Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 18 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A sétima praga prevê a queda de Babilônia e Apocalipse 18 descreve o evento em detalhes. Sua destruição é tão devastadora que seus ex-amantes, os reis da terra, “chorarão e se lamentarão por ela. Amedrontados por causa do tormento dela, ficarão de longe e gritarão: “Ai! A grande cidade! Babilônia, cidade poderosa! Em apenas uma hora chegou a sua condenação!” (Apoc. 18:9-10). Três vezes diz “em uma hora”, como um sino a repicar sua condenação. Outras vozes em contraste gritam: “Celebrem o que se deu com ela, ó céus! Celebrem, ó santos, apóstolos e profetas! Deus a julgou, retribuindo-lhe o que ela fez a vocês” (v. 20). Há uma razão dupla para a sua condenação. O verso 23 revela o fascínio que aprisiona os que estão expostos a seus sutis caminhos; o v. 24 retrata o sofrimento daqueles que permanecem fiéis a Jesus. O engano e a intimidação sempre foram as ferramentas de Satanás e ele as emprestou para Babilônia.

Antes que Deus acabe por completo o reinado dessa cidade que comercializa um evangelho corrompido e doutrinas falsas, Ele tem um último convite a fazer: “Saiam dela, vocês, povo meu, para que vocês não participem dos seus pecados, para que as pragas que vão cair sobre ela não os atinjam!” (18:4) Entre as multidões que se associaram com a Babilônia espiritual estão muitos a quem Deus chama de “meu povo”. Eles simplesmente cresceram na Babilônia e nunca conheceram outra maneira de expressar sua devoção a Deus. Mas agora eles foram esclarecidos quanto ao evangelho puro e a verdadeira obediência. Deus não perdeu de vista esses verdadeiros e dedicados crentes que ainda estão em Babilônia.

Existe hoje uma igreja verdadeira dentro da falsa, e uma igreja falsa dentro da verdadeira. Há aqueles que seguem a Deus com o melhor de sua compreensão, em meio à perversão religiosa; e há aqueles que, apesar de serem expostos à luz gloriosa, não filtrada, do evangelho, têm apenas uma aparência de espiritualidade revestindo seus corações não santificados. Nos dias finais do drama da salvação haverá uma mudança de lealdades. Muitos que agora estão em Babilônia irão atravessar a linha para se juntar àqueles que obedecem aos mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus; muitos que agora se associam com os santos de Apocalipse 14:12 passarão para o lado da escuridão devido a pressão da perseguição e a atratividade do engano.

A experiência sincera com Deus, hoje, determinará as decisões finais de amanhã.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/18/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Apocalipse 18 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 16 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

A descrição das sete últimas pragas não é o tipo de histórias que a gente costuma contar para os filhos dormirem. O livro do Apocalipse utiliza com frequência a linguagem simbólica, mas os efeitos dessas pragas serão muito reais e terrivelmente desastrosos. João viu as pragas serem direcionadas especificamente sobre aqueles “que tinham a marca da besta e adoravam a sua imagem” (16:2 NVI). Apocalipse 18:4 indica que essas pragas estão destinadas à Babilônia do tempo do fim e resultarão em sua queda. 

Quatro das pragas são semelhantes às que caíram sobre o Egito, e as duas últimas estão relacionadas com Babilônia. Elas nos lembram do êxodo do povo de Deus do Egito para a Terra Prometida e de sua libertação da Babilônia para voltarem à sua pátria. Essas pragas do tempo do fim preparam o caminho para os santos de Deus serem libertados dos seus inimigos e transportados para o seu eterno lar. No meio de tudo isso, Jesus diz: “Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (16:16 ARA). Quando as pragas chegam, estamos vestidos com a justiça de Jesus, prontos para irmos para casa.

Em um último esforço para vencer a batalha pelo controle do mundo, as forças da escuridão – o dragão, a besta e o falso profeta – se unem para conquistar o apoio dos chefes de Estado. Essa aliança internacional tem como alvo o Cordeiro e seus seguidores na batalha do Armagedom. Mas “o Cordeiro os vencerá, pois é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (17:14 ARA). Por conseguinte, a tríplice união se desintegra e as capitais das nações e os governos entram em colapso (16:19). Os atos finais do julgamento incluem um terremoto sem precedentes e granizos enormes caem dos céus. Nesse momento, uma voz vinda do trono de Deus pronuncia: “Está feito”, ecoando o poderoso grito do Calvário: “Está consumado”. 

Os santos do fim dos tempos que sobrevivem as pragas encontrarão neste período grande encorajamento no Salmo 91. Ele faz referência às pragas e a punição dos ímpios: “Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia, nem da peste que se propaga nas trevas, nem da mortandade que assola ao meio-dia” (Salmo 91:5 ARA). Aqueles que fazem de Jesus, hoje, o seu Salvador e refúgio, nada não têm a temer quanto ao futuro.

Garth Bainbridge
Australia

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/16/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Apocalipse 16 
Comentário adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 14 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

O capítulo 14 abre se inicia com uma visão daqueles que têm o Selo de Deus. Retrata “o Cordeiro, em pé sobre o monte Sião, e com ele cento e quarenta e quatro mil que traziam escritos na testa o nome dele e o nome de seu Pai” (v. 1 NVI). Enquanto o mundo inteiro segue a besta e recebe a sua marca, estes “seguem o Cordeiro por onde quer que ele vá” (v. 4 NVI).

Apocalipse 14 apresenta três anjos cujas mensagens estabelecem uma linha de separação entre os seguidores da besta e os seguidores do Cordeiro. Com a foice na mão, eles são o apelo final de Deus para o Planeta Terra antes de Jesus voltar para colher os habitantes da Terra. A primeira mensagem é um convite para aceitar o evangelho eterno e para dar glória a Deus, nosso Criador. A segunda é uma declaração de que Babilônia caiu. A terceira mensagem angélica é uma advertência contra receber a Marca da Besta. Se acreditamos que somos a última geração antes do fim, essa tríplice mensagem é a mais relevante e a mais urgente que poderíamos considerar.

Aqueles que aceitam o convite do evangelho comunicado pelo primeiro anjo e rejeitam os dogmas da besta condenados pelo terceiro anjo, são descritos em 14:12 como os santos de Deus “que obedecem aos mandamentos de Deus e permanecem fiéis a Jesus”. Por essa razão o nome do Cordeiro e o nome de Deus estão escritos nas suas testas. Sua fé em Jesus leva-os a guardar os mandamentos de Deus, mesmo em face de terrível perseguição. Eles guardam as Suas leis, não a fim de obterem a salvação, mas porque foram salvos. Nas palavras de Efésios 2:8-10, eles são salvos “pela graça… mediante a fé… para boas obras” (ARA).

As questões que desafiam a última geração estão ligadas à fé de Jesus e os mandamentos de Deus. O anticristo é acusado ​​de oferecer caminhos alternativos ao céu – mil invenções para substituir ou complementar a uma solução providenciada por Deus para o problema do pecado. Não há nenhum substituto para Jesus e nada podemos acrescentar a sua obra de salvação. O anticristo é também culpado de adaptar os mandamentos de Deus para atender preferências humanas, ou totalmente descartá-los como uma relíquia do passado. Os santos de Deus, por outro lado, dão glória à Ele por apegarem-se, pela fé, a Jesus como sua única esperança de salvação e por obedecerem aos mandamentos de Deus que foram escritos pelo Espírito em seus corações e mentes.

Garth Bainbridge
Australia


Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/14/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 14 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/2015.mp3



Material adicional estudo Apocalipse by Jeferson Quimelli

O objetivo do plano Reavivados foi, desde o começo, estabelecer um plano devocional de leitura da Bíblia visando o reavivamento e a reforma da igreja, através da transformação espiritual individual.
Na medida do possível, temos procurado esclarecer alguns pontos mais controversos da Palavra trazendo estudos adicionais que incluem comentários de Bíblias de Estudo.

Caso você sinta desejo de conhecer mais do Apocalipse e do significado de suas figuras e símbolos, recomendamos duas fontes inestimáveis:

A primeira é o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, publicado pela Casa Publicadora Brasileira, que inclui comentários verso a verso do Apocalipse. Você pode adquirir este livro pelo site www.cpb.com.br.

A segunda são as Lições da Escola Sabatina de 1989 e 1996, escritas pelos pastores Joseph Battistone, Carl Coffman e Norman Gulley, em conjunto com o Seminário Revelações do Apocalipse, de Daniel Belvedere, também lançados no Brasil pela Casa. Como estas lições da Escola Sabatina não se encontram mais à venda, seus comentários foram compilados verso a verso e se encontram disponíveis em http://sermoes.com.br/parasermaoa.php.

Este é um estudo que certamente irá transformar a visão que você tem do Apocalipse ao mostrar que o objetivo deste livro é revelar Jesus Cristo. Em cada um de seus capítulos, Jesus é o personagem principal. E ele quer, ainda hoje, ser o personagem central de sua vida.

Que Deus lhe abençoe ricamente no estudo deste livro, escrito para a sua salvação!



Daniel 5 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Todos nós conhecemos os eventos da última noite do império babilônico: uma festa regada a muito vinho com todos os nobres da Babilônia, no auge de uma guerra, com os inimigos persas à porta da cidade fortaleza que se achava inexpugnável. O espírito de busca ao prazer de Belsazar seguia a expressão comum na época: “comamos, bebamos, porque amanhã morreremos” (Is 22:13 NVI) – como uma profecia. No auge da orgia, quando todos já estavam altamente embriagados, Belsazar, o anfitrião, manda vir as taças que haviam sido tomadas do templo de Jerusalém para que nelas bebessem em homenagem aos deuses da Babilônia.

Neste momento, dedos de uma mão de forma humana escrevem misteriosa inscrição na parede do palácio, dando fim, de vez, às festividades e deixando todos atônitos e tremendo de medo. 

Tendo os sábios falhado em ler as inscrições e dar o seu sentido, a rainha mãe (mãe de Belsazar e esposa de Nabonido, adorador da lua e que se refugiara na cidade de Tema) lembra Belsazar de Daniel. O profeta, desde os tempos de seu avô, Nabucodonosor, mostrara capacidade de “interpretar sonhos e resolver enigmas e mistérios” (v. 12 NVI), tendo convivido e influenciado todos os famosos reis babilônicos. Daniel, agora com 83 anos, é trazido até eles. O porte nobre, digno e seguro do ancião contrasta com o estado deplorável, confuso e amedrontado dos jovens que até há pouco se divertiam sem limites. Daniel relembra a história que a família real conhecia muito bem: a loucura de seu avô após sua arrogante grandeza e sua cura, numa lição divina de humildade e assim, de forma sutil e diplomática, repreende a postura de Belsazar.

As palavras na parede lidas por Daniel, MENE, MENE, TEQUEL, PARSIM (mina, mina, shekel, upharsin, plural de peres) eram medidas persas de peso ou dinheiro*, mas que também se referiam às expressões: “numerar”, “pesar” e “cortar/dividir” ou “persas”. Para um bom entendedor babilônico, estas palavras expressavam a condenação do império.

Apesar de honrar a Daniel, concedendo a ele as honras de chefe de estado, como terceiro no reino, abaixo apenas de si e de seu pai, Nabonido, Belsazar não demonstrava arrependimento verdadeiro. Seu espírito, embriagado, não mais respondia ao Espírito de Deus, demonstrando apenas culpa.

Naquela mesma noite, o general medo Gubaru, que mais tarde passou a se chamar “Dario, o medo”, o governante mencionado em Daniel 6, tomou a cidade fortificada de Babilônia a partir do leito seco do desviado rio Eufrates, e entrou pelas portas internas, abertas pelos sacerdotes do deus Marduque, deixados de fora das festividades, de acordo com textos cuneiformes. A profecia de vida de Belsazar e seus nobres se cumpriu à risca: todos morreram naquela noite.

Belsazar recebera todas as informações e oportunidades para seguir e adorar o Deus verdadeiro, o Deus dos hebreus e de Daniel. Certamente conhecia as histórias do sonho da estátua e da fornalha, situações de crise e morte para os hebreus, transformada em livramento e exaltação. 

Mas informação apenas não basta para um coração arrogante e determinado a fazer sua própria vontade, à revelia da voz do Espírito em sua consciência. É necessária humildade e entrega diária para que Deus possa operar a salvação em nós. Caso contrário, da consciência endurecida restará apenas a culpa. E culpa não traz benefício algum. Somente serve para induzir ao suicídio. É isto que cometemos em nossa vida quando nos afastamos de Deus. Como aconteceu com Belsazar.

* algo como “dólar, dólar, penny e meio dólar”, cf Andrews Study Bible.

Querido Deus,

que as bênçãos que recebemos não nos impeçam de reconhecer que Tu és a fonte de toda boa dádiva. E que com espírito humilde, possamos reconhecer que a Tua presença em nossa vida é a maior de todas as bênçãos que podemos  receber.

Koot van Wyk

Universidade Nacional de Kyungpook, Coreia do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/dan/5/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Daniel 5

Palestra sobre Daniel 5



Ezequiel 27 by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2014, 0:00
Filed under: paz, Queda de babilônia, segurança | Tags:

Ezequiel 27 – Comentário Devocional:

Observe o seguinte texto, retirado de uma página do Facebook: “O seu Volkswagen é alemão. Sua vodka é russa. Sua pizza é italiana. O kebab é turco. Sua democracia é grega. Seu café é brasileiro. Seus filmes são americanos. Seu chá é tamil. Sua camisa é indiana. Sua gasolina é da Arábia Saudita. Seus aparelhos eletrônicos são chineses. Seus números árabes, suas letras latinas. E você ainda se queixa de que seu vizinho é um imigrante? Controle-se! (postado na página “The True Activist”  em 13 de junho de 2014).

Nem todos podem pagar por um carro alemão. A maioria abrirá mão da vodka. Alguns preferem não beber o café. Outros não vivem em democracias. Mas todos compreendemos o significado da afirmação acima.

Pensamos no mundo de hoje como uma aldeia global. No entanto, nenhum lugar hoje é mais cosmopolita do que a antiga Tiro. Mas isto iria acabar. No dia da ruína de Tiro todos os reis e mercadores que a amavam se manteriam à parte, com medo de serem envolvidos no meio da destruição provocada pela Babilônia. 

Eles lamentariam a queda de Tiro, raspando seus cabelos como Jó, vestindo peles de cabra, chorando e lamentando amargamente. Impressionante, de fato. No entanto, não é por Tiro que eles lamentam. É pela riqueza que esta cidade os ajudou a adquirir e pelo sonho de sua própria segurança que eles estão perdendo. 

A globalização de hoje pode nos fazer sentir que estamos seguros. Porque se alguém ataca um lugar, todos os outros lugares sofrem. Esperamos que o interesse próprio de todos vá prevalecer e a paz seja restaurada. Pois qualquer violência, em menor ou maior escala nos faz sentirmos vulneráveis. No entanto, João, o Revelador toma emprestado a linguagem de Ezequiel para falar do colapso final de Babilônia, quando os comerciantes e reis voltarão a lamentar, um lamento egoísta e desesperado (Apoc 18:9-24). 

A queda de Tiro nos ensina que embora as pessoas do mundo estejam acostumadas com a troca de favores e com o comércio que beneficia aos poderosos, a paz e a segurança não podem ser encontradas na prosperidade material.

Há apenas um caminho para a paz verdadeira, apenas um verdadeiro Príncipe da paz. Que o brilho do mundo nunca nos leve a crer o contrário.

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/27/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 27 

Comentário em áudio  



Jeremias 51 by Jeferson Quimelli
21 de junho de 2014, 0:00
Filed under: idolatria, pecado, profecias, Queda de babilônia | Tags:

Comentário devocional:

Jeremias 51 (v. 3-4) diz: ” Não poupem os seus [de Babilônia] jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército” (NVI). Ciro conquistou a Babilônia e matou o rei Belsazar, mas não destruiu a cidade de Babilônia e não matou o soldados. 

A profecia de Deus é sempre condicional. Se o exército babilônico tivesse resistido e não se rendido aos medos, Ciro teria destruído todos os soldados babilônicos. A cidade da Babilônia continuou existindo até o tempo de Seleuco Nicator. Depois que ele construiu a cidade de Selêucia perto de Babilônia, seus habitantes se mudaram para Selêucia e a cidade de Babilônia se tornou afinal uma ruína como predito por Jeremias (v. 26, 29).

Uma das razões para a punição divina do reino da Babilônia foram as atrocidades desnecessárias cometidas contra Judá e a cidade de Jerusalém (v. 35). Deus usou os reis dos medos para lutar contra a Babilônia (v. 11). Esta mensagem é a repetição de Isaías 13:7. Deus permitiu que Babilônia punisse Judá, mas Babilônia não deveria cometer tamanha crueldade contra Judá, que continuava a ser o povo de Deus e seria perdoado por Ele (Jer 50:20). Eles oprimiram o povo de Judá e não os deixaram voltar à sua terra natal por 70 anos (Jer 50:33). 

Outra razão foi o pecado cometido contra o Santo de Israel (v. 5). Os soldados babilônicos –  que obviamente não eram sacerdotes – entraram nos lugares sagrados do templo de Deus em Jerusalém, e levaram muitos dos utensílios.

Nos versos 59 a 64 encerra-se a longa profecia contra Babilônia. No quarto ano do rei Zedequias, Jeremias confiou o livro (rolo) desta profecia contra a Babilônia ao sumo sacerdote (Jer 52:24) Seraías, pedindo-lhe que a lesse em voz alta quando todos estivessem na Babilônia, amarrasse nele uma pedra e o jogasse no rio Eufrates. Isso significava que Babilônia afundaria “para não mais se erguer” (v. 64 NVI).

Mesmo para Babilônia, a destruição da cidade foi adiada, pois o aviso era condicional. Da mesma forma Deus é clemente e misericordioso para conosco, esperando por nosso arrependimento para nos salvar de nossa condição pecaminosa. 

Deus está sempre desejoso de nos conceder as Suas bênçãos. Existe algo em nós que O impeça de agir assim?

Yoshitaka Kobayashi
Japão

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/51/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 51



Jeremias 50 by Jeferson Quimelli
20 de junho de 2014, 0:00
Filed under: idolatria, profecias, Queda de babilônia | Tags:

Comentário devocional:

Os capítulos 50 e 51 de Jeremias são uma profecia contra o Império Caldeu Babilônico. Os caldeus eram os descendentes de Quésede, filho de Naor (irmão de Abraão) e Milca (Gênesis 22:22). Eles viviam inicialmente em Ur dos Caldeus e mais tarde de mudaram para o sul, conquistaram a cidade de Babilônia e fizeram dela sua capital. 

Curiosamente, tanto os babilônios como os israelitas eram descendentes de Eber (Gênesis 10:25) e eram também chamados de “Ibri”, “hebreus” (Eber, terminando com i). O Deus da Bíblia é “o Deus dos hebreus” (Gn 14:13; Êxodo 3:18).

A palavra “caldeus” veio do grego chaldaioi. Eles falavam o aramaico que Daniel teve que aprender durante o cativeiro e que Esdras e Neemias falaram quando voltaram para casa na Palestina. 

Na época de Abraão, havia poucos crentes no Deus dos hebreus. Algumas gerações mais tarde, no tempo de Jó, os caldeus saquearam os bens de Jó (Jó 1:17). Eles conquistaram a terra da Mesopotâmia, e fizeram da antiga cidade de Babilônia a sua capital. Eles adotaram a religião da Babilônia e adoraram ao deus “Marduque” (Jeremias 50:2, NVI).

Há uma história interessante sobre o nome da cidade de Babilônia. Quando os sumérios construíram torres e cidades, eles deram a uma cidade que tinha uma torre feita de tijolos o nome de Ka-dingirra que significa “porta de Deus”. Mais tarde, os acádios que conquistaram esta cidade a chamaram de Bab-ili, que também significa “porta de deus”. Após a confusão da linguagem, esta cidade foi chamada de Babel “porque ali o Senhor confundiu a língua de todo o mundo. Dali o Senhor os espalhou por toda a terra” (Gênesis 11:9, NVI). 

O retorno de Israel do exílio babilônico (v. 4) foi profetizado para acontecer após o Império Babilônico cair, conquistado pelos medos e persas. 

Na Bíblia Jeremias usa o nome “Babilônia” mais do que qualquer outra pessoa. Ele fala em nome do Senhor: “Preparei uma armadilha para você, ó Babilônia, e você foi apanhada antes de percebê-lo; você foi achada e capturada porque se opôs ao Senhor” (Jer. 50:24, NVI).

“Babilônia foi conquistada” (v. 2 NVI). Isaías também profetizou a respeito: “Caiu! A Babilônia caiu!” (Isaías 21:9 NVI).  As razões para a queda da antiga Babilônia foi a sua adoração de ídolos (v. 2) e o orgulho acerca do seu poder. A cidade cairia “porque ela desafiou o Senhor, o Santo de Israel” (v. 29 NVI). A profecia de sua queda é repetida no Novo Testamento: “Caiu! Caiu a grande Babilônia!” (Apocalipse 18:2, NVI). A grande Babilônia também caiu pelos mesmos motivos: falsa adoração e orgulho.

Querido Deus, afasta de mim qualquer resquício de orgulho e apego a falsos deuses. Que a minha confiança e a minha alegria estejam somente em Ti. Amém

Yoshitaka Kobayashi
Japão

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/50/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Jeremias 50



Jeremias 29 by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2014, 0:00
Filed under: libertação, profecias, Queda de babilônia, restauração | Tags:

Comentário devocional:

Você gostaria de receber uma mensagem de um profeta de Deus? 

Neste capítulo, nós lemos sobre o profeta Jeremias enviando uma carta aos cativos na Babilônia. Se você também se considera um prisioneiro da moderna Babilônia em que vivemos, este conselho pode lhe ser útil: “Porque assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: ‘Não deixem que os profetas e adivinhos que há no meio de vocês os enganem. Não deem atenção aos sonhos que vocês os encorajam a terem. Eles estão profetizando mentiras em meu nome. Eu não os enviei’, declara o Senhor.” (v. 8-9 NVI). 

Será que temos falsos profetas em nosso redor hoje? Este verso é uma advertência contra eles.

Minha filha Lauretta e eu estávamos em pé no antigo Caminho da Procissão na antiga Babilônia. Saddam Hussein restaurou 180 metros desta famosa via. Ali recordamos a História, quando os exilados de Jerusalém entraram pela Porta de Ishtar rumo aos seus desastrosos 70 anos de exílio. 

Bem ali, naquele lugar histórico, as mensagens reconfortantes de Jeremias 29 vieram às nossas mentes: “Assim diz o Senhor: ‘Quando se completarem os setenta anos da Babilônia, eu cumprirei a minha promessa em favor de vocês, de trazê-los de volta para este lugar. Porque sou Eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, ‘planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.’” (v. 10 -11 NVI). 

Se você abriga pensamentos negativos sobre o futuro, por favor, substitua-os pelos pensamentos que Deus tem para o seu futuro. 

Enquanto minha filha e eu andávamos através dos enormes portões da Babilônia, parcialmente reconstruídos, a caminho da sala do trono de Nabucodonosor, recordávamos a parte final desta promessa inspiradora: “’Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei. Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Eu me deixarei ser encontrado por vocês’, declara o Senhor, ‘e os trarei de volta do cativeiro. Eu os reunirei de todas as nações e de todos os lugares para onde eu os dispersei, e os trarei de volta para o lugar de onde os deportei’, diz o Senhor” (v. 12 -14 NVI). 

Estamos todos exilados de nossa casa sem pecado no Éden e estamos vivendo, não só em um mundo pecaminoso, mas com nossa natureza caída pecaminosa. Quem irá nos salvar?

Quando minha filha e eu deixamos a sala do trono onde Daniel explicou ao rei que uma pedra viria esmagar os reinos deste mundo e estabelecer um reino eterno, entramos no enorme salão onde Belsazar e mil dos seus nobres (Daniel 5:1) foram destruídos por Ciro. Enquanto estávamos na sala do trono, apesar de não sabermos onde, sabíamos que tinha sido ali que a mão divina escrevera a condenação da Babilônia. 

Com as promessas de Jeremias 29 em nossa memória, Lauretta e eu fomos a Pasárgada, no Irã, onde fizemos uma visita ao túmulo de Ciro – um tipo de Cristo. Isaías 44 e 45 chama Ciro de pastor, libertador e ungido. Estes títulos de Ciro estão relacionados com um Personagem muito maior, de quem Ciro era um tipo. À medida em que meditávamos sobre este grande libertador, lembramos da tremenda mensagem reconfortante de Isaías 45:13: “Eu levantarei esse homem em minha retidão: farei direitos todos os seus caminhos. Ele reconstruirá minha cidade e libertará os exilados, sem exigir pagamento nem qualquer recompensa, diz o Senhor dos Exércitos” (NVI).

“Nosso querido Pai celestial amoroso, obrigado por explicar Sua salvação através da história de Ciro. Obrigado por nos libertar desta Babilônia onde vivemos de dor e morte para a felicidade do céu. Oramos isto em nome de Jesus, nosso celeste libertador e pastor. Amém”

Pr. François du Plessis
Evangelista na África do Sul

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/29/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Jeremias 29 



Jeremias 25 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:Que capítulo intenso! Deus envia aqui Sua Palavra a toda a nação de Judá e, também, ao mundo todo, em todas as épocas, através de seu servo Jeremias.

A mensagem de Deus é simples e clara. Observe Seu “Plano de três pontos” para a sobrevivência espiritual: 

1. Arrependei-vos dos vossos maus caminhos e maldades; 

2. Não vá atrás de outros deuses para os servir e adorar; 

3. Não Me obrigue a agir por causa das más obras das tuas mãos.

A Escritura registra a triste verdade que eles se recusaram a ouvir. Recusaram não apenas poucas vezes, mas de forma permanente.

A leitura deste capítulo me faz imaginar Jeremias tentando conseguir a atenção das pessoas no portão da cidade. Mas o povo não deu ouvidos às palavras de Deus. Estas palavras os teriam salvo se tivessem levado o profeta a sério.

Jeremias detalha os resultados devastadores de desprezar as repreensões divinas. Os babilônios se tornaram instrumento divino de juízo. Os sons da vida foram silenciados e as luzes se apagaram.

Mas existe uma esperança: encontramos neste capítulo a profecia de Jeremias de que os cativos ficariam na Babilônia por 70 anos e depois retornariam. 

Veja que interessante: como registrado em Daniel 9, esta é a mesma profecia que Daniel estava estudando perto do fim do cativeiro! Preste atenção: vemos aqui um profeta – Daniel – estudando as palavras de outro profeta – Jeremias – que tentava entender o que Deus dizia! Quão importantes são as palavras de Deus!

No restante do capítulo observamos Jeremias ser levado em visão para além dos 70 anos de cativeiro, após a punição de Babilônia por seus pecados, até o desfecho do conflito entre o bem e o mal no fim dos tempos. 

Estas questões que trouxeram os juízos divinos ao povo de Deus agora se aplicam a todo o mundo. Deus diz: “Pegue de minha mão este cálice com o vinho da minha ira e faça com que bebam dele todas as nações a quem eu o envio.” (v. 15 NVI).

Os estudantes da Bíblia reconhecem aqui uma forte semelhança com as palavras de Apocalipse [em especial, Apoc 14], descrevendo o conflito final dos tempos. Deus tem um acerto de contas a fazer, não só com o Seu povo, mas com todas as nações. A devastação do pecado e do mal não perdurará para sempre.

No final deste capítulo é feita referência aos líderes e pastores no Dia do Juízo. Não é uma imagem bonita. Parece mais um momento de terror. Eu não gostaria de ser responsabilizado por ter levado um dos filhos de Deus a se extraviar!

A boa notícia é de que haverá um fim para a loucura de rejeitar as palavras de Deus. Façamos a nossa parte em aceitar as mensagens de Deus para nós e as colocarmos em prática. Assim seremos aprovados no juízo final.

“Senhor, que cada membro da família mundial “Reavivados por Sua Palavra” ouça atentamente as Suas palavras e as pratique”.

Dan Houghton
Centro de Pesquisa Hart
Califórnia, EUA



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jer/25/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto original: Texto bíblico: Jeremias 25 




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