Reavivados por Sua Palavra


Isaías 27 by jquimelli
22 de março de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Isaías ainda está focando o fim dos tempos e a batalha divina de Cristo. “Naquele dia” o Senhor “castigará o Leviatã, a serpente veloz” (v.1b NVI). Lúcifer, ou Satanás, é a serpente veloz. Isto acontecerá no final do Milênio.” Deus o matará com “Sua espada severa, longa e forte” (v.1a NVI). Esta expressão parece demonstrar uma espada muito poderosa. Mas, na verdade, o Messias Guerreiro só precisa falar. Sua Palavra é Sua espada. O Leviatã é uma serpente torcida (v.1d ARA), porque ele torceu a Palavra de Deus para Eva no Jardim do Éden. A serpente na época era um animal voador e a mais bela das criaturas e Satanás a escolheu para abordar Eva.

No dia do julgamento executivo, Cristo tomará os espinheiros e roseiras bravas e as queimará completamente (v. 4). Neste capítulo, Cristo explica a Isaías que Ele tem uma vinha (v. 2) da qual Ele é o agricultor. “Eu, o Senhor, sou o seu Vigia” (v. 3a NVI). Ele é o protetor dela, a rega, e durante o tempo de angústia a protegerá “de dia e de noite para impedir que lhe façam dano” (v. 3b-c) .

O Senhor busca incessantemente os espinhos e abrolhos espirituais – enquanto há tempo – para que façam amizade com Ele (v. 5). Ele cuidará deles de tal maneira que eles se tornarão parte da vinha de Deus: “Que façam as pazes comigo” (v. 5c NVI), deseja o Senhor. O tempo de salvação antes do tempo do fim será um tempo em que Deus fará com que aqueles que vêm a Ele floresçam e deem frutos. O Israel espiritual encherá o mundo de frutos (v. 6). Mas antes que Cristo volte, um juízo investigativo acontece no céu para examinar cada vida para ver se é seguro mantê-la na terra restaurada.

Isaías então olha por cima do ombro para a platéia atrás dele e diz-lhes que as suas imagens de madeira e altares de incenso não ficarão inteiras e em pé. A cidade de adoração dos deuses será “abandonada, desabitada e esquecida como o deserto” (v. 10a NVI). Quanto aos adoradores destes deuses, o Senhor diz que são “um povo sem discernimento” e entendimento espiritual (v. 11c). 

Isso é sério. Sempre foi a intenção de Deus de que todos tivessem acesso a ele, bem como um relacionamento. Como Ele diz em Oséias: “No lugar onde se dizia a eles:’Vocês não são meu povo’, eles serão chamados ‘filhos do Deus vivo’” (Os 1:10 NVI) (ver tb Rom. 9:6, 24-25).

João, o Revelador, escreveu: “Depois disso olhei, e diante de mim estava uma grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé, diante do trono e do Cordeiro, com vestes brancas e segurando palmas. E clamavam em alta voz: “A salvação pertence ao nosso Deus, que se assenta no trono, e ao Cordeiro”(Apoc 7:9,10 NVI).

Querido Deus,
Que nenhum de nós, que somos parte de sua vinha, seja encontrado seco e inútil. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://biblia.com.br/novaversaointernacional/isaias/is-capitulo-27/

Traduzido por JAQ/GASQ

Texto original: Isaías 27 



Isaías 26 by jquimelli
22 de março de 2014, 0:00
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Comentário devocional:

Neste capítulo, Isaías retrata o coro dos justos com sua atenção dirigida à Sião Celestial (v. 1a-b). Eles cantam uma canção que diz que a salvação é o seu fundamento e suas defesas (v. 1c). Como num canto de romagem, ou de peregrinação, os salvos prestes a entrar na cidade pedem que se abram as portas para a entrada dos salvos, a nação dos justos, que se manteve fiel e da qual fazem parte (v.2). 

A canção reflete as características de confiança daqueles que compõem a multidão de salvos: mantiveram paz espiritual porque guardaram um propósito firme de confiar em Deus somente (v.3). Confiaram no Senhor mesmo em condições extremas. 

A razão para essa confiança “no Senhor” é que Ele é a Rocha eterna (v.4). Cristo é a Rocha-reino que, no sonho de Daniel 2 atinge todos os reinos e enche o mundo inteiro, por ocasião de Sua Segunda Vinda. Todos os reinos são, então, lançados ao pó (v. 5b). O justo, antes desamparado, agora andará sobre eles (v. 6). O Senhor é quem aplaina o caminho dos justos (v. 7). Eles andam nos caminhos da vontade do Senhor e confiam em Suas decisões (v. 8a). O nome e a lembrança do Senhor são o desejo de sua alma (v. 8b). 

Isaías se inclui neste grupo a viajar para a Sião Celestial. Ele expõe que nos momentos escuros (à noite) sua alma anseia por Deus (v. 9a) e quando a luz se faz em sua vida (de manhã) ele deseja que Deus o acompanhe (por todo o dia) (v. 9b). Assim, seu espírito busca a Deus diligentemente porque sabe que é conhecendo a vontade de Deus e reconhecendo os Seus juízos que se aprende a justiça. (v. 9c-d). 

Ao contrário do justo que reconhece os caminhos de Deus, os ímpios não aprendem a justiça (v. 10a ) e não reconhece a majestade do Senhor “(v. 10d ). Cegueira espiritual! Isaías diz que um dia o ímpio verá o zelo do Senhor pelo Seu povo e sentirá vergonha pela sua cegueira/por não ter visto o óbvio (v. 11b). 

Isaías viu isso na visão e sentiu saudades do céu. Ele deseja profundamente a paz que Deus planeja para os Seus (v.12) e reconhece que já estivemos sob domínio de outros senhores, que ainda desejam voltar a nos dominar. Por isso dá graças a Deus pela liberdade (v. 13). 

Nos versos restantes do capítulo, Isaías fala da angústia que virá aos justos (v. 16) antes que todas as coisas sejam restauradas, à semelhança do sofrimento da mulher em trabalho de parto (v. 17). 

Lamenta que séculos de recebimento de bênçãos por parte de Israel não produziram resultados dignos, apenas o fracasso em cumprir o plano divino –  não mais que vento (v. 18). E anseia por uma ressurreição espiritual de seu povo como também Ezequiel profetizou (Ez. 37:1-14) e como no futuro “os mortos em Cristo ressuscitarão” (1 Ts 4:16,17).

Ao final, Isaías fala ao seu povo que se esconda por um momento (v. 20) até que se passe a ira de Deus “para castigar os moradores da terra por suas iniqüidades”(v. 21 NVI). “Enquanto os primogênitos no Egito eram mortos, o povo de Deus devia permanecer nos seus lares (Ex. 12:22, 23). Durante as sete pragas, Deus convida Seu povo a fazer dEle seu esconderijo, que Ele seja para eles ‘refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações’(Sl 46:1). Assim protegido, Seu povo não deve temer ‘ainda que a terra se transtorne e os montes se abalem no seio dos mares’(Sl 46:2; cf. 25:5; 91:1-10). A ira de Deus dura ’por um momento’ (Is 54:8; cf. Sl 30:5). O juízo é, para o Senhor, ‘obra estranha’ (Is 28:21); mas o momento da ira divina contra os ímpios é também o de livramento e triunfo do povo de Deus”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 207.

Querido Deus,
Como Isaías, também estamos de joelhos. Nós oramos por nosso povo e entes queridos. Salva-nos, Senhor, em vosso reino quando vieres. Amém.

Koot van Wyk
Coreia do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/26/

Traduzido e adaptado por JAQ

Texto bíblico: Isaías 26 




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