Reavivados por Sua Palavra


Apocalipse 9 by jquimelli
4 de julho de 2015, 1:00
Filed under: Amor de Deus, erros, heresias, igreja, Juízo | Tags:

Comentário devocional:

O primeiro ai sob a quinta trombeta cai no Império Romano cristão do Oriente, e uma “estrela” mensageira celeste desce do céu com uma chave que Cristo lhe deu para abrir o “poço sem fundo”. Ele abre este poço e dele saem Satanás e seus demônios. Eles fortalecem um povo para ações de julgamento contra os cristãos apóstatas. Estes lamentos são julgamentos literais, como aqueles que ocorrem nos primeiros quatro toques de trombeta.

Quando é que os acontecimentos da quinta e da sexta trombetas ocorrem? Martinho Lutero e outros comentaristas aplicam a quinta trombeta aos sarracenos [árabes] proveniente das areias do deserto da Arábia sob o comando de Abu Bakr. Eles começaram a atacar o Império Romano do Oriente com sede em Constantinopla [Istambul]. A sexta trombeta sinalizou a ascensão dos turcos otomanos na guerra contra o cristianismo apóstata.

Josias Litch, um dos associados de Guilherme Miller no movimento do Advento, definiu as datas da quinta e da sexta trombeta entre 1299 d.C. e 1840 d.C. Em agosto de 1840, o poder do império turco foi quebrado, quando Mohammed Ali venceu os turcos e capturou sua marinha. Estes eventos, ocorrendo no momento predito por Litch, exerceram grande influência sobre os crentes mileritas na América.

A descrição dos gafanhotos dada neste capítulo recorda o vestido dos antigos cavaleiros árabes de muitos modos. Eles pouparam os guardadores do sábado, mas perseguiram o resto dos cristãos durante este período. Os cidadãos do império almejavam alívio de seu sofrimento, mas não o encontram. Os gafanhotos guerreiros desse tempo tiveram um sultão [um rei] sobre eles, um agente do próprio Satanás. Os sultões seguintes também foram destruidores, destruindo o restante um terço do antigo Império Romano do Oriente.

Uma vez que Litch entendeu que essas datas terminavam em 1840, ele observou que esse foi o momento exato em que a Turquia, através de seu embaixador, aceitou a proteção das potências aliadas da Europa e, portanto, colocou-se sob a proteção das nações cristãs. O evento satisfez exatamente a predição. Quando isso se tornou conhecido, multidões se convenceram da exatidão dos princípios de interpretação profética adotados por Miller e seus associados, e um maravilhoso impulso foi dado ao movimento do Advento. Homens de saber e posição se uniram a Miller na pregação e na publicação e de 1840 a 1844 o trabalho estendeu-se rapidamente.

Apesar dos julgamentos anunciados pelas trombetas, o resto dos homens  recusou-se

 a arrepender-se de sua adoração de demônios, ídolos de sua própria criação, e acreditar em falsas doutrinas. O que mais Deus poderia fazer? 

E quanto a você e eu? Estamos correspondendo aos sussurros de Deus ou estamos resistindo a eles, não nos arrependendo de nossos erros? Não cometamos o mesmo erro que muitos cristãos cometeram em afastar-se da intercessão de Cristo, mas curvemo-nos todos os dias e reivindiquemos Sua graça amorosa para nós mesmos.

Kenneth Mathews, Jr. M. D.
Greeneville, TN, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rev/9/
Traduzido por JAQ/GASQ/IB
Texto bíblico: Apocalipse 9 
Comentário em áudio 



I João 4 by jquimelli
23 de junho de 2015, 1:00
Filed under: amor, Amor de Deus, caráter, caráter de Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

1 João 4 retorna ao tema dos mentirosos “sem pecado” que agem com ódio e desdém para com os seus colegas membros da igreja, ao mesmo tempo que afirmam amar a Deus. João não faz rodeios. “Se alguém afirmar: ‘Eu amo a Deus, mas odiar seu irmão, é mentiroso… . Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão” (vs. 20, 21 NVI). Uma mensagem direta para aqueles que pensam que podem separar os dois grandes mandamentos de Mateus 22:36-40.

Depois de ler 1 João (e seu evangelho) não temos nenhuma dúvida sobre o núcleo central do problema dos mentirosos “sem pecado”: eles não têm “comunhão” com muitos de seus companheiros crentes (1:9) e tem atitudes e ações odiosas (2:9). Como resultado, apesar de pretenderem estar  “sem pecado” eles não “têm a vida eterna em si mesmo” (3:15) ou Cristo (3:24).

Essas pessoas podem ter sido membros da congregação de João, mas estavam totalmente equivocadas quanto ao que se refere à salvação e à prática da vida cristã. Falhando em perceber que “Deus é amor” (v. 8), eles tinham, aparentemente, construído um deus à sua própria imagem.

O coração pastoral de João sangra ao suplicar que eles mudem seu comportamento. “Se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós, e o seu amor está aperfeiçoado em nós” (v.12 NVI). O apóstolo não poderia ter escrito de forma mais clara.

Ellen White captou esta mensagem de João. Ela escreveu: “Cristo aguarda com forte desejo a manifestação de Si mesmo em Sua igreja. Quando o caráter de Cristo se reproduzir perfeitamente em Seu povo, então virá para reclamá-los como Seus” (Parábolas de Jesus, 69). O núcleo do caráter divino é o amor. Deus quer que sejamos semelhantes a Ele quando Jesus voltar. Assim, o testemunho dos última geração a viver na Terra é uma revelação do amoroso caráter de Deus. 

George Knight
Estados Unidos

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1jn/4/
Traduzido/adaptado por JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: I João 4 
Comentário em áudio 



Efésios 5 by jquimelli
23 de abril de 2015, 1:00
Filed under: Amor de Deus | Tags: , ,

Comentário devocional:

Se você ler Efésios 5 isoladamente, perderá todo o poder de um tema que se move como um fio de ouro. Então comece de novo e leia com atenção Ef 4:32 a 5:2. Como crentes, somos chamados a estabelecer nosso comportamento para com os outros no modelo do perdão e da graça de Deus para conosco. Devemos imitar a Deus! (Cf. Mt 5:43-48).

Paulo contrasta este amor que imita o amor de Deus com o estilo de vida usual, pagão. Em vez de valorizar os outros como irmãos e irmãs na família de Deus, os seres humanos, muitas vezes, usam os outros para seu próprio prazer sexual e depois ainda se gabam disso (vs. 3-4). O apóstolo adverte que essa atitude não tem lugar no novo mundo planejado por Deus (vs. 5-7).

Em vez disso, os crentes devem abandonar a escuridão do seu passado e andar “como filhos da luz” (vs. 8-10), imitando o amor do Pai. Novamente Paulo recomenda que fiquemos longe de “obras das trevas” feitas “em segredo” (vs. 11-12). Em contraste, devemos viver na luz de Cristo (vs. 13-14). Ao invés de desperdiçarmos nossas vidas em tola embriaguez, passemos a “remir o tempo” dando graças a Deus por seu amor para conosco (vs. 15-21).

Paulo passa, então, a aplicar o tema da imitação do amor de Deus no aconselhamento aos maridos e esposas cristãs. O abnegado amor de Cristo pela igreja torna-se o modelo para os maridos cristãos (vs. 25-33), enquanto que a fidelidade da igreja a Cristo torna-se o modelo para as esposas cristãs (vs. 22-24). Ao invés de usar o dom da sexualidade de uma forma egoísta, um marido e uma esposa cristã devem focar em valorizar uns aos outros para que eles se tornem “uma só carne” (vs. 28-33).

“Sejam imitadores de Deus, como filhos amados” (v. 1 NVI). Pela graça de Deus, você é chamado hoje a viver essa exortação de Paulo em suas relações com os outros.

John McVay
Universidade Walla Walla
Estados Unidos



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eph/5/
Traduzido por: JAQ/JDS/IB
Texto bíblico: Efésios 5 
Comentários em áudio 



Romanos 5 – Comentários de Bíblias de Estudo by jquimelli

5:1 – 8:39 Paz e alegria vem aos crentes em Jesus e a eles é garantida a glória futura e a vida eterna. Andrews Study Bible.

1-11 Estes versos descrevem  as bênçãos que acompanham a justificação: paz, alegria e esperança. Tendo exposto a maneira pela qual Deus justifica o pecador, Paulo prossegue apontando a importância da reconciliação com Deus. Não é simplesmente perdão mas elevação à posição de grande favor, “a esta graça na qual estamos firmes” (v. 2). Bíblia Shedd.

1-5 Estes versos introduzem uma seção que contém alguns conceitos difíceis. Para entender os quatro próximos capítulos, ajuda ter em mente os dois lados na natureza da vida cristã. De um lado, somos completos em Cristo (nossa aceitação por Ele é segura). Por outro lado, estamos crescendo em Cristo (estamos nos tornando mais e mais semelhantes a Ele). Temos ao mesmo tempo o status de reis e as cargas de escravos. Sentimos tanto a presença de Cristo quanto a pressão do pecado. Apreciamos a paz que vem de sermos declarados justos perante Deus, mas ainda enfrentamos diariamente problemas que frequentemente nos ajudam a crescer. Se nos lembrarmos destes dois lados da vida cristã, não perderemos a coragem diante das tentações e problemas. Em vez disso, aprenderemos a depender do poder disponível em Cristo, que vive em nós através do Espírito Santo. Life Application Study Bible

1 justificados pela fé. Sem as obras da Lei. Andrews Study Bible.

paz com Deus. Não meramente um sentimento subjetivo (paz de espírito), mas sobretudo uma posição objetiva, um novo relacionamento com Deus: antes éramos seus inimigos, mas agora somos Seus amigos (cf v. 10; Ef 2.26; Cl 1.21, 22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

3 nos gloriamos nas tribulações. Não “por causa delas”, mas “nelas”. Paulo não propõe um conceito mórbido da vida, mas uma atitude alegre e triunfante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Para os cristãos do primeiro século, a regra era o sofrimento, não a exceção. Life Application Study Bible.

4 caráter aprovado (NVI; ARA: experiência). Uma disposição testada e aprovada por Deus. Andrews Study Bible.

O cristão pode regozijar-se no sofrimento por saber que este não está destituído de significação. Parte do propósito de Deus é produzir caráter nos Seus filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.

5-6 Todos os três membros da Trindade estão envolvidos na salvação. Life Application Study Bible.

5 a esperança não decepciona (NVI; ARA: não confunde; NKJV: não desaponta). Não é uma ilusão. Andrews Study Bible.

A esperança do crente não deve ser equiparada ao otimismo infundado. Pelo contrário, trata-se da certeza bendita do nosso destino futuro e baseia-se no amor de Deus, revelado pelo Espírito Santo e objetivamente demonstrado na morte de Cristo.

Derramou. O verbo (no original) denota uma situação resultante de uma ação no passado. Quando cremos pela primeira vez em Cristo, o Espírito Santo derramou seu amor em nossos corações, e esse amor continua habitando em nós. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 no devido tempo. O momento determinado no plano redentor de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

8 sendo nós ainda pecadores. Estas são palavras maravilhosas. Deus mandou Jesus Cristo para morrer por nós, não porque éramos suficientemente bons, mas porque nos amou. Sempre que você ficar inseguro do amor de Deus por você, lembre-se que Ele lhe amou antes de você voltar para Ele. Se Deus lhe amou quando você era em rebelde, ele pode certamente fortalecer você, agora que você o ama também. Life Application Study Bible.

9 por Seu sangue. Referência à morte de Cristo por nossos pecados (v. 35). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ira de Deus. O juízo derradeiro, conforme deixa claro o verbo de “seremos salvos” (cf 1Ts 1.9, 10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 inimigos de Deus. O homem é inimigo de Deus, e não o contrário. Por isso, a hostilidade precisa ser eliminada do homem para que se efetue a reconciliação. Deus tomou a iniciativa ao reconciliar-nos com Ele mediante a morte de Seu Filho (cf v. 11; Cl 1.21, 22).

Reconciliados. Reconciliar é “por fim à hostilidade” e relaciona-se de perto com o termo “justificar”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12-21 Contraste entre Adão e Cristo. Adão introduziu no mundo o pecado e a morte; Cristo trouxe a justiça e a vida. … Esses dois homens também resumem a mensagem do livro até agora. Adão representa a condenação do homem (1.18-3.20); Cristo representa a justificação do crente (3.21-5.11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 O pecado, como princípio governante da natureza do homem, entrou na humanidade através de Adão. Em Adão todo mundo pecou, o que fica demonstrado na morte universal. A alma que pecar, essa morrerá (Ez 18.4). Bíblia Shedd.

a morte. A morte física é a punição pelo pecado. É também o símbolo da morte espiritual, que separa o homem definitivamente de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como podemos ser declarados culpados por algo que Adão fez a milhares de anos atrás? Muitos consideram que não é correto Deus nos julgar por causa do pecado de Adão. Entretanto, cada um de nós confirma sua solidariedade com Adão pelos nossos pecados a cada dia. … Porque somos pecadores, não é justiça que precisamos – é de misericórdia. Life Application Study Bible.

13 até ao regime da lei (ARA; NVI: antes de ser dada a lei; NKJV: até a lei). Antes da Lei ser dada a Moisés. Andrews Study Bible.

14 O pecado existia no mundo antes que alguém quebrasse a Lei, como ela foi dada a Moisés. Andrews Study Bible.

Paulo lembra seus leitores que por milhares de anos a Lei não havia sido explicitamente concedida e, mesmo assim, as pessoas morriam. A Lei foi dada, ele explica em 5:20, para ajudar o povo a ver sua pecaminosidade, para lhes mostrar a seriedade de suas ofensas e conduzi-los a Deus em busca de misericórdia e perdão. Life Application Study Bible.

15 dom gratuito. A morte de Cristo. Andrews Study Bible

a ofensa. A queda de Adão. Andrews Study Bible.

muito mais. Tema que percorre essa seção. A graça de Deus é infinitamente mais poderosa para o bem [do] que o pecado de Adão o é para o mal. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 dádiva de Deus. A salvação. Muitas transgressões [ofensas]. Os pecados das sucessivas gerações. Bíblia de Estudo NVI Vida.

18 vida a todos os homens. Não significa que todos acabarão sendo salvos no fim, mas que a salvação está à disposição a todos. Para ser eficaz, a dádiva gratuita de Deus precisa ser aceita (cf. v. 17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 obediência de Um só. A morte obediente de Cristo na cruz (ver Fp 2:8). Andrews Study Bible.

20 Lei foi introduzida. A lei tornou o pecado ainda mais pecaminoso, ao revelar o que é o pecado por nítido contraste com a santidade de Deus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como pecador, separado de Deus, você vê a Lei de baixo para cima, como uma escada a ser galgada para chegar até Deus. Talvez você tenha repetidamente tentado subir por ela, somente para cair ao chão cada vez que você avança por um ou dois degraus. Ou talvez a escada tenha parecido tão assustadoramente alta que você nem tentou subir. Em ambos os casos, que alívio você deve sentir ao ver Jesus oferecer, com Seus braços abertos, para elevar você acima da escada da Lei, diretamente até Deus! Uma vez que Jesus eleva você à presença de Deus, você está livre para obedecer – por amor, não por necessidade; e através do poder de Deus, não do seu. Você sabe que se você tropeçar, não cairá no chão, mas será seguro pelos amorosos braços de Jesus. Life Application Study Bible



João 19 by jquimelli
27 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: amor, Amor de Deus, Barrabás, Julgamento de Jesus, salvação | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Eles crucificaram o filho errado! Como poderia toda a nação de Israel cometer tamanho erro? Todos os homens judeus viajavam a Jerusalém uma vez por ano por ocasião da Páscoa. Pode-se dizer, então, que a nação israelita estava ali presente e tinha duas opções, dois homens presos, ambos chamados de “filho do pai.” Se Jesus era o “Filho do Pai”, o nome de Barrabás também significa “filho do pai”: “bar” = filho de, e “abbas” = pai.

Eles libertaram aquele “filho do pai” que deveria morrer naquele dia junto com os dois ladrões. Em vez disso, o Filho do Pai, Jesus de Nazaré, em quem Pilatos não encontrou “motivo algum de acusação” (v.4 NVI), que viveu uma vida perfeita e sem pecado, foi pregado na cruz naquela sexta-feira! O “filho do pai” errado foi libertado naquele dia. E no lugar dele o justo “Filho do Pai” foi crucificado!

Jesus sofreu três simulacros de julgamento antes de morrer. Mas quem realmente estava recebendo o juízo na crucificação de Jesus? Jesus disse em João 12:31: “Chegou a hora de ser julgado este mundo… ” (NVI). A cruz é a revelação mais clara do coração amoroso de Deus, mas também expõe de maneira definitiva e completa tudo o que está errado em nosso mundo. Na cruz, a natureza pecaminosa de cada pessoa e de cada reino é julgada e condenada em toda a sua feiura no corpo de Jesus. A cruz é uma acusação contra a violência, a usura, a rebelião, a religião que força e coage, contra a prática de jogar a culpa em outros, contra o reino satânico caracterizado pelo espírito de acusação, vergonha e decepção.

Na cruz, Jesus morreu POR nossos pecados. Isto é, Ele morreu EM nosso lugar. No entanto, ele fez muito mais do que isso! Jesus também morreu COMO portador do nosso pecado. Ele “Se tornou pecado” (II Cor. 5:21). Jesus tornou-se “uma maldição por nós” (Gálatas 3:13). Muitos cristãos pensam que Jesus veio para ensinar as pessoas a ir para o Céu. Esse mal-entendido menospreza a cruz, imaginando apenas como um meio para nos levar para lá. Mas a cruz é muito mais.

Somente o Evangelho de João registra que “um dos soldados perfurou o lado de Jesus com uma lança, e logo saiu sangue e água.” (v 34 NVI). Na cruz, Jesus derramou Seu sangue, significando a morte do Filho de Deus que nos dá vida. Este sangue saturou o solo ao redor da cruz.

Com o coração cheio de gratidão aceite o Seu sangue derramado em seu proveito. Você está com sede? Jesus lhe convida a vir e beber e com alegria tirar água do poço da salvação. 

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia
Estados Unidos da América

 

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/19/
Traduzido por JAQ
Texto bíblico: João 19 
Comentário em áudio 



João 14 by jquimelli
22 de janeiro de 2015, 1:00
Filed under: Amor de Deus, Espírito Santo, , paz | Tags: , , , , , , ,

Comentário devocional:

Pessoalmente, este capítulo significa muito para mim. Deus usou o verso 1 para revelar Jesus para mim, e usou o verso 27 para confirmar o meu chamado para o ministério. 

Eu fui ateu por cerca de 5 anos e então comecei a acreditar em um “Poder Superior”. Então, eu me matriculei na Southern Adventist University [Universidade Adventista do Sul], e uma das matérias que escolhi fazer era Doutrinas Cristãs. Eu estava interessado em saber mais sobre a religião cristã, uma vez que eu já conhecia outras religiões do mundo. O primeiro tema em sala de aula foi a importância da Palavra de Deus. A segunda lição foi sobre Deus Pai. Não tive nenhum problema com as duas primeiras aulas, mas a terceira, que focou em Deus, o Filho, realmente me incomodou! Por que tanta ênfase em Jesus?

“Quem é esse Jesus? E o que é que isso tem a ver comigo?”, eu me questionava. Um dia eu fui passear no bosque da escola, parei junto à maior árvore, e fiquei perguntando a Deus estas duas questões vez após vez. Então ouvi uma voz: “Tome sua Bíblia, Eu quero lhe dizer uma coisa”. Eu peguei a minha Bíblia, orei, e com os meus olhos ainda fechados, a abri com o dedo sobre João 14:1. Este verso respondeu às minhas duas perguntas!  “Credes em Deus, crede também em mim” (ARA). Naquele momento eu recebi Jesus em meu coração e coloquei a minha fé nEle como meu Deus e Salvador.

O verso 27 também é um dos meus favoritos. Eu sempre estivera à procura de paz na minha vida, mas nunca conseguia encontrá-la. Como Deus estava me chamando para o ministério pastoral, tarde da noite eu Lhe contei todos os medos quanto a esse chamado. Mais uma vez Ele falou comigo: “Abra a sua Bíblia para que eu possa lhe dizer algo.” Orei, e com os olhos ainda fechados, coloquei meu dedo sobre João14:27. Através daquele verso Deus me disse: “Chris, você tem a minha paz (o Espírito de Jesus), portanto não tenha medo. Então eu disse “SIM!” ao chamado para me tornar um pastor. Alguns anos mais tarde, o mesmo Professor que me ensinara sobre Jesus, ordenou-me ao Ministério do Evangelho.

Em João 14: 6, Jesus disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Jesus é a instrução de Deus para a humanidade: acerca de Seu amor, Seu modo de agir, verdade e vida.

Senhor, quero aprender a obedecer as Tuas instruções diárias. Através do Espírito Santo, ajuda-me a dizer SIM para todas as orientações de Jesus.

Christopher Bullock
Pastor em Atlanta, Georgia.
Estados Unidos da América.
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/jhn/14/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: João 14 
Comentário em áudio 



João 13 – Comentários selecionados by jquimelli
21 de janeiro de 2015, 0:00
Filed under: Amor de Deus, batismo, crescimento espiritual, humildade | Tags: , , ,

13.1 – 17.26 O relato dos acontecimentos no cenáculo registrado em João é muito maior que o constante em todos os demais evangelhos… …devemos a João a maior parte das informações sobre o que o Senhor disse a Seus discípulos naquela noite. Uma característica do relato é a ênfase que Jesus dá ao amor. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este amor é ilustrado na comovente cena do lava-pés, na qual o Filho de Deus não desdenha realizar o mais humilde trabalho de um servo (Fp 2.7-8). Bíblia de Genebra.

amou-os até ao fim. A expressão ainda pode ser traduzida como “ao extremo”, significado que pode ser aplicado aqui, embora a tradução literal, “até ao fim”, também seja apropriada ao contexto. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1142.

2-5 Um contraste vivo entre Judas que serve a si mesmo e Jesus, que Se dá a Si mesmo. Bíblia de Genebra.

3 sabendo. Este que o Pai tudo confiara às Suas mãos. A humilde conduta de Jesus não foi porque ele tivesse esquecido a sua condição de Filho encarnado de Deus. Seu ato demonstra que condição superior e privilégio não são razão para a arrogância, porém são altas credenciais para o serviço. Bíblia de Genebra.

viera de Deus.Isto é mencionado para ressaltar que, enquanto lavava os pés empoeirados dos discípulos, Jesus estava plenamente consciente de Sua divindade. O ato foi, assim, uma suprema demonstração de humildade. CBASD, vol. 5, p. 1142.

5 lavar os pés aos discípulos. O lava-pés era um elemento comum de hospitalidade num país poeirento, onde as pessoas usavam sandálias (cf. Lc 7.44). Esta tarefa era geralmente realizada pelo membro mais humilde da casa. Bíblia de Genebra.

10 Que já se banhou. A lavagem completa do discípulo simboliza-se no batismo; nesse ato o crente se identifica pela fé com o batismo de Cristo na cruz (cf 3.3, 5; At 2.38; Rm 6.1-11; Tt 3.5; Hb 10.22; 1 Pe 3.18ss). Bíblia Shedd.

não necessita senão lavar os pés. Representa a necessidade da confissão diária dos pecados para manter a comunhão com Cristo. Bíblia Shedd.

11 Ele sabia quem era o traidor. A ação de Judas foi de sua própria decisão, livre e responsável, contudo foi levada a efeito de acordo com o plano de Deus. Bíblia de Genebra.

15 Eu vos dei o exemplo. A humildade de Cristo é um padrão para seus discípulos. Ao invés de aspirar a dominar, eles devem estar ávidos a servir (Mt 20.26-28; Fp 2.5-8; 1Pe 2.21). Bíblia de Genebra.

A ordenança [do lava-pés] tem um triplo significado: (1) Simboliza a purificação do pecado. O batismo simboliza a primeira purificação experimentada pelo crente. A purificação das contaminações que se acumulam posteriormente é simbolizada pelo lava-pés. Como no caso do batismo, o rito não tem nenhum significado a menos que o participante, pelo arrependimento e pela conversão, tenha renunciado ao pecado em sua vida. Não há nenhum mérito em si no lava-pés. Só quando há um adequado preparo preliminar é que a cerimônia passa a ter significado. (2) Simboliza uma renovada consagração ao serviço. O que participa e se inclina para lavar os pés de seus irmãos indica, desta forma, que está disposto a se empenhar no serviço do Mestre, não importa quão humilde seja esse serviço. (3) Tipifica o espírito de companheirismo cristão. A ordenança é, assim, um serviço preparatório adequado para a participação na Ceia do Senhor (ver DTN, 642-651). CBASD, vol. 5, p. 1144.

17 se as praticardes. …nossas obras … são a evidência da verdadeira fé. Confiança e obediência são inseparáveis. Bíblia de Genebra.

18 que se cumpra. A profecia não havia decretado que Judas devia trair o Senhor. A presciência divina previra o que aconteceria (ver com de Jo 12:39). CBASD, vol. 5, p. 1145.

19 antes que aconteça. Se Jesus não tivesse dito de antemão aos discípulos que Judas desertaria, eles poderiam ter concluído que Ele cometera um erro de julgamento ao permitir que Judas fosse um dos doze. A escolha de Judas tinha sido uma ideia, não de Jesus, mas dos próprios discípulos (ver com. de Mc 3:19). CBASD, vol. 5, p. 1145.

A veracidade de uma predição anterior era a marca de um verdadeiro profeta, e a falsa predição era o caminho seguro para discernir o falso profeta (Dt 18.18-22). Bíblia de Genebra.

22 sem saber a quem ele se referia. Judas tinha ocultado seu propósito traidor tão cuidadosamente que os outros discípulos nada perceberam. Cada discípulo começou a temer que ele pudesse ser o elo fraco (Mt 26.22). Bíblia de Genebra.

26 É aquele a quem Eu der o pedaço de pão molhado. No médio oriente, ainda hoje, receber primeiro um bocado da mão do hospedeiro significa uma grande honra. Judas continuou como o alvo da graça de Cristo até que “saiu” (30). Bíblia Shedd.

27 Tão logo Judas comeu o pão. Se dar o pão a Judas era sinal de honra, parece também ter sido um último apelo – ao qual Judas não aceitou. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A recusa de Judas em responder ao apelo de Jesus abriu o seu coração para o controle de Satanás. Bíblia de Genebra.

30 Judas saiu. E era noite. Considerando o realce que João atribuía ao conflito entre a luz e as trevas, essa anotação pode ser mais que uma referência ao horário – também uma referência às trevas na alma de Judas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

31-32 glorificado. O verbo é repetido cinco vezes. Podia-se esperar a palavra oposta (“humilhado”), porque, na linguagem de Paulo, Jesus desceu ao último degrau de Sua profunda “humilhação”, sendo pendurado na cruz sob a maldição divina (Gl 3.13). Porém, João faz o foco incidir sobre a glória de Deus através de Cristo, para mostrar a glória de Deus revelada especialmente na cruz. Bíblia de Genebra.

Aqui, a ideia da glória compreende uma referência à morte sacrifical de Jesus na cruz e à salvação dela resultante. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 Um novo mandamento. Em certo sentido, era antigo (v. Lv 19.18), mas para os discípulos de Cristo era novo, por ser sinal da fraternidade gerada entre eles pelo grande amor de Cristo por eles (cf. Mt 22.37-39; 12.30, 31; Lc 10.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O novo elemento é a mudança de “próximo” para “uns aos outros” e a mudança de “a si mesmo” para “como Eu vos amei”. O amor cristão tem o amor sacrifical de Cristo como seu modelo e a comunidade de crentes como o primeiro lugar (ainda que certamente não exclusivo) onde esse amor se expressa (cf. Mt 25.40; Gl 6.10; Ef 5.25). Bíblia de Genebra. 

36 mais tarde, porém, me seguirás. Esta é uma profecia a respeito do martírio de Pedro (21.18-19). Bíblia de Genebra.




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