Reavivados por Sua Palavra


Gálatas 2 by jquimelli

Comentário devocional:

Ninguém em seu perfeito juízo tentaria tratar um paciente que sofre de doença cardíaca dizendo que ele simplesmente deveria melhorar sua higiene pessoal. No entanto, isso é similar ao que fazemos muitas vezes na igreja ao abordar a questão da doença espiritual do coração – o pecado. Essa é a questão que Paulo aborda de uma forma magistral em Gálatas 2, ao continuar a defesa da sua vocação apostólica e a mensagem do evangelho que ele proclamava.

Como vimos ontem, algumas pessoas na igreja primitiva insistiam que todos os homens gentios convertidos deveriam submeter-se à circuncisão se quisessem se tornar cristãos (Atos 15:1). Do ponto de vista destas pessoas, elas não estavam pedindo muito desses novos convertidos. Claro, isso envolveria uma inconveniência momentânea, mas realmente era uma solicitação pequena. Entretanto esse era exatamente o problema. Ao insistir sobre a circuncisão como um requisito para a salvação, eles haviam minimizado a extensão do problema do pecado a um pequeno procedimento cirúrgico, nada mais!

Paulo lembra aos Gálatas que o nosso problema requer uma intervenção muito maior. Ao invés de apenas alguns pequenos ajustes, precisamos de toda uma nova identidade, algo que nunca podemos fazer por nós mesmos. É, no entanto, exatamente o que Deus nos oferece em Cristo. Paulo chama esta solução radical de justificação pela fé – o ato divino onde Deus considera a vida perfeita de Cristo como se fosse a nossa (cf. Gl 2:16; Rm 3:21-30). Se houvesse algo que pudéssemos fazer para ganhar ou contribuir para a nossa salvação, então, como diz Paulo, Cristo não precisaria ter morrido (v. 21).

Que possamos reconhecer hoje essa gloriosa verdade do que Deus fez por nós em Cristo, e proclamar com o apóstolo Paulo: “Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gal 2:20, NVI).

Carl P. Cosaert
Universidade Walla Walla
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/gal/2/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Gálatas 2
Comentários em áudio 



Romanos 7 – Comentários selecionados – atualizado 05/03/2015 23h00 by jquimelli
5 de março de 2015, 0:00
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1-6 Em 7.1-6, a liberdade da lei é ilustrada em termos da relação entre a esposa e seu marido. A comparação é simples: assim como a morte dissolve o vínculo entre o marido e esposa, a morte do crente com Cristo rompe o jugo da lei. ele está livre para unir-se com Cristo. Bíblia Shedd.

Nós agora servimos não pela obediência a um conjunto de regras, mas a partir de corações renovados e mentes que transbordam com o amor de Deus. Life Application Study Bible.

2,3 A morte altera decisivamente o relacionamento que a pessoa tem com a lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 corpo de Cristo. A referência aqui é à morte física de Jesus Cristo. Bíblia de Genebra.

5 A tendência do homem é desejar o proibido. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 “Espírito” refere-se às novas relações e forças produzidas em Cristo pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.

em novidade de espírito. Algumas pessoas tentam ganhar acesso a Deus pela observância de um conjunto de regras (obedecer aos Dez Mandamentos, servir à igreja fielmente, fazendo boas obras), mas tudo o que conseguem com seus esforços é frustração e desânimo. Contudo, por causa do sacrifício de Cristo, o acesso a Deus já está aberto e podemos nos tornar Seus filhos simplesmente como colocarmos nEle a nossa fé. Não mais tentando alcançar a Deus através da observância de regras, nós nos tornamos mais e mais semelhantes a Jesus à medida que vivermos com Ele, dia após dia. Permita que o Espírito Santo mova a sua atenção de sua performance para Jesus. Ele te libertará para que você possa servi-Lo com amor e gratidão. Isto é o que significa viver “em novidade de espírito”. Life Application Study Bible.

não na caducidade da letra. Literalmente, na velhice da letra”. Isso descreve a obediência legalista dos que tentam assegura r a salvação pelas obras da lei. Era assim o serviço dos fariseus, que tinham o cuidado de “dar o dízimo da hortelã , do endro e do cominho”, mas, ao mesmo tempo, omitiam as coisas mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé” (ver com. de Mt 23:23). Essas “coisas mais importantes” eram os assuntos do coração e do espírito. O serviço “na caducidade da letra” só pode conduzir ao pecado e à morte (Rm 7:5). Mas o evangelho traz o oferecimento de Deus para capacitar as pessoas a prestar serviço espiritual de coração. O novo nascimento do Espírito Santo significa a criação de um coração puro e a renovação de um espírito reto (ver SI 51:10), de modo que, a partir de então, o crente não mais serve a Deus por um sentimento de escravidão legal e por medo, mas em um novo espírito de liberdade e amor (cf. Jo 4:23; 6:63; 2Co 3:6). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 5, p. 602.

Observar as regras, leis e costumes do cristianismo não nos salva. Mesmo que conseguíssemos tornar puras as nossas ações, ainda estaríamos sob maldição porque em nossos corações e mentes somos perversos e rebeldes. Life Application Study Bible.

7-25 É melhor tomar esta passagem como uma autobiografia, ainda que seja a biografia de todo homem. Ainda que Paulo pudesse afirmar que era “irrepreensível quanto à justiça que há na lei” (Fp 3.6) na sua vida antes de conhecer o Senhor, sem dúvida ele se refere aos atos externos e não á cobiça. … Pior ainda, a própria proibição do mandamento aumentou o desejo (vv 8-11). Bíblia Shedd.

estava morto. Permanecia escondido, como uma serpente adormecida. Andrews Study Bible.

9 reviveu o pecado. Na verdade, o pecado tinha estado sem oposição no controle de sua vida (v. 5). Mas a vinda do “mandamento” desafiou a presença do pecado e de seu direito de controlar a vida. Então, o pecado se ergueu para manter sua autoridade contestada. Em toda a sua malignidade e força, ele surgiu em seu verdadeiro caráter, como um enganador, inimigo e assassino. CBASD, vol 5, p. 605.

morri. Paulo veio a reconhecer que estava condenado à morte, porque a lei revela o pecado, e o salário do pecado é a morte (6.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

11, 12 o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou. O pecado nos parece atraente exatamente porque Deus nos falou para não o fazermos. Em vez de prestarmos atenção às Suas advertências, nós as usamos como uma lista “a fazer”. Quando formos tentados a sermos rebeldes, devemos olhar para a lei de uma perspectiva mais ampla – à luz da graça e da misericórdia de Deus. S focarmos o Seu grande amor por nós, entenderemos que Ele apenas nos restringe de ações e atitudes que, na verdade, nos trariam dano. Life Application Study Bible.

12 a Lei é santa. A despeito do uso desprezível que o pecado fazia da lei, a lei não era culpada disso. A lei é de Deus e, por isso mesmo, é santa, justa e boa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 acaso o bom se me tornou em morte? A resposta de Paulo à sua própria pergunta é um “não”. O pecado em mim foi que se tornou a causa de minha morte espiritual, impelindo-me a quebrar a boa lei de Deus. O pecado, pois, é visto como “sobremaneira iníquo”. Bíblia de Genebra.

O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Não foi a lei que causou o pecado e sim ao pecado. Andrews Study Bible.

14 a lei é espiritual em sua origem, pois foi dada por Deus, e “Deus é espírito” (Jo 4:24). É de natureza espiritual, no sentido de que é “santa, e justa e boa”, e na medida em que exige obediência que pode ser prestada apenas por aqueles que são espirituais e têm o fruto do Espírito (Mt 22:37-39; Jo 15:2; Rm 13:8, 10; Gl 5:22, 23 ; Ef 3:9). CBASD, vol 5, p. 609.

fui vendido como escravo ao pecado. Forma vívida de mostrar o fracasso dos próprios cristãos diante das exigências éticas e morais do evangelho. Até mesmo ressalta a natureza persistente do pecado.13 O pecado usou uma coisa santa (a lei) para uma finalidade ímpia (a morte). Esse fato revela quão desprezível é o pecado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 Não entendo. A luta no íntimo cria tensão, ambivalência e confusão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Isto é mais do que o grito de um homem desesperado – descreve a experiência de todo cristão a lutar contra o pecado ou tentando agradar a Deus observando regras e leis seu o auxílio do Espírito. Nunca devemos subestimar o poder do pecado. Nunca devemos tentar lutar com nossas próprias forças. Temos um inimigo diligente e, por outro lado, temos uma surpreendente capacidade de apresentar desculpas.Em vez de tentar vencer o pecado com o poder humano, devemos nos apropriar do tremendo poder de Cristo que está disponível a nós. Esta é a provisão de Deus para a vitória sobre o pecado: Ele envia o Espírito Santo para morar em nós e nos dar poder. E quando caímos, Ele se achega amorosamente e nos ajuda a levantar. Life Application Study Bible.

16 admito que a Lei é boa. Mesmo quando Paulo é rebelde e desobediente, o Espírito Santo lhe revela a essencial bondade da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 não sou mais eu quem o faz. Não uma tentativa de escapar da responsabilidade moral, mas uma declaração do forte controle que o pecado pode manter sobre a vida do cristão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo, na verdade estava descrevendo um profundo conflito que todo crente encontra inerente em sua vida em Cristo. Cristo habita nele (Gl 2.20) e, no entanto, o pecado também habita nele (vs. 17, 20). Uma perfeita conformidade com a vontade de Deus, no presente, estava fora de seu alcance. Bíblia de Genebra.

em minha carne. Nos meus membros infectados com o pecado. Andrews Study Bible.

20 O cristão vive em dois mundo ao mesmo tempo. Esta é a razão por que a carne “milita contra o Espírito, e o Espírito contra a carne, porque são opostos entre si” (Gl 5.17). A vitória contra este inimigo (o pecado que reside em nós) não vem sem luta ou num minuto. Graças a deus a vitória virá por Cristo! Bíblia Shedd.

23-35 A luta interna contra o pecado era tão real para Paulo o quanto é para nós. De Paulo aprendemos como tratar disto. Sempre que paulo se sentia perdido, ele retornava ao início de sua vida espiritual, lembrando que ele já havia sido liberto por Jesus Cristo. Quando você se sentir confuso e esmagado pela sedução do pecado, siga o exemplo de Paulo: agradeça a Deus pela liberdade através de Jesus Cristo. Deixe a realidade do poder de Cristo levar você à real vitória sobre o pecado. Life Application Study Bible.

24 Quem me livrará. Esse não é um grito de desespero, porquanto Paulo sabe a resposta e a fornece no versículo seguinte. Bíblia de Genebra.

do corpo sujeito a esta morte? Expressão figurada do corpo do pecado (6.6), que pesava sobre ele como um cadáver e do qual não conseguia libertar-se. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. O livramento vem, não esforço legalístico, mas mediante Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O que a lei, a consciência e a força humana desajudada não podem fazer, pode ser feito pelo plano do evangelho. A libertação completa está disponível por meio de Jesus Cristo e por meio dEle apenas (comparar com “graças a Deus, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo ” [1Co 15:57]). Este é o clímax para o qual aponta o raciocínio de Paulo neste capítulo. Não é suficiente ser convencido da excelência da lei ou reconhecer a sabedoria e a justiça de suas reivindicações. Não é suficiente consentir que ela é boa ou até mesmo deliciar-se com seus preceitos. Nenhum esforço sério de obediência vale contra a lei do pecado nos membros, até que o pecador em batalha se entregue à fé em Cristo. Então, a entrega a uma Pessoa toma o lugar da obediência legalista a uma lei. E visto que é um a submissão a uma Pessoa muito amada, ela é percebida com o perfeita liberdade (ver CC, 19; CBV, 131; DTN, 466). CBASD, vol. 6, p. 613.



Romanos 6 by Jobson Santos
4 de março de 2015, 0:57
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Comentário devocional:

Romanos 6 é um dos grandes capítulos da Escritura – é através dele que Paulo chega a uma magistral descrição do poder do evangelho. Os cinco primeiros capítulos mostraram a necessidade que todos temos da graça de Deus, graça que é maior que o nosso pecado. No entanto, Paulo deixa muito claro que a graça de Deus não nos dá licença para continuarmos em pecado. De fato, ele mostra que, quando somos justificados pela fé estamos mortos para o pecado e não mais vivemos pecando (vs. 1, 2).

A vida justificada é uma vida que foi batizada em Jesus Cristo, ou seja, que fomos batizados na sua morte. No batismo fomos sepultados com Cristo, para que possamos ser ressuscitados para uma nova vida espiritual. Assim como Jesus foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós somos ressuscitados para viver uma nova vida de fé (vs. 3, 4). Estamos totalmente convencidos de que Deus pode nos capacitar a viver esta nova vida, tão facilmente como Ele ressuscitou a Jesus corporalmente dentre os mortos.

Os próximos versículos pintam um belo quadro. “Se dessa forma fomos unidos a ele na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído e não mais sejamos escravos do pecado” (v. 5-6, NVI). Aqui “ser crucificado com Cristo”  significa a morte do velho homem do pecado. No rodapé da minha Bíblia tenho uma nota marginal: “aquele que está morto está justificado.” Portanto, ser crucificado com Cristo e morto para o pecado, significa ser justificados pela fé. Ellen White apoia este conceito: “Deus requer a completa entrega do coração, antes que possa ocorrer a justificação; e para que o homem conserve essa justificação, tem de haver obediência contínua, mediante ativa e viva fé que opera por amor e purifica a alma” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 366).

Paulo diz que a morte não tem mais domínio sobre Cristo, e enquanto permanecermos submissos a Ele, o pecado não tem mais domínio sobre nós (vs. 8-15). O capítulo termina mostrando que somos ou escravos do pecado ou escravos da justiça. Quando obedecemos ao velho homem do pecado, somos escravos do feitor que se chama pecado. Quando somos escravos da justiça obedecemos a Deus. Aqui está envolvida uma escolha. Ou escolhemos a escravidão do pecado, ou a Deus que nos liberta do pecado (vs. 16-23). Se somos escravos do pecado, o salário é a morte. Se escolhemos servir a justiça, recebemos a vida eterna. A quem você escolhe servir?

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/6/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Romanos 6 
Comentário em áudio 



Romanos 5 – Comentários de Bíblias de Estudo by jquimelli

5:1 – 8:39 Paz e alegria vem aos crentes em Jesus e a eles é garantida a glória futura e a vida eterna. Andrews Study Bible.

1-11 Estes versos descrevem  as bênçãos que acompanham a justificação: paz, alegria e esperança. Tendo exposto a maneira pela qual Deus justifica o pecador, Paulo prossegue apontando a importância da reconciliação com Deus. Não é simplesmente perdão mas elevação à posição de grande favor, “a esta graça na qual estamos firmes” (v. 2). Bíblia Shedd.

1-5 Estes versos introduzem uma seção que contém alguns conceitos difíceis. Para entender os quatro próximos capítulos, ajuda ter em mente os dois lados na natureza da vida cristã. De um lado, somos completos em Cristo (nossa aceitação por Ele é segura). Por outro lado, estamos crescendo em Cristo (estamos nos tornando mais e mais semelhantes a Ele). Temos ao mesmo tempo o status de reis e as cargas de escravos. Sentimos tanto a presença de Cristo quanto a pressão do pecado. Apreciamos a paz que vem de sermos declarados justos perante Deus, mas ainda enfrentamos diariamente problemas que frequentemente nos ajudam a crescer. Se nos lembrarmos destes dois lados da vida cristã, não perderemos a coragem diante das tentações e problemas. Em vez disso, aprenderemos a depender do poder disponível em Cristo, que vive em nós através do Espírito Santo. Life Application Study Bible

1 justificados pela fé. Sem as obras da Lei. Andrews Study Bible.

paz com Deus. Não meramente um sentimento subjetivo (paz de espírito), mas sobretudo uma posição objetiva, um novo relacionamento com Deus: antes éramos seus inimigos, mas agora somos Seus amigos (cf v. 10; Ef 2.26; Cl 1.21, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 nos gloriamos nas tribulações. Não “por causa delas”, mas “nelas”. Paulo não propõe um conceito mórbido da vida, mas uma atitude alegre e triunfante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Para os cristãos do primeiro século, a regra era o sofrimento, não a exceção. Life Application Study Bible.

4 caráter aprovado (NVI; ARA: experiência). Uma disposição testada e aprovada por Deus. Andrews Study Bible.

O cristão pode regozijar-se no sofrimento por saber que este não está destituído de significação. Parte do propósito de Deus é produzir caráter nos Seus filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5-6 Todos os três membros da Trindade estão envolvidos na salvação. Life Application Study Bible.

5 a esperança não decepciona (NVI; ARA: não confunde; NKJV: não desaponta). Não é uma ilusão. Andrews Study Bible.

A esperança do crente não deve ser equiparada ao otimismo infundado. Pelo contrário, trata-se da certeza bendita do nosso destino futuro e baseia-se no amor de Deus, revelado pelo Espírito Santo e objetivamente demonstrado na morte de Cristo.

Derramou. O verbo (no original) denota uma situação resultante de uma ação no passado. Quando cremos pela primeira vez em Cristo, o Espírito Santo derramou seu amor em nossos corações, e esse amor continua habitando em nós. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 no devido tempo. O momento determinado no plano redentor de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 sendo nós ainda pecadores. Estas são palavras maravilhosas. Deus mandou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque éramos suficientemente bons, mas porque nos amou. Sempre que você ficar inseguro do amor de Deus por você, lembre-se que Ele lhe amou antes de você voltar para Ele. Se Deus lhe amou quando você era em rebelde, ele pode certamente fortalecer você, agora que você o ama também. Life Application Study Bible.

9 por Seu sangue. Referência à morte de Cristo por nossos pecados (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ira de Deus. O juízo derradeiro, conforme deixa claro o verbo de “seremos salvos” (cf 1Ts 1.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 inimigos de Deus. O homem é inimigo de Deus, e não o contrário. Por isso, a hostilidade precisa ser eliminada do homem para que se efetue a reconciliação. Deus tomou a iniciativa ao reconciliar-nos com Ele mediante a morte de Seu Filho (cf v. 11; Cl 1.21, 22).

Reconciliados. Reconciliar é “por fim à hostilidade” e relaciona-se de perto com o termo “justificar”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12-21 Contraste entre Adão e Cristo. Adão introduziu no mundo o pecado e a morte; Cristo trouxe a justiça e a vida. … Esses dois homens também resumem a mensagem do livro até agora. Adão representa a condenação do homem (1.18-3.20); Cristo representa a justificação do crente (3.21-5.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 O pecado, como princípio governante da natureza do homem, entrou na humanidade através de Adão. Em Adão todo mundo pecou, o que fica demonstrado na morte universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18.4). Bíblia Shedd.

a morte. A morte física é a punição pelo pecado. É também o símbolo da morte espiritual, que separa o homem definitivamente de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como podemos ser declarados culpados por algo que Adão fez a milhares de anos atrás? Muitos consideram que não é correto Deus nos julgar por causa do pecado de Adão. Entretanto, cada um de nós confirma sua solidariedade com Adão pelos nossos pecados a cada dia. … Porque somos pecadores, não é justiça que precisamos – é de misericórdia. Life Application Study Bible.

13 até ao regime da lei (ARA; NVI: antes de ser dada a lei; NKJV: até a lei). Antes da Lei ser dada a Moisés. Andrews Study Bible.

14 O pecado existia no mundo antes que alguém quebrasse a Lei, como ela foi dada a Moisés. Andrews Study Bible.

Paulo lembra seus leitores que por milhares de anos a Lei não havia sido explicitamente concedida e, mesmo assim, as pessoas morriam. A Lei foi dada, ele explica em 5:20, para ajudar o povo a ver sua pecaminosidade, para lhes mostrar a seriedade de suas ofensas e conduzi-los a Deus em busca de misericórdia e perdão. Life Application Study Bible.

15 dom gratuito. A morte de Cristo. Andrews Study Bible

a ofensa. A queda de Adão. Andrews Study Bible.

muito mais. Tema que percorre essa seção. A graça de Deus é infinitamente mais poderosa para o bem [do] que o pecado de Adão o é para o mal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 dádiva de Deus. A salvação. Muitas transgressões [ofensas]. Os pecados das sucessivas gerações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 vida a todos os homens. Não significa que todos acabarão sendo salvos no fim, mas que a salvação está à disposição a todos. Para ser eficaz, a dádiva gratuita de Deus precisa ser aceita (cf. v. 17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 obediência de Um só. A morte obediente de Cristo na cruz (ver Fp 2:8). Andrews Study Bible.

20 Lei foi introduzida. A lei tornou o pecado ainda mais pecaminoso, ao revelar o que é o pecado por nítido contraste com a santidade de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como pecador, separado de Deus, você vê a Lei de baixo para cima, como uma escada a ser galgada para chegar até Deus. Talvez você tenha repetidamente tentado subir por ela, somente para cair ao chão cada vez que você avança por um ou dois degraus. Ou talvez a escada tenha parecido tão assustadoramente alta que você nem tentou subir. Em ambos os casos, que alívio você deve sentir ao ver Jesus oferecer, com Seus braços abertos, para elevar você acima da escada da Lei, diretamente até Deus! Uma vez que Jesus eleva você à presença de Deus, você está livre para obedecer – por amor, não por necessidade; e através do poder de Deus, não do seu. Você sabe que se você tropeçar, não cairá no chão, mas será seguro pelos amorosos braços de Jesus. Life Application Study Bible



Romanos 4 by jquimelli
2 de março de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

Depois de ler os três primeiros capítulos de Romanos, podemos estar nos perguntando como crer para receber o dom gratuito da justiça. Neste capítulo, Paulo introduz o poderoso exemplo de Abraão, para que possamos seguir o exemplo de sua vida de fé. Nos três primeiros versos, lemos que Abraão não foi justificado pelas obras – fica claro que “Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça” (v 3 ARA). Paulo está citando Gênesis 15:6. Este é um conceito tão importante nas Escrituras que vemos quase as mesmas palavras em Gálatas 3:6 e Tiago 2:23.

O que queremos entender é qual foi a crença ou fé que Abraão teve que levou Deus a declará-lo justo. Em Gênesis 15:1-6, Abraão lembra a Deus que Ele havia prometido fazer de seus descendentes uma grande nação (Gn. 12). Além disso, ele lembra a Deus que ele não tem filhos e que seu servo Eliezer poderia ser seu herdeiro. Deus, então, diz que um de sua própria carne seria seu herdeiro. Humanamente isso era impossível, mas, em seguida, Deus mostra a Abraão as estrelas no céu, e lhe promete que a sua descendência será tão numerosa como elas (Gen. 15:2-5). Quando Abraão vê as estrelas, ele é lembrado de que Deus é o Criador e que a Sua palavra pode criar algo a partir do nada. Ele acredita que Deus pode criar vida a partir do ventre morto de sua esposa. E Deus declara que ele é um homem de fé.

Paulo nos ajuda a ver mais claramente que Abraão não obteve a salvação por seus esforços, mas que a justiça lhe foi creditada e ele foi declarado justo antes mesmo de ter sido circuncidado (vs. 4-15). Paulo confirma a fé que Abraão tinha em Deus, dizendo que ele estava plenamente convencido de que Deus “era poderoso para cumprir o que havia prometido. Em conseqüência, ‘isso lhe foi creditado como justiça’ ” (vs. 21, 22, NVI).

O que podemos concluir disso é que “confiar” em Deus é estar inteiramente seguro de que o que Ele prometeu, Ele é capaz de realizar em nossas vidas. Esta certeza está baseada no poder criativo da palavra de Deus. Todos nós, que estamos totalmente convencidos de que Deus pode mudar as nossas vidas, da mesma forma que Abraão estava convencido de que Deus poderia mudar a dele, seremos declarados justos por Deus, ao Ele conceder-nos a experiência do novo nascimento. Assim como o Pai ressuscitou Jesus dentre os mortos, Ele pode nos ressuscitar para uma nova vida de caminhada pela fé (vs. 24).

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/4/
Traduzido/adaptado por JDS/JAQ
Texto bíblico: Romanos 4 
Comentário em áudio 



Romanos 4 – Comentários selecionados: by jquimelli
2 de março de 2015, 0:00
Filed under: salvação | Tags: , , ,

1-3 Os judeus se orgulhavam de serem chamados filhos de Abraão. … Paulo não está dizendo que a Lei de Deus não é importante (4:13), mas que é impossível ser salvo somente por obedecê-la. Life Application Study Bible.

1 nosso antepassado Abraão (NVI). Grande patriarca da nação judaica e verdadeiro exemplo de pessoa justificada (v Tg 2.21-23). Os judeus dos dias de Jesus citavam Abraão como exemplo da justificação pelas obras, mas Paulo o enaltece como exemplo de justiça pela fé (v Gl 3.6-9). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Abraão descobriu que não tinha nada de que se vangloriar. Andrews Study Bible.

3 Referência a Gênesis 15.6, em que nada é mencionado no tocante às obras. Bíblia de Estudo NVI Vida.

imputado (ARA; NVI: creditado). Abraão não tinha observado nenhuma lei, prestado nenhum serviço nem cumprido nenhum ritual que lhe pudesse ter servido de crédito em sua conta corrente diante de Deus. Sua fé em Deus, que lhe fizera promessas, foi-lhe creditada como justiça. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado por justiça (ARA; BV: “Abraão creu em Deus, e foi por isso mesmo que Deus riscou seus pecados e declarou-o sem culpa”).

4-5 Descreve dois tipos básicos de religião: 1) uma que vê a salvação como uma recompensa ou salário; e 2) uma que a vê como um presente imerecido. Andrews Study Bible.

4 ao que trabalha, o salário não é considerado como favor, e sim como dívida. Este verso significa que se uma pessoa pudesse adquirir o direito de permanecer diante de Deus por ser bom, a concessão deste presenta não seria um ato livre; seria uma obrigação. Nossa auto-suficiência é fútil; tudo que podemos fazer é nos lançarmos na graça e misericórdia de Deus.1-3 Os judeus se orgulhavam de serem chamados filhos de Abraão. Life Application Study Bible.

5 ao quecrê naquEle que justifica o ímpio, a sua fé lhe é imputada por justiça (ARA; BV: Deus declara que os pecadores são bons aos Seus olhos, se eles crerem que Cristo pode salvá-los da ira de Deus”).

não trabalha, porém crê. Duas ações sequenciais: 1) parar de “trabalhar”, isto é, cessar de tentar merecer a salvação, e 2) votar-se para Deus. A fé requer as duas ações. Andrews Study Bible.

Quando algumas pessoas aprendem que elas são salvas por Deus através da fé, elas começam a se preocupar e a se perguntar “Será que eu tenho fé suficiente? A minha fé é forte o suficiente para me salvar?” Estas pessoas perderam a perspectiva correta, de que é Jesus Quem nos salva, não nossas emoções ou ações e que Ele me salva, não importa o quão fraca é nossa fé.Jesus nos oferece a salvação como um presente [dom] porque Ele nos ama, não porque nós tenhamos adquirido a salvação porque conta de nossa poderosa fé. Qual, então, é o papel da fé? Fé é acreditar e confiar em Jesus Cristo e nos achegarmos a Ele para recebermos Seu maravilhoso dom da salvação. Life Application Study Bible.

6-8 Deus não continua lançando iniquidade na conta do pecador que se arrepende, mas lhe perdoa quando ele se confessa (ver Sl 32.3-5; Ez 18.23, 27, 28, 32; 33.14-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

7 perdoadas. Justificação é perdão, e vice versa. Andrews Study Bible.

8 a que o Senhor jamais imputará pecado. Isto é, perdoará pecados. Abraão era justo porque fora perdoado. Andrews Study Bible.

9 circuncisos. Judeus. Incircuncisos. Gentios. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Paulo agora aborda uma crítica adicional do seu argumento. Mesmo que ele tivesse demonstrado que a retidão veio pela graça, mediante a fé, no caso de Abraão, ter-se-ia ele esquecido que Abraão foi o pai dos circuncidados (e, portanto, não dos incircuncisos?) O apóstolo provê aqui uma resposta devastadora: Gn 15.6 descreve Abraão antes dele ter sido circuncidado (v. 10). A retidão expressa e selada por ele, por meio da circuncisão, já tinha sido imputada a ele quando ainda não havia sido circuncidado. Abraão serve, pois, de protótipo de todos os crentes, tanto judeus, quanto gentios. Para os judeus, Abraão serve de protótipo porque a sua circuncisão retorna ao momento da sua justificação e, para os gentios, porque ele recebeu a justificação à parte da circuncisão. Bíblia de Genebra.

Portanto, ele [Abraão] é o pai dos crentes gentios (os incircuncisos), porque creu e foi justificado antes de instituído o rito da circuncisão (o sinal dos judeus). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 quando ainda incircunciso. (ARA; BV: “antes que ele se tornasse judeu”).

10-12 Os rituais não garantiram nenhuma recompensa para Abraão; ele foi amplamente abençoado antes da cerimônia da circuncisão ter sido introduzida. Abraão encontrou favor diante de Deus pela fé somente, antes de ser circuncidado. .. Cerimônias e rituais servem como lembrança da nossa fé e elas instruem os novos na fé. Mas eles não nos concedem qualquer mérito junto a Deus. São sinais e selos exteriores que demonstram a crença e confiança internas. O foco de nossa fé deveria estar em Cristo e Sua alções salvadoras, não em nossas próprias ações. Life Application Study Bible.

11 sinal. A circuncisão não tem qualquer sentido à parte da justificação pela fé. Andrews Study Bible.

12 pai dos circuncisos (NVI). Abraão é, também, pai dos crentes judeus. Sua história, portanto, demonstra que, para judeus e gentios igualmente, há um só meio de justificação – o caminho da fé. Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 herdeiro do mundo. “Mundo” aqui se refere à criação, assim como em 1.20. Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 se os da lei é que são os herdeiros, anula-se a fé. Deus nunca teve a intenção de fazer de Israel Sua herança através da lei. Seu propósito, desde o início, era cumprir Sua promessa a Abraão através de Cristo (Gl 3.17-18). Andrews Study Bible.

os que vivem pela Lei (NVI). Os que reivindicam direito à herança como base no cumprimento da lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 a lei suscita a ira; mas onde não há lei, também não há trangressão (ARA; BV: “quando procuramos ganhar a bênção e a salvação de Deus pela guarda de Suas leis, terminamos sempre debaixo de Sua ira, porque falhamos sempre em guardá-las. O único jeito de podermos evitar a quebra de Suas leis é não ter nenhuma delas para quebrar!”).

a Lei produz a ira (NVI). A lei, porque revela o pecado …, produz a ira, e não a promessa. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Um propósito da lei é condenar o pecado e trazer julgamento aos pecadores. Andrews Study Bible.

16 Paulo demonstra que Abraão agradou a Deus mediante a sua fé somente, antes de ouvir falar de dos rituais que se tornariam tão importantes ao povo judeu. Nós também somos salvos por nossa fé somente mais nada mais. Não é por amar a Deus ou fazer o bem que somos salvos; nem é pela fé mais amor ou pela fé mais boas obras. Somos salvos exclusivamente pela fé em Cristo, confiando nele para perdão de todos os nossos pecados. Life Application Study Bible.

17 o Deus que dá vida aos mortos. A referência primordial é ao nascimento de Isaque, quando abraão e Sara já não estavam em idade de ter filhos (v Gn 18.11). De modo secundário, Paulo também alude à ressurreição de Cristo (cf. v 24, 25). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Aquele em quem Abraão confiou “vivifica os mortos”. Isso se evidenciou na nova vida que veio do ventre aparentemente morto de Sara (v. 19), na vida devolvida a Isaque, quando ele estava sob a sentença de morte (Gn 22) e, finalmente, na vida restaurada na ressurreição de Cristo. (4.24-25). Bíblia de Genebra.

chama à existência as coisas que não existem (ARA; BV: “fala de acontecimentos futuros com tanta convicção como se eles já pertencessem ao passado”). Deus tem a capacidade de criar do nada, como demonstrou no nascimento de Isaque. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 esperando contra a esperança (ARA; BV: “embora essa promessa fosse impossível de cumprir-se!”). Apesar da desesperança. Andrews Study Bible.

19 o ventre de Sara já estava sem vitalidade. Sara … já ultrapassara, em muito, a idade de ter filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

20 deu glória a Deus (NVI). Porque Abraão tinha fé em que Deus cumpriria as Suas promessas. Enquanto as obras são a tentativa humana de revindicar direitos sobre Deus, a fé dá glória ao Seu nome. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Popularmente, é comum dizer que “quando a esmola é demais, o santo desconfia”, ou “que isso é bom demais para ser verdade”. Certamente tais pensamentos expressam um conselho sábio quando o assunto é a humanidade pecadora. No entanto, quando o assunto é Deus e as Suas promessas de perdão dos pecados, de paz através da fé em Jesus, e de um “novo céu e nova terra”, não precisamos desconfiar. Elas vêm de um Criador totalmente confiável. Não pode haver insulto maior a Deus do que desconfiar das suas promessas. Bíblia Evangelismo em Ação Vida.

22 isso lhe foi imputado por justiça (ARA; BV: “foi por causa da fé que Abraão revelou que Deus perdoou seus pecados e o declarou ‘sem culpa’). A circuncisão de Abraão em 15:6 foi uma reconfirmação da fé que ele tinha em 15:5-6 . A circuncisão de Abraão foi uma expressão de sua convicção que Deus é capaz de dar a ele um filho através da estéril Sara. Andrews Study Bible.

23-25 A fé cristã na ressurreição de Cristo é a fé em Deus como Criador que é capaz de ressuscitar o morto. Andrews Study Bible.

23 nãoapenas para ele. A experiência de Abraão não era particular nem individual, mas tinha amplas implicações. Se a justificação pela fé era real para ele, é uma verdade universal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

25 Ele foi entregue à morte por nossos pecados e ressuscitado para nossa justificação (NVI). Essas palavras, que refletem a tradução da Septuaginta (e em grego) de Is 53.12, são provavelmente uma citação de uma fórmula confessional cristã. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A morte e ressurreição de Cristo são dois aspectos de uma única obra salvífica. Na primeira parte, Cristo levou sobre Si a pena legal pela nossa culpa. Na segunda parte, a ressurreição de Cristo confirmou que a Sua morte foi uma oferta suficiente e eficaz pelo pecado, tendo agradado ao Juiz Supremo. Bíblia de Genebra.

Quando cremos, estabelece-se uma troca. Nós damos a Cristo nossos pecados e Ele nos dá a Sua justiça e perdão (ver 2Co 5:21). Não existe nada que possamos fazer para merecer isto. Somente através de Cristo podemos receber a justiça de Deus. Que troca incrível isto é para nós! Porém, tristemente, muitos ainda escolhem abrir mão deste presente para continuas “apreciando” seus pecados. Life Application Study Bible.

 

BV: Bíblia Viva (A Bíblia Viva é uma paráfrase, uma tradução livre).



Romanos 3 by jquimelli
1 de março de 2015, 1:00
Filed under: conversão, graça, religião viva, salvação | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Depois de ler os dois primeiros capítulos de Romanos, aquele que crê em Jesus pode perguntar: “Por que eu fui me tornar um cristão*? Receberei maior cobrança no juízo por ter maior conhecimento!” Paulo antecipou este questionamento por parte dos judeus que tinham pleno conhecimento da lei de Deus. Eles têm uma grande vantagem. As instruções que receberam tornam mais fácil andar no caminho da salvação.

Em seguida, nos versos 3 e 4, ele chama a atenção de que mesmo que alguém não creia na verdade conforme estabelecida na Escritura, isto não retira desta verdade seu poder e eficácia. Ele cita Salmo 51:4, que diz que quando Deus fala, Ele é justo e não mente. Deus é verdadeiro quando Ele declara justo aquele que nEle crê… E o que Ele diz, é verdade!

Em seguida, Paulo deixa claro que ele não ensina, como alguns dizem que ele faz, que é aceitável continuar pecando, para que, ao pecarmos mais, recebamos mais graça (vv 5-8).

Então, Paulo fala do pecado de toda a humanidade (vv 10-18). “Não há nenhum justo, nem um sequer.” (v 10 NVI). Esta injustiça começa na mente. As escolhas erradas que fazemos transformam-nos em inimigos de Deus e nos levam a todas as formas de pecado, inclusive não temer a Deus (vv 12-18). Note, entretanto, que parte do evangelho eterno, como vemos na mensagem do primeiro anjo (Ap 14: 6, 7) é temer a Deus. Deus nos prometeu que podemos ser libertos das escolhas tolas que fazemos (vv 10-18).

Ao chegarmos ao versículo 19 lemos que “todo o mundo” está sob a lei e sua condenação, e que todos são culpados diante de Deus. E porque todos são culpados, nenhuma quantidade de boas obras pode nos salvar. Assim, todos precisamos da “justiça de Deus mediante a fé em Jesus Cristo” (v 22 NVI).  Essa justiça é concedida a todo aquele que crê.

Esta justiça é dada livremente pela graça de Deus, e o sangue de Jesus torna esta graça possível. Aqueles que creem em Jesus serão justificados e Deus será justo ao proclamar os crentes fiéis como justos (vv. 24-26).

O capítulo termina mostrando que não pode haver qualquer exaltação própria, porque esta justiça vem pela fé, e isto vale tanto para judeus quanto para gentios, cristãos e não-cristãos. Além disso, esta fé guiará todo aquele que crê a cumprir a lei de Deus, não a torná-la sem efeito. Em outras palavras, aqueles que experimentam a justificação pela fé, também viverão uma vida obediente, pela graça de Deus através de Jesus Cristo, nosso Salvador (vv 27-30).
Norman McNulty
Neurologista, 
Tenessee, EUA

* “adventista do sétimo dia”, no original.  Os tradutores acreditam que a palavra “cristão” torna o texto mais inclusivo, sem perda de sentido. 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/3/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Romanos 3 
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