Reavivados por Sua Palavra


II Timóteo 4 by jquimelli
20 de maio de 2015, 1:00
Filed under: correção, Justiça, vitória | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

É difícil apresentar mensagens de repreensão. Os pastores sabem disso muito bem. As pessoas em geral preferem receber mensagens açucaradas e que as agradem a receber mensagens que apontem os seus erros. Mas Paulo deixa claro que isso deve ser feito.

Você é uma pessoa que segue a “doutrina correta”? Ou seus ouvidos coçam para ouvir apenas o que é agradável?

Paulo aconselha Timóteo a lidar com dissensões doutrinárias de modo firme. Se não enfrentadas com coragem, mais pessoas serão arrastadas para a doutrina que “coça as orelhas, e não é baseada na sã doutrina” – ou seja, será um desastre! Permitir que tal desorientação continue na igreja não é amor! O afastamento da doutrina verdadeira é uma força destrutiva que deve ser enfrentada. Corrija, repreenda, exorte, disse Paulo, mas o faça com delicada paciência, porque cada pessoa tem a possibilidade de ser, assim esperamos, nosso vizinho no céu.

Deus fala aos Seus filhos com firmeza porque está procurando por pessoas que se humilhem; pessoas como o apóstolo Paulo, que se ofereçam para serem usadas por Deus como oferta de sacrifício: “Eu já estou sendo derramado como uma oferta de bebida” (v. 6, NVI).

Você é humilde diante do Senhor? Você já se rendeu completamente a Ele? Como você responde à disciplina do Senhor? A luta é longa e difícil, mas para aqueles que se rendem totalmente a Deus e mantem a fé – perseveram até o fim por meio de Seu poder – há uma coroa da justiça! (v. 8).

Imagine aquele dia glorioso quando o amorável Jesus – o Rei do Universo – se aproximará de você, olhará em seus olhos, e com as próprias mãos perfuradas, colocará a coroa da vitória em cima de sua cabeça e dirá: “Muito bem, servo bom e fiel!… venha e participe da alegria do seu Senhor!” (Mt 25:21, NVI). Como você foi vitorioso contra o mal, você estará comigo para sempre e herdará todas as coisas (Ap. 21: 7).

Jim Ayer
Vice-Presidente
Rádio Mundial Adventista
Conferência Geral

 

 

 
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2ti/4/
Traduzido por JAQ/GASQ/JDS/IB
Texto bíblico: II Timóteo 4
Comentário em áudio 



Romanos 13 – Comentários selecionados by jquimelli
11 de março de 2015, 0:00
Filed under: adoração, bens materiais, caráter de Deus, integridade, Justiça, lealdade, lei, virtude | Tags: , ,

1 Por Ele instituídas. Paulo não sugere nestes versículos que Deus sempre aprova a conduta dos governos civis nem indica que é dever do cristão sempre se submeter a eles. As vezes, as exigências do governo podem ser contrárias à lei de Deus e, sob essas circunstâncias, o cristão deve antes “obedecer a Deus do que aos homens” (At 5:29). O raciocínio de Paulo é que o poder dominante dos governos humanos é confiado por Deus aos homens, de acordo com Seus propósitos para o bem-estar da humanidade. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 689.

3 Queres tu[…]? O cristão que não quer temer o governo civil deve praticar o que é certo e, por isso, será elogiado por sua boa conduta. CBASD, vol. 6, p. 690.

5 Temor da punição. Visto que as autoridades civis existem por determinação divina, o cristão deve obedecer, não só porque quer evitar a punição, mas porque é certo obedecer. A única exceção é quando a lei do Estado conflita com a lei de Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

6 Pagais tributo. O contexto sugere que este não é um mandamento, mas uma declaração de fato. Evidentemente, os primeiros cristãos consideravam questão de princípio pagar impostos, talvez em obediência ao ensinamento de Cristo. Apoiando, assim, o governo civil com seus tributos, os cristãos estavam reconhecendo que deviam obediência ao Estado, como ordenado por Deus. CBASD, vol. 6, p. 690.

A ninguém fiqueis devendo. O cristão deve pagar tudo o que deve, mas há uma dívida que não pode quitar plenamente: o amor para com os semelhantes. CBASD, vol. 6, p. 691.

11 Digo isto. A expressão lembra a injunção anterior de nada dever além do amor, que é o resumo dos deveres cristãos. Como um motivo urgente para o cumprimento de seus deveres, Paulo apela para o que sempre foi um dos incentivos mais fortes para a vida cristã: a crença na proximidade da segunda vinda de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 692.

Sono. O preparo necessário para o grande dia de Deus exige dos cristãos vigilância. Na parábola das dez virgens, as moças “foram todas tomadas de sono e adormeceram”. CBASD, vol. 6, p. 692. 

Salvação está […] mais perto. Por “salvação”, Paulo se refere à vinda de Cristo em poder e glória, e tudo o que ele já havia descrito como a ocorrer nesse evento: “a revelação dos filhos de Deus”, “a redenção do nosso corpo” e a libertação da natureza “do cativeiro da corrupção, para a liberdade da gloria dos filhos de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 692.  

12 Noite. Tendo comparado a atual condição espiritual de seus leitores ao “sono”, Paulo continua a figura, contrastando a vida presente com a que está por vir, como a noite com o dia. CBASD, vol. 6, p. 693.

Obras das trevas. Representadas aqui como a roupa que deve ser retirada. Em seu lugar, o cristão deve vestir a armadura da verdade e da justiça, para estar pronto para a luz do dia de Cristo, que está raiando. CBASD, vol. 6, p. 693.

13 Dissoluções. Do gr. aselgeiai, “sensualidade”, “libertinagem”, “indecência”. Os pecados dessa lista prevaleciam entre os pagãos no tempo de Paulo, e não estavam limitados a eles. CBASD, vol. 6, p. 693.

14 Revesti-vos.O cristão é exortado a se vestir “das armas da luz”. Então, Paulo representa o próprio Cristo como sendo a armadura do cristão. A vida com a qual ele estava vestido devia ser continuamente renovada na experiência de crescimento diário em santidade. CBASD, vol. 6, p. 693.

A carne. Ou seja, a natureza depravada. Devem ser buscadas provisões para as necessidades do corpo, mas o cristão não deve condescender com a satisfação de emoções e desejos profanos. A vida de luxo e autossatisfação estimula os impulsos carnais que o cristão deve mortificar. Portanto, Paulo adverte os crentes a não alimentar os pensamentos com essas coisas. CBASD, vol. 6, p. 693.

Compilação: Tatiana W



Romanos 5 by jquimelli

Comentário devocional:

Paulo inicia assim: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5:1, 2 NVI). Que bênção estar em paz com Deus! Que bênção sermos justificados pela fé! Que bênção estarmos inteiramente convictos das promessas de Deus! Quando temos essa fé, temos confiança em nosso relacionamento com Deus, com base no que Jesus fez por nós. Ao experimentarmos essa fé, Deus a purifica através da tribulação, experiência e esperança (1Pe 1:7). Deus nos permite passar por este processo para fortalecer a nossa fé (vv 3-5).

Em seguida, Paulo descreve a morte de Cristo na cruz como a expiação pelos nossos pecados (vv 6-11). Esta é a segunda vez em Romanos que a morte e a redenção de Cristo pelo Seu sangue é explicitamente mencionada (ver Rm 3:24, 25). Por incrível que pareça, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós! Nós temos sido justificados pelo seu sangue e salvos da ira por meio dele. Não só fomos justificados e reconciliados por sua morte, mas Paulo também mostra que somos salvos pela Sua vida (v. 10). Em um capítulo posterior, Paulo vai nos dar uma compreensão mais profunda desta declaração. Sim, Jesus morreu para nos salvar do registro passado de nossos pecados, e também para nos dar o poder de viver a vida que Ele viveu na carne nesta terra.

Em seguida, Paulo descreve o efeito que Adão e Cristo tiveram sobre a humanidade. O primeiro Adão afetou negativamente toda a humanidade, condenando-a, mas o Segundo Adão o fez positivamente, redimindo-a (vv 12-21). Por causa do pecado de Adão, a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Assim, a morte passou a todos os homens, porque todos escolheram o mesmo caminho do pecado. Adão era uma figura daquele que haveria de vir (o segundo Adão). Quando Adão escolheu pecar fez com que todos nós tivéssemos uma natureza pecaminosa. O Segundo Adão também fez uma escolha que poderia afetar toda a humanidade se todos nós escolhêssemos aceitar a Sua morte na cruz.

Por causa do pecado de Adão, todos os seus descendentes receberam a condenação da morte e condenação eterna, porque escolheram pecar por causa da fraqueza da carne (veja Rm 8:3). No entanto, a morte de Cristo tornou possível a cada um de nós escolher o rico dom gratuito da justificação, para que possa ser verdadeiro a declaração: “onde aumentou o pecado, a graça aumentou muito mais.” (v 20 Clear Word).

Embora o pecado de Adão tenha exercido um efeito terrível sobre toda a humanidade, legando a cada um de nós uma natureza pecaminosa, a morte de Cristo tem o poder de libertar todo ser humano que escolher aceitar o Seu dom gratuito da graça. Que Salvador nós temos!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/5/
Traduzido/adaptado por: JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Romanos 5 
Comentários em áudio 



Romanos 5 – Comentários selecionados by jquimelli
3 de março de 2015, 0:30
Filed under: graça, Justiça | Tags: , , ,

1 Pois. Paulo demonstrou que todos, tanto judeus como gentios, são pecadores e necessitados de justiça. Deus oferece a todos, como dom gratuito de Sua graça, o perdão completo e conciliação pela fé em Jesus Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 572.

2 E gloriamo-nos. Em contraste com toda falsa vanglória, o crete possui esperança da glória de Deus. CBASD, vol. 6, p. 573.

3 Nas próprias tribulações. Os primeiros cristãos foram chamados a suportar diversas formas de perseguição e sofrimento. O apóstolo não poderia prometer aos crentes qualquer isenção da tristeza. CBASD, vol. 6, p. 574.

4 Experiência. O termo pode se referir tanto ao processo do teste, quanto ao resultado dele. Provações e aflições suportadas pacientemente provam a legitimidade da religião e o verdadeiro caráter da pessoa. CBASD, vol. 6, p. 575.

6 Porque […] quando. Ele descreve a suprema grandeza desse amor, conforme é revelado pelo fato de Cristo ter morrido por nós, estando nós ainda em nosso estado impotente e ímpio. CBASD, vol. 6, p. 576.

9 Muito mais agora. Se Cristo morreu por nós quando ainda éramos pecadores, é certo que Ele vai nos salvar, agora que estamos justificados. CBASD, vol. 6, p. 578.

10 Pela sua vida. Isso pode ser entendido no sentido de que somos salvos pela união pessoal com o Salvador vivo, que vive para sempre para interceder por nós. Se a morte de Cristo tinha tal poder salvador para efetuar a reconciliação, Sua vida tem muito mais poder de levar a salvação a um feliz cumprimento. CBASD, vol. 6, p. 579.

13 Levado em conta. O ato da transgressão de Adão resultou na entrada do pecado como um princípio e um poder neste mundo. Mesmo na ausência de transgressões pessoais, como no caso das crianças, as pessoas estão sujeitas á morte. Paulo enfatiza a universalidade do pecado e da morte, a fim de destacar a universalidade da graça, por contraste. CBASD, vol. 6, p. 583.

14 Havia de vir. Adão era um tipo de Cristo na medida em que os dois eram representantes de toda a família humana. Ele era o representante e autor da humanidade caéda. Cristo era o representante e autor da humanidade restaurada. CBASD, vol. 6, p. 583.

15 Sobre muitos. Cristo morreu por toda humanidade. No entanto, esse dom da justiça não serve para nada se não for aceito pela fé (Jo 3:16), mas nem todos escolhem crer. CBASD, vol. 6, p. 584.

17 Em vida por meio de um só. Essas palavras enfatizam a posição que Cristo ocupa como mediados na obra de redenção dos seres humanos. Por Sua morte, o crente é justificado e, mediante a união com Ele, o cristão recebe esse poder vitalizante e santificador que transforma a vida presente e lhe assegura a vida eterna no por vir. CBASD, vol. 6, p. 585.

19 Desobediência. Do gr. parakoe, “ouvir erradamente”. A sugestão de descuido implícita nesta palavra pode indicar o primeiro passo para a queda de Adão. CBASD, vol. 6, p. 585.

20 Superabundou. Deus permitiu o pecado e permitiu que se multiplicasse, e depois o anulou para fazer a mais maravilhosa exposição de Sua glória e graça, a fim de que os benefícios da redenção ultrapassassem infinitamente os males da rebelião. CBASD, vol. 6, p. 586.

21 Justiça. Isto é, a justiça de Cristo atribuída na justificação e comunicada na santificação. CBASD, vol. 6, p. 587.

 

Compilação: Tatiana W



Marcos 7 – Comentários selecionados by jquimelli
6 de dezembro de 2014, 0:00
Filed under: Justiça | Tags: , , , ,

1 Ora, reuniram-se. Neste ponto da narrativa, tanto Mateus como Marcos passam por alto o incidente significativo na sinagoga de Cafarnaum, quando, no final do discurso sobre o “Pão da Vida”, a opinião popular na Galileia se voltou contra Jesus. … Contrariamente ao costume, Jesus permaneceu na Galileia durante a época da Páscoa …, sem dúvida, atendendo às necessidades das pessoas discretamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 678. 

isto é, por lavar. Como escrevia para não judeus …, que poderiam não compreender a natureza da provocação que os espiões apresentavam, Marcos descreveu o que ele queria dizer com “impuras”. Mateus, provavelmente, escrevendo principalmente para judeus …, não faz tal declaração explicativa. A purificação aqui era estritamente ritual, não sanitária. Este rito consistia em verter uma pequena quantidade de água sobre a palma de uma mão, depois na outra, com a mão em tal posição que a água passasse da palma da mão para o punho, mas não mais além, cuidando-se o tempo todo para que a água corresse de volta para a palma da mão e, depois, alternadamente esfregando as duas mãos. A quantidade mínima de água prescrita era a que caberia em uma casca e meia de ovo. No entanto, onde não houvesse água disponível, uma ablução a seco era permitida, na qual uma pessoa poderia simplesmente simular o lavar das mãos de forma prescrita. CBASD, vol. 5, p. 679.

2 impuras. Não se refere à falta de higiene mas à pureza formal, cerimonial. Bíblia Shedd.

3 tradição dos anciãos. Refere-se à interpretação oral e expositiva da lei de Moisés, mais tarde codificada na Mishná. O Talmude é um comentário sobre a Mishná que executava um “cerco” em volta da lei para evitar qualquer transgressão. Bíblia Shedd.

Com o tempo, essa tradição oral, originalmente destinada a proteger a lei escrita do AT, chegou a ser considerada mais sagrada do que a própria lei (ver DTN, 395). Por uma obediência mecânica às exigências da tradição oral, a pessoa automaticamente estaria guardando a lei escrita, incluindo os dez mandamentos. CBASD, vol. 5, p. 679.

11 Corbã. Uma palavra hebraica e aramaica (que Marcos traduz para os leitores gentios) e que significa alguma coisa dedicada a um propósito religioso. Por um simples voto, para preservar suas posses como dádiva para Deus, uma pessoa poderia fugir à responsabilidade de sustentar seus pais. Bíblia de Genebra.

Os mestres da lei sustentavam que o juramento do Corbã era irrevogável, mesmo quando fosse feito de modo precipitado. Essa prática era uma das muitas tradições que obedeciam à letra da lei, enquanto desrespeitavam o seu espírito. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este voto também era tomado para evitar obediência ao mandamento de cuidar do pobre e daqueles que passavam por tempos difíceis. Andrews Study Bible.

13 invalidando. Jesus não respondeu diretamente à pergunta dos judeus que aparece no v. 5. Indiretamente, Ele lhes dá uma resposta válida para todas as gerações vindouras. … Devemos ser como os bereanos (At 17.11). Bíblia Shedd.

15-23 Jesus ataca aqui a crença de que se os piedosos judeus observassem tais regras de pureza [cerimonial] eles estariam automaticamente limpos moralmente. Andrews Study Bible.

15 nada há fora do homem. Deve-se ressaltar que o problema em discussão entre Jesus e os fariseus nada tinha que ver com o tipo de alimento a ser consumido, mas apenas com o modo com que era ingerido, se com ou sem o ritual de purificação das mãos. CBASD, vol. 5, p. 682.

19 lugar escuso. Do gr aphedron, “uma latrina” ou uma “privada”. O termo não se refere, como frequentemente se supõe, a uma parte do corpo humano. CBASD, vol. 5, p. 683.

puros todos os alimentos. Jesus teria declarado “puros” todos os alimentos, em ralação ao tema discutido que tinha que ver com o ritual de purificação. … Deve-se notar que a palavra gr. bromata, traduzida como “alimentos”, significa simplesmente “o que é comido” … o contexto (v.1-14, 20-13) não trata da impureza biológica, mas da impureza cerimonial á qual, supostamente, as pessoas se expunham a partir da omissão da lavagem ritual. … Do começo ao fim, Cristo lida com a difícil questão do contraste entre o”mandamento de Deus” e a “tradição dos homens”. CBASD, vol. 5, p. 683.

21 prostituição. Do gr porneiai, um termo que inclui todas as formas de relações sexuais ilícitas. CBASD, vol. 5, p. 683.

26 grega. Em cultura e língua, não em nacionalidade. Bíblia Shedd.

34 suspirou. Do gr. stenazo, “suspirar” ou “gemer”. Isto não foi parte da comunicação com o homem afligido, mas uma expressão da reação do próprio Jesus como ser humano ao sofrimento e fraqueza das pessoas. … Na surdez do homem, Ele viu uma imagem enternecedora dos corações humanos à mensagem que Ele transmitia. CBASD, vol. 5, p. 685.

Efatá! Palavra aramaica que Marcos traduz para seus leitores gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 Tudo Ele tem feito esplendidamente bem. Este foi o veredicto dos pagãos que aprenderam algo sobre Jesus por intermédio dos dois ex-endemoniados de Gadara. … Como as pessoas comuns da Galileia, os pagãos O “ouvia[m] com prazer”. CBASD, vol. 5, p. 685.



Miqueias 6 by jquimelli
2 de outubro de 2014, 0:00
Filed under: amor, , fidelidade, Justiça, trabalho | Tags: , ,

Comentário devocional:

Se Miqueias estivesse escrevendo para nós, hoje, ele poderia perguntar: “Você acha que o Senhor ficaria satisfeito somente com a sua presença em todos os cultos, com o fato de você trabalhar como diácono ou como um ancião ou mesmo por dar uma oferta de alta porcentagem de sua renda?”

“Ele mostrou a você, ó homem, o que é bom e o que o Senhor exige: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus”(Mq 6:8).

É muito mais fácil fazer coisas que são facilmente mensuráveis (como ofertar boa parte de sua renda ou trabalhar pela igreja) do que agir com justiça. É mais fácil discutir sobre a idade da Terra ou outros pontos controversos da doutrina do que ser misericordioso para com todos. A prática de certas ações exteriores podem nos fazer sentir especiais e espiritualmente satisfeitos.

“Sempre que a mensagem de verdade se apresenta às almas com especial poder, Satanás suscita seus instrumentos para disputarem sobre qualquer ponto de somenos importância. Procura assim desviar a atenção do verdadeiro assunto. Quando quer que se comece uma boa obra, há pessoas prontas a suscitar discussões sobre formas e detalhes de técnica, para desviar as mentes das realidades vivas. Quando parece que Deus está prestes a operar de maneira especial em benefício de Seu povo, não se empenhe este em disputas que só trarão ruína de almas. Os pontos que mais nos interessam, são: Creio eu com salvadora fé no Filho de Deus? Está minha vida em harmonia com a lei divina?” (O Desejado de Todas as Nações, p. 396). 

Não são as grandes obras, mas, sim, aquelas feitas pela fé, com espírito justo, fiel e humilde que mais agradam a Deus. Quando as fazemos pela fé, é Ele Quem as faz por nós. Que, ao trabalharmos por Deus, foquemos menos nos detalhes e mais na salvação e o bem estar de nosso próximo. Que Deus nos conceda esta experiência hoje!

Gordon Bietz
Presidente da Southern Adventist University

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mic/6/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Miqueias 6 

Comentário em áudio 



Amanhã leremos Obadias! by jquimelli
21 de setembro de 2014, 15:00
Filed under: Justiça, pecado | Tags: , , , ,




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