Reavivados por Sua Palavra


Tito 2 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
22 de maio de 2015, 1:00
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1 Fala. Paulo descreve a tarefa tripla de Tito: (1) organizar a igreja e familiarizar os irmãos de Creta com essa organização, (2) refutar os que ensinavam doutrinas falsas e arruinavam a moral da igreja e (3) comunicar a verdade do evangelho com clareza e precisão. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 386.

2 Constância. Do gr.  hupomone. “fortaleza’, “resistência” (Rm 5:3) qualidades que sempre devem ser mantidas. CBASD, vol. 7, p. 387.

3 Mulheres idosas. O cristianismo elevou o status da feminilidade a uma posição até então desconhecida. No entanto, essa nova condição exigia um compromisso correspondente das mulheres cristãs. Elas deviam cumprir o propósito original de Deus como baluartes de ternura e devoção. Deviam definir o padrão de pureza e devoção para o lar e os filhos, tanto para os seus próprios quanto para os vizinhos pagãos. CBASD, vol. 7, p. 387.

6 Criteriosos. Talvez Tito, sendo jovem, fosse mais bem-sucedido no aconselhamento aos de sua idade. CBASD, vol. 7, p. 388.

11 Graça. Do gr. charis. Somente pela graça de Deus podem os homens idosos, as mulheres idosas, as moças, os rapazes, Tito e os escravos assumir as responsabilidades de sua posição particular na vida. Todos os mandamentos de Deus são acompanhados por Sua graça, que capacita o crente a cumprir os propósitos divinos. CBASD, vol. 7, p. 389.

Todos os homens. A todos são oferecidas oportunidades suficientes para a salvação, mas a obstinada recusa de muitos em aceitar a graça de Deus resulta em morte eterna. CBASD, vol. 7, p. 389.

12 Educando. A graça salvadora não só ajuda as pessoas a eliminar as práticas pecaminosas, mas leva a cultivar hábitos novos e dignos. Essa instrução diária de Deus pode ser descrita como o processo de santificação. CBASD, vol. 7, p. 389.

14 Exclusivamente Seu. Do gr. periousios, “escolhido”, isto é, por Deus para Si mesmo. CBASD, vol. 7, p. 391.

Zeloso. Enquanto aguarda o segundo advento, a igreja deve cumprir a missão, designada no passado à nação judaica, de revelar os princípios do governo de Deus por palavras e atos. CBASD, vol. 7, p. 391.

15 Despreze. Tito devia apresentar seus ensinos de maneira tão convincente que seus ouvintes não pudessem ignorar o que ele pregava nem perder a confiança por achar seus argumentos destituídos de lógica. CBASD, vol. 7, p. 391.



Hoje começamos a ler I Timóteo! by jquimelli
11 de maio de 2015, 5:00
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Que bom podermos ler juntos a Primeira carta de Paulo a Timóteo!

Que Deus nos abençoe ricamente neste estudo!

 



I Timóteo 1 by jquimelli
11 de maio de 2015, 1:00
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Comentário devocional:

“A Timóteo, meu verdadeiro filho na fé: Graça, misericórdia e paz da parte de Deus” (v. 2, NVI). Esta não era apenas a maneira formal de Paulo começar suas cartas. É a sua declaração de que é somente pela obra da graça de Cristo que podemos viver e realizar o que Deus nos pede.

No verso 3, Paulo lembra a Timóteo por qual razão pediu-lhe para ficar em Éfeso. Éfeso era uma importante cidade comercial. A cultura grega e o culto à deusa “Diana” com sua imoralidade formavam a cultura de Éfeso. Alguns crentes judeus insistiam em ensinar as exigências legalistas da lei que haviam aprendido na infância. Talvez alguns destes crentes judeus podiam traçar sua genealogia até Davi ou o sumo sacerdote Josué e afirmavam que isso lhes dava autoridade para ensinar. Disputas, falsas doutrinas e conversa fiada estavam causando dano à igreja. Timóteo devia ensinar a palavra e treinar outros a fazer o mesmo.

O propósito do mandamento é amar com um coração puro. Os comportamentos mencionados nos versos 9 e 10 são condenados pela lei e são também condenados pelo “glorioso evangelho” (v. 11). A mentira, o assassinato, a rebeldia, o tráfico de escravos e outras transgressões da lei são mencionadas pelo apóstolo como exemplos do que o evangelho também rejeita.

“Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o pior” (v. 15, NVI). Com estas palavras  Paulo expressa a sua permanente surpresa por sua salvação. Seus pensamentos podiam ser traduzidos assim: “Como Jesus Cristo é longânimo! Eu queria matar aqueles que acreditavam nEle, mas Ele trabalhou pela minha salvação. Eu precisava de misericórdia. Alcancei misericórdia. Com tudo isso, você ainda acha que Deus não quer você em Seu reino? Ele quer, Ele certamente quer. Minha experiência prova o quanto Ele quer você no Seu reino”.

A conversão de Paulo, seu ministério incansável, seus escritos, não foram registrados para trazer honra para ele mesmo. “Ao Rei eterno, o Deus único, imortal e invisível, sejam honra e glória para todo o sempre. Amém” (v. 17, NVI). 

O exemplo de Paulo é um convite para que nós também louvemos a Deus por Sua Graça em nossa vida e, como fruto de nossa gratidão, nos dediquemos a Seu serviço onde quer que Ele precise de nós!

David Manzano 
Pastor aposentado
Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ti/1/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto Bíblico: I Timoteo 1 
Comentários em áudio 



Efesios 2 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg

1 Mortos. O ser humano sofre algo mais do que desajustes sociais ou incômodos complexos. O seu estado é de morte espiritual. A situação de degradação humana é parecida com a morte física. Na morte, falta o princípio da vida, essencial ao crescimento e à disposição, e esta é precisamente a condição dos espiritualmente mortos. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1115.

2 O príncipe. Isto é, o diabo. Jesus o chama de príncipe deste mundo (Jo 12:31). Os racionalistas creem que Satanás seja apenas uma figura mitológica. O diabo está muito desejoso de que as pessoas creiam que ele não existe. Porém, as Escrituras o apresentam claramente como um ser real (Mt 4:3). CBASD, vol. 6, p. 1115.

Do ar. Provavelmente, significando os céus atmosféricos. A expressão pode destacar o fato de que os seres demoníacos são invisíveis e habitam o ar que rodeia o planeta. CBASD, vol. 6, p. 1115.

8. Pela graça […] mediante a fé. E a graça da parte de Deus e a fé da parte dos seres humanos. A fé aceita o dom de Deus. Somos salvos quando confiamos em Cristo e nos entregamos a Ele. A fé não é a causa da salvação, mas apenas o meio. CBASD, vol. 6, p. 1117.

12 Sem Cristo. Ou, “longe de Cristo”, separados dEle. Paulo não condena os gentios, apenas diz que, como estavam desconectados do Messias, careciam da fonte do poder regenerador. “Sem Cristo” é a antítese trágica da expressão tema repetida muitas vezes: “em Cristo”. CBASD, vol. 6, p. 1118.

14 De ambos fez um. Assim, já não há judeu nem grego, nem escravo nem livre (GI 3:28). CBASD, vol. 6, p. 1118.

Parede da separação. Literalmente, “parede divisória do muro”. A imagem pode ter sido tomada da barreira que no templo separava  o átrio dos gentios do pátio dos judeus. Além desse limite, nenhum gentio se atrevia a passar. CBASD, vol. 6, p. 1119.

15 Aboliu. Do gr. katargeõ, “cancelar”, “tornar nula e sem efeito”. Este verbo é utilizado em referência à figueira infrutífera que “ocupava inutilmente” (katargeõ) a terra (Lc 13:7) e também para a incredulidade que “torna nula” a fidelidade de Deus (Rm 3:3). CBASD, vol. 6, p. 1119.

Lei dos mandamentos. Geralmente, considera-se que se refere à lei cerimonial. É verdade que a lei cerimonial chegou ao fim na cruz, mas se deve lembrar que o sistema cerimonial, como Deus o deu, não se destinava a criar a inimizade que Paulo descreve nesta passagem. Foram a interpretação que os judeus lhe acrescentaram, as adições que lhe fizeram e as atitudes exclusivistas e hostis que adotaram, como resultado, que se tornaram a base da hostilidade. Os regulamentos adicionais, juntamente com as interpretações envolvidas, serviram para modificar a força e a função dos mandamentos originais ou então para anulá-los. O judaísmo, com seu sistema intrincado de mandamentos e decretos, perdera sua eficácia. Ao aceitar a Cristo e tendo sido removida essa barreira, os gentios, que estavam “longe”, foram “aproximados”. Porém, o término do sistema cerimonial judaico não significou a revogação de todas as leis que Deus havia dado aos judeus. A lei cerimonial, que apontava para Cristo, naturalmente, chegou ao fim quando Cristo cumpriu seus tipos. A lei civil judaica já havia se tornado sem efeito em grande parte com a perda da soberania nacional. Mas os preceitos morais, que são uma transcrição do caráter de Deus, são tão eternos quanto o é o próprio Senhor, e não podem ser revogados. Em todos os seus ensinos sobre o fim do sistema legal judaico, Paulo enfatizou que a lei moral não foi revogada (Rm 3:31). Falando do fim da circuncisão, Paulo teve o cuidado de acrescentar, “mas o que vale é guardar as ordenanças de Deus”. CBASD, vol. 6, p. 1119 e 1120.

22 Sendo edificados. Ou, “sendo construídos em conjunto”, indicando um processo contínuo, quando novos acréscimos são feitos à igreja. CBASD, vol. 6, p. 1122.



Gálatas 6 – Comentários Selecionados by tatianawernenburg
18 de abril de 2015, 1:00
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1 Se alguém for surpreendido. Isto é, se cai é porque a tentação é muito forte. A linha de pensamento do cap. 5 continua sem interrupção. Paulo se refere ao fato de que um cristão pode, em um momento de debilidade ou de descuido espiritual, baixar a guarda. Não é um hipócrita obstinado. Seu propósito era “andar no Espírito”, porém caiu, vencido pela tentação. Havia se empenhado para que o “fruto do Espírito” fosse evidente na sua vida, porém, para sua tristeza, descobriu que retornara a algumas das antigas “obras da carne”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 1090.

Brandura. Jesus foi um exemplo de mansidão (Mt 11:29), e aqueles que seguem Seu exemplo serão amáveis e tolerantes ao lidar com seus irmãos. Não criticarão, nem censurarão, nem se apressarão a aplicar sem piedade a disciplina da igreja sobre os que erram, seu zelo pela justiça será temperado com misericórdia. CBASD, vol. 6, p. 1091.

Guarda-te. Não podemos restaurar os outros a menos que sejamos corretos, e não podemos saber se somos corretos, a menos que verifiquemos constantemente nossa vida pelo padrão divino e participemos diariamente da vida de Jesus. Quando procuramos corrigir os defeitos alheios, devemos fazer uma autoanálise. Os que desejam resgatar a seu próximo da correnteza do pecado devem ter seus próprios pés bem plantados em terra firme. A preocupação com nossa posição espiritual diante de Deus é um requisito indispensável antes que nos dediquemos aos quem necessitam de ajuda. CBASD, vol. 6, p. 1091.

5 Fardo. Do gr. phortion, “carga”, “fardo”, algum objeto que se deve transportar. Os “fardos” do v. 2 podem ser deixados de lado com certa facilidade, se for necessário, ao passo que o “fardo” do v. 5 é de tal natureza que, não importa quais sejam as circunstâncias, deve continuar a ser suportado. Cada soldado deverá levar seu próprio equipamento; esta é sua responsabilidade. As vezes, talvez ajude a outros a levar seus fardos. Ele será chamado a dar contas de seu próprio fardo, mas não necessariamente dos fardos dos outros. E digno de louvor aquele que leva os fardos dos outros, mas é indesculpável negligenciar os próprios. CBASD, vol. 6, p. 1092.

7 Zomba. Do gr. muktêrizõ, “zombar”, “levantar o nariz para”. Os que zombam de Deus, considerando levianamente o conselho que Ele envia, terão que sofrer as consequências de sua conduta. CBASD, vol. 6, p. 1092.

9 Se não desfalecermos. Só quem perseverar até o fim pode esperar receber a recompensa por haver praticado o bem. Com frequência, muitos que pareciam ser soldados da cruz têm renunciado à luta cristã e desistido. Vencidos pela tentação ou desanimados no caminho, eles se cansaram de seguir o Mestre. CBASD, vol. 6, p. 1093.

11 Com que letras grandes. O fato de que Paulo escrevera com “letras grandes” sugere que, pelo menos no momento em que ele escreveu aos Gálatas, sua caligrafia estava imperfeita. A grande erudição de Paulo exclui a possibilidade de que o apóstolo não soubesse escrever de modo aceitável. Alguns têm sugerido que sua má caligrafia era o resultado da visão deficiente (2Co 12:7-9; Gl 4:15); outros, que suas mãos tinham sofrido lesões mais ou menos permanentes devido aos maus tratos infligidos pelos seus perseguidores (2Co 11:24-27). CBASD, vol. 6, p. 1094.

14 Longe esteja de mim. Literalmente, “que não seja”, uma afirmação muito vigorosa. CBASD, vol. 6, p. 1095.

O mundo está crucificado. O “mundo” aqui é equivalente a “carne” (Gl 5:16-21). Estes não tinham mais influência sobre o pensamento e a conduta de Paulo. Era como se já não existissem. CBASD, vol. 6, p. 1095.

17 Marcas. Do gr. stigmata, “marca”, assinalando escravos ou outra propriedade com o nome do proprietário ou símbolo de identificação. Por “marcas de Jesus”, Paulo se refere às cicatrizes deixadas em seu corpo pela perseguição e pelo sofrimento (2Co 4:10). Seus opositores insistiam em obrigar seus conversos gentios a aceitar a marca da circuncisão como sinal de sua submissão ao judaísmo. Contudo, Paulo tinha marcas que indicavam de quem ele havia se tornado escravo, e para ele não havia outra lealdade a não ser a Cristo (Gl 6:14). CBASD, vol. 6, p. 1096.

18 Graça. Ao longo da epístola, Paulo destacou o fato de que somente se alcança a salvação por meio da graça, e que ela nunca pode ser conquistada pelas obras. Não há outra maneira de estar em paz com Deus. A graça é mais do que um atributo passivo de Deus; é o amor divino e a bondade divina em ação. Paulo conclui assim seu apelo às igrejas da Galácia, cujos membros ele amava e pelos quais sentia uma solícita preocupação. CBASD, vol. 6, p. 1096.



II Coríntios 8 by jquimelli
7 de abril de 2015, 1:00
Filed under: bens materiais, Cartas de Paulo, dinheiro | Tags: , , , ,

Comentário devocional:

Este capítulo trata da generosidade. Agora que Paulo terminou de defender seu ministério e após confirmar os crentes de Corinto, ele os desafia a contribuir para um fundo de ajuda aos crentes pobres de Jerusalém (ver 1Co 16:1-4; Rm 15:22-23).

A situação se torna um pouco mais complicada, porque o apóstolo Paulo está longe, ministrando na Macedônia (que é agora o norte da Grécia), provavelmente nas igrejas de Bereia, Tessalônica e Filipos. Ele começa contando aos coríntios sobre a “graça de Deus” que foi dada às igrejas da Macedônia. 

A palavra no original grego traduzida por “graça” também pode ser traduzida como “privilégio” ou “agradecimento” (ver 8:4, 16). O desafio para os membros em Corinto é claro. Os coríntios não tem desculpa para não contribuir do que tinham em excedente porque os macedônios mostraram generosidade em meio a pobreza extrema (v 14). Pode ser que os crentes de Corinto não vivessem em muito melhores condições que os da Macedônia. Alguns historiadores estimam que mais de 90 por cento da população em geral do Império Romano vivia próximo ou abaixo do nível de subsistência (calorias necessárias para sobreviver).

Nos versos 7-12 Paulo elogia os coríntios pela sua fé cheia do Espírito Santo, pelo seu testemunho, conhecimento, dedicação total e amor. Ao invés de ordenar, ele procura incentivar a boa vontade deles para ajudar. Ele lhes fala que, na verdade, as contribuições aos necessitados estão muito aquém do infinito sacrifício de Jesus Cristo, “que, sendo rico, se fez pobre por amor de vocês, para que por meio de sua pobreza vocês se tornassem ricos.” (v 9 NVI).

Resumindo: o apóstolo Paulo recorda-lhes que ajudar os outros é uma questão de igualdade. Ao ajudar a outros, eles colaboravam em manter a igualdade. Apesar das desigualdades sociais, econômicas, e muitas outras que possam existir no mundo, como cristãos, temos a responsabilidade de lutar pelo ideal original de Deus de igualdade.

Na seção final (vs. 16-24) Paulo recomenda três delegados: Tito (vs 16, 23) e dois indivíduos não identificados (vs 18-19, 22-23) para coordenar o esforço de captação de recursos. Ele procede dessa maneira cuidadosa a fim de evitar que alguém os critiquem “quanto ao nosso modo de administrar essa generosa oferta” (vs. 20 NVI). 

Como membros da Igreja, temos uma responsabilidade sagrada de vigiarmos quanto à forma como nós lidamos com as finanças, em particular dentro da igreja, de modo que tudo que fizermos possa estar livre de qualquer repreensão ou suspeita.

Michael Campbell
AIIAS
Filipinas

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/2co/8/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: II Coríntios 8
Comentários em áudio



Romanos 5 by jquimelli

Comentário devocional:

Paulo inicia assim: “Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo, por meio de quem obtivemos acesso pela fé a esta graça na qual agora estamos firmes; e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” (Rm 5:1, 2 NVI). Que bênção estar em paz com Deus! Que bênção sermos justificados pela fé! Que bênção estarmos inteiramente convictos das promessas de Deus! Quando temos essa fé, temos confiança em nosso relacionamento com Deus, com base no que Jesus fez por nós. Ao experimentarmos essa fé, Deus a purifica através da tribulação, experiência e esperança (1Pe 1:7). Deus nos permite passar por este processo para fortalecer a nossa fé (vv 3-5).

Em seguida, Paulo descreve a morte de Cristo na cruz como a expiação pelos nossos pecados (vv 6-11). Esta é a segunda vez em Romanos que a morte e a redenção de Cristo pelo Seu sangue é explicitamente mencionada (ver Rm 3:24, 25). Por incrível que pareça, quando éramos ainda pecadores, Cristo morreu por nós! Nós temos sido justificados pelo seu sangue e salvos da ira por meio dele. Não só fomos justificados e reconciliados por sua morte, mas Paulo também mostra que somos salvos pela Sua vida (v. 10). Em um capítulo posterior, Paulo vai nos dar uma compreensão mais profunda desta declaração. Sim, Jesus morreu para nos salvar do registro passado de nossos pecados, e também para nos dar o poder de viver a vida que Ele viveu na carne nesta terra.

Em seguida, Paulo descreve o efeito que Adão e Cristo tiveram sobre a humanidade. O primeiro Adão afetou negativamente toda a humanidade, condenando-a, mas o Segundo Adão o fez positivamente, redimindo-a (vv 12-21). Por causa do pecado de Adão, a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram. Assim, a morte passou a todos os homens, porque todos escolheram o mesmo caminho do pecado. Adão era uma figura daquele que haveria de vir (o segundo Adão). Quando Adão escolheu pecar fez com que todos nós tivéssemos uma natureza pecaminosa. O Segundo Adão também fez uma escolha que poderia afetar toda a humanidade se todos nós escolhêssemos aceitar a Sua morte na cruz.

Por causa do pecado de Adão, todos os seus descendentes receberam a condenação da morte e condenação eterna, porque escolheram pecar por causa da fraqueza da carne (veja Rm 8:3). No entanto, a morte de Cristo tornou possível a cada um de nós escolher o rico dom gratuito da justificação, para que possa ser verdadeiro a declaração: “onde aumentou o pecado, a graça aumentou muito mais.” (v 20 Clear Word).

Embora o pecado de Adão tenha exercido um efeito terrível sobre toda a humanidade, legando a cada um de nós uma natureza pecaminosa, a morte de Cristo tem o poder de libertar todo ser humano que escolher aceitar o Seu dom gratuito da graça. Que Salvador nós temos!

Norman McNulty
Neurologista, TN, EUA

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/rom/5/
Traduzido/adaptado por: JAQ/JDS/GASQ
Texto bíblico: Romanos 5 
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