da Etiópia” (versículo 1, tradução do autor). Durante o tempo da escrita do livro de Isaías, fazia seis anos que a dinastia Etíope havia começado a reinar e seu país incluía a Somália, o Sudão, áreas da África ocidental, e provavelmente também povos do sul da Etiópia, perto da costa oriental da África.

Essas pessoas que moravam na costa da África enviavam emissários pelo mar, em navios de papiro, para outros lugares. Eles eram altos, de pele macia, poderosos, agressivos, e temidos (versículo 2). Isaías, neste capítulo, discorre sobre “os fiéis”, em oposição aos maus, mas a divisão não é em termos de cor racial ou nacionalidade.

A partir do verso 3, Isaías volta-se para o que está além do seu tempo, para as últimas fases da história da Terra, para o tempo da segunda vinda de Cristo. Ele declara: “Quando a bandeira for erguida sobre os montes, vocês a verão, e, quando soar a trombeta, vocês a ouvirão” (Isaías 18:3b-c). Sim, a trombeta soará, o mundo inteiro irá ouvi-la e Cristo voltará.

O Senhor disse ao profeta: “Do lugar onde moro [o santuário celestial] ficarei olhando, quieto” (v. 4b). Deus sabe que o mal está com seus dias contados.Durante a colheita, diante do “calor do sol escaldante” o frescor do dia desaparece. Quando a colheita do mal estiver madura, a escuta tranquila do Senhor no seu santuário acabará e ele “se levantará” (Daniel 12:1-2 ) e se tornará ativo. Ele cortará os brotos com foices e cortará fora os ramos longos (verso 5c-d). Miguel, que é Cristo, decide que “chegou a hora”. Na Segunda Vinda Sua recompensa estará com Ele e Seu povo subirá com segurança até a Sião celestial, mas aqueles que são maus “Serão todos entregues aos abutres das montanhas e aos animais selvagens” (v. 6a). Os ímpios serão mortos pelo brilho da vinda de Cristo (2 Tess. 2:8). [alterei de lugar] Isto não se refere apenas a Etiópia ou partes da África, mas a todo o mundo.

Isaías diz: “Naquela ocasião”, ou seja, na Segunda Vinda (versículo 7),  “dádivas serão trazidas ao Senhor dos Exércitos da parte de um povo alto e de pele macia” (v. 7a). Por que “Senhor dos exércitos”? Porque Ele vem com todo o seu exército angelical. As dádivas significam as lindas canções de “Ação de graças” que os remidos entoarão por sua salvação através de Cristo (versículo 7b-e). As músicas serão cantadas para Cristo, o Senhor dos exércitos celestiais, no monte Sião celestial, a Nova Jerusalém (v. 7f).

Querido Deus,

Por favor, ajude-nos a abandonar quaisquer preconceitos que possamos ter de pessoas de outras partes do mundo. Ajude-nos a trocar todos os medos que possamos ter dos outros pela compreensão de que eles estarão um dia no céu, trazendo presentes ao Cordeiro. Senhor, concede que possamos estar lá para testemunhar este evento maravilhoso com os salvos de todos os tempos. Amém.
Koot van Wyk
Coreia do Sul

https://reavivadosporsuapalavra.org/

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/18/

Traduzido por: JDS/JAQ

Texto bíblico: Isaías 18

 



Isaías 17 by Jeferson Quimelli
13 de março de 2014, 0:00
Filed under: Justiça

Comentário devocional:

Além de Moabe, outras nações e cidades, como  Damasco, também têm problemas e receberam mensagens de advertência através de Isaías. O coração do problema de Damasco como apresentado neste capítulo é: “te esqueceste do Deus da tua salvação e não te lembraste da rocha da tua fortaleza” (v. 10a ARA).

A população de Damasco teve todas as oportunidades para conhecer mais acerca de Deus. Eles viviam há séculos perto de Israel e sabiam das “revelações” de Deus, das Suas leis, da mensagem do santuário, das intervenções de Deus na história e, no entanto, seguiram o seu próprio caminho. 

O pecado de Damasco estava em seus altares (v. 8). Focadas apenas em si mesmas e em seus negócios, as pessoas de Damasco se esqueceram de Deus e construíram para si altares pagãos. Acaz, rei de Judá, chegou a construir no Templo de Jerusalém uma cópia de um altar assírio que vira em Damasco (2 Reis 16:11). 

Damasco cometeu o pecado de misturar ao culto a Deus elementos das religiões sensuais das culturas próximas, como postes sagrados dedicados à deusa mãe “Asherah” e altares de incenso (v. 8b).

Assim, Isaías vê a punição aguardando Damasco e as cidades circunvizinhas. Em um futuro imediato, Damasco cairia, seria abandonada e se tornaria em ruínas (versos 1-2).  

Isaías em suas visões visualizava não apenas os acontecimentos históricos de sua época, mas também eventos de épocas futuras. Os pensamentos do profeta nos versos 4 a 8 parecem se referir à Segunda Vinda de Cristo

Nos versos 5-6, Isaías descreve a colheita final da terra e fala do remanescente piedoso que restará de modo semelhante às espigas de trigo deixadas em campo já colhido, ou às azeitonas que permanecem após as oliveiras serem sacudidas. Em outras palavras, restará um remanescente piedoso e essa é a boa notícia em meio à má notícia.

No versículo 3c Isaías diz que “o remanescente de Arã [Síria] será como a glória dos israelitas” (NVI). Há fiéis em todos os lugares e eles compartilharão da glória do “Israel espiritual”. Naquele dia os homens olharão para Aquele que os fez e voltarão os seus olhos para o Santo de Israel” (v. 7 NVI). Notamos neste remanescente as mesmas características de Elias: não se envolvem com a idolatria popular, com elementos de outras religiões e outros elementos religiosos populares (v. 8).

Na Segunda Vinda, cidades fortificadas ficarão sem habitantes e a terra ficará desolada (verso 9). Na época do fim, diz Isaías nos versos 12-14, as nações estarão em tumulto como o mar revolto, em um período de confusão global. Nesse tempo, Cristo virá e “quando Ele os repreender, fugirão para longe, carregados pelo vento como palha nas colinas, como galhos arrancados pela ventania” (v. 13 NVI).

Os acontecimentos da Segunda Vinda serão rápidos, como um terror que chega à noite e antes do amanhecer já cumpriu sua tarefa de eliminação (verso 14). O destino de Damasco é um alerta do que acontecerá com aqueles que desprezam a Deus e seguem as sugestões de Satanás. As palavras de Isaías são um convite para nos voltarmos para Deus enquanto é tempo.

Querido Deus,
Uma terra linda e encantadora nos aguarda, onde viveremos para sempre em total harmonia conTigo. Lá todas as mais altas aspirações e desejos da vida serão satisfeitos e alcançados. Senhor, permite-nos  compartilhar desse momento glorioso quando toda a dor e tristeza terão passado e serão apenas história. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/17/

Traduzido por: JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 17