Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 15 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

No início de Apocalipse 15, João vê “sete anjos com as sete últimas pragas”, com as quais “se completa a ira de Deus” (v. 1). As sete pragas são a expressão definitiva e completa do juízo divino contra as forças do mal, juízo que culmina com a segunda vinda de Jesus. Este capítulo marca o fim da provação, após a qual “o vinho da ira de Deus” será derramado sem misericórdia sobre os ímpios (ver 14:10).

As pessoas sempre se esforçaram para entender o conceito da ira de Deus. Incapazes de negar o ensino bíblico de um Deus que responde com ira ao mal, alguns tentam redefini-la como sendo mera consequência natural ou, no máximo, a retirada da mão protetora de Deus. Mas não podemos esquecer as expressões muito claras que indicam que Sua ira é o Seu ato divino de justo julgamento sobre o mal e os seus autores. Os juízos de Deus são muito reais e devidamente justificados.

Por esta razão, no verso 2 o foco se move momentaneamente para aqueles que acabarão por ser vitoriosos sobre a besta, sua imagem e sua marca. Eles cantam uma canção reconhecendo a justeza dos julgamentos de Deus nas últimas pragas: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos” (v. 3). Afinal de contas, nós não deveríamos esperar que um Deus santo respondesse com justiça à terrível natureza destrutiva do mal?

Tenha em mente, contudo, que a mão que dirige o derramamento das pragas foi primeiro pregada a uma cruz por esses mesmos pecados que agora estão sendo julgados e punidos. No Calvário foi demonstrado que o Deus que é totalmente justo, também é totalmente misericordioso. Neste último ato de justiça, ninguém poderia levantar um ponto de interrogação sobre sua misericórdia. 

A segunda estrofe da canção diz: “Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiças se tornaram manifestos” (v. 4). 

Tanto justiça quanto misericórdia trazem glória ao Seu nome; ambas são exibidas igualmente em Seus atos de justiça; ambas O revelam como santo. A justiça e a misericórdia estão perfeitamente integradas em Sua natureza divina.

Unamo-nos, salvos de todas as nações, a adorar perante Ele.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 15 
Comentário adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Hebreus 8 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
1 de junho de 2015, 0:30
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1 Tal sumo sacerdote. Cristo não é um sumo sacerdote comum, como os do sacerdócio araônico. Eles serviam na Terra (v. 4). Ele atua ao lado do trono de Deus. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 479.

2 Verdadeiro. Do gr. alêihinos, “genuíno”, real”. O santuário terrestre era apenas um tipo do celestial. CBASD, vol. 7, p. 479.

Nem mesmo sacerdote seria. As regras do sacerdócio levítico eram aplicadas rigorosamente, e, se Cristo estivesse na Terra, Ele não Se qualificaria. Somente os da tribo de Levi eram elegíveis, e Cristo pertencia à tribo de Judá. Seu sacerdócio era independente e celestial, segundo a ordem de Melquisedeque. CBASD, vol. 7, p. 479.

6 Ministério tanto mais excelente. Com este versículo, o autor começa a discussão de Cristo como “Mediador de superior aliança”. O argumento para o ministério superior de Cristo é baseado no fato de Ele ser mediador de uma aliança superior estabelecida sobre superiores promessas. CBASD, vol. 7, p. 480.

Sem defeito. A implicação é que a antiga aliança continha defeitos. No entanto, a culpa disso estava com as pessoas que a aplicavam mal. A lei, por si só, não aperfeiçoava ninguém. Mas, se corretamente empregada, teria apontado o Salvador e a salvação a todos. Os repetidos apelos dos profetas ao povo para que aceitasse as disposições da aliança eterna não foram atendidos. CBASD, vol. 7, p. 480.

10 Imprimirei as Minhas leis. No monte Sinai, o Senhor escreveu Suas leis em tábuas de pedra (Dt 4:13) e em um livro (Dt 31:24, 26). Ele espera que estas leis também sejam escritas no coração das pessoas. Só Deus pode “imprimir” a lei no coração de Seus seguidores, embora, é claro, não sem consentimento e cooperação (Ap 22:17). CBASD, vol. 7, p. 480.

Eu serei o seu Deus. Este é o objetivo da aliança de Deus (Ex 6:7). Deus é reconhecido como tal e os fiéis se tornam Seus filhos. CBASD, vol. 7, p. 480.

12 Usarei de misericórdia. Quando Jeremias disse estas palavras, na véspera do cativeiro, elas eram uma promessa do que Deus estava disposto a fazer se o povo rebelde se voltasse para Ele. Para o cristão, elas são uma promessa de perdão completo e gratuito por meio do sangue de Jesus, sem o derramamento de sangue de animais sob o sistema levítico. CBASD, vol. 7, p. 482.

Jamais Me lembrarei. Isto é, Deus não vai mais exibir esses pecados contra o transgressor. Deus lança todos os pecados confessados para trás. Ele os lança nas profundezas do mar. CBASD, vol. 7, p. 482.

13 Prestes a desaparecer. Os leitores da epístola estavam sendo preparados para o momento em que o antigo sistema seria abandonado completamenteCBASD, vol. 7, p. 482.



Romanos 5 – Comentários de Bíblias de Estudo by Jeferson Quimelli

5:1 – 8:39 Paz e alegria vem aos crentes em Jesus e a eles é garantida a glória futura e a vida eterna. Andrews Study Bible.

1-11 Estes versos descrevem  as bênçãos que acompanham a justificação: paz, alegria e esperança. Tendo exposto a maneira pela qual Deus justifica o pecador, Paulo prossegue apontando a importância da reconciliação com Deus. Não é simplesmente perdão mas elevação à posição de grande favor, “a esta graça na qual estamos firmes” (v. 2). Bíblia Shedd.

1-5 Estes versos introduzem uma seção que contém alguns conceitos difíceis. Para entender os quatro próximos capítulos, ajuda ter em mente os dois lados na natureza da vida cristã. De um lado, somos completos em Cristo (nossa aceitação por Ele é segura). Por outro lado, estamos crescendo em Cristo (estamos nos tornando mais e mais semelhantes a Ele). Temos ao mesmo tempo o status de reis e as cargas de escravos. Sentimos tanto a presença de Cristo quanto a pressão do pecado. Apreciamos a paz que vem de sermos declarados justos perante Deus, mas ainda enfrentamos diariamente problemas que frequentemente nos ajudam a crescer. Se nos lembrarmos destes dois lados da vida cristã, não perderemos a coragem diante das tentações e problemas. Em vez disso, aprenderemos a depender do poder disponível em Cristo, que vive em nós através do Espírito Santo. Life Application Study Bible

1 justificados pela fé. Sem as obras da Lei. Andrews Study Bible.

paz com Deus. Não meramente um sentimento subjetivo (paz de espírito), mas sobretudo uma posição objetiva, um novo relacionamento com Deus: antes éramos seus inimigos, mas agora somos Seus amigos (cf v. 10; Ef 2.26; Cl 1.21, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 nos gloriamos nas tribulações. Não “por causa delas”, mas “nelas”. Paulo não propõe um conceito mórbido da vida, mas uma atitude alegre e triunfante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Para os cristãos do primeiro século, a regra era o sofrimento, não a exceção. Life Application Study Bible.

4 caráter aprovado (NVI; ARA: experiência). Uma disposição testada e aprovada por Deus. Andrews Study Bible.

O cristão pode regozijar-se no sofrimento por saber que este não está destituído de significação. Parte do propósito de Deus é produzir caráter nos Seus filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5-6 Todos os três membros da Trindade estão envolvidos na salvação. Life Application Study Bible.

5 a esperança não decepciona (NVI; ARA: não confunde; NKJV: não desaponta). Não é uma ilusão. Andrews Study Bible.

A esperança do crente não deve ser equiparada ao otimismo infundado. Pelo contrário, trata-se da certeza bendita do nosso destino futuro e baseia-se no amor de Deus, revelado pelo Espírito Santo e objetivamente demonstrado na morte de Cristo.

Derramou. O verbo (no original) denota uma situação resultante de uma ação no passado. Quando cremos pela primeira vez em Cristo, o Espírito Santo derramou seu amor em nossos corações, e esse amor continua habitando em nós. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 no devido tempo. O momento determinado no plano redentor de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 sendo nós ainda pecadores. Estas são palavras maravilhosas. Deus mandou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque éramos suficientemente bons, mas porque nos amou. Sempre que você ficar inseguro do amor de Deus por você, lembre-se que Ele lhe amou antes de você voltar para Ele. Se Deus lhe amou quando você era em rebelde, ele pode certamente fortalecer você, agora que você o ama também. Life Application Study Bible.

9 por Seu sangue. Referência à morte de Cristo por nossos pecados (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ira de Deus. O juízo derradeiro, conforme deixa claro o verbo de “seremos salvos” (cf 1Ts 1.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 inimigos de Deus. O homem é inimigo de Deus, e não o contrário. Por isso, a hostilidade precisa ser eliminada do homem para que se efetue a reconciliação. Deus tomou a iniciativa ao reconciliar-nos com Ele mediante a morte de Seu Filho (cf v. 11; Cl 1.21, 22).

Reconciliados. Reconciliar é “por fim à hostilidade” e relaciona-se de perto com o termo “justificar”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12-21 Contraste entre Adão e Cristo. Adão introduziu no mundo o pecado e a morte; Cristo trouxe a justiça e a vida. … Esses dois homens também resumem a mensagem do livro até agora. Adão representa a condenação do homem (1.18-3.20); Cristo representa a justificação do crente (3.21-5.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 O pecado, como princípio governante da natureza do homem, entrou na humanidade através de Adão. Em Adão todo mundo pecou, o que fica demonstrado na morte universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18.4). Bíblia Shedd.

a morte. A morte física é a punição pelo pecado. É também o símbolo da morte espiritual, que separa o homem definitivamente de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como podemos ser declarados culpados por algo que Adão fez a milhares de anos atrás? Muitos consideram que não é correto Deus nos julgar por causa do pecado de Adão. Entretanto, cada um de nós confirma sua solidariedade com Adão pelos nossos pecados a cada dia. … Porque somos pecadores, não é justiça que precisamos – é de misericórdia. Life Application Study Bible.

13 até ao regime da lei (ARA; NVI: antes de ser dada a lei; NKJV: até a lei). Antes da Lei ser dada a Moisés. Andrews Study Bible.

14 O pecado existia no mundo antes que alguém quebrasse a Lei, como ela foi dada a Moisés. Andrews Study Bible.

Paulo lembra seus leitores que por milhares de anos a Lei não havia sido explicitamente concedida e, mesmo assim, as pessoas morriam. A Lei foi dada, ele explica em 5:20, para ajudar o povo a ver sua pecaminosidade, para lhes mostrar a seriedade de suas ofensas e conduzi-los a Deus em busca de misericórdia e perdão. Life Application Study Bible.

15 dom gratuito. A morte de Cristo. Andrews Study Bible

a ofensa. A queda de Adão. Andrews Study Bible.

muito mais. Tema que percorre essa seção. A graça de Deus é infinitamente mais poderosa para o bem [do] que o pecado de Adão o é para o mal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 dádiva de Deus. A salvação. Muitas transgressões [ofensas]. Os pecados das sucessivas gerações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 vida a todos os homens. Não significa que todos acabarão sendo salvos no fim, mas que a salvação está à disposição a todos. Para ser eficaz, a dádiva gratuita de Deus precisa ser aceita (cf. v. 17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 obediência de Um só. A morte obediente de Cristo na cruz (ver Fp 2:8). Andrews Study Bible.

20 Lei foi introduzida. A lei tornou o pecado ainda mais pecaminoso, ao revelar o que é o pecado por nítido contraste com a santidade de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como pecador, separado de Deus, você vê a Lei de baixo para cima, como uma escada a ser galgada para chegar até Deus. Talvez você tenha repetidamente tentado subir por ela, somente para cair ao chão cada vez que você avança por um ou dois degraus. Ou talvez a escada tenha parecido tão assustadoramente alta que você nem tentou subir. Em ambos os casos, que alívio você deve sentir ao ver Jesus oferecer, com Seus braços abertos, para elevar você acima da escada da Lei, diretamente até Deus! Uma vez que Jesus eleva você à presença de Deus, você está livre para obedecer – por amor, não por necessidade; e através do poder de Deus, não do seu. Você sabe que se você tropeçar, não cairá no chão, mas será seguro pelos amorosos braços de Jesus. Life Application Study Bible



Jonas 4 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Não é interessante o fato do grande evangelista Jonas desejar o mal das pessoas que ele havia chamado ao arrependimento? Ele não somente se retirou para as colinas, mas ele  ficou argumentando com Deus de que Ele deveria ser mais implacável. Jonas realmente ficou muito indignado por causa das misericórdias do Senhor! É interessante notar no verso 2 que a causa da fuga de Jonas em direção a Társis não tinha sido o medo da crueldade dos ninivitas, mas o medo de que Deus se compadecesse deles e não os destruísse!

Jonas estava muito irritado. Ele tinha suas próprias ideias preconcebidas de como Deus deveria agir! Em seguida, ele quis morrer porque as coisas não estavam acontecendo de acordo com o seu plano pessoal.

Quantos de nós agem desta mesma maneira? “Deus, eu preferiria morrer do que submeter-me à Tua vontade!” E note: nós não estamos falando de um homem em seu leito de morte e cheio de dor;  estamos olhando para a vida de um irritadiço e insensível profeta, que estava emburrado porque Deus não destruiu os ninivitas como ele queria! Ele queria moldar Deus à sua própria imagem e semelhança!

Mas vejamos o lado bom. Através de todos os quatro capítulos, Jonas continua a falar com Deus. O profeta discute com Deus, fica irritado com Deus, e o livro termina com Deus ainda falando com ele – apesar da raiva, maldade e falta de compaixão de Jonas para com as cento e vinte mil pessoas na cidade.

Que grande lição para você e para mim: mantenhamos sempre abertas as linhas de comunicação com Deus e Ele as manterá abertas conosco! Quando você ficar desapontado ou com raiva de Deus, Ele prefere que você fale isso para Ele e não que fique calado. Cortar a comunicação é a ferramenta número um da estratégia do Diabo.

O desfecho do livro de Jonas pode parecer estranho a menos que o olhemos do ponto de vista do incrível amor, da graça e longanimidade de Deus para com Suas criaturas.

Que Deus amoroso é este a quem servimos! Devemos acordar todas as manhãs e agradecê-Lo por Sua graça para conosco.

Mantenha sempre a comunicação e os louvores fluindo em direção a Deus. Afinal, Ele tem planos de salvar muitas pessoas através de sua vida de dedicação e serviço ao próximo.

Jim Ayer
Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jon/4/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jonas 4 

Comentário em áudio



Jeremias 51 by Jeferson Quimelli
21 de junho de 2014, 0:00
Filed under: idolatria, pecado, profecias, Queda de babilônia | Tags:

Comentário devocional:

Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados. 

A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).

Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33). 

Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos –  que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.

Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI).

Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa. 

Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim?

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/51/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 51



Jeremias 47 by Jeferson Quimelli
17 de junho de 2014, 0:00
Filed under: graça, profecias, salvação, testemunho | Tags: ,

Comentário devocional:

O capítulo 47 é uma profecia contra os filisteus. Originalmente, os filisteus viviam na ilha de Caftor (muito provavelmente a ilha de Creta). E alguns deles se mudaram para a costa da Palestina no Mar Mediterrâneo. Na época de Abraão e Isaque, os filisteus eram poucos em número e chegaram a conhecer o poder de Deus através de Abraão, “o profeta” de Deus (Gn 20:7). Inclusive, Abraão viveu por muitos anos em Berseba, na terra dos filisteus (Gn 21:33,34).

Depois que os israelitas saíram do Egito e se estabeleceram na terra de Canaã, os filisteus tinham crescido muito em número. Muitos dos vários povos do mar também haviam se mudado para a costa oriental do Mar Mediterrâneo. Alguns deles invadiram a Ásia Menor e destruíram o império hitita. Outro grande grupo desses povos do mar tentou invadir o Egito. No entanto, uma vez que a defesa egípcia era muito forte nesta época, desistiram e se juntaram aos filisteus que já estavam estabelecidos na Palestina.

No momento do estabelecimento dos israelitas na terra de Canaã, os filisteus já tinham estabelecido cinco cidades-estado de acordo com a modo grego de formar cidades. Essas cinco cidades tinham seus próprios governantes (Juízes 3:3). Quando a arca de Deus foi capturada pelos filisteus houve vários acontecimentos milagrosos entre eles (1Sm 5 e 6). Deus lhes deu provas suficientes para que cressem nEle como quando guiou as duas vacas que puxavam o carro com a arca para percorrerem o caminho até  a cidade de Bete-Semes (1 Sam 6:12). No entanto, não há registro na Bíblia de que os filisteus tenham se arrependido e crido no Deus de Israel.

Após esta profecia o exército babilônico invadiu o território dos filisteus, vindo do norte, e o tornou uma parte do império babilônico.

Em nossa sociedade, hoje, também vemos pessoas que, à semelhança dos filisteus, recebem muitas oportunidades para acreditar em Deus mas, mesmo assim, recusam-se a acreditar nestas evidências. É difícil para nós conhecermos as razões destas descrenças. Porém se aproveitarmos as oportunidades e conhecimento que o Senhor nos concedeu nestes últimos tempos, podemos, ao demonstrar verdadeiro interesse por eles, testemunhar de nossa fé e de tudo que o Senhor tem feito por nós 

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/47/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 47 



Isaías 49 by Jeferson Quimelli
14 de abril de 2014, 0:00
Filed under: amor | Tags: ,

Comentário devocional:

Este capítulo apresenta os ideais de Deus para com o seu servo “Israel”. No entanto, estes ideais foram cumpridos em sua plenitude apenas por Jesus. 

Apesar de Deus mostrar a Sua decepção pela resposta do povo de Israel (v. 4), Deus diz no verso 6: “Também farei de você uma luz para os gentios, para que você leve a minha salvação até os confins da terra” (NVI). Deus não tinha em mente apenas a salvação de Israel, Ele desejava salvar o mundo todo!

Na pessoa de Jesus, o evangelho de libertação do pecado e da morte iria viajar em montanhas transformadas em rodovias, atingindo os “de longe.” As pessoas se voltariam para a verdade libertadora de Jesus “do norte e do ocidente, e … da terra de Sinim” (v. 11-12 ARA). Ou seja, das terras dos exilados (Egito, Crescente Fértil), bem como dos confins da terra.

Com relação à reclamação, por parte de Israel, de que Deus tinha se esquecido deles, Ele responde com algumas das palavras mais ternas encontradas em toda a Escritura: “Haverá mãe que possa esquecer seu bebê que ainda mama e não ter compaixão do filho que gerou? Embora ela possa esquecê-lo, eu não me esquecerei de você! … eu gravei você nas palmas das minhas mãos” (v. 15-16 NVI). Que amor incrível é esse?

A palavra hebraica hesed, que significa misericórdia, deriva da palavra que é traduzida como útero. Este é o profundo amor de uma mãe. Deus excede até o dela! Além disso, Deus tinha escrito Suas promessas nas palmas das Suas mãos. Ao longo da eternidade a aliança de amor de Deus estará inscrita nas palmas das mãos de Jesus. As cicatrizes dos cravos nas mãos de Jesus serão uma lembrança perpétua do Seu sacrifício pela humanidade, de ter dada a sua vida em benefício daqueles a quem Ele sempre amou (João 15:13).

Este capítulo termina com um poderoso retrato dos exilados voltando pra casa. Novamente, nos é oferecido um doce quadro familiar: “Eles trarão nos braços os seus filhos e carregarão nos ombros as suas filhas.” (v. 22 NVI) Isto acontecerá porque o Senhor lutará contra os que contendem conosco (v.25).

Não estamos sozinhos, pais! Nunca estivemos e nunca estaremos! Jesus é Quem luta contra o inimigo de nossas crianças, pela salvação delas. Aleluia!

Ron E M Clouzet
Seminário da Universidade Andrews, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/49/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 49 



Isaías 1 by Jeferson Quimelli
25 de fevereiro de 2014, 0:00
Filed under: graça | Tags: ,

Comentário devocional:

Em Isaías 1, Deus é mostrado ao profeta falando com Seu povo que havia quebrado a promessa da aliança feita com Ele. É como uma cena de tribunal: Deus é o juiz e o céu e a terra são as testemunhas (v. 2). As maldades das pessoas são a razão dos julgamentos horríveis. Mas existe uma razão para não desistir de vez do povo: existe um pequeno remanescente que é fiel a Deus (v. 9).

Muda-se a cena e nos é mostrado que as mesmas pessoas que são descritas como estando enfermas da cabeça aos pés com “machucados, vergões e ferimentos abertos” ( v. 6, NVI) continuam cegamente participando de orações e atos exteriores de adoração (vs. 13 – 15), sem perceber a sua necessidade de um Salvador!

Quando estamos a ponto de declarar que não existe esperança para a situação israelita daquela época e que seu julgamento deve ser a destruição, nossas mentes se voltam para nós mesmos e para nossa situação. Oh não, Senhor! Estamos nós também quebrando a nossa aliança conTigo de sermos exclusivamente Teus filhos? Estamos seguindo os “deuses” dos nossos dias? Seguimos apenas formalidades em nossa adoração, sem nenhum relacionamento pessoal com o Deus com quem fizemos aliança? 

Quando nossos corações estão quebrantados, Deus entra em cena com uma mensagem de amor e misericórdia. Nos emociona ler os versos 16-20. Essa mensagem é para as pessoas no século 8 a.C. ou é para nós? Oh, obrigado Jesus, é para pessoas de todos os tempos!

Oração: 
Senhor, purifica-nos! Por favor cubra o registro de nossos pecados e nos torne limpos! Nós queremos lhe dar todo o nosso coração! Ajude-nos a compartilhar Seu amor com aqueles que nos rodeiam – buscando a justiça e defendendo os indefesos (v. 17). Capacita-nos a sermos Teus filhos obedientes (v. 19), para que possamos estar entre os remidos (v. 27) e não entre aqueles que irão receber o Teu julgamento final (v. 31).

A resposta do Céu: 
“À medida que dEle vos aproximardes, em arrependimento e confissão, Ele Se aproximará de vós, com misericórdia e perdão.” (Caminho a Cristo, p. 55) .

Pr Lloyd e Sheila Schomburg
EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/isa/1/

Traduzido por: JAQ/JDS

Texto bíblico: Isaías 1 



Salmo 117 by Jeferson Quimelli
2 de dezembro de 2013, 0:00
Filed under: Salmos | Tags: , ,
Introdução:
 
Este salmo, o mais curto capítulo da Bíblia, retoma a palavra “Aleluia”, que é o desfecho do salmo 116, e aplica aquela conclusão individual à raça humana inteira, convidando todos a participarem das experiências ali narradas. Bíblia Shedd.
 
Alguns comentaristas acreditam que o Salmo 117 tenha sido, em especial, o cântico entoado por Jesus e seus discípulos, antes de deixarem o cenáculo. Nesse momento de crise, Ele louvou, ao invés de murmurar ou se queixar (ver tb DTN, 672).
 
 
Comentário devocional:
 
O salmista convida todas as nações a louvar ao Senhor por Sua misericordiosa bondade para com o Seu povo. É o mais curto de todos os Salmos, no entanto sublime em seu conteúdo. Observe que nenhuma tribo ou nação é deixada de fora do convite glorioso para louvar o Senhor. Em Romanos 15:11 o apóstolo Paulo se refere a este capítulo, para demonstrar que, em Cristo, a misericórdia de Deus foi estendida tanto para os gentios quanto para os judeus.
 
Nestes dois versos podemos ver atributos suficientes de Deus para que O amemos e O louvemos. Estes atributos, a Sua misericórdia e a Sua fidelidade, são eternos como o próprio Deus, e foram registrados para nos lembrar que no meio da sociedade insegura podemos descansar seguros no amor de Deus.
 
O Senhor está esperando que proclamemos a Sua bondade e falemos do Seu poder. Ele é honrado pela expressão de nosso louvor e ação de graças. Ele diz: “O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse Me glorificará” (Salmo 50:23 ARA) [ou: “Quem me oferece sua gratidão como sacrifício, honra-me” NVI]. 
 
Os israelitas louvavam a Deus enquanto viajavam pelo deserto com cânticos sagrados. Os mandamentos e promessas de Deus foram transformados em música e cantados ao longo da viagem. Em Canaã, quando o povo se reunia para suas festas sagradas, recontavam as obras maravilhosas de Deus e ofereciam ações de graças ao Seu nome.
 
Deus deseja que toda a vida do seu povo seja uma vida de louvor. Este estilo de vida expulsará o espírito de murmuração e queixa. Assim, Seus filhos cultivarão atributos de caráter que os prepararão para as mansões celestiais. Tal testemunho influenciará outros e será um meio eficaz para ganhar vidas para Cristo.
 
Peça a Deus para ajudá-lo a ter essa experiência hoje.
 
Jan Harry Cabungcal
Suíça
 
 
 
Traduzido por JAQ/JDS
 
Texto bíblico: Salmo 117 


Salmo 116 by Jobson Santos
1 de dezembro de 2013, 0:16
Filed under: Salmos | Tags: , , , , ,

Salmo 116 – Comentário devocional:

Introdução:

No meio de um grupo de salmos que convida todos a louvar a Deus, aparece um testemunho individual. […] Todos os que participam de um culto público tem de crer individualmente. Bíblia Shedd.

Comentário:

Este é um poema de agradecimento a Deus em resposta à experiências de orações respondidas e libertação pessoal (versos 1-2). As provações pelas quais o salmista havia passado quase o levaram a morte (v. 3). Ele entendeu que a sua vida fora preservada apenas pela misericórdia e graça de Deus. Também experimentou que o descanso genuíno é encontrado somente em confiar plenamente em Deus (v. 7). Esta confiança é do tipo que faz desaparecer a ansiedade e a inquietação (Mateus 11:29).

Em 2010, dirigi uma série de reuniões evangelísticas em uma das ilhas das Filipinas. Um dia antes da noite de abertura, numa manhã de Sábado, eu preguei uma mensagem sobre “A Libertação dos Cativos”. Quando estava concluindo o sermão, fui fortemente impressionado a fazer um apelo de entrega total a Deus, um apelo convidando as pessoas a se prepararem para o batismo. Não era comum fazer tal apelo antes da série evangelística começar. Mas se eu não seguisse a direção de Deus não encontraria descanso. Quando o apelo foi feito, um homem chamado Jaime, andou com agonia até o altar.

Jaime era o único sobrevivente de uma explosão a bordo de um navio mercante, alguns anos atrás. Ele ficara gravemente ferido devido aquele acidente quase fatal. Então começou a procurar respostas do porquê havia sobrevivido enquanto seus demais companheiros haviam perecido. Sua pesquisa o levou à palavra de Deus, que ele estava estudando com pessoas cristãs. Naquela manhã de sábado, Jaime estava passando em frente à nossa igreja quando foi atraído pelas canções de louvor e entrou. Em seguida, ele foi atraído pela mensagem de libertação. Foi então que as coisas começaram a fazer sentido para ele. Através dos cânticos de louvor e da mensagem bíblica de libertação, Jaime encontrou as respostas que procurava! Jaime foi batizado e passou a experimentar um novo propósito na vida. A última vez que ouvi falar dele, ele estava oferecendo alegremente seus sacrifícios de ação de graças e cumprindo diariamente suas promessas a Deus (v. 16-19) com alegria.

E você? Quando foi a última vez que tocou a vida de outras pessoas, através dos seus votos e sacrifícios de ação de graças? Peça a Deus que lhe abra oportunidades, hoje, de incentivar alguém a se aproximar dEle.

Jan Harry Cabungcal

Suíça

 

Texto original em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/Psa/116/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Salmo 116




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