Reavivados por Sua Palavra


1REIS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros

“Porquanto Davi fez o que era reto perante o Senhor e não se desviou de tudo quanto lhe ordenara, em todos os dias de sua vida, senão no caso de Urias, o heteu” (v.5).

A história dos reis de Israel e de Judá ilustra bem a trajetória da nação após tornar-se uma monarquia. De todas as nações da Terra, Israel era a campeã em brigar consigo mesma. Esta rivalidade fica bem evidente no capítulo de hoje. “Houve guerra” (v.6) entre os reinos do Norte e do Sul, e alianças políticas entre eles e os reinos pagãos. Tudo o que o Senhor havia condenado como errado e abominável, era justamente o que o povo fazia, seguindo após os seus líderes imprudentes.

Em meio às trevas da idolatria e da apostasia, o Senhor suscitava “uma lâmpada em Jerusalém”, “por amor de Davi” (v.4). Asa foi o primeiro rei de Judá a promover uma verdadeira reforma no meio do povo. Eliminou os ídolos e objetos de culto, “tirou da terra os prostitutos cultuais” (v.12) e depôs a rainha-mãe de seu cargo dignitário, destruindo a imagem do poste-ídolo que ela havia feito. Enquanto Judá avançava no reinado estável de Asa, Israel sofria as consequências de um trono sem dono.

Sem sucessão de um rei ungido do Senhor, o reino do Norte tinha a sua coroa incerta. Cada rei que assumia o trono temia constantemente por sua vida e de seus descendentes em meio ao risco iminente de uma traição. Quanto a Judá, havia uma promessa de um Deus infalível, de modo que mesmo com a apostasia de vários de seus monarcas, o Senhor continuava cuidando do Seu povo por amor a Davi. Davi tornou-se o modelo de rei estabelecido por Deus; seu coração, a norma espiritual de intimidade com Deus. Não fosse o seu pecado contra Urias, e seu testemunho teria sido de uma força inabalável.

Diante da realidade de que “muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22:14), não vivemos mais no contexto de uma nação territorial, mas de uma nação espiritual que precisa despertar para a urgente necessidade de fazer o que é “reto perante o Senhor” (v.11), de ter um coração perfeito, “totalmente do Senhor” (v.14). E não existe a menor possibilidade de que isto aconteça sem que haja uma mudança real e visível.

Asa não se limitou em fazer o que era correto diante de Deus, mas compreendeu a sua responsabilidade como líder de promover um reavivamento e reforma em Jerusalém. Há quantos anos, amados, temos ouvido o mesmo clamor dos “profetas” modernos de que precisamos despertar de nossa letargia e viver e pregar, de fato, as três mensagens angélicas? Quanto tempo mais achamos que o Senhor irá tolerar toda a violência, crueldade e licenciosidade que este mundo tem promovido?

Há um Rei que está prestes a Se apresentar diante do trono do Pai para reclamar os que são Seus. À Sua frente há uma obra prestes a terminar e, em Seu coração, uma saudade que dói desde que o pecado entrou no mundo. Jesus espera por nós! Ele espera que escutemos o brado: “Eis o Noivo! Saí ao Seu encontro!” (Mt.25:6), e despertemos do sono erguendo bem alto as nossas lâmpadas acesas. Por amor a Davi, Deus cumpriu a Sua promessa. Por amor ao Seu remanescente e aos Seus filhos de todos os tempos, a derradeira promessa se cumprirá e veremos nosso Salvador nas nuvens vindo nos buscar. “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora” (Mt.25:13).

Bom dia, escolhidos para a salvação!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #1Reis15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I Pedro 4 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg

1 Deixou o pecado. Isto é, abandonou o pecado como estilo de vida (Rm 6:7, 12-17). Pedro não quer dizer que a pessoa deixou de ser pecadora, mas que voltou as costas para o mundo, a carne e o diabo, e que, pela graça de Deus, tomou a resolução de seguir os passos do Mestre. “Quando estivermos revestidos da justiça de Cristo, não teremos nenhum prazer no pecado: pois Ele estará trabalhando conosco. Poderemos cometer erros, mas havemos de aborrecer o pecado que causou os sofrimentos do Filho de Deus” (MJ, 338). O pecado não mais reina na pessoa dirigida por Cristo (Gl 2:20). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 633.

2 Vontade de Deus. A vida da pessoa que “deixou o pecado” (v. 1) segue um novo rumo. Sua vontade é submissa à vontade de Deus assim como a bússola ao polo magnético. Ele anda “não […] segundo a carne, mas segundo o Espírito” (Rm 8:4). A comunhão eterna com Deus é prometida a todos que fazem “a vontade de Deus”. CBASD, vol. 7, p. 633.

6 Segundo Deus. Isto pode significar “assim como Deus vive”, ou seja, eles se tornarão imortais ou “conforme Deus quiser”, isto é, de acordo com a vontade de Deus para a vida deles, segundo a decisão do julgamento. CBASD, vol. 7, p. 634.

7 Sóbrios. Do gr. ngphõ, “ser sóbrio”, isto é, abster-se de intoxicantes (ITs 5:6). Pedro adverte seus leitores a ser vigilantes, diante dos acontecimentos iminentes. CBASD, vol. 7, p. 635.

9 Sem murmuração. Literalmente, “sem reclamar”. A hospitalidade é quebrada quando o anfitrião dá indícios de estar incomodado. A verdadeira hospitalidade inclui simpatia, pois o presente, sem aquele que o dá é vazio. Em tempos de perseguição (v. 12), seria grande o número de cristãos refugiados que necessitariam do apoio de seus irmãos de fé, e a pessoa em condição de atender às necessidades de outro tinha o dever, diante de Deus, de fazer isso com alegria. CBASD, vol. 7, p. 635.

11 Glorificado. Literalmente, “continua a ser glorificado”. O verdadeiro propósito das atividades da vida é honrar e exaltar a Deus. O cristão nunca está isento de representar ao Senhor e demonstrar a eficácia de Seu poder para salvar. CBASD, vol. 7, p. 636.

12 Não estranheis. Literalmente, “não continueis a se pasmar”. Enquanto o grande conflito entre Cristo e Satanás prosseguir, o cristão deve esperar uma série de provas e problemas planejados por Satanás para destruir a fé em Deus. CBASD, vol. 7, p. 636.

Fogo ardente. Do gr. purõsis, “queimadura”, “ardência”. A ferrenha perseguição de Nero logo assolaria a igreja; as perturbações crescentes entre judeus e romanos era um prelúdio do holocausto iminente. Satanás tentou todas as estratégias que conseguiu imaginar para destruir a infante igreja. Levando em conta que a hora do juízo se aproxima, os cristãos atuais fariam bem em dar ouvidos às palavras de Pedro à igreja de sua época. CBASD, vol. 7, p. 636.

17 Começar. Literalmente, “começa”. A primeira frase deste versículo pode ser traduzida como: “porque é o tempo apropriado para que o julgamento comece na casa de Deus”. Tendo em vista a brevidade do tempo e o “fogo ardente” que se aproximava, Pedro conclama seus irmãos de fé a se lembrarem de suas solenes responsabilidades como cristãos (Ez 9:6; os mensageiros do juízo começam no santuário, por aqueles, que ali oficiavam). No “fogo ardente” e na hora do “juízo”, Deus espera mais daqueles que professam o nome de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 638.

19 Encomendem. A segurança do cristão está na certeza de que Deus nunca abandona Seus filhos. Como pastor, Pedro guia seus irmãos de fé ao único porto seguro diante da tempestuosa perseguição. CBASD, vol. 7, p. 638.



Hebreus 6 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg

1 Base. É bom estabelecer uma boa base, mas quem não constrói sobre ela nunca terá uma estrutura acabada. O autor propõe deixar os primeiros princípios, tendo como certo que os leitores estão bem fundamentados neles. Ele não os ignora, mas os deixa no mesmo sentido em que um construtor deixa o fundamento quando prossegue com a estrutura em si. O autor enumera seis princípios fundamentais sobre os quais o cristianismo é edificado. Ele apenas os menciona e não os discute, pois sente que isso já foi bem feito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 465.

3 Isso faremos. O autor encoraja seus leitores a ir além, (v. 1) dos presentes princípios elementares do evangelho, esperando e crendo que eles estivessem bem compreendidos. Ele quer deixar esses fundamentos assim como a criança deixa a primeira cartilha quando avança para o primeiro livro de leitura. Mas, na realidade, nenhuma criança, nem o cientista mais entendido, abandonaria o alfabeto. Todas as suas letras serão sempre necessárias. O mesmo se dá com esses princípios fundamentais, eles não são descartados, mas são a base da construção. O autor deseja avançar das verdades primárias para as mais elevadas. CBASD, vol. 7, p. 467.

4 É impossível. Os v. 4 a 6 tratam do destino dos que se afastam de Deus. A questão é acerca da possibilidade de restaurar aqueles que tiveram uma experiência cristã verdadeira, mas que se afastaram. Eles podem ser restaurados à comunhão cristã e novamente receber misericórdia? Essa passagem tem sido fonte de grande perplexidade e desânimo para muitos. Ela parece ensinar que os que se desviam da fé estão irremediavelmente perdidos. Entre os vários pontos de vista que têm sido mantidos, dois são dignos de consideração. (1) A apostasia mencionada aqui é a prática de um pecado imperdoável (Mt 12:31, 32), uma vez que essa é a única forma de apostasia para a qual não há esperança. (2) A passagem não prega a falta de esperança para quem se apostatou, mas adverte acerca de uma desesperança adicional (Hb 6:6). A maioria dos comentaristas aceita a primeira visão, embora a última possa ser defendida com base no texto grego. CBASD, vol. 7, p. 467.
 
8 Espinhos e abrolhos. Deus havia abençoado os cristãos judeus, e esperava que dessem fruto. Se, com todas as bênçãos que tiveram e com toda a luz que iluminava o caminho, eles ainda se recusassem a dar frutos e se afastassem, haveria apenas um fim para eles: a separação de Deus e o esquecimento. CBASD, vol. 7, p. 469.
 
10 Para ficar esquecido. Deus não Se esquece de qualquer ato de bondade, ainda que pequeno. Tudo é registrado e será levado em consideração no juízo. Um copo de água fria não é esquecido (Mt 10:42), a lágrima de tristeza ou simpatia é lembrada e gravada (SI 56:8). CBASD, vol. 7, p. 469.
 
11 Plena certeza da esperança. Os crentes a quem a carta foi dirigida tinham sido zelosos em abrigar os santos. Eles precisavam continuar seu ministério, mas deviam ser igualmente diligentes em outros assuntos relacionados com a salvação. CBASD, vol. 7, p. 470.
 
17 Quando quis mostrar. Não era necessário que Deus jurasse. Sua palavra é tão eficaz quanto um juramento. Por isso, foi impressionante que Ele tenha Se colocado no nível do ser humano, consentindo em jurar pela veracidade da promessa. CBASD, vol. 7, p. 470.
 
18 Duas coisas imutáveis. Ou seja, a promessa de Deus e Seu juramento. A palavra de Deus, em si mesma é imutável. Nenhum juramento pode acrescentar nada ao que Deus disse, nem torná-la mais segura. Contudo, Deus confirmou a promessa com juramento por nossa causa. CBASD, vol. 7, p. 470.
 
20 Sumo sacerdote para sempre. O autor volta, habilmente, ao tema do sumo sacerdócio, pois fez uma digressão em Hebreus 5:11 a 6:19, e discute isso em detalhes no cap. 7. CBASD, vol. 7, p. 472.


Atos 2 by jquimelli
31 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: Espírito Santo, relacionamento | Tags: , , ,

Comentário devocional:

É muito fácil se impressionar com as coisas incríveis que se seguiram ao Pentecostes. Línguas de fogo, grandes milagres, 3.000 pessoas batizadas num só dia. Mas o que aconteceu durante os 10 dias anteriores, no cenáculo, foi tão importante, se não mais, ao que aconteceu depois. 

Os discípulos sentiram sua grande necessidade e clamaram ao Senhor pela “santa unção” que iria prepará-los para o grande trabalho diante deles. Mas eles não pediram apenas pelo derramamento do Espírito Santo. Eles humilharam o coração em verdadeiro arrependimento, pediram perdão por seus erros, chegaram a um acordo a respeito de suas diferenças, abandonaram seus desejos por supremacia e até mesmo dividiram suas posses uns com os outros (você pode imaginar os incríveis resultados se fizéssemos isso hoje?).

Além disso, eles se entristeceram por terem desapontado o Mestre devido a sua falta de fé, confessaram sua incredulidade e meditaram muito a respeito da vida de Cristo e Sua Palavra. Eles se aproximaram mais e mais de Deus e uns dos outros enquanto sinceramente ansiavam pela salvação das almas. E o que aconteceu como resultado? O céu se abriu e a bênção do Espírito Santo foi derramada em uma magnitude nunca antes vista (veja Atos dos Apóstolos, p. 36, 37). 

Recentemente, alguns colegas e eu nos unimos em prol de um ministério mas não estávamos fazendo muito progresso. Havia muitas diferenças entre nós a respeito de como o trabalho deveria ser feito. Finalmente, reconhecemos nosso erro, e passamos várias horas orando juntos e confessando nossos erros uns aos outros. Depois disso, recebemos tanta força e unidade que o nosso trabalho se desenvolveu com poder e sentimos as bênçãos do céu. 

Este é apenas um pequeno exemplo do que Deus está desejoso de fazer por todos nós. E tudo o que aconteceu no dia de Pentecostes é apenas uma pequena amostra do que está por vir. Mas para que isso aconteça, nós, como um povo devemos estar em comunhão uns com os outros e com o Senhor (v. 42). Devemos pôr de lado as diferenças, e corrigir tudo o que está errado. 

Ellen White escreveu: “Muitos há que creem e professam reclamar a promessa do Senhor; falam acerca de Cristo e acerca do Espírito Santo, e todavia não recebem benefício. Não entregam a alma para ser guiada e regida pelas forças divinas. Não podemos usar o Espírito Santo. Ele é que deve servir-Se de nós.” (O Desejado de Todas as Nações, p. 672). 

Deus está desejoso de derramar ricas bênçãos sobre nós como povo, famílias e indivíduos, mas precisamos primeiro suplicar que a Sua vontade seja feita e não a nossa.

Melody (Melodious Eco) Mason

Líder do Ministério de Oração ARME

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/2/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Atos 2 

Comentário em áudio 



João 10 by jquimelli
18 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: Amor de Deus, cuidado de Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Ovelhas são animais de rebanho cuja tendência é seguir um líder. Por serem animais muito mansos, o líder pode ser simplesmente aquele que sai em frente. Daí a importância de Jesus se apresentar como o Bom Pastor. Ele conhece as Suas ovelhas e é por elas conhecido. Quando as ovelhas conhecem o seu pastor — porque estão totalmente familiarizadas com aquele que se preocupa com elas — elas não são propensas a seguir um impostor. 

O que não é facilmente notado em uma leitura superficial do texto, é que pode-se ver a conexão entre a história anterior — a cura do homem cego — e a declaração de Jesus de ser o Bom Pastor. O homem curado é como a ovelha que reconhece a voz do Pastor e O segue. Como o Bom Pastor, Jesus cuida de Suas ovelhas, mesmo aquelas que foram rejeitadas — como o cego a quem as pessoas acusaram de ter pecado — e as cura e liberta da escuridão literal e espiritual. 

A cura do cego nas imediações do templo durante a Festa dos Tabernáculos teve como objetivo abrir os olhos das multidões que viajaram a Jerusalém para aquele banquete espiritual. Jesus está oferecendo às pessoas a oportunidade e a capacidade de distinguir entre o bom pastor — Ele próprio — que não quer nada além do melhor para suas ovelhas, e os líderes religiosos de Seus dias — os mercenários — que de muitas maneiras rejeitam algumas pessoas e deixam de lado. 

“Como o pastor vai adiante das ovelhas, enfrentando primeiro o perigo do caminho, assim faz Jesus com Seu povo. “E, quando tira para fora as Suas ovelhas, vai adiante delas”. João 10:4. O caminho para o Céu é consagrado pelas pegadas do Salvador. A vereda pode ser íngreme e acidentada, mas Jesus por ela passou; Seus pés calcaram os cruéis espinhos, a fim de tornar mais fácil o trilho para nós. Todo fardo que somos chamados a suportar, levou-o Ele próprio.”(O Desejado de Todas as Nações, p. 480). 

Que o conhecimento de que o nosso Pastor é Jesus, que está lutando por nossa segurança e salvação, nos encoraje sempre. E tenhamos a certeza de que reconhecemos a Sua voz por permanecermos em contato com Ele e com a Sua Palavra a cada dia. 

Willie Oliver 
Diretor Departamento dos Ministérios da Família 
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/10/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: João 10 

Comentário em áudio 



João 8 by Jobson Santos
16 de janeiro de 2015, 1:04
Filed under: Evangelho | Tags: , ,

Comentário devocional:

Nossa grande necessidade de Jesus deve ser o primeiro e principal foco de nossas vidas a cada dia. O recebimento da graça, paz e poder de Deus, no início do dia, nos ajudará a nos desviarmos dos ataques do maligno.

Jesus passou um tempo significativo com Deus bem no começo do dia, na leitura de hoje. Assim quando o difícil encontro com os escribas e fariseus aconteceu, Ele estava preparado. Começar o dia em comunhão com Deus é um belo exemplo a seguirmos.

Apesar de não ter sido relatado nos outros três manuscritos gregos dos Evangelhos – apenas no manuscrito de João a narrativa da mulher apanhada em adultério e acusada pelos líderes da igreja é consistente com outras histórias do Novo Testamento. A lição para nós, hoje, é clara. O nosso trabalho, como crentes, não deve ser o de acusar as pessoas e apontar os erros delas – especialmente porque Jesus conhece os pontos fracos de nossa própria vida. Em vez disso, temos que encaminhar as pessoas a Jesus, que tem o poder de perdoá-las e mantê-las longe do pecado. Afinal, a razão pela qual Jesus veio ao mundo foi “para buscar e salvar o que estava perdido” (Lucas 19:10).

Ellen White expressa bem o significado daquele momento: “No reerguimento dessa alma caída, Jesus realizou um milagre maior do que na cura da mais terrível doença; curou a doença espiritual que produz morte eterna. Esta arrependida mulher tornou-se um de Seus mais firmes seguidores. Com abnegado amor e devoção, mostrou seu reconhecimento pela perdoadora misericórdia de Jesus. Para essa desviada mulher não tinha o mundo senão desprezo e zombaria; mas Aquele que é sem pecado compadeceu-Se de sua fraqueza, e estendeu-lhe ajudadora mão. Enquanto os fariseus hipócritas acusavam, Jesus mandou-lhe: ‘Vai-te e não peques mais.’ [João 8:11]” (A Ciência do Bom Viver, p. 50).

Ao nos esforçamos para fazer a vontade de Deus, seremos mal interpretados e acusados – como Jesus o foi – de heresia e até de estarmos endemoniados. Não obstante, devemos continuar encorajando as pessoas a irem a Jesus, que é a Verdade, pois Ele irá libertá-las.

Fique perto de Jesus hoje.

Willie Oliver
Diretor dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/8/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: João 8 
Comentário em áudio 



João 7 by jquimelli
15 de janeiro de 2015, 0:30
Filed under: comunhão, milagres, poder de Deus | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Para sermos discípulos de Jesus, devemos conhecê-Lo intimamente e ser conscientes de Sua missão principal – não apenas realizar sinais e maravilhas, mas buscar e salvar o perdido. É nosso privilégio e dever como cristãos seguirmos o exemplo simples e humilde de Jesus e não nos preocuparmos em realizar milagres para provar que Seu poder está à nossa disposição.

Tal como os irmãos de Jesus, que queriam que ele deixasse a Galileia e fosse para a Judeia mostrar o que Ele poderia fazer, há momentos em que parecemos mais interessados nas boas obras da nossa igreja. Falamos de nossas grandes reuniões evangelísticas, nossos numerosos hospitais e universidades e outras grandes coisas que fazemos. Para isto tudo devemos ser gratos. No entanto, a nossa motivação deve ser sempre representar e glorificar a Deus por aquilo que fazemos, não a nós mesmos. Precisamos ser obedientes à Sua Palavra e estar prontos para aproveitar as oportunidades que Ele oferece.

Veja o exemplo de Jesus: “Fugindo à agitação e confusão da cidade, às turbas ansiosas e aos traiçoeiros rabis, Jesus desviou-Se para o sossego dos bosques das oliveiras, onde podia estar a sós com Deus” (A Ciência do Bom Viver, p 49).

Precisamos gastar tempo mais tranquilo com Jesus a partir de hoje. Pois é nesses momentos de solidão e comunhão com Ele que recebemos a promessa e poder do Espírito Santo para permanecermos ativos e fiéis até o dia da Sua Vinda.

Willie Oliver
Diretor Mundial do Departamento dos Ministérios da Família
Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia

 

Texto original:  http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/7/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: João 7 
Comentário em áudio 




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