Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 19 by jquimelli

Comentário devocional:

Apocalipse 19 se divide em duas metades. A primeira nos eleva subitamente às imagens e sons do céu em êxtase absoluto. Onda após onda de “aleluias” brotam de coros celestes (vs. 1-8). Os vinte e quatro anciãos, em uma breve pausa da grande multidão, exclamam seu próprio aleluia (v. 4). Deus é louvado porque seus juízos são verdadeiros e justos contra a prostituta que não só corrompeu a terra com o seu dogma adulterado, mas também derramou o sangue dos verdadeiros servos de Deus (v. 2). Ele é louvado novamente porque Ele agora reina incontestável como “o Senhor, o nosso Deus, o Todo-Poderoso” (v. 6 NVI). Então, a grande multidão se regozija e glorifica a Deus porque “chegou a hora do casamento do Cordeiro, e sua noiva já se aprontou” (v. 7 NVI). Ela está vestida com um vestido que “foi-lhe dado linho fino, … os atos justos dos santos” (v. 8 NVI). Qualquer justiça que ela [a igreja] tenha lhe foi concedida por seu noivo, o Cordeiro.

A segunda metade remete-nos mais uma vez à batalha do Armagedom. É concedida a João uma visão simbólica de Jesus voltando à Terra, montado em um cavalo branco e liderando os celestes exércitos angélicos. Ele vem para batalhar contra as nações e seus heróis espirituais, o dragão, a besta e o falso profeta (v. 19-20). 

Jesus vem apresentando quatro nomes. Ele é chamado de “Fiel e Verdadeiro” (v. 11 NVI). Fiel à sua aliança e verdadeiro com Seu povo sitiado, Ele vem para resgatá-los. Ele está vestido com um manto tinto de sangue, e o seu nome é a Palavra de Deus (v. 13 NVI). Quando Ele veio pela primeira vez como a Palavra de Deus, Seu manto foi embebido em Seu próprio sangue, a fonte da nossa salvação. Seu terceiro título é “REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (v. 16 NVI). Os reis da terra não tem nenhuma opção ante Sua gloriosa presença, a não ser cair de joelhos e lançar suas coroas diante dEle. E em quarto lugar, “em Sua cabeça há … um nome que só ELe conhece, e ninguém mais” (v. 12 NVI). Não importa o quanto possamos saber a respeito de Jesus, haverá sempre um elemento que jamais compreenderemos do mistério divino sobre Ele, convidando-nos sempre a conhecê-Lo mais.

Os vs. 19-21 falam da destruição de todas as forças de oposição, exceto o dragão. Ele e sua destruição final são o assunto do próximo capítulo.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/19/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 19 
Comentários adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 15 by jquimelli

Comentário devocional:

No início de Apocalipse 15, João vê “sete anjos com as sete últimas pragas”, com as quais “se completa a ira de Deus” (v. 1). As sete pragas são a expressão definitiva e completa do juízo divino contra as forças do mal, juízo que culmina com a segunda vinda de Jesus. Este capítulo marca o fim da provação, após a qual “o vinho da ira de Deus” será derramado sem misericórdia sobre os ímpios (ver 14:10).

As pessoas sempre se esforçaram para entender o conceito da ira de Deus. Incapazes de negar o ensino bíblico de um Deus que responde com ira ao mal, alguns tentam redefini-la como sendo mera consequência natural ou, no máximo, a retirada da mão protetora de Deus. Mas não podemos esquecer as expressões muito claras que indicam que Sua ira é o Seu ato divino de justo julgamento sobre o mal e os seus autores. Os juízos de Deus são muito reais e devidamente justificados.

Por esta razão, no verso 2 o foco se move momentaneamente para aqueles que acabarão por ser vitoriosos sobre a besta, sua imagem e sua marca. Eles cantam uma canção reconhecendo a justeza dos julgamentos de Deus nas últimas pragas: “Grandes e maravilhosas são as tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso. Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei dos séculos” (v. 3). Afinal de contas, nós não deveríamos esperar que um Deus santo respondesse com justiça à terrível natureza destrutiva do mal?

Tenha em mente, contudo, que a mão que dirige o derramamento das pragas foi primeiro pregada a uma cruz por esses mesmos pecados que agora estão sendo julgados e punidos. No Calvário foi demonstrado que o Deus que é totalmente justo, também é totalmente misericordioso. Neste último ato de justiça, ninguém poderia levantar um ponto de interrogação sobre sua misericórdia. 

A segunda estrofe da canção diz: “Quem não te temerá, ó Senhor? Quem não glorificará o teu nome? Pois tu somente és santo. Todas as nações virão à tua presença e te adorarão, pois os teus atos de justiças se tornaram manifestos” (v. 4). 

Tanto justiça quanto misericórdia trazem glória ao Seu nome; ambas são exibidas igualmente em Seus atos de justiça; ambas O revelam como santo. A justiça e a misericórdia estão perfeitamente integradas em Sua natureza divina.

Unamo-nos, salvos de todas as nações, a adorar perante Ele.

Garth Bainbridge
Sydney, Austrália

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/15/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Apocalipse 15 
Comentário adicionais: http://apocalipsecomentadoversoaverso.blogspot.com.br/



Apocalipse 5 by jquimelli

Comentário devocional:

João vê o Pai sentado no trono, segurando em sua mão direita o pergaminho que contém as ações de cada pessoa. Em linguagem simbólica aquele pergaminho contém informações de toda nação, língua e povos desde o início da história da Terra até o fim. João chora porque parece não haver ninguém no céu ou na terra que possa abrir o livro e resolver o problema do pecado da Terra.

Alguém mais entra na sala do trono, o Cordeiro, aparentando recentemente ter passado pela morte. Jesus, o Cordeiro sacrificial,  consegue abrir o livro e revelar o seu conteúdo. O recém morto e ressuscitado Jesus pega o pergaminho contendo o registro das vidas das pessoas e dos eventos na terra e se prepara para agir. O momento aqui retratado é o dia de Pentecostes, em 31 d.C. Os quatro seres e os vinte e quatro anciãos prostram-se e adoram o Cordeiro, porque Ele os resgatou para Deus pelo Seu sangue. A compreensão dessas realidades também deveria fazer-nos prostrar e louvar o Cordeiro!

As sete lâmpadas ou espíritos representam a totalidade do Espírito Santo que está diante do trono e é enviado ao mundo todo. O derramamento pentecostal do Espírito Santo em Jerusalém em 31 dC foi a proclamação do Céu a respeito da entronização do Redentor. Segundo a promessa de Jesus, Ele enviou o Espírito Santo do céu sobre seus seguidores como um sinal de que Ele, como Sacerdote e Rei, recebeu todo o poder no céu e na terra e foi  ungido como Sumo Sacerdote sobre Seu povo.

Neste ponto do início do trabalho de Jesus como nosso Sumo Sacerdote e Rei, os anjos, os quatro seres e os vinte e quatro anciãos, que assistiram a agonia e triunfo de Jesus sobre a terra, também estarão observando a vitória dos cristãos de todos os tempos através do poder de Jesus Cristo. Esses anciãos se prostram e proclamam: “Digno é o Cordeiro que foi morto de receber poder, riqueza, sabedoria, força, honra, glória e louvor!” (v. 12).
Como eles, prostremo-nos também diante de Jesus, o Cordeiro de Deus, em gratidão por Sua graça salvadora. Só Jesus é digno do nosso louvor e adoração!
Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/5/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 5 
Comentário em áudio 



Apocalipse 4 by jquimelli
1 de julho de 2015, 1:00
Filed under: adoração, Espírito Santo, Jesus, louvor, Sumo Sacerdote | Tags: ,

Comentário devocional:

Em Apocalipse 2 e 3, João testemunha um vívido retrato da graça que Jesus ofereceu a Sua Igreja em todas as eras, até o fim dos tempos. No capítulo 4, João vê uma porta aberta no céu e ouve a voz de Jesus, como uma trombeta, convidando-o para contemplar o santuário celestial. João na visão vê o que está ocorrendo. Ele vê todo o céu esperando Jesus retornar ao céu, depois de Sua ressurreição, para ser empossado como nosso Sumo Sacerdote e Rei do santuário celestial, para salvar a todos aqueles que se achegarem a Deus através dEle.

A primeira das oito cenas da sala do trono de Apocalipse é descrita por João ao ele ver o Pai sentado no trono, refletindo jaspe e sardônio, pedras que representam o caráter do Seu Filho, cujo recente sacrifício possibilitou a remissão dos pecados. O verde no arco-íris que circunda o trono representa a esperança e o vermelho expressa o sangue do sacrifício do amor divino por nós.
Circundando o trono estão os vinte e quatro anciãos e os quatro seres vivos que dão glória, honra e louvor ao Pai. Eles O reconhecem como o Criador, Aquele que criou todas as coisas por Sua vontade.

Diante do trono também estão sete lâmpadas que simbolizam a plenitude do Espírito Santo em Sua disposição e capacidade de salvar os que se submetem a Deus. Os quatro seres viventes angélicos refletem de maneira acurada as características humanas de Jesus conforme retratado nos quatro Evangelhos. O leão da tribo de Judá o representa como o cumprimento de todas as profecias do Antigo Testamento (Mateus). O boi representa Jesus em seu papel como sacrifício e em sua paciente e sofredora vida de servo (Marcos). O homem representa Jesus em Sua humanidade (Lucas). E a águia, que domina majestosamente os céus, representa a divindade de Jesus (João). Estas características de Jesus também serão refletidas nas pessoas que compõem a Sua igreja.

Diante dessa cena gloriosa, com todo o Céu esperando para empossar Jesus como Sumo Sacerdote e Rei do Universo, os seres ao redor do trono caem prostrados, lançam suas coroas perante Deus e exclamam que Ele é digno de receber glória, honra e poder, pois criou todas as coisas. Eles compreendem que a humanidade foi criada para a comunhão com Deus.

Neste momento, pela fé, adentre você também na Sala do Trono do Céu. Prostre-se diante do Criador e dê a Ele honra, glória e louvor por ter-lhe criado e redimido!
Kenneth Mathews, Jr. 
Médico, Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/4/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Apocalipse 4 
Comentário em áudio 



I Pedro 2 by jquimelli

Comentário devocional:

Pedro não quer que seus leitores permaneçam estáticos em sua caminhada com Jesus. Nesse capítulo, ele exorta àqueles que experimentaram o novo nascimento (cap.1:23-25) a deixarem de lado tudo o que impede o crescimento espiritual e permanecerem em Jesus, a pedra angular. A nação judaica se escandalizou nAquele que ansiava fortalecê-los, tropeçou nAquele que deveria ser um degrau para a paz e a felicidade.

Um dos pontos altos do capítulo é o verso 9: “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (ARC). Aqui Pedro escreve novamente acerca do sagrado convite dirigido àqueles escolhidos para o elevado privilégio de representar a Deus na terra. Os cristãos devem render louvor e honra a Jesus, que os chamou das trevas para a luz da verdade. 

Nas Escrituras, a luz frequentemente é utilizada para se referir à verdade (Mt. 4:16; Lc. 11:35). À medida que apontamos para a Bíblia como a fonte de luz e refletimos o amor de Jesus em nossas vidas, podemos ser agentes de restauração daqueles que vivem sem a certeza do amor de Deus por eles. 

Cindy Tutsch, DMin
Estados Unidos

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1pe/2/
Traduzido por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: I Pedro 2 
Comentário em áudio 



Atos 16 by jquimelli
14 de fevereiro de 2015, 1:00
Filed under: conversão, cuidado de Deus, evangelismo, livramento, louvor, poder de Deus, testemunho | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Mais que um pastor, Paulo era um missionário. Ele cuidava dos novos convertidos da Ásia Menor durante sua primeira viagem missionária, mas seu coração estava pronto para ir onde nenhum seguidor de Cristo já tinha ido. Ele era destemido e corajoso em pregar o evangelho de Jesus. Ele sabia que mesmo o pagão mais endurecido poderia ser transformado, tocado pela graça do Deus vivo. Ele mesmo era um exemplo vivo disto.

Deus tinha planos específicos para Paulo. Em Trôade Paulo foi instruído em visão para ir para a Macedônia, ao norte da Grécia. Ele realmente estava longe de casa! Lá, na primeira cidade, Filipos – uma colônia romana de veteranos -, os evangelistas descobriram que não havia sinagoga. Mas eles encontraram adoradores de Deus se reunindo no Sábado à beira do rio. Sem dúvida, eles haviam passado muito tempo em oração por orientação específica de Deus.

Destes adoradores, Lídia foi a primeira a responder. Uma rica mulher de negócios, foi a primeira convertida da Europa! Satanás deve ter ficado atordoado, pois percebeu que “seu reino estava sendo invadido” por seguidores de Jesus! (ver Atos dos Apóstolos, p. 212). Então, ele contra-atacou através de uma escrava possessa por um espírito de adivinhação. O ataque foi muito inteligente. Em vez de fazê-la dizer mentiras, ela proclamou a verdade sobre os apóstolos. A menina possuída por demônio anunciava os servos de Deus, criando confusão, e isso é o que Satanás queria. Quando Paulo silenciou o demônio, as pessoas que lucravam com o espírito de adivinhação fizeram que os apóstolos fossem presos e colocados na prisão!

E se tivesse acontecido com você? Como você se sentiria se tudo isto acontecesse com você depois de fazer fielmente a obra de Deus, no lugar onde Ele lhe disse especificamente para ir? Você desanimaria? Ou faria como Paulo e Silas que lutaram contra a tortura e a dor cantando hinos a Deus? Ajuda divina sempre vem quando cantamos as promessas de Deus e louvores a Ele (2 Cr 20:21, 22).

Leia o resto da história: anjos vieram visitá-los e causaram um terremoto que libertou a todos. O doce Espírito de Jesus permeou a prisão e todos os detidos ouviram as músicas e, ao invés de tentar escapar, se fixaram nos apóstolos. Agora, quem fica atordoado é o carcereiro. Percebendo que está na presença de servos do Altíssimo, ele implora por perdão e pelo conhecimento da salvação.

Em Filipos, Lídia e toda a sua família, a ex-escrava possuída por um demônio que escolheu se tornar uma seguidora de Cristo (Atos dos Apóstolos, p. 213), o carcereiro e sua família, todos se tornaram discípulos de Jesus. Estes primeiros crentes europeus acabaram sendo “os mais amorosos e sinceros convertidos do apóstolo” (Atos dos Apóstolos, p.391). 

Quando Deus guia a sua vida, você será instrumento de conversões.

Ron E. M. Clouzet
Professor de Ministério e Teologia
Seminário da Universidade Andrews

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/act/16/
Traduzido por JAQ/GASQ
Texto bíblico: Atos 16
Comentário em áudio 



Atos 16 – Comentários selecionados by jquimelli
14 de fevereiro de 2015, 0:00
Filed under: confiança em Deus, louvor, missão, sofrimento | Tags: , , , ,

1 um discípuloTimóteo. Na pequena comunidade judaica de Listra, Paulo encontrou este jovem, que em parte era judeu e em parte, grego. Como seu pai, Timóteo havia sido criado como um grego e, assim, não tinha sido circuncidado. Sua mãe era judia. Bíblia de Genebra.

Uma vez que, 15 anos mais tarde, Paulo se dirige a Timóteo como a um jovem (ver 1Tm 4.12), este devia ser adolescente nesta ocasião. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

3 circuncidou-o. Por uma questão de prudência, a fim de que sua obra entre os judeus fosse mais eficaz. Foi diferente do caso de Tito (v. Gl 2.3), em que a circuncisão foi recusada pelo fato de alguns a exigirem como pré-requisito para a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

É provável que o próprio Paulo tenha realizado o rito. A princípio, este ato parece inconsistente com sua conduta em relação a Tito, a quem ele se recusou a circuncidar ( ver com. de Gl. 2:3) e com seu ensino geral sobre a circuncisão (ver com. de 1Co 7:18, 19; Gl 5:2-6). Mas há uma diferença evidente entre os casos de Tito e Timóteo. Tito era um grego, e circuncidá-lo equivaleria a ceder num princípio de que Paulo não desejava abrir mão. A origem mista de Timóteo fazia dele um judeu, pois o código rabínico afirmava que o filho de mãe judia era considerado judeu (Yebamoth, 45.b, ed. Soncino, Talmude, p. 297). Caso tanto seu pai quanto sua mãe fossem judeus fiéis, ele teria sido circuncidado no oitavo dia (Lv 12:3), mas as diferenças religiosas entre o casal impediram isso. … Caso [Timóteo] fosse incircunciso, isso se tornaria uma fonte de dificuldade para os judeus, os quais pensariam que um mau judeu não poderia ser um bom exemplo de cristão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 337, 338.

7 Espírito de Jesus. Assim como “Espírito Santo” era às vezes usado de maneira intercambiável com “Deus” (ver 5.3, 4), assim também aqui  “Espírito Santo” é usado de modo intercambiável com “Espírito de Jesus” [cf. v. 6]. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

10 procuramos. A primeira das várias passagens usando o pronome plural “nós” começa aqui, indicando que o autor estava com Paulo e Silas. Bíblia de Genebra. 

Lucas, o “médico amado” (Cl 4:14), estava a descrever os missionários na terceira pessoa (“ele”, “eles”). Agora ele adota a primeira pessoa, aparentemente indicando que ele havia se juntado à equipe missionária. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

A conclusão é que Lucas está informando ao leitor o fato de ele ter-se unido ao grupo em Trôade. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

11 Samotrácia. Ilha no nordeste do mar Egeu. Era um lugar apropriado para os navios ficarem ancorados em vez de arriscarem uma viagem noturna. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

12 Filipos. Filipe II da Macedônia, o pai de Alexandre Magno, tinha estabelecido uma grande colônia grega aqui, e dado a ela o nome de Filipos. Os romanos a conquistaram em 167 a.C. e a fizeram parte da província da Macedônia. Bíblia de Genebra. 

Muitos legionários aposentados do exército romano se estabeleceram ali, mas poucos judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

13 onde nos pareceu hacer um lugar de oração. De acordo com a lei judaica, pelo menos dez homens eram necessário para se formar uma sinagoga. Não havendo um lugar de oração, poderia ser estabelecido ao ar livre, preferivelmente perto de água. Bíblia de Genebra. 

mulheres que para ali tinham concorrido. Elas se reuniam para ler e estudar as Escrituras, e acolhiam bem a assistência de algum professor judeu que chegasse a visitá-las. Bíblia de Genebra. 

14 Lídia. Seu nome pode estar associado ao seu lugar de origem, o distrito helenístico da Lídia. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

da cidade de Tiatira. Tiatira era conhecida pela lã e pelo tingimento. Púrpura era um tingimento dispendioso. Bíblia de Genebra. 

temente a Deus. Lídia era uma gentia que, assim como Cornélio (ver 10.2), cria no Deus verdadeiro e seguia os ensinamentos morais das Escrituras. Não era, porém, uma convertida plena ao judaísmo. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

o Senhor lhes abriu o coração. Iluminação e persuasão divinas são necessárias para que o coração cego pelo pecado responsa ao evangelho (Jr 13.23; Jo 6.44, 65; Rm 9.16; 1Co 2.14). Bíblia de Genebra. 

16 espírito adivinhador. Lit. “um espírito de pitonisa”. O termo provavelmente se refere a uma serpente mística [Píton] que, segundo se acreditava, guardava o templo e o oráculo do deus grego Apolo, em Delfos. Bíblia de Genebra. 

O termo “píton” veio a ser aplicado às pessoas pelas quais o espírito de Píton supostamente falava. … Como essas pessoas falavam involuntariamente, o termo “ventríloquo” era empregado em referencia a elas. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Um fato considerado comum no primeiro século, que era dominado pela cosmovisão astrológica. Andrews Study Bible.

Fica clara a crença da população local de que a escrava possuía habilidades sobrenaturais. Sem dúvida, seus gritos frenéticos eram considerados oráculos e aceitos como tais. Seus donos se aproveitavam da suposta inspiração da jovem e a faziam dar respostas àqueles que a procuravam. CBASD, vol. 6, p. 345.

adivinhando. Do gr. manteuomai, “adivinhar”, “profetizar”. O termo só é usado aqui no NT. Na LXX, a palavra sempre é usada para se referir às palavras de profetas mentirosos (Dt 18:10; 1Sm 28:8; Ez 13:6; etc.). Neste caso, pode ser interpretada com o mesmo sentido: “fingir predizer o futuro”. CBASD, vol. 6, p. 345.

17 Deus Altíssimo. Um judeu entenderia que este seria Javé. um gentio aplicaria este nome a Zeus. Bíblia de Genebra. 

19 agarrando em Paulo e Silas. Porque Paulo e Silas eram ambos judeus e líderes do grupo missionário, eles foram presos. Seus companheiros eram gentios (Lucas, um gentio da Antioquia da Síria, e Timóteo, um meio gentio de Listra) e não foram acusados. Bíblia de Genebra. 

21 costumesnão é permitido. Se alguma religião deixasse de receber a aprovação de Roma, era considerada religio ilicita. O judaísmo tinha reconhecimento legal, mas o cristianismo, não. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

22 fosse açoitados [NVI]. Com varas [NKJV: beaten with rods, “batidos com varas”].  Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Paulo e Silas eram cidadãos romanos (v. 37) e deveriam ter ficado livres de tal tratamento. Mas, no clima de agitação, isto foi ignorado. Bíblia de Genebra. 

24 cárcere interiorno tronco. Não somente para segurança máxima, mas também para tortura. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

cárcere interior. Era comum que as prisões romanas tivessem uma seção externa e interna. Na primeira, ficava a sala da guarda, onde entravam luz e ar. Depois dela, se localizava o cárcere interior, onde a porta era fechada, deixando fora a luz e o ar. As condições dentro dessa cela eram horrendas, infligindo um castigo terrível sobre o prisioneiro. CBASD, vol. 6, p. 348.

tronco. Era uma estrutura de madeira com buracos nos quais a cabeça, os pés e as mãos do prisioneiro eram colocados, deixando-o numa posição de extremo desconforto. … No caso de Paulo e Silas, somente os pés foram presos e o restante do corpo ficou jogado no chão, uma posição dolorosa para homens tão castigados como os apóstolos. CBASD, vol. 6, p. 348.

27 para se matar. Se um preso fugisse, a vida do guarda era exigida no seu lugar. (v. 12, 19). Tirar a própria vida abreviaria a vergonha e a aflição. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

30 que devo fazer para ser salvo? O carcereiro tinha ouvido dizer que eram pregadores de um caminho da salvação (v. 17). Agora, com o terremoto e com a morte iminente, queria saber a respeito do caminho. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

31 creia no Senhor Jesus. Declaração concisa do caminho da salvação (ver 10.43). Bíblia de Estudo NVI Vida. 

33 batizado. Note a necessidade da crença (v. 31) antes do batismo. Comparar com 2:38. Andrews Study Bible.

34 alegrou-se muito. Sempre a consequência da conversão, independentemente das circunstâncias. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

37 romanos. Era ilegal açoitar um cidadão romano (cf. v. 38), ainda mais no caso de não ter havido processo. Bíblia de Estudo NVI Vida. 

Cidadãos romanos eram isentos de açoitamento e tortura. Se os cidadãos romanos fossem julgados numa corte romana, eles tinham o direito de apelar sua causa a César (25.11; 26.32). Bíblia de Genebra. 

Venham eles mesmos. Paulo e Silas não estavam querendo ser escoltados para fora para apaziguar um orgulho ferido, mas para publicamente demonstrar a sua inocência por amor à igreja de Filipos, pensando no futuro dela. Bíblia de Estudo NVI Vida. 




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