Reavivados por Sua Palavra


Isaías 65 by jquimelli
30 de abril de 2014, 0:19
Filed under: adoração

Comentário devocional:

Atingimos os dois últimos capítulos de Isaías e confirmamos que a maravilhosa graça de Deus nunca se esgota. Geração após geração Ele Se revelou para judeus e gentios. Ele é o Grande Eu Sou, mesmo para aqueles que não sabem que Ele existe. A cada dia, “o tempo todo” (v.2 NVI), Ele chama em voz ansiosa a todas as pessoas, de todos os lugares , continuamente: “Eis-me aqui, eis-me aqui” (v. 1b ARA e NVI). Venha!

Deus nunca desistirá de ninguém enquanto houver qualquer vestígio de esperança de que eles responderão ao Seu chamado (v.8). A Grande Rebelião tem as suas sementes na decisão de ser independente de Deus. Para se perder, a pessoa deve fazer uma escolha deliberada contra Deus. “De contínuo” (v. 2 ARA), ela deve escolher adorar falsos deuses (v. 3); deve optar por seguir sua própria própria vontade (v. 3-7; ver tb 66:3,4).

Os “perdidos” bloquearam continuamente a voz do Divino Pastor: “chamei, e não respondestes, falei, e não atendestes” (v.12b; tb 66:4b). Dessa forma, eles cometem o “pecado imperdoável”, o pecado contra o Espírito Santo (63:10a; Mat 12:30-32). Sua decisão é revelada em seu comportamento egoista e hipócrita, sua atitude “sou mais santo do que tu” (v.5 ARA), e no fato de que “suas almas têm prazer em suas práticas detestáveis” (66:3b NVI).

O Divino Pastor promete levar o seu rebanho, Seu remanescente, para pastos verdes – locais seguros de descanso (v. 8-10). Ele promete colocar uma mesa diante deles, na presença de seus inimigos e dar-lhes taças transbordantes de alegria. Em vez disso, eles “escolheram” (v. 12c NVI) colocar suas próprias mesas em adoração aos seus deuses falsos e encher suas taças em honra aos não-deuses Fortuna e Destino (v. 11).

Um novo “céu e terra” se abre para os escolhidos de Deus (v. 17, 22) , Seus servos que O buscam (v. 9, 10).  Deus antecipa uma Terra Santa renovada, com Jerusalém ao centro (66:10-13), a abraçar, em círculos cada vez maiores, a todas as nações do mundo. Torna-se um paraíso onde tudo que é prejudicial foi banido para sempre. É um santuário onde os sonhos mais elevados e acalentados do homem se tornarão tão reais e gloriosos que “as coisas antigas não serão lembradas” (v. 17 NVI). Esta nova ordem inclui todas as delícias que Deus sempre quis dar ao Seu povo: alegria (v.18), plenitude de vida (v.20), segurança (v.21-23a), atividade gratificante (v.22b) , comunhão com Deus (v.23b, 24), e paz (v.25).

Ajuda-nos, Senhor, a escolhermos a Ti e a Teu filho Cristo Jesus a fim de fazermos parte do Teu reino glorioso onde não haverá lembrança das coisas passadas. 

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/65/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 65 



Isaías 64 by jquimelli
29 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, cuidado de Deus | Tags: ,

Comentário devocional:

O profeta Isaías, na seção compreendida entre 63:11 a 64:7 do seu livro, lança um olhar retrospectivo para a história de Israel lembrando como Deus fielmente tem guiado o Seu povo (63:13,14) e como, de bom grado, Ele ajuda aqueles que alegremente fazem o certo e obedecem aos Seus caminhos (64:5). O profeta está cheio de admiração pelo caráter de Deus. “Desde os tempos antigos ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu, e olho nenhum viu outro Deus, além de ti, que trabalha para aqueles que nele esperam” (v. 4 NVI; ver tb 1Co 2:9).

Isaías lembra, também, quão teimoso Israel tem sido e se sente mortificado pelo modo como esta nação tem agido para com o seu terno e paciente Deus. “Em Seu amor e em Sua misericórdia Ele os resgatou; foi Ele que sempre os levantou e os conduziu nos dias passados. Apesar disso, eles se revoltaram e entristeceram o Seu Espírito Santo. Por isso Ele Se tornou inimigo deles e lutou pessoalmente contra eles.” (Is 63:9,10 NVI).

A experiência de Israel ilustra a condição moral da humanidade como um todo. “Somos como o impuro [leproso] – todos nós! Todos os nossos atos de justiça são como trapo imundo [trapos que cobriam o corpo em decomposição do leproso]. Murchamos como folhas, e como o vento as nossas iniqüidades nos levam para longe. Não há ninguém que clame pelo teu nome, que se anime a apegar-se a ti…” (Is 64:6-7, NVI).

Então ocorre uma mudança no discurso. O profeta, de repente, intercede em nosso favor. Ele pede para Deus Se lembrar! “Lembre-se, Senhor”, diz ele, “Tu és o nosso Pai. Nós somos o barro; Tu és o oleiro” (v.8 NVI), somos mortais frágeis e mesmo nossos melhores atos não são nada além de “trapo imundo” (v.6 NVI). Por três vezes ele lembra o Senhor: “Tu és nosso Pai” (63:16 a, b; 64:8); lembra também que Ele é nosso criador (v.8) e que Seu nome, desde o início, é “Redentor” (63:16). 

Como Moisés, Isaías implora a Deus para não desistir de seu povo, para não esconder Seu rosto deles (v.7), mesmo que seja só por causa do Seu nome e reputação (63:14; 64:10,11).

Quando nos sentimos distantes de Deus, podemos clamar como Isaías: “Não te ires demais, ó Senhor! Não te lembres constantemente das nossas maldades. Olha para nós! Somos o teu povo! … Ficarás calado e nos castigarás além da conta?” (v. 9,12 NVI). Em resposta às nossas humildes súplicas já conhecemos de antemão a promessa de Deus: “Antes de clamarem, eu responderei; enquanto ainda estiverem falando eu os ouvirei” (65:24 NIV). Que conforto e segurança nos traz o amoroso, justo e misericordioso Deus a quem servimos em Sua Palavra!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/64/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 64



Isaías 63 by Jobson Santos
28 de abril de 2014, 0:30
Filed under: salvação | Tags: , ,
Comentário devocional:
O primeiro verso deste capítulo ressoa com poder e esplendor imponente. Aqui vemos a figura majestosa de um Guerreiro vitorioso que venceu seus inimigos (aqui representados por Edom e Bozra) que ao longo dos tempos têm sido persistente e cruelmente hostis e destrutivos para com Ele e os assuntos de Seu reino.
Quase imediatamente, no entanto, o tom muda. Nossa admiração se alterna para uma preocupação de parar o coração. Esta não foi uma vitória fácil. As roupas do Guerreiro estão encharcadas de sangue e há uma sensação de terrível tristeza quando Ele pronuncia as palavras: “O lagar, eu o pisei sozinho, e dos povos nenhum homem se achava comigo” (v. 2, ARA) A vitória é aparentemente amarga.
“Eu choro e meus olhos se enchem de lágrimas. Ninguém está perto para me consolar” (Lam 1:15). Não houve nenhum conforto para este guerreiro divino no Getsêmani ou na cruz, na hora da Sua maior necessidade. Ele foi abandonado por seus amigos mais próximos e, ao que Lhe parecia, até mesmo por Seu Pai. Este é um pálido vislumbre do que custou a Jesus trazer o Reino de Graça para toda a humanidade (Is 61).
Mas existe uma parte que comumente não prestamos atenção no capítulo 63: “Porque o dia da vingança me estava no coração, e o ano dos meus redimidos é chegado” (v. 4 ARA). Será que o nosso Messias-Guerreiro foi ao Getsêmani e à cruz para trazer a salvação para a humanidade ou para vingar-se dos ímpios? Em Isaías 61 também lemos que o Messias-Servo viria proclamar o ano do favor do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus” (Is 61:2, NVI). É o nosso Deus vingativo? Certamente que não. A morte, mesmo do ímpio, é um ato estranho à natureza amorosa de Deus. Isaías 28:21,22 mostra que Deus viu que não havia ninguém para ajudá-lo a “realizar a sua obra, a sua obra estranha… determinada sobre toda a terra” (ARA).
Não podemos separar a Redenção da destruição de maldade. Deus odeia a iniquidade e tomou as medidas necessárias para eliminá-la. Jesus sofreu a fúria de seu Pai contra a maldade. Seu sangue vital foi derramado no chão para que milhões a perecer pudessem ganhar a vida eterna (v. 3). Não havia outra maneira pela qual pudéssemos ser resgatados.
Ambos, redenção e vingança contra o mal, são “benignidades do SENHOR.” Ele é digno de ser louvado por Sua  “grande bondade para com a casa de Israel, bondade que usou para com eles, segundo as suas misericórdias e segundo a multidão das suas benignidades” (v. 7, ARA).
Embora estranha e difícil, a obra de exterminar a maldade é componente indispensável do plano da salvação. Isaías 53:11 nos diz que Jesus verá o resultado do seu trabalho e ficará satisfeito. Todos os que aceitarem os méritos do Seu sacrifício viverão eternamente em paz e harmonia, livres de qualquer maldade.
Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália
https://reavivadosporsuapalavra.org/
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/63/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Isaías 63
http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-63/


Isaías 62 by jquimelli
27 de abril de 2014, 0:00
Filed under: amor, Sem categoria, serviço | Tags: , , , , ,

Comentário devocional:

Deus tinha planos maravilhosos para Jerusalém. Ele fez promessas incríveis a seu respeito. Jerusalém foi o lugar aonde Ele colocou o Seu Nome; o lugar em que o seu trono de adoração foi estabelecido no Santo dos Santos do templo; o lugar do qual Ele planejava governar as nações. 

Quando Israel como nação finalmente rejeitou a Deus e Jerusalém foi destruída (no ano 70 AD), todos os planos e promessas para Jerusalém e Sião passaram a valer para o remanescente final. Os herdeiros são aqueles que aceitam os planos de Deus (Gl 3:29); são os contritos e humildes que tremem diante da Sua Palavra (Is 66:2b). Individualmente e coletivamente, os fiéis se tornaram o templo de Deus – mini-Jerusalens – esplendorosos troféus na mão divina (v. 3). Agora, chamados de “cristãos”, eles estão casados com o Seu noivo ( 61:10) que os ama com o hesed, o amor fiel de um marido (Is 54:5).

Sempre fico profundamente tocada pelas expressões de prazer mútuo e alegria que caracterizam a nossa relação de amor com Deus. Quão terna, quão profunda, quão abrangente é esta união que Deus deseja ter com cada um de nós (Veja por exemplo: Isaías 61:10; Sofonias 3:17). Assim como nós chamamos uma pessoa a quem queremos muito bem de “querido” ou “querida”, Deus chama a sua noiva de nomes hebraicos especiais, Hephzibah (Delícia) e Beulah (Procurada e Casada) .

Assim como Deus colocou Adão e Eva para serem cuidadores de sua nova criação, Deus coloca aqueles a quem Ele ama para vigiar pelo seu novo reino. Deus e Sua “esposa” são um em propósito e atitude. Nosso Marido Celestial não dormita nem dorme (Sl 121:4 ), nem sua “esposa”. Eles estão de plantão dia e noite (v. 7). Na verdade, eles incentivam-se um ao outro até alcançarem seu objetivo mútuo. Os amados de Deus oram sem cessar e são ousados em pedir “grandes coisas”. O objetivo deles e do Senhor é o mesmo: estabelecer “Jerusalém”, como “uma cidade elogiada no mundo todo” (v. 7, NTLH), tornarem-se eles próprios confiáveis e tornarem as igrejas de Deus lugares seguros de adoração para todas as pessoas (v. 8; 56:8)

Devemos seguir em frente, abrir caminhos, instruir as pessoas, remover obstáculos. Devemos levar a todas as nações a bandeira da vitória (v. 10), o padrão de justiça, a bandeira manchada de sangue do Príncipe Emanuel. Então, quando o juízo pré-advento se completar, nosso Salvador voltará, trazendo com Ele a Sua recompensa  (v. 11). Que dia emocionante será esse! Nós, Sua Santa noiva, os remidos do Senhor (v. 12a), finalmente entraremos na cidade celestial (v.12b). A cidade fundada, projetada e construída por Deus (Hb 11:10 Bíblia de Jerusalém ). Entraremos juntamente com todos aqueles que através de todas as eras amaram ao Senhor e ansiaram por Seu aparecimento. Então, ao lado do nosso Noivo celestial, viveremos felizes para sempre! Amém.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/62/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 62 



Isaías 61 by jquimelli
26 de abril de 2014, 0:00
Filed under: salvação | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

O trompete de chifre de carneiro soa novamente! Desta vez não para alertar acerca de algum perigo (58:1), mas acompanhado de palavras que trazem alegria para o povo de Deus. Estas palavras são pronunciadas pelo Messias-Servo, cheio do Espírito do Soberano Governador do Universo, ao proclamar o “ano da graça do Senhor” (v. 2) ou o Ano do Jubileu.

A cada cinqüenta anos do calendário judaico se realizava um “jejum sagrado” de regozijo porque trazia liberdade, restauração e libertação para aqueles que tinham sido escravos ou se endividado por qualquer motivo. A chegada de “um ano de graça do Senhor” (v. 2) significava o ingresso na graça e libertação.

Estas palavras, porém, não se aplicavam apenas para Israel. O Messias–Servo está, na verdade, anunciando o Jubileu dos Jubileus. Cerca de 700 anos antes da Encarnação, Isaías disse ao mundo todo que o Messias nasceria na Terra. E, embora sendo completamente Deus (Is 8:8,10, 9:6), iria sujeitar Sua vontade em completa obediência ao Pai e ao Espírito (Is 50:4-9); Ele iria sofrer, morrer e ressuscitar (Is 52:13-53,12). Só então poderia o reino da graça ser anunciado – o tempo de libertação para toda a humanidade. 

Jesus leu esta passagem no início do seu ministério público (Lc 4:17-19) dizendo que as palavras de Isaías se cumpriam naquele momento. Esta notícia maravilhosa que deveria ter sido bem recebida pelos ouvintes foi a razão de O tentarem matar por blasfêmia.

O Messias–Servo revela as armas do amor que Deus usa para recuperar o mundo das garras do inimigo cruel (Is 59:16 e seg.): pregar boas notícias, curar corações partidos, libertar cativos, confortar os que sofrem, reviver o espírito daqueles que estão desencorajados e com medo, restaurar o senso de auto-estima daqueles que foram abusados ​​por muito tempo. Este é o Evangelho da Troca, isto é: em vez da dupla porção de punição (Is 40:2) que merecemos, Ele troca a nossa desgraça e vergonha por uma porção dupla de alegria eterna (Is 61:7).

Aqueles que recebem esta mensagem, por sua vez, tornam-se reparadores e restauradores de vidas quebradas. Tornam-se um reino de sacerdotes, uma nação santa, ministros do nosso Deus (v. 6), portadores das vestes da salvação fornecidas pelo próprio Jesus (v.10). Que maravilhoso privilégio!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/61/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 61 



Isaías 60 by jquimelli
25 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Israel, prosperidade | Tags: , ,

Comentário devocional:

Como um magnífico nascer do sol, um novo dia iria amanhecer para o povo redimido de Deus depois de uma noite de terrível escuridão. O exílio babilônico levaria o povo de Deus a um dos pontos mais baixos em sua experiência como a nação escolhida. Eles se sentiriam totalmente abandonados por Deus (v.15) e desprezados pelas nações, cobertos, por assim dizer, por uma espessa mortalha negra. Muitos anos antes deste desastre finalmente acontecer, Deus enviou ao Seu povo uma mensagem que iria fazer brilhar uma luz no fim do túnel. Como o nosso Deus é gracioso em fazer isso!

Em capítulos anteriores de Isaías encontramos a promessa de Deus de que Ele iria levantar um “messias”, Ciro da Pérsia, para livrá-los do cativeiro físico. Muito mais importante, porém, Ele lhes promete que o Messias há muito esperado os livraria do cativeiro moral, da escuridão espiritual de sua cegueira, rebelião e idolatria. O Servo Sofredor consertaria o relacionamento quebrado deles com Deus. Verdadeiramente a glória do Senhor se levantaria sobre eles com a cura em Suas asas.

Por ocasião da criação, quando as trevas cobriam a terra, após a ordem divina: “Haja luz!”, um novo mundo começou a surgir. De modo semelhante, a obra salvadora do Messias traria a promessa de um “novo céu e uma nova terra”. Os fundamentos do Reino de Deus seriam postos.

O batimento cardíaco do novo reino será a adoração. Deus expressa Sua esperança de que o remanescente, ao retornar, seja um testemunho vivo das bênçãos de viver em harmonia com Deus. Isaías descreve a “vida abundante” que eles teriam por serem uma nação governada por Deus e obediente a Sua Lei de Amor. Seria um tempo de prosperidade, saúde e alegria tão convincentes que nações e reinos afluiriam para lá a fim de tributarem honra ao Senhor Deus, o Santo de Israel.

Jerusalém seria uma cidade de paz e louvor, de justiça e retidão; uma cidade cujas “portas permanecerão abertas; jamais serão fechadas, dia e noite” (v. 11 NVI). Tristeza e alienação não mais existiriam (v. 15, 20). Não haveria necessidade de sol nem de lua, porque Deus seria sua luz eterna, a sua glória eterna (v. 19). O universo inteiro seria parte deste poderoso e maravilhoso Reino.

A visão deixa claro que nenhuma falha humana impedirá  os propósitos finais de Deus, tanto para este planeta quanto para o universo. Qualquer indivíduo ou comunidade que aceita a redenção de Deus se retira das trevas para a aurora gloriosa da Verdade de Deus. Para eles, o Reino de Deus chegou (60:1)! Eles desfrutarão da “vida abundante” prometida por Jesus (João 10:10).

Cheios da presença da “Luz do Mundo”, levantar-se-ão e brilharão, como luzes neste mundo escuro (Mt 5:14,15). Serão como brotos plantados por Deus para manifestação da Sua glória (v. 21b).

Neste assunto não existem dúvidas. Tão certo como o grande “Eu Sou” existe, isso de fato acontecerá … mas , “na hora certa” (v. 22 b NVI)!

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/60/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 60 



Isaías 59 by jquimelli
24 de abril de 2014, 0:00
Filed under: Amor de Deus, graça, salvação | Tags: ,

Comentário devocional:

Este capítulo é composto de duas seções: as más notícias e as boas notícias. 

Primeiro, vamos às más notícias: Todos nós somos pecadores, culpados de quebrar a lei de Deus. Isaías fala acerca da enorme força que o pecado exerce sobre nós e da devastação que ele causa em nossos relacionamentos, especialmente nosso relacionamento com Deus. O pecado nos separa do Criador (v. 1-3). 

Ao longo dos tempos os seres humanos têm tentado encobrir seus pecados sob o disfarce de rituais religiosos. Antes que possamos apreciar a Salvação, responder a ela, ansiar por ela, temos de perceber como o pecado é horrível. Isaías 59 retira a máscara para revelar a maldade insidiosa e desesperada do coração humano. 

No entanto, vemos neste capítulo dois grupos de pecadores. O que os torna diferentes?

As pessoas descritas nos versos 4-8 são aqueles que rejeitam a Deus desafiadoramente. O profeta de Deus se afasta deles. São aqueles cujos pecados intencionais se endureceram em maldade. Eles não tem paz (v. 8).

Por outro lado, vemos um grupo de pessoas que reconhecem que são pecadores mas se entristecem por causa disso. Isaías se inclui no segundo grupo, assim como Esdras e Daniel o fizeram. “… buscamos claridade, mas andamos em sombras …, tateamos como quem não tem olhos … são muitas as nossas transgressões diante de ti, e os nossos pecados testemunham contra nós“ (v. 9-12a NVI). Não há, aqui, justiça própria ou negação da verdade. Eles pararam de fingir e admitem: “Não temos sido fiéis, temos nos revoltado contra ti e nos afastado de ti, o nosso Deus. Temos falado de crimes e de revoltas e temos feito planos para enganar os outros” (v. 13 NTLH).

Agora, as boas novas: para estes é estendida a promessa de Jesus: “Bem-aventurados os que choram” por seus pecados “porque serão consolados” (Mt 5:4 ARA).

Existe justiça nessa terra? O veredito do “Justo Juiz da Terra” é: “Não!” E temos que concordar! Não é preciso viver muito tempo neste planeta para percebermos que a vida não é justa. Quatro vezes neste capítulo (v. 4, 9,11,14), e muitas vezes ao longo do livro, Isaías lamenta este fato: a sociedade não tem mispat. Esta palavra hebraica para a justiça representa o modo como as coisas deveriam ser em uma sociedade governada por Deus e obediente à Sua Lei do Amor – o modo como Ele na criação planejou que as coisas fossem. A desobediência resulta num espírito de ilegalidade, de falta de justiça, de separação de Deus (e dos outros) que é representado por palavras como revolta, iniquidade, transgressão e pecado. 

Deus fica consternado, cheio de fúria divina, quando vê o estado do homem nas garras deste inimigo cruel chamado pecado; quando vê a luta agonizante que Seus filhos têm consigo mesmos. Ele decide então ajudar a humanidade a qualquer custo (v. 15b, 16). Nosso Poderoso Guerreiro vem pessoalmente em nosso socorro. Ele usa a arma mais drástica e poderosa de todas – o amor! Na forma do Servo Sofredor que usa sua própria armadura (v.17; Ef 6:10-18), Ele vence de forma surpreendente: ele próprio fornece justiça e salvação para o livramento de Seu povo, restabelece a justiça e a misericórdia como o fundamento de Seu trono e com vingança e zelo castiga e destrói o mal (v. 17, 18).

Louvai ao Senhor, todos os povos reverenciem o Seu nome para sempre (v.19)! A aliança de Deus com o homem é eterna. Sua intervenção e envolvimento com os assuntos dos homens nunca cessam. Em todas as épocas Deus tem pessoas guiadas pelo Espírito, que proclamam a sua palavra (v.21). Com Deus, a libertação nunca será apenas uma coisa do passado; Sua maior intervenção ainda está por vir quando Ele exterminará o mal completamente e dará início ao seu reino de glória.

Aleta Bainbridge
Sydney, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/59/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 59 




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