Reavivados por Sua Palavra


Lucas 9 by Jeferson Quimelli
24 de dezembro de 2014, 1:00
Filed under: escolhas, Messias, milagres | Tags: ,

Comentário devocional:

Em Lucas 9, Jesus pergunta a seus discípulos: “Quem as multidões dizem que eu sou? (v 18 NVI). Herodes, governador da Galiléia, fez uma pergunta semelhante, após ter ouvido “falar de tudo o que estava acontecendo” (v 7 NVI).

Cuza, administrador do tesouro de Herodes e marido de Joana, uma dos seguidores de Jesus, deve ter falado baixo: “Senhor, o rabino Jesus curou minha esposa e está curando muitos outros. Milhares se reúnem, vindos de todas as aldeias da Galileia para ouvi-lo.” O diretor do porto de Cafarnaum falaria: “Evidentemente, este Jesus pode controlar o tempo. Ele e seus discípulos estavam atravessando o lago da Galileia, quando um vendaval desceu do Monte Hermon. Quando o barco estava afundando, Jesus repreendeu o vento e, instantaneamente, todo o lago ficou calmo.” “Lembra-se de ter escutado acerca daquele homem perturbado que andava nu ao longo do país dos gadarenos?”, perguntaria o diretor da alfândega, “Pois então, Jesus expulsou seus demônios! Agora o ex-endemoninhado anda vestido, em perfeito juízo e dizendo a todos como Jesus o curou”.

“Algum outro relatório?” Herodes pergunta. “Sim”, diria o prefeito de Cafarnaum, “Jesus ressuscitou a filha de Jairo, um dos chefes da sinagoga de Cafarnaum. E em seguida, enviou Seus doze discípulos por toda a Galileia, pregando e curando. É como se Jesus estivesse em doze lugares ao mesmo tempo.” Perplexo, Herodes finalmente pergunta: Afinal,”quem, pois, é este de quem ouço essas coisas?” (Lucas 9:9 NVI). Seu chefe de segurança responde: “algumas pessoas estavam dizendo que João tinha ressuscitado dos mortos” (Lucas 9:7 NVI). “Não, isso não pode ser! Eu mandei degolar João! Quem mais?” “Alguns se perguntam se não é Elias que reapareceu. Outros dizem que um dos antigos profetas ressuscitou.” “Eu tenho que conhecê-lo e descobrir quem ele é”. Herodes olha para a sua equipe ainda perplexo: “Vão, descubram uma maneira para que eu me encontre com ele.”

A pergunta: “Quem é Jesus?” é a pergunta que todos devem responder. Herodes e os discípulos de Jesus enfrentaram essa questão depois de Jesus ter pregado “as boas novas do Reino de Deus” (Lucas 8:1 NVI) e provado Sua autoridade sobre a natureza, demônios, doença e morte. Jesus tinha inclusive transformado cinco pães e dois peixes em mais de 5000 refeições. Após todos estes milagres Jesus pergunta: “Quem as multidões dizem que eu sou?” (v. 18 NVI)

A resposta dos discípulos à pergunta de Jesus sobre o que as pessoas estavam dizendo sobre Ele, é idêntica à resposta dada a Herodes: Alguns dizem que o senhor é João Batista, Elias, ou um dos antigos profetas ressuscitado. Então, Jesus faz uma pergunta diferente e mais pessoal: “E vocês, o que dizem?”, “quem vocês dizem que eu sou?” (Lucas 19:20 NVI).

Esta é a pergunta mais importante que você terá que responder em toda a sua vida. Na verdade, é a única questão que realmente importa. Ao você ler a resposta de Pedro, opte por fazer dela a sua resposta: “Tu és O Cristo [o Ungido, o Messias] de Deus” (Lucas 9:20).

Douglas Jacobs
Professor de Ministério e Homilética
Universidade Adventista do Sul

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/luk/9/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Lucas 9 

Comentário em áudio 



Marcos 15 by Jobson Santos
14 de dezembro de 2014, 1:00
Filed under: Evangelho | Tags: , , ,
Comentario Devocional:
Pilatos mal podia acreditar no que ouvia: o povo gritava pela libertação de Barrabás – um criminoso da pior espécie! Ao considerarmos esse evento e o significado do nome desse rebelde descobrimos que esse foi um momento profético no tempo. Barrabás significa “filho do pai”. E Jesus era “o Filho do Pai.” É quase providencial que Jesus e este homem devessem ser julgados por Pilatos.
Jesus havia rendido Sua vontade ao Pai no Jardim do Getsêmani para que todos os filhos e filhas sob a maldição do pecado pudessem ser postos em liberdade! Isto significa que você e eu somos culpados, mas providências foram tomadas para nos tornarmos completamente livres.
João expande este capítulo de Marcos ao descrever o momento em que Jesus estava em pé diante da multidão que gritava, enquanto Pilatos falava:  “Eis o homem!”(João 19: 5). Isso foi como um toque de clarim para um universo que assistia. Olhe para Deus diante de Sua criação, indefeso e sem quem o ajudasse!
Judas não conseguia entender por que o Filho de Deus permitira ser levado pela multidão – os próprios anjos permaneceram silentes enquanto “Seu povo” gritava pela Sua morte.
Quando os romanos posicionaram suas vítimas nas 3 cruzes, apenas Um não lutava ou amaldiçoava aqueles que cravavam os pregos em sua carne. Apenas Um estava centrado no objetivo de salvar os habitantes da Terra. Se Jesus tivesse seguido a sugestão do diabo naquele dia para que descesse da cruz, estaríamos perdidos – não haveria esperança para os filhos e filhas de Deus.
Pouco tempo antes, de pé na sala de julgamento principal, Jesus declarara: “Quando eu for levantado da terra, atrairei todos a mim” (João 12:32). Muitas pessoas estavam junto à cruz naquele dia – dois deles pendurados ao lado de Jesus em suas próprias cruzes. O coração de um deles foi transformado ao contemplar Jesus – ele se tornou um crente.
Marcos fala de um outro homem que viu Jesus naquele dia, possivelmente durante todo o dia. Era o centurião romano encarregado de manter a ordem e executar as ordens de Pilatos. Quando Cristo emitiu Seu último sopro, este soldado endurecido pelas batalhas, exclamou, baixinho: “Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus”. (Marcos 15:39).
As pessoas que contemplaram Jesus naquele dia fizeram a sua escolha. É a mesma escolha que você e eu faremos. Ao contemplá-Lo, a pergunta que devemos responder é: “O que farei então com Jesus, que se chama Cristo (Mateus 27:22)?”
Jim Ayer
Presidente Rádio Mundial Adventista
Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/15/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 15
Comentário em áudio

 



Marcos 10 by Jeferson Quimelli
9 de dezembro de 2014, 0:30
Filed under: Amor de Deus, bens materiais, dinheiro, escolhas, milagres | Tags: ,

Comentário devocional:

Paulo diz: “No passado, todas essas coisas valiam muito para mim; mas agora, por causa de Cristo, considero que não têm nenhum valor. E não somente essas coisas, mas considero tudo uma completa perda, comparado com aquilo que tem muito mais valor, isto é, conhecer completamente Cristo Jesus, o meu Senhor. Eu joguei tudo fora como se fosse lixo, a fim de poder ganhar a Cristo”(Filipenses 3:7-8 NTLH). Quem mostrou a Paulo que as “coisas” dessa vida não tem nenhum valor? O Espírito Santo, é claro! 

Neste capítulo, um jovem correu em direção a Jesus. Ele era muito rico e desejava a vida eterna. Mas antes de abordar a profundidade das necessidades desse homem, Jesus viu o seu coração e “o amou”. Ele tinha o seu maior bem em mente quando lhe disse: “Venda tudo o que tem e de o dinheiro aos pobres.” Jesus podia ver que as riquezas deste jovem acabariam por sufocar a “amizade” dele com o doador da vida.

Eu tenho tido a oportunidade de compartilhar muitas histórias de milagres ocorridos ao redor do mundo, alguns deles quase inacreditáveis, com as pessoas dos Estados Unidos. A seguir, geralmente me perguntam: “Por que não vemos esses milagres acontecendo neste país?” Eu respondo, apontando para a história de Pedro e João quando eles se encontraram com o paralítico nos degraus do templo. O homem aleijado pensou que Pedro poderia dar-lhe algum dinheiro, mas Pedro disse: Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda” (Atos 3:6, ACF).

Ele não tinha prata nem ouro, mas o que ele tinha? O Espírito Santo! Pedro possuía intimidade com Deus. Ele finalmente percebeu que nada era mais importante do que sua amizade eterna com Cristo. Infelizmente, o jovem rico não aceitou trocar a sua riqueza pela habitação do Espírito Santo, o qual concede poder para a realização de milagres.

Se você deseja que milagres aconteçam em sua vida e na vida das pessoas ao seu redor, você não pode buscar apenas a prata e o ouro. Você não pode passar por cima dos outros com o objetivo de se tornar o maior no reino. Você não pode amar a Jesus apenas da boca para fora. Se agir dessa maneira, você também deixará a presença de Deus com tristeza.

Em vez disso, seja como Bartimeu (versículo 47), que clamava para que Jesus o curasse de sua cegueira. E quando o Criador respondeu, ele pôs de lado a sua túnica, a sua única posse, praticamente a sua prata e o seu ouro, e correu até Jesus. Ele não queria que nada ficasse entre ele e o “Filho de Davi”.

Dois encontros com Jesus tiveram resultados completamente diferentes devido ao poder da escolha. Qual será a sua decisão hoje? O Senhor lhe ama e está lhe chamando para ser um amigo íntimo dEle. Não deixe que o “lixo” dessa vida faça com que você se afaste, “triste”, de Jesus.

Jim Ayer
Vice-presidente da Rádio Mundial Adventista

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mrk/10/
Traduzido por JDS/JAQ
Texto bíblico: Marcos 10 
Comentário em áudio 



Mateus 27 by Jeferson Quimelli
28 de novembro de 2014, 0:30
Filed under: Barrabás, ilusão, Julgamento de Jesus, Pilatos | Tags: , ,

Comentário devocional:

Este capítulo registra o julgamento de Jesus perante Pilatos, bem como a Sua crucificação, morte e sepultamento. Também neste capítulo se encontra o suicídio de Judas. O grande ato de Cristo em sofrer e morrer por nossos pecados nos toca profundamente. Ao mesmo tempo, as histórias de Judas, Barrabás, e Pilatos podem nos trazer importantes lições morais.

Judas havia servido a Cristo por muito tempo, na esperança de alcançar uma alta posição social no novo reino messiânico. Quando Cristo escolheu não usar seu poder divino para Se livrar de seus perseguidores, Judas percebeu que Cristo seria crucificado. Então ele viu cairem por terra suas esperanças de utilizar Jesus e Sua religião para ganhar destaque e importância. Seu desencanto com o verdadeiro propósito de Cristo culminou com seu suicídio.

Como Judas, a multidão queria um Messias que os elevasse acima dos romanos, tornando-os os governantes do mundo. Assim, na escolha entre um pacificador Jesus e um lutador experiente, como Barrabás, eles escolheram o lutador, pois este mais provavelmente os ajudaria a alcançar suas ambições mundanas. Vemos aqui, novamente, como os valores com os quais a pessoa se identifica podem cegar o seu discernimento espiritual e moral, abrindo caminho para racionalizar qualquer injustiça ou imoralidade em nome da preservação de seus sonhos. 

Finalmente, Pilatos. Ele sabia que Jesus era inocente, entretanto o entregou para ser cruelmente tratado e açoitado apenas para tentar satisfazer uma multidão indisciplinada e conservar o seu poder como governador. Esta primeira concessão falhou em acalmar a turba e, para evitar um tumulto, ele entrega um homem inocente para a execução mais cruel. Por quê? Para ele, preservar seu status como governador era mais importante do que a moralidade ou a justiça. Quão facilmente a manutenção do status pessoal e o auto interesse cegam as pessoas mais experientes e mais bem informadas para as coisas espirituais.

Muitos de nós almejamos a estabilidade financeira e o reconhecimento social que a posição e o poder podem conferir. Estejamos alerta, entretanto, para que estas coisas não nos afastem do caminho da justiça e do dever. Entreguemos cada um de nossos sonhos e planos ao senhorio de Cristo. Esse caminho é o único que pode trazer a verdadeira felicidade.

Stephen Bauer, Ph.D. 
Professor de Teologia e Ética 
Southern Adventist University

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/mat/27/
Traduzido por JAQ/JDS
Texto bíblico: Mateus 27 
Comentário em áudio 



Zacarias 12 by Jeferson Quimelli
26 de outubro de 2014, 0:00
Filed under: arrependimento, correção, vitória | Tags: , , ,

Comentário devocional:

Nos capítulos anteriores, a ira de Deus se pronunciou pela punição de Seu povo e seus líderes por sua iniquidade. Neste capítulo, Ele promete julgar as nações que sitiam Jerusalém e destroem a casa de Judá. Jerusalém será como uma pedra pesada para eles (v. 3). 

Quando se tenta carregar uma pedra pesada em cima dos ombros, as mãos e ombros sofrem. Do mesmo modo, as nações que ferissem Israel também sofreriam por isso.

Vemos aqui o nosso Deus como alguém que cuida de Seu próprio povo apesar de sua rebelião persistente, mesmo quando Ele tem de puni-los para que cheguem ao arrependimento.

Nos versos 4-9 é prometida a restauração de Jerusalém. Deus é apresentado como o Deus Criador, que criou os céus, criou a terra, e dá vida aos seres humanos (vs. 1). Jerusalém será restaurada porque o Senhor dos Exércitos, o Criador, prometeu. Ele é o Todo-Poderoso, para Quem todas as coisas são possíveis. E uma vez que Ele deu a Sua palavra de que a restauração ocorreria, isto se tornará realidade, apesar de todas as evidências em contrário.

De fato, já no tempo de Esdras, Neemias e Zorobabel, quando o povo de Israel voltou do cativeiro, Jerusalém foi reconstruída, numa sucessão de eventos que refletiam um milagre após outro, fato que deveria ter levado o povo a uma séria reflexão. Esta profecia, no entanto, aponta para o milagre maior, quando a Jerusalém celestial, que será habitada pelo remanescente fiel, descerá do Céu para a Terra, a sua morada eterna. “Naquele dia o Senhor protegerá os que vivem em Jerusalém, e assim o mais fraco dentre eles será como Davi.”(v. 8 NVI).

O versículo 10 apresenta um quadro solene. “Olharão para mim, aquele a quem traspassaram” (NVI). Esse versículo foi citado por João 19:37, na ocasião em que Jesus foi ferido por uma lança pelo soldado romano enquanto pendurava na cruz.  Além disso, Apocalipse 1:7 afirma que aqueles que traspassaram a Jesus O verão voltar, em referência à ressurreição especial na segunda vinda de Jesus. Na verdade, Jesus não foi traspassado – morto – somente pelo poder romano, por incitação dos líderes judeus, a referência primária das citações de João. Fomos nós que causamos a morte de Jesus com nossos pecados.

Todos se lamentarão pela morte de Jesus. Mas haverá dois distintos grupos. O primeiro é aquele que lamentou a morte de Jesus e chorou por seus pecados com corações arrependidos, com profundo pesar e contrição enquanto Jesus ainda estava intercedendo por eles no santuário celeste, no Santo e Lugar Santíssimo. Assim, seus pecados foram apagados e eles participarão da vinda do Reino como habitantes de Nova Jerusalém. O verdadeiro arrependimento é que fará toda a diferença.

O outro grupo de pessoas que se lamentarão o farão por causa de seus pecados não confessados e abandonados por ocasião da volta de Jesus (Mateus 24:30; cf. Apocalipse 6:15-17). Ao perceber que não estão salvos eles chorarão amargamente.

De acordo com Zc 12:12-14, todos irão chorar pelos seus pecados. Mas é nossa escolha se iremos lamentar e clamar ao Senhor pelos nossos pecados ANTES de Sua vinda, enquanto Jesus ainda está intercedendo por nós, o que levará à salvação eterna, ou vamos chorar NA sua vinda por causa da destruição condenatória.

Senhor, ajuda-nos a fazer parte do primeiro grupo! Concede-nos o verdadeiro arrependimento e reforma. Que possamos reconhecer a Ti como Criador e Redentor de nossas vidas enquanto ainda temos oportunidade. Amém.

Sook-Young Kim
Kyungpook Universidade Nacional
Sangju, Coreia do Sul



Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/zec/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Zacarias 12 

Comentário em áudio 



Ezequiel 23 by Jeferson Quimelli

Comentário devocional:

Como? Jerusalém, uma prostituta? Isso é difícil de acreditar. Qual marido de respeito não ficaria incomodado com a ideia de que sua esposa se vende para estranhos? No entanto, esta não é a primeira vez que Ezequiel falou desta forma a respeito de Jerusalém (ver Ez 16).

O quadro é ainda mais sombrio porque esta também é a história de sua irmã, Samaria. E descobrimos que a prostituição dessas duas irmãs não é coisa nova. Ela remonta ao tempo em que elas moravam no Egito.

Cobiça, a destruidora da vida e da família. Os assírios pareciam tão bonitos em seus belos uniformes, assim como os babilônios. Qual mulher casada não cairia de amores por eles? Por que se resguardar e investir em um relacionamento quando uma solução rápida sedutora está à disposição? Mesmo quando o desejo não é sexual, o desejo pela segurança que esse exército pode fornecer é sedutor. Mesmo países cristãos sucumbiram à sua cobiça por poder militar.

A história de Amnon e Tamar nos lembra como o sexo ilícito pode levar da cobiça à repulsa e até mesmo ao ódio (2 Sam 13:15). Coloque a sua confiança no mundo e um dia ele se voltará contra você e o devorará. Mas, se no dia da batalha – e contra o pecado, todo o dia é dia da batalha – você estiver ao lado do Senhor, você nunca será derrotado ou exposto.

Se, no entanto, você cair, saiba que o fundo do poço não é o fim. Ali é onde o pecador vê que somente Deus o pode levantar. E o pecador que clama a Ele por ajuda nunca será rejeitado! 

Ross Cole
Avondale College, Austrália

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/23/

Traduzido por JDS/JAQ

Texto bíblico: Ezequiel 23 

Comentário em áudio



Ezequiel 19 by Jeferson Quimelli
16 de julho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, escolhas, Israel, pecado, profecias | Tags: , ,

Comentário devocional:

Ezequiel 19 é um lamento sobre a queda dos monarcas em Judá e a desolação e cativeiro de Judá. Foi escrito em forma poética e compreende duas partes. 

A primeira parte (v. 1-9) fala do fim trágico de dois dos últimos reis de Judá. Este reino é retratado como uma leoa criando seus filhotes (v. 2). O primeiro filhote, Jeoacaz, assumiu o trono após a morte de seu pai, Josias. Ele reinou apenas durante três meses, quando Faraó Neco II veio em 609 aC e carregou-o em cadeias para o Egito, onde morreu mais tarde em cativeiro (2Rs 23:31-34, Jer 22:11-12). O segundo filhote era ou Joaquim, que depois de um breve reinado de três meses, foi levado para a Babilônia em 597 aC (2Rs 24:8-15) ou Zedequias, que após ter seus olhos removidos foi levado para a Babilônia, preso com algemas de bronze, em 586 aC (2Rs 24:18-25:7).

A segunda parte deste capítulo (v. 10-14) lamenta o destino de Judá como nação. O reino agora é comparado a uma videira exuberante e seus reis como ramos frutíferos. A vinha foi “arrancada com furor e lançada por terra” (v. 12 NVI) retratando a devastação da terra e a deportação de seus habitantes para a Babilônia. Esta deportação ocorreu durante os reinados de últimos três reis de Judá: Joaquim, Jeoaquim e Zedequias. Ao tempo da última invasão, a terra tornou-se desolada, a cidade de Jerusalém, com seu templo, foi incendiada e a muralha da cidade, destruída. Com a deportação de Zedequias a linha davídica de reis chegou ao fim.

No momento em que Ezequiel escrevia esta profecia, a desolação completa da terra de Judá e a deportação de Zedequias ainda estavam por acontecer. Tivesse Zedequias aprendido com os erros de seus antecessores e atendido à Palavra de Deus, a cidade de Jerusalém e o Templo não teriam sido destruídos (Jr 38:17). Mas sua resistência obstinada resultou na queda de Judá e no fim da monarquia.

Não vale a pena persistir no pecado, porque o resultado final é sempre a destruição.

Chawngdinpuii Chawngthu
Universidade Adventista Spicer, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/19/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 19 

Comentário em áudio 



Ezequiel 17 by Jeferson Quimelli
14 de julho de 2014, 0:00
Filed under: confiança em Deus, escolhas, fidelidade, profecias | Tags: ,

Comentário devocional:

Este é o terceiro capítulo seguido que nos apresenta uma parábola. Na maioria das vezes as parábolas bíblicas são muito óbvias em seu significado. Muito poucas têm significados ocultos. Quando Jesus falava em parábolas, a maioria delas tinham significado claro. Mas em algumas outras os discípulos aproximaram-se dele e perguntaram: “Senhor, diga-nos, o que é que essa parábola quer dizer?”

A mesma coisa é verdade a respeito das parábolas do Antigo Testamento. Na maioria das vezes no AT uma parábola é muito óbvia em seu significado. 

As parábolas de Ezequiel 15 e 16 são fáceis de entender. Porém a do capítulo 17 não. É por isso que o versículo 2 diz: “Filho do homem, propõe um enigma e usa de uma parábola para com a casa de Israel” (ARA). É uma parábola, no sentido que ela tem significados espirituais, mas é um enigma no sentido de que precisa ser explicada.

Na ilustração de Ezequiel uma águia gigante quebrou o topo de um jovem cedro e o levou para uma terra diferente. De fato, em 597 aC Babilônia capturou Joaquim, rei de Judá, juntamente com o melhor do povo de Jerusalém, e levou-os para a Babilônia.

Retornando à terra do cedro, a águia plantou uma semente nativa que cresceu e se transformou em uma videira. Ela não cresceu muito, mas se manteve obediente à águia. Ou seja, retornando a Jerusalém, Babilônia nomeou outro membro da família real de Judá, Zedequias, como rei em lugar de Joaquim. Zedequias recebeu uma limitada independência após ter jurado submissão a Babilônia.

Em seguida, outra águia gigante, tão impressionante quanto a primeira, aparece em cena, e a videira de baixa estatura transfere sua lealdade (suas raízes) a esta nova águia. De fato, Zedequias se rebelou contra a Babilônia através da celebração de um tratado militar anti-Babilônia com o Egito. A primeira águia (Babilônia), portanto, arrancou a videira com suas raízes e cortou seus frutos e galhos, deixando-a murchar e morrer. Babilônia destruiria Jerusalém e levaria Zedequias ao exílio humilhante onde ele morreria.

A interpretação de Ezequiel da ilustração dá ênfase especial à traição de Zedequias ao quebrar o tratado com a Babilônia (v. 18, 19). Zedequias tinha feito um juramento de fidelidade a Nabucodonosor, em nome do Senhor Jeová, mas quebrou esse juramento ao buscar ajuda do Egito. Como castigo ele foi levado cativo para a Babilônia. 

Por último, Ezequiel, mostra que Deus, não uma águia, vai retirar o topo de um cedro (v. 22). Ele vai plantá-lo no topo de uma montanha, onde se transformará em uma árvore enorme e magnífica, trazendo benefícios para aves e animais de todos os tipos.

A partir da linha davídica de reis, Deus tomará um rei, o Messias, e por meio dele estabelecerá um reino que trará bênçãos a todo o mundo. Árvores altas e verdes secarão, mas a árvore de Deus florescerá. Nações como a Babilônia e o Egito perecerão, mas o reino de Deus será exaltado. 

Ao empreendermos as nossas atividades hoje lembremos de colocar o Messias em primeiro lugar em nossas vidas. Aqueles que estão unidos a Ele hoje participarão de Seu reino para sempre.

Pr Mohanraj Israel
Universidade Spicer, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/17/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 17 

Comentário em áudio 



Ezequiel 12 by Jeferson Quimelli
9 de julho de 2014, 0:00
Filed under: profecias, testemunho, verdade | Tags: , , ,

Comentário devocional:

O ministério do profeta Ezequiel se estendeu por quase o mesmo tempo que o de Daniel; ambos foram profetas durante o exílio babilônico. Enquanto Daniel se manteve como estadista na corte da Babilônia, Ezequiel recebeu mensagens divinas entre os exilados. Em Ezequiel 12, vemos o profeta encenando a mensagem de Deus através de uma apresentação dramática que deveria atrair a atenção e estimular o pensamento do povo a discernir o significado da mensagem.

O profeta Ezequiel usa o método dramático de apresentar a mensagem de Deus por causa da natureza rebelde dos israelitas. Eles chegaram a uma posição onde tendo olhos, não viam, e tendo ouvidos, não ouviam. Haviam perdido a sensibilidade moral para discernir as mensagens de aviso de Deus.

O foco da mensagem apresentada é a desgraça iminente dos judeus que ainda permaneciam em Judá e o cativeiro do rei Zedequias. Esta mensagem profética, como em outras vezes, é dada para preparar as pessoas, alertá-las sobre o futuro e aceitar as mensagens de Deus. Enquanto Ezequiel advertia os exilados na Babilônia, Jeremias (Jer 34:2-3) revelava sua mensagem a Zedequias de que os babilônios estavam vindo para destruir Jerusalém.

A representação do profeta encontra cumprimento exato na captura de Zedequias, ao tentar ele escapar por um buraco na parede, à noite, e depois ao ter os olhos vazados pelo rei Nabucodonosor em Ribla (v. 12). Embora Zedequias tenha sofrido este destino cruel nas mãos dos babilônios, Deus teve misericórdia em deixá-lo viver e, como prometido através de Jeremias, morrer em paz e não pela espada (Jer 34:4, 5).

Após a captura de Zedequias, muitos judeus foram espalhados e dispersos entre as nações. Mas foram relativamente poucos estes que escaparam da espada, da fome e da peste que sobrevieram sobre Jerusalém. Através deles,  as nações iriam aprender mais sobre o Deus de Israel (v. 16). Há sempre uma oportunidade para o remanescente que é fiel a Deus para que seja  poupado da punição e sirva de exemplo vivo ao mundo do amor de Deus.

Quando a mensagem de aviso foi dada por Ezequiel aos exilados, houve entre eles incerteza, medo, desânimo e perda de esperança. Alguns entre eles disseram que a palavra do profeta levaria muito tempo para se cumprir ou que a visão iria falhar. Deus afirmou através de Ezequiel que os eventos previstos certamente aconteceriam, apesar da contestação dos falsos profetas. A desgraça sobre a casa de Israel era certa por causa de sua maldade e falta de confiança para acreditar nas mensagens dos verdadeiros profetas (Ezequiel e Jeremias). Deus, neste capítulo, alerta repetidamente as pessoas do perigo iminente e de que Sua Palavra certamente seria cumprida.

Como é trágico ver o povo escolhido de Deus não se voltar para Ele apesar da desgraça e do retorno iminente dos babilônios para atacar Jerusalém! O maligno está sempre tentando anular mensagens divinas com mensagens falsas que são facilmente aceitas.

Se nós, como remanescente final de Deus, não endurecermos nossos corações como o fez o Israel de outrora, mas atendermos às mensagens de Deus e as praticarmos em nossa vida diária, então cumpriremos o Seu propósito para o povo escolhido que é compartilhar o evangelho a todo o mundo.

Roy Jemison Injety
Spicer College, Índia

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/eze/12/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Ezequiel 12

Comentário em áudio  



Lamentações 1 by Jeferson Quimelli
23 de junho de 2014, 0:00
Filed under: consequências, correção, idolatria, Israel, Jeremias, Lamentações | Tags: ,

Comentário devocional:

Quando ocorre um desastre, as perguntas “como?” e “por que?” de repente se tornam importantes. Como é possível que tudo o que eu conhecia e pensava ser sólido parece estar se derretendo? Como Deus pode ficar quieto diante da minha dor e sofrimento?

O primeiro capítulo de Lamentações ainda não mostra os “comos” e “porquês”, mas estas perguntas surgirão em abundancia nos capítulos seguintes. O livro poético é escrito em um estilo acróstico cuidadosamente projetado, ou seja, o poeta utilizou as 22 letras do alfabeto hebraico como a primeira letra de cada verso nos capítulos 1, 2, 4 e 5. No capítulo 3, no centro do livro, Jeremias usou 66 versos (cada grupo de três versos começando com uma letra do alfabeto hebraico).

Todo este cuidado com os detalhes mostra que estas não são divagações espontâneas de um autor desiludido e magoado – o livro é uma descrição cuidadosamente elaborada da estrutura social e das razões para o exílio. O livro também reconhece que a nossa única esperança está no renovado compromisso com o nosso Criador e Salvador. “Tu, Senhor, reinas para sempre; teu trono permanece de geração em geração” (Lam 5:19 NVI) é uma declaração de fé cujo cumprimento pleno será no futuro. 

A primeira palavra de Lam. 1:1 (“Como…!”) dá o tom. É uma exclamação de dor; um grito de lamento, usualmente utilizada em um ambiente de funeral (2 Sam 1:19, 25, 27,.. Isa 1:21; Jer 48:17). Judá não existe mais; seu templo está destruído (v. 10); seus líderes e sacerdotes tentam fugir (v. 4, 6). A causa para este desastre é evidente: “Jerusalém pecou gravemente; por isso, se tornou repugnante” (v. 8 ARA). O escritor reconhece imediatamente a resposta divina: “o Senhor me afligiu” (v. 12 ARA), “me entregou àqueles que não consigo vencer” (v. 14 NVI), “o Senhor pisou, como num lagar, a virgem filha de Judá” (v. 15 ARA). Esta não é uma “má sorte” que aconteceu “por acaso” ou uma situação política adversa – Deus está por trás da queda de Jerusalém, ilustrando um ponto importante da visão bíblica da história.

Sim, foi Babilônia que destruiu a cidade e seu templo em 586 aC. Sim, foi o rei de Babilônia, Nabucodonosor, que enviou alguns habitantes de Judá para o exílio, mas em última análise, Deus está no controle (Dan. 1:2). Jeremias, assim como Daniel, e todos os outros fiéis de outrora, reconheceram a mão ativa de Deus na história. 

Eu não sei se neste momento você está passando por lutas ou alegrias. Mas lembre-se: o Senhor é justo – e está no controle. Quando Ele traz o julgamento ou a salvação Ele é soberano. Entretanto, Ele está atento às suas lágrimas e disposto a ouvir as suas orações. 

Gerald A. Klingbeil
Universidade de Andrews

 

Texto original: http://revivedbyhisword.org/en/bible/lam/1/

Traduzido por JAQ/JDS

Texto bíblico: Lamentações 1 




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